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Q3817835 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
No trecho “Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender...”, o termo “paradigma” é empregado com o sentido mais próximo de
Alternativas
Q3817833 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Considerando os tipos e gêneros textuais, bem como da situação comunicativa, o texto apresenta características predominantes de
Alternativas
Q3817814 Redação Oficial
De acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República, usar frases curtas, bem estruturadas, além de apresentar orações na ordem direta e evitar intercalações excessivas, expressa uma característica de:
Alternativas
Q3817801 Português
Leia o texto a seguir:


Urticária: condição provoca irritação na pele e muita coceira

    A urticária é uma irritação na pele caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que causam intensa coceira. Essa condição está entre as queixas mais comuns em consultórios de dermatologia. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, podendo ser pequenas e isoladas, ou ainda se agrupar e formar grandes placas avermelhadas.
    Geralmente, essas lesões ocorrem em surtos, duram por algumas horas e depois desaparecem sem deixar marcas na pele. No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise. Portanto, é fundamental buscar acompanhamento médico para investigar as possíveis causas da urticária. Estima-se que essa condição afete entre 15% e 20% da população pelo menos uma vez na vida.
    O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação. É possível ocorrer um inchaço rápido, intenso e localizado, frequentemente afetando áreas como pálpebras, lábios, língua e garganta. Esse tipo de inchaço é denominado angioedema e, em algumas circunstâncias, devido ao seu impacto na respiração, pode representar um risco à vida.
    Adicionalmente, existe uma complicação conhecida como anafilaxia, que afeta todo o corpo, gerando sintomas como náuseas, vômitos, queda na pressão arterial e inchaço na garganta. Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência.


Fonte: https://vidasaudavel.einstein.br/urticaria-condicao-provoca-irritacao-na-pelee-muita-coceira/. Texto adaptado. Acesso em 03/09/2025. Texto adaptado
“Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência” (4º parágrafo). O verbo em destaque pode ser classificado como:
Alternativas
Q3817800 Português
Leia o texto a seguir:


Urticária: condição provoca irritação na pele e muita coceira

    A urticária é uma irritação na pele caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que causam intensa coceira. Essa condição está entre as queixas mais comuns em consultórios de dermatologia. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, podendo ser pequenas e isoladas, ou ainda se agrupar e formar grandes placas avermelhadas.
    Geralmente, essas lesões ocorrem em surtos, duram por algumas horas e depois desaparecem sem deixar marcas na pele. No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise. Portanto, é fundamental buscar acompanhamento médico para investigar as possíveis causas da urticária. Estima-se que essa condição afete entre 15% e 20% da população pelo menos uma vez na vida.
    O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação. É possível ocorrer um inchaço rápido, intenso e localizado, frequentemente afetando áreas como pálpebras, lábios, língua e garganta. Esse tipo de inchaço é denominado angioedema e, em algumas circunstâncias, devido ao seu impacto na respiração, pode representar um risco à vida.
    Adicionalmente, existe uma complicação conhecida como anafilaxia, que afeta todo o corpo, gerando sintomas como náuseas, vômitos, queda na pressão arterial e inchaço na garganta. Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência.


Fonte: https://vidasaudavel.einstein.br/urticaria-condicao-provoca-irritacao-na-pelee-muita-coceira/. Texto adaptado. Acesso em 03/09/2025. Texto adaptado
“O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação” (3º parágrafo). Nesse trecho, a conjunção destacada introduz uma oração subordinada adverbial: 
Alternativas
Q3817799 Português
Leia o texto a seguir:


Urticária: condição provoca irritação na pele e muita coceira

    A urticária é uma irritação na pele caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que causam intensa coceira. Essa condição está entre as queixas mais comuns em consultórios de dermatologia. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, podendo ser pequenas e isoladas, ou ainda se agrupar e formar grandes placas avermelhadas.
    Geralmente, essas lesões ocorrem em surtos, duram por algumas horas e depois desaparecem sem deixar marcas na pele. No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise. Portanto, é fundamental buscar acompanhamento médico para investigar as possíveis causas da urticária. Estima-se que essa condição afete entre 15% e 20% da população pelo menos uma vez na vida.
    O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação. É possível ocorrer um inchaço rápido, intenso e localizado, frequentemente afetando áreas como pálpebras, lábios, língua e garganta. Esse tipo de inchaço é denominado angioedema e, em algumas circunstâncias, devido ao seu impacto na respiração, pode representar um risco à vida.
    Adicionalmente, existe uma complicação conhecida como anafilaxia, que afeta todo o corpo, gerando sintomas como náuseas, vômitos, queda na pressão arterial e inchaço na garganta. Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência.


Fonte: https://vidasaudavel.einstein.br/urticaria-condicao-provoca-irritacao-na-pelee-muita-coceira/. Texto adaptado. Acesso em 03/09/2025. Texto adaptado
“No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise” (2º parágrafo). Se o verbo em destaque estivesse no futuro do pretérito do indicativo, seria flexionado como:
Alternativas
Q3817798 Português
Leia o texto a seguir:


Urticária: condição provoca irritação na pele e muita coceira

    A urticária é uma irritação na pele caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que causam intensa coceira. Essa condição está entre as queixas mais comuns em consultórios de dermatologia. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, podendo ser pequenas e isoladas, ou ainda se agrupar e formar grandes placas avermelhadas.
    Geralmente, essas lesões ocorrem em surtos, duram por algumas horas e depois desaparecem sem deixar marcas na pele. No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise. Portanto, é fundamental buscar acompanhamento médico para investigar as possíveis causas da urticária. Estima-se que essa condição afete entre 15% e 20% da população pelo menos uma vez na vida.
    O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação. É possível ocorrer um inchaço rápido, intenso e localizado, frequentemente afetando áreas como pálpebras, lábios, língua e garganta. Esse tipo de inchaço é denominado angioedema e, em algumas circunstâncias, devido ao seu impacto na respiração, pode representar um risco à vida.
    Adicionalmente, existe uma complicação conhecida como anafilaxia, que afeta todo o corpo, gerando sintomas como náuseas, vômitos, queda na pressão arterial e inchaço na garganta. Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência.


Fonte: https://vidasaudavel.einstein.br/urticaria-condicao-provoca-irritacao-na-pelee-muita-coceira/. Texto adaptado. Acesso em 03/09/2025. Texto adaptado
Com base no texto, há uma relação de causa e consequência na ideia de que:
Alternativas
Q3817797 Português
Leia o texto a seguir:


Urticária: condição provoca irritação na pele e muita coceira

    A urticária é uma irritação na pele caracterizada por lesões avermelhadas e levemente inchadas, que causam intensa coceira. Essa condição está entre as queixas mais comuns em consultórios de dermatologia. As lesões podem aparecer em qualquer região do corpo, podendo ser pequenas e isoladas, ou ainda se agrupar e formar grandes placas avermelhadas.
    Geralmente, essas lesões ocorrem em surtos, duram por algumas horas e depois desaparecem sem deixar marcas na pele. No entanto, a urticária pode reaparecer se a pessoa entrar em contato novamente com a substância que desencadeou a crise. Portanto, é fundamental buscar acompanhamento médico para investigar as possíveis causas da urticária. Estima-se que essa condição afete entre 15% e 20% da população pelo menos uma vez na vida.
    O sintoma mais prevalente é a coceira intensa, embora as lesões possam também desencadear sensações de ardor ou queimação. É possível ocorrer um inchaço rápido, intenso e localizado, frequentemente afetando áreas como pálpebras, lábios, língua e garganta. Esse tipo de inchaço é denominado angioedema e, em algumas circunstâncias, devido ao seu impacto na respiração, pode representar um risco à vida.
    Adicionalmente, existe uma complicação conhecida como anafilaxia, que afeta todo o corpo, gerando sintomas como náuseas, vômitos, queda na pressão arterial e inchaço na garganta. Esses são casos graves que demandam assistência médica de urgência.


Fonte: https://vidasaudavel.einstein.br/urticaria-condicao-provoca-irritacao-na-pelee-muita-coceira/. Texto adaptado. Acesso em 03/09/2025. Texto adaptado
Segundo o texto, as lesões provocadas por urticária:
Alternativas
Q3817691 Português

A coesão textual diz respeito aos recursos linguísticos responsáveis por articular as partes de um texto, garantindo sua conexão formal e a fluidez entre as ideias. Entre os principais mecanismos de coesão estão:


os elementos referenciais – pronomes, elipses, expressões anafóricas ou catafóricas; os conectores – conjunções e advérbios que estabelecem relações de causa, consequência, adversidade, adição etc.;


os mecanismos lexicais – sinônimos, hiperônimos, repetições controladas, campos semânticos (ANTUNES, 2020).


Com base nos mecanismos de coesão textual empregados no texto base apresentado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3817690 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

O papel do intestino é "justamente quebrar os alimentos em moléculas simples" e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Com base na análise sintática do trecho citado, é correto afirmar que a oração destacada:

Alternativas
Q3817689 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

No entanto, Pasricha ressalta que "precisa-se de evidências suficientes" para estabelecer uma relação clara de causa e efeito.


Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:

Alternativas
Q3817688 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Com base no trecho extraído do texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente a figura de linguagem predominante nesse segmento.

Alternativas
Q3817687 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar. Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal.


Com base no texto apresentado, assinale a alternativa que expressa corretamente uma conclusão coerente com as informações e os argumentos desenvolvidos ao longo da exposição.

Alternativas
Q3817686 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Essas substâncias "são" produzidas por glândulas e "enviam" sinais por todo o corpo.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se (considere as alterações, caso necessário):

Alternativas
Q3817685 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3817684 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Ao analisarmos um texto, é fundamental reconhecer tanto sua tipologia textual, que diz respeito à estrutura predominante de organização do conteúdo, quanto seu gênero textual, que se refere à forma socialmente reconhecida e funcional com que esse conteúdo é apresentado. O reconhecimento da tipologia permite compreender os objetivos estruturais do texto; o do gênero, os contextos de uso e a função comunicativa (BRONCKART, 2021).


Com base na tipologia e no gênero textual do texto base apresentado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3817683 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Todo texto que se pretende comunicativo deve apresentar certas marcas de textualidade, que são os elementos responsáveis por garantir sua organização interna e sua eficácia na transmissão de sentidos. Entre as principais, destacam-se: coesão textual, coerência e intertextualidade (KOCH, 2022).


Com base nas marcas de textualidade presentes no texto analisado, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3817682 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A conexão entre intestino e cérebro influencia a saúde e as emoções



Nosso intestino abriga mais de cem milhões de células nervosas e é responsável pela produção de 95% da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao bem-estar.


Recentemente, novas evidências científicas reforçaram a importância da microbiota intestinal — um grupo de trilhões de bactérias, vírus, fungos e outros agentes microscópicos — para a saúde do corpo e da mente.


Isso mostra como o intestino e o cérebro estão conectados e se influenciam mutuamente.


Você provavelmente já sentiu aquele frio na barriga ao se apaixonar por alguém ou teve náuseas antes de uma reunião importante.


Esses dois órgãos estão conectados de três maneiras diferentes, explica a gastroenterologista Saliha Ahmed, embaixadora da Bowel Research UK, uma organização britânica que faz pesquisas e campanhas sobre o sistema digestivo.


A primeira forma é o nervo vago, uma estrutura muito importante do sistema nervoso que liga diretamente o cérebro a vários órgãos, como o coração e os intestinos.


Em segundo lugar, o cérebro e o intestino se comunicam com a ajuda de hormônios. Essas substâncias são produzidas por glândulas e enviam sinais por todo o corpo.


O terceiro mecanismo envolve o sistema imunológico.


"Muitas pessoas pensam que essas células de defesa vivem apenas no sangue ou nos gânglios linfáticos, mas, na verdade, uma grande proporção opera no intestino e serve como mediador entre o cérebro e todo o organismo", diz Ahmed.


O neurogastroenterologista Pasricha, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, destaca que essa conexão especial ocorre porque o cérebro precisa de muita potência para funcionar e o intestino é a nossa usina de energia.


Ele ressalta que o cérebro representa apenas 2% do nosso peso corporal, mas consome 20% da energia produzida no corpo.


O papel do intestino é justamente quebrar os alimentos em moléculas simples e absorvê-las para fornecer o combustível para o funcionamento de todo o organismo.


Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Quando enfrentamos uma situação perigosa ou ameaçadora, ou mesmo um evento muito importante, como uma reunião no trabalho, uma das primeiras reações fisiológicas ocorre na barriga.


Nessas situações, podemos experimentar náuseas, cólicas ou até diarreia.


Nosso intestino abriga entre dez e cem trilhões de células de outros organismos, o que inclui bactérias, vírus, fungos, protozoários e outros agentes microscópicos.


Esse número supera a quantidade de células próprias que uma pessoa possui.


Especialistas explicam que essa comunidade abundante tem uma relação simbiótica conosco.


Elas obtêm nutrientes dos alimentos que ingerimos, mas também nos ajudam a digerir alguns ingredientes que não somos capazes de processar sozinhos.


Nas últimas duas décadas, o conhecimento sobre a microbiota e sua influência em nossa saúde cresceu consideravelmente.


Ahmed explica que novas ferramentas e testes desenvolvidos por cientistas ajudaram a mensurar os microrganismos que habitam o intestino e também a entender como eles influenciam o desenvolvimento de certas doenças.


"Alterações no equilíbrio da microbiota, o que chamamos de disbiose, têm sido associadas a quase todas as doenças conhecidas pelos seres humanos", acrescenta Pasricha.


Em 2011, o neurogastroenterologista liderou um estudo pioneiro com cobaias. No trabalho, ele observou que a irritação gástrica nos primeiros dias de vida induz um aumento da depressão e de comportamentos ansiosos.


Outras pesquisas mostraram que a disbiose está associada à obesidade, às doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.


No entanto, Pasricha ressalta que precisa-se de evidências suficientes para estabelecer uma relação clara de causa e efeito, e quantos problemas encontrados na microbiota intestinal são de fato a origem de diversas doenças.


"Existem evidências tanto em estudos com animais quanto em pesquisas com seres humanos de que há problemas que começam no intestino e causam ansiedade ou depressão.

Essa é uma relação mútua; em outras palavras, o cérebro influencia o intestino, mas o intestino também influencia o cérebro.


Com base na estrutura sintática do período composto, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3817669 Português
A única alternativa que apresenta todas as palavras com ortografia correta é a:
Alternativas
Q3817563 Português
Analise as alternativas e assinale a que apresenta o uso correto dos "porquês":
Alternativas
Respostas
19481: A
19482: C
19483: C
19484: B
19485: B
19486: C
19487: A
19488: D
19489: D
19490: A
19491: E
19492: B
19493: D
19494: D
19495: C
19496: E
19497: B
19498: D
19499: C
19500: D