Questões de Concurso
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Em determinado hospital referência no atendimento a
vítimas de queimaduras no Distrito Federal, o ritmo de trabalho é
intenso, sendo atendidos casos complexos de queimaduras dos
mais elevados graus, desde a urgência até a reabilitação. Por ano,
o
hospital recebe cerca de 3 mil pacientes vítimas de
queimaduras, sendo de 10% a média anual de internação. As
pessoas atendidas recebem, mesmo após a alta hospitalar,
cuidados de equipes multidisciplinares, que incluem médicos,
enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos,
fisioterapeutas e o suporte da assistência social. São diversas as
linhas de cuidado adotadas e os olhares em busca de um objetivo
único: a cura dos pacientes e a solução do problema. É necessária
muita colaboração entre os profissionais, pois os casos somente
são resolvidos em conjunto. Outro fator decisivo no tratamento é
a participação da família.
Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item que se segue.
Em ambientes hospitalares como o apresentado, costuma haver altos níveis de demandas psicológicas dos profissionais, como também níveis acentuados de controle no trabalho.
Em determinado hospital referência no atendimento a
vítimas de queimaduras no Distrito Federal, o ritmo de trabalho é
intenso, sendo atendidos casos complexos de queimaduras dos
mais elevados graus, desde a urgência até a reabilitação. Por ano,
o
hospital recebe cerca de 3 mil pacientes vítimas de
queimaduras, sendo de 10% a média anual de internação. As
pessoas atendidas recebem, mesmo após a alta hospitalar,
cuidados de equipes multidisciplinares, que incluem médicos,
enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos,
fisioterapeutas e o suporte da assistência social. São diversas as
linhas de cuidado adotadas e os olhares em busca de um objetivo
único: a cura dos pacientes e a solução do problema. É necessária
muita colaboração entre os profissionais, pois os casos somente
são resolvidos em conjunto. Outro fator decisivo no tratamento é
a participação da família.
Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item que se segue.
O coping focado na emoção é pouco eficaz na reabilitação da pessoa vítima de queimaduras, pois gera mais situações que a fazem reviver a dor.
Em determinado hospital referência no atendimento a
vítimas de queimaduras no Distrito Federal, o ritmo de trabalho é
intenso, sendo atendidos casos complexos de queimaduras dos
mais elevados graus, desde a urgência até a reabilitação. Por ano,
o
hospital recebe cerca de 3 mil pacientes vítimas de
queimaduras, sendo de 10% a média anual de internação. As
pessoas atendidas recebem, mesmo após a alta hospitalar,
cuidados de equipes multidisciplinares, que incluem médicos,
enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, psicólogos,
fisioterapeutas e o suporte da assistência social. São diversas as
linhas de cuidado adotadas e os olhares em busca de um objetivo
único: a cura dos pacientes e a solução do problema. É necessária
muita colaboração entre os profissionais, pois os casos somente
são resolvidos em conjunto. Outro fator decisivo no tratamento é
a participação da família.
Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item que se segue.
O coping focado na emoção manifesta-se em aspectos relacionados ao apoio social da família, de amigos e de profissionais, como meio para lidar com os problemas provenientes do trauma.
A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue o item a seguir.
A estratégia de enfrentamento só é considerada efetiva quando o comportamento reduz a gravidade dos sintomas.
A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue o item a seguir.
As trocas entre pessoa e ambiente ocorrem por meio da regulação emocional, considerando-se, por exemplo, se a situação ameaça o bem-estar, se os recursos são suficientes para enfrentá-la e, no decorrer do ciclo, se a estratégia escolhida é eficaz.
A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue o item a seguir.
De acordo com o modelo transacional, é possível compreender o estresse, no contexto do adoecimento, com base no exame dos eventos ambientais e das respostas do indivíduo, separadamente.
A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue o item a seguir.
A medicina comportamental envolve a aplicação de técnicas de terapia e transformação de conduta na prevenção e no tratamento de enfermidade física.
A respeito de diversos aspectos da psicologia da saúde, julgue o item a seguir.
O conceito do processo saúde-doença tem evoluído nas últimas décadas, passando do foco principal nas aproximações negativas para concepções mais vinculadas a uma aproximação positiva.
No que se refere à psicopatologia, julgue o item a seguir.
Perturbação da concentração, hipervigilância e alterações no padrão de sono são sintomas que podem estar presentes em crianças ou adultos com transtorno de estresse pós traumático.
No que se refere à psicopatologia, julgue o item a seguir.
Humor disfórico, aumento de apetite e sonhos desagradáveis são sintomas que podem estar presentes na abstinência de estimulantes.
No que se refere à psicopatologia, julgue o item a seguir.
O transtorno disruptivo da desregulação de humor é marcado por explosões de raiva recorrentes e graves, e o primeiro diagnóstico não deve ser feito antes de o paciente completar 6 anos de idade.
No que se refere à psicopatologia, julgue o item a seguir.
O prejuízo cognitivo é um aspecto central na esquizofrenia, já presente no primeiro episódio psicótico.
No que se refere à psicopatologia, julgue o item a seguir.
Nos casos em que a esquiva, o medo e a angústia extrema decorram de pensamento delirante, sugere-se o diagnóstico comórbido de fobia específica.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
A psicoeducação é contraindicada em casos como o de Marcos.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Se for realizada uma avaliação psicológica de Marcos, o teste de Rorschach poderá ser utilizado com o objetivo de contribuir para uma avaliação idiográfica do jovem.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Em casos como o de Marcos, a terapia cognitivo comportamental visa à redução da frequência e da intensidade de sintomas psicóticos, bem como do sofrimento associado ao transtorno e da ocorrência de possíveis recaídas.
Marcos, 19 anos de idade, comparece ao hospital geral,
acompanhado de seu genitor, para atendimento de emergência.
Muito agitado e confuso, Marcos grita sem parar que seu corpo
está sendo levado pela luz. O pai comenta que tem notado o filho
mais quieto e calado. “Achei que fosse coisa de jovem que fica
mais afastado do pai nessa fase. Mas cheguei a comentar com a
mãe dele, há uns 6 meses, que estava achando ele esquisito
demais: começou a não falar coisa com coisa. A gente sempre
achou ele meio diferente dos outros meninos. Na escola, no
trabalho e com os amigos, ele sempre teve dificuldades. Em
contrapartida, nunca nos deu trabalho com bebida ou com droga.
Mas agora parece que pirou de vez. Há um mês e meio pegamos
Marcos nu, de cócoras, no quintal de casa. Ao perguntarmos o
que aquilo significava, ele nos disse que, por ora, não tinha
autorização para dizer; e pediu que nos retirássemos de seu
‘tribunal’. Ouvimos ele falando o que parecia ser uma outra
língua. Ficamos assustados. Apesar de ter passado por vários
acompanhamentos psicológicos desde criança e nunca ter
melhorado 100%, esta foi a primeira vez que me preocupei de
verdade. Tentamos conversar com calma depois, mas ele disse
que ainda não poderia ‘trazer à luz a revelação’ e que, no
momento correto, ‘todos seriam testemunhas de sua
consagração’. De lá para cá, foi ficando cada vez mais difícil.
Ele está sem dormir há mais de 3 dias, sem querer comer ou
tomar banho... Não deu mais para segurar. Resolvemos trazê-lo
mesmo contra a vontade. Estou certo de que há algo errado com
meu filho”.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir, considerando a psicopatologia, as teorias e técnicas psicoterápicas e as técnicas de entrevista.
Marcos manifesta afeto pueril e pensamento progressivamente desorganizado, características clínicas a serem consideradas para diagnóstico diferencial no quadro de psicoses reativas.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue o item que se segue.
Na avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, a atuação da psicóloga e do psicólogo deve atender às necessidades dos exames admissionais, demissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de atividade ou função, entre outras.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue o item que se segue.
Ao realizar a avaliação de riscos psicossociais relacionadas ao trabalho, a psicóloga e o psicólogo devem investigar e diagnosticar as características psicológicas das pessoas trabalhadoras, as características dos processos de trabalho e do contexto organizacional.
Com base na Resolução n.º 14/2023 do Conselho Federal de Psicologia, julgue o item que se segue.
A avaliação de riscos psicossociais relacionados ao trabalho é atividade exclusiva dos profissionais de psicologia, que devem realizá-la individualmente, ainda que componham equipes multidisciplinares.