Questões de Concurso
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( ) O CRAS lida com risco social e prevenção, enquanto o CREAS atua em casos de violação grave de direitos.
( ) O CRAS atua na proteção social básica, voltado para a prevenção de situações de vulnerabilidade social.
( ) É função do CREAS realizar a articulação com outros órgãos e serviços especializados, atuando de forma integrada com a rede de proteção.
( ) O CRAS fornece apoio em situações de risco social, e também quando existe violação grave de direitos.
( ) O CREAS atua diretamente na prevenção de risco social.
Assinale a alternativa que completa corretamente os parêntesis.
(1) Fase anal.
(2) Fase oral.
(3) Fase de latência.
(4) Fase fálica.
(5) Fase genital
( ) Acontece de 3 a 6 anos, sendo que o foco está nos órgãos genitais. Acontece o surgimento do Complexo de Édipo.
( ) Acontece de 6 a 12 anos, sendo que é o período da sexualidade adormecida e o foco está em amizades e aprendizado.
( ) Acontece dos 12 anos em diante, sendo que existe uma maturação sexual e a busca por relacionamentos saudáveis.
( ) Acontece de 0 a 1 ano, sendo que o foco está na boca (sucção, alimentação). Pode levar à dependência ou comportamentos compulsivos relacionamentos à boca.
( ) Acontece de 1 a 3 anos, sendo que o foco está no controle e liberação das fezes. Pode resultar em personalidade controladora ou desorganizada.
A respeito da ergonomia da atividade, da psicodinâmica do trabalho e dos aspectos relativos à atuação do psicólogo na interface saúde, trabalho e educação, julgue o item a seguir.
A observação do processo de trabalho e a pesquisa documental, além de entrevistas individuais e coletivas, são técnicas por meio das quais se é possível avaliar a ergonomia da atividade e a psicodinâmica do trabalho.
A respeito da ergonomia da atividade, da psicodinâmica do trabalho e dos aspectos relativos à atuação do psicólogo na interface saúde, trabalho e educação, julgue o item a seguir.
A ergonomia, enquanto disciplina científica, busca entender as interações entre seres humanos e elementos de um sistema, e tem o objetivo central de mitigar os problemas de saúde derivados das atividades laborais e aprimorar a qualidade dos produtos e a produtividade.
A respeito da ergonomia da atividade, da psicodinâmica do trabalho e dos aspectos relativos à atuação do psicólogo na interface saúde, trabalho e educação, julgue o item a seguir.
Os teóricos da psicodinâmica do trabalho entendem o trabalho como um estruturante psíquico, capaz tanto de desencadear distúrbios como de propiciar novos destinos para o sofrimento, como o prazer e a saúde.
A respeito da ergonomia da atividade, da psicodinâmica do trabalho e dos aspectos relativos à atuação do psicólogo na interface saúde, trabalho e educação, julgue o item a seguir.
A condição de saúde dos trabalhadores é independente da natureza de sua atividade profissional, sendo mais associada a aspectos como o clima e a cultura organizacionais da instituição.
A respeito da ergonomia da atividade, da psicodinâmica do trabalho e dos aspectos relativos à atuação do psicólogo na interface saúde, trabalho e educação, julgue o item a seguir.
A forma como uma organização se estrutura tem implicações tanto no bem-estar do trabalhador e no sucesso dos bens e serviços ofertados, quanto na produção de sofrimento patogênico e de doenças mentais.
No que diz respeito a aspectos de psicologia organizacional relacionados ao trabalho policial, julgue o item a seguir.
Para o desenvolvimento de suas atividades profissionais, o policial deve apresentar um conjunto de características peculiares, que podem ser avaliadas por meio da aplicação do método denominado comportamento, habilidade e ação (CHA).
No que diz respeito a aspectos de psicologia organizacional relacionados ao trabalho policial, julgue o item a seguir.
A insalubridade emocional que pode ser enfrentada por policiais afeta sua vida profissional, mas não interfere em sua vida pessoal.
Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes
tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para
aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento
glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem
sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se
ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de
forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar
sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse,
costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como
estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que
buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo
do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais
eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue o item subsecutivo.
O sentimento de culpa relatado por Ana é comum em pacientes com doenças crônicas e pode interferir negativamente na adesão ao tratamento, tornando necessária a abordagem das emoções no plano terapêutico.
Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes
tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para
aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento
glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem
sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se
ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de
forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar
sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse,
costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como
estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que
buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo
do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais
eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue o item subsecutivo.
Se Ana tivesse recebido o diagnóstico de uma doença aguda, o impacto emocional seria menor, pois o curso da doença aguda é mais previsível e limitado no tempo.
Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes
tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para
aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento
glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem
sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se
ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de
forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar
sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse,
costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como
estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que
buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo
do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais
eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue o item subsecutivo.
O manejo do estresse, através de técnicas direcionadas para o relaxamento físico e mental, pode melhorar a adesão de Ana ao tratamento, reduzindo comportamentos prejudiciais e promovendo uma melhor autorregulação.
Ana, 55 anos de idade, foi diagnosticada com diabetes
tipo II há seis meses. Desde então, enfrenta dificuldades para
aderir ao tratamento, alegando que a rotina de monitoramento
glicêmico, uso de medicação e mudanças na alimentação tem
sido “exaustiva e confusa”. Durante a consulta, relatou sentir-se
ansiosa e culpada por não seguir as recomendações médicas de
forma rigorosa. Apesar de alguns esforços iniciais para adaptar
sua rotina, Ana reconhece que, em momentos de estresse,
costuma recorrer ao consumo de alimentos ricos em açúcar como
estratégia de conforto. O médico, então, sugeriu a Ana que
buscasse acompanhamento psicológico, para trabalhar o manejo
do estresse e desenvolver estratégias de enfrentamento mais
eficazes.
Tendo o caso hipotético precedente como referência, julgue o item subsecutivo.
A introdução de estratégias de enfrentamento baseadas no coping emocional, como a busca de conforto em alimentos, é uma abordagem recomendada para reduzir o estresse em pacientes com doenças crônicas como a de Ana.
Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.
No caso de Carlos, o uso de intervenções farmacológicas é contraindicado, pois o risco suicida é manejado exclusivamente com intervenções psicossociais e planos de segurança.
Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.
Uma abordagem recomendada para a intervenção em situações como a de Carlos, em que há risco suicida, é a construção de um plano de segurança, que inclua estratégias de enfrentamento para momentos de crise.
Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.
Carlos apresenta sinais de afeto intolerável, como desespero e culpa, que são fatores associados ao risco iminente de suicídio, sendo a avaliação contínua de risco indispensável durante o tratamento.
Carlos, 35 anos de idade, é policial e esteve envolvido em um tiroteio há três meses, no qual perdeu um colega próximo. Desde o evento, tem apresentado insônia, flashbacks, isolamento social e dificuldade de retornar ao trabalho. Recentemente, sua esposa encontrou uma carta de despedida, e Carlos admitiu sentimento de culpa por não ter conseguido salvar a vida do colega, bem como pensamentos de tirar a própria vida. Após o episódio, Carlos procurou atendimento psicológico, afirmando que se sente um “fardo”, que “não aguenta mais viver assim” e que está sem esperança de melhora.
Considerando a situação hipotética apresentada e os diversos aspectos que ela suscita, julgue o item que se segue.
O isolamento social apresentado por Carlos é característico do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), e reflete uma tentativa de evitar estímulos associados ao trauma vivenciado.