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A obra é uma síntese das questões discutidas sobre arte popular, participação política, superação do quadro de cavalete, nova relação com a realidade objetiva e extensão da definição de arte. De fato, sua invenção responde a um imperativo da nova vanguarda brasileira que Mário Pedrosa definia como inconformismo estético aliado a inconformismo social. Surgiu em 1964, como decorrência da pesquisa de Hélio Oiticica sobre a superação do quadro e após o contato do artista com a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
A descrição trata da obra
Pode-se dizer que essa dança integra um grande grupo de danças de umbigada, por isso, consideradas formas e expressões do samba. Em formação circular e com solistas e duplas ao centro, revela grande mobilidade e deslocamentos até o local dos músicos. Destacam-se alguns instrumentos de percussão feitos com couro, como o tambor. Outro instrumento é o candongueiro, também conhecido como caxambu, outro nome para a dança. Além disso, são utilizadas a angoia e a puíta.
(J. Sabino e R. Lody, Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2011. Adaptado)
O descritivo indica
A nacionalização de tradições africanas é um dos grandes temas da afrodescendência no Brasil. Convivem ao mesmo tempo modelos antigos e ancestrais de uma África, que é verdadeiramente documental e histórica, com outra África, que nasce de idealizações e de concepções mais recentes, e que também são formadoras de identidades. Nesses contextos, os chamados reinados ou reinados do Congo são revividos anualmente em festas religiosas e nos ciclos do Carnaval.
(J. Sabino e R. Lody, Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2011)
No caso específico do Recife, os reinados estão presentes nos grupos de
Para Dias (apud Barcinski, 2015), os integrantes da Missão, liderados por Joachim Le Breton,
Forma de realização cênica que é parte crucial do teatro do oprimido desenvolvido por Augusto Boal. Nele, o espectador assume o papel de protagonista na cena e transforma a ação dramática proposta, experimentando diretamente as ações que considera pertinentes à situação mostrada. Sua função é que o espectador ensaie discursos e intervenções, preparando-se para uma ação real. Esse ensaio se baseia na experiência estética, ou seja, no aprendizado e na reflexão sobre o pensamento sensível, sua expressão e sua influência no real.
(I. D. Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
A descrição retrata o
Foi do estudo da arte chinesa do espetáculo que este autor derivou a quintessência da encenação e representação do seu teatro épico: o efeito do distanciamento. Ele se baseia numa neutralização completa dos meios tradicionais de expressão teatral. Manter distância é o primeiro mandamento tanto para o ator quanto para o público. Não é permitido que se forme nenhum campo hipnótico entre o palco e a plateia. O ator não deve despertar emoções no espectador, mas provocar sua consciência crítica. Em nenhum momento deve ele (o ator) permitir que ocorra sua completa metamorfose na figura da personagem.
(M. Berthold, História Mundial do Teatro, 2000. Adaptado)
O descritivo caracteriza a proposta de encenação de
No que diz respeito ao Modernismo, a percepção era uma dimensão importante no ensino voltada
Essas categorias fazem parte da abordagem de
Dessa forma, a Proposta, sua fundamentação e referências situam
Nesse contexto, a autora aponta por parte dos primeiros modernistas, em relação ao ensino da Arte,
Em torno de 1870, na busca de um modelo que estabelecesse a união entre criação e técnica, isto é, entre arte e sua aplicação à indústria, os intelectuais e políticos (especialmente os liberais) brasileiros comprometeram-se profundamente com os modelos de Walter Smith para o ensino da Arte nos Estados Unidos, que passaram a divulgar no Brasil.
(A. M. Barbosa, “Ensino do desenho e da arte no Brasil”, 2018/2019. Adaptado)
Para a autora, um dos principais divulgadores do modelo de Walter Smith no Brasil, a partir dos Pareceres sobre a reforma do ensino primário e secundário, foi
“O objetivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior”, observou o polímata grego Aristóteles. A arte urbana em espaços públicos busca esse objetivo, oferecendo significado e identificação aos moradores de cidades do mundo todo. Tomando a forma de murais, instalações, esculturas e estátuas, a arte urbana envolve o público fora dos museus e no espaço público. Esta arte apresenta uma maneira democrática de redefinir coletivamente conceitos como comunidade, identidade e engajamento social.
(Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/. Acesso em: maio de 2025.)
As representações artísticas podem se dar em diferentes formas e espaços, o que varia de acordo com o seu simbolismo e as intenções do artista. O conceito de arte urbana se relaciona com a presença de expressões no espaço público, ao ar livre e ao alcance de todos os cidadãos. Logo, são exemplos de arte urbana contemporânea: