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A quimioterapia, apesar de seus benefícios para as pacientes em tratamento contra o câncer de mama, traz uma série de efeitos colaterais. Um desses efeitos, segundo Soares, In: Santos e De Lúcia (2016), é a disfunção cognitiva, denominada também como chemo brain ou chemo fog.
Essa disfunção cognitiva
Como enfatizam Santos e Mancini, In: Santos e De Lúcia (2016), existe uma relação muito particular entre sintomas depressivos e dolorosos, especialmente em pacientes que padecem de doenças graves, tais como o câncer.
Estudos relacionados ao tema demonstram que
Aguiar, In: Mazorra e Tinoco (2005), compilou as contribuições de diversos autores que formularam orientações no sentido de favorecer a abordagem de crianças em fase final de vida, com o propósito de ajudá-las a expressarem suas fantasias, diluindo seus temores.
Um dos pontos destacados por essa autora é o de
João e Miguel, ambos com oito anos, foram diagnosticados com câncer há um ano, e se tornaram amigos durante os vários meses que permaneceram internados para tratamento na mesma enfermaria. Em função do agravamento de sua condição, Miguel faleceu, e João ficou muito abalado.
Torlai, In: Mazorra e Tinoco (2005), enfatiza que a melhor maneira de possibilitar que João elabore o luto pelo falecimento de Miguel é
A Resolução No 005/2007, do Conselho Regional de Psicologia da 8a Região, estabelece as normas para preenchimento de prontuários pelos psicólogos dos serviços de saúde.
De acordo com essa Resolução,
Kovács (2003) discute as implicações de se manter tratamentos invasivos em pacientes sem possibilidade de recuperação, situação que condena essas pessoas a uma morte lenta, ansiosa e sofrida.
Essa atitude, como destaca a autora, é conhecida como
Kovács (2003) afirma que um dos assuntos mais críticos para os profissionais de saúde, e para os familiares de pacientes que descobrem que têm uma doença fatal, é quando eles manifestam seu desejo de antecipar o processo de sua morte, para não sofrerem.
A autora enfatiza que, nesses casos, é importante
Entre os pacientes oncológicos, como destaca Kovács, In: Kamers; Marcon e Moretto (2016), podem ser identificadas diferenças nas formas de enfrentamento da situação de adoecimento.
Com relação a essa questão, os profissionais da área de psico-oncologia consideram que
A bioética principialista, como destaca Franco, In: Kamers; Marcon e Moretto (2016), preconiza que se os profissionais de saúde precisarem adotar alguma ação, na qual provoque mal-estar em seus pacientes, que ele seja proporcional aos efeitos benéficos que irá promover.
O texto apresentado enuncia o princípio da