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Q3825873 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Alerta de chuvas intensas O Instituto Nacional de Meteorologia ampliou os alertas de chuva intensa para 15 Estados. As áreas em alerta vermelho, classificadas como de grande perigo para tempestades, estão concentradas no Sul e no Sudeste. Estão sob alerta de chuvas intensas: Amazonas, Roraima, Pará, Rondônia, Acre, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, entre outros.


Adaptado de: https://www.poder360.com.br/poder-brasil/inmetamplia-alerta-de-chuvas-intensas-p ara-15-estados/)
Conforme o texto, marque a alternativa que indica o alerta vermelho.
Alternativas
Q3825872 Português
Na frase 'A rede promove a colaboração entre os municípios', a função sintática do termo 'A rede' corresponde ao: 
Alternativas
Q3825871 Português
Dentre as palavras abaixo, a que está escrita corretamente conforme a ortografia oficial da língua portuguesa é:
Alternativas
Q3825870 Português
A palavra 'intercâmbio' recebe acento gráfico porque:
Alternativas
Q3825869 Português
Marque a alternativa abaixo onde todas as palavras apresentam dígrafo.
Alternativas
Q3825868 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Rede GOV.BR amplia atendimento digital


O trabalho do Governo do Brasil para ampliar a transformação digital dos municípios brasileiros alcançou a marca de 2500 cidades participantes da Rede Nacional de Governo Digital. Essa rede tem o objetivo de promover a colaboração, o intercâmbio e a criação de iniciativas inovadoras. Ao chegar nessas cidades, conseguimos impactar 146 milhões de pessoas.


(Adaptado de: https://www.gov.br/gestao/ptbr/assuntos/noticias/2025/dezembro/rede-gov-br-leva- atransformacao-digital-para-2500-cidades)
No trecho: 'conseguimos impactar 146 milhões de pessoas', a palavra que pode substituir 'impactar' mantendo o mesmo sentido é: 
Alternativas
Q3825867 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Rede GOV.BR amplia atendimento digital


O trabalho do Governo do Brasil para ampliar a transformação digital dos municípios brasileiros alcançou a marca de 2500 cidades participantes da Rede Nacional de Governo Digital. Essa rede tem o objetivo de promover a colaboração, o intercâmbio e a criação de iniciativas inovadoras. Ao chegar nessas cidades, conseguimos impactar 146 milhões de pessoas.


(Adaptado de: https://www.gov.br/gestao/ptbr/assuntos/noticias/2025/dezembro/rede-gov-br-leva- atransformacao-digital-para-2500-cidades)
Segundo o texto, o principal objetivo da Rede Nacional de Governo Digital é:
Alternativas
Q3825257 Português
Leia o Texto a seguir, trecho da música “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares, e responda à questão.



Maria da Vila Matilde

Elza Soares


Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
Eu digo que não te conheço
E jogo água fervendo
Se você se aventurar
Eu solto o cachorro
E, apontando pra você
Eu grito: péguix...
Eu quero ver
Você pular, você correr
Na frente dos vizinhos
Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim
Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
[...]



Compositores: Douglas Germano
Letra de Maria da Vila Matilde © Alternetmusic Producoes E
Gravacao Ltda
Fonte: Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/mariada-vila-matilde/ Acesso em 20/11/2025.

Considere o verso “Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”, da canção Maria da Vila Matilde, de Elza Soares, e analise as afirmações a seguir sobre o emprego de “cê”:

I. O uso de “cê” corresponde a uma forma reduzida de “você”, típica da oralidade e de situações de menor formalidade.
II. O emprego de “cê” caracteriza erro gramatical e interfere negativamente na compreensão do verso.
III. Essa forma reduzida constitui marca de variação linguística legítima, registrada amplamente na fala cotidiana em vários contextos urbanos.
IV. O uso de “cê” indica regionalismo específico que limita a compreensão da canção a determinadas áreas do país.

Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825256 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Leia o trecho:

"Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher.

Mas do desejo inflamado que tivera por ela." Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3825255 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Sobre o trecho: “E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos”, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) O uso de “tosquiou-lhe” contribui para representar a mulher como alguém destituído de autonomia, aproximando a ação de um tratamento dado a animais.
( ) O ato de cortar os cabelos é apresentado como um gesto de cuidado e proteção do marido.
( ) O verbo “tosquiar” reforça o caráter agressivo da ação, revelando a intenção de controle sobre o corpo dela.
( ) O gesto do marido é descrito como iniciativa consensual entre o casal.
( ) A escolha lexical demonstra o comportamento autoritário do marido.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3825254 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Na frase “Esquiva como um gato, não mais atravessava praças”, a palavra “esquiva” funciona como:
Alternativas
Q3825253 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
A motivação do marido para voltar a presentear a mulher com itens de beleza decorre principalmente de: 
Alternativas
Q3825252 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
O comportamento do marido ao longo do conto revela uma atitude central que orienta suas ações. Essa atitude pode ser interpretada como: 
Alternativas
Q3825103 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável. 

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
O texto tem o seguinte título: "Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?"

"Por que" é expressão formada pela sequência de preposição + pronome interrogativo ou relativo. Assinale a alternativa em que o uso do "por que" também está correto:
Alternativas
Q3825102 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável. 

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir:

"Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
A acentuação é o modo de pronunciar um som ou grupo de sons com mais relevo do que outros nas palavras. Todas as palavras destacadas no excerto apresentam sílaba tônica, seja ela acentuada graficamente ou não. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:

I.A palavra sustentável é acentuada porque é paroxítona terminada em -l.
II.As palavras municípios e estáticas são acentuadas graficamente porque atendem à mesma regra, são proparoxítonas.
III.A palavra país recebe acento gráfico porque se trata de um hiato, ou seja, leva acento agudo no i porque ele representa a segunda vogal tônica de um hiato.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3825101 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável. 

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e mobilizando conhecimentos prévios, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O crescimento das cidades de forma desordenada, ou seja, sem planejamento é um dos fatores que agravam os problemas ambientais.
(__)As cidades podem e devem se desenvolver, mas ancoradas em um planejamento que coloque em diálogo, quando possível, a qualidade de vida das pessoas e a preservação dos recursos naturais.
(__)O problema que exige mais atenção humana e políticas de planejamento é a fragilidade dos solos que, por ser natural, dificulta qualquer ação que busque preservar os leitos dos rios, o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos, comprometendo o abastecimento das cidades.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3825098 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável. 

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
No processo de escrita de um texto, o autor, para evitar a repetição de palavras e expressões, lança mão de vários recursos, entre eles o uso de sinônimos. Não existe sinônimo absoluto, mas, no contexto, o leitor consegue estabelecer relações e entender a respeito do que se trata cada escolha do autor. O excerto a seguir é sequência do 2º parágrafo do texto, no qual já se tem a palavra "agravamento". No contexto, não é um problema de coesão, mas é possível usar outra palavra sem prejudicar a articulação das ideias, nem o sentido pretendido. Leia o excerto, analise as alternativas e assinale aquela que apresenta a palavra mais adequada para substituir "agravamento" considerando o que foi explicado:

"O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades."
Alternativas
Q3825096 Inglês

TEXT:

 

Building Rapport

Establishing strong foundations for teaching and learning

 

By Stephanie Hirchman

September 2, 2025

 

How do teachers build rapport with students? I can’t think of a more important question; after all, learning is all about relationships. In fact, I hope the word “rapport” runs through all the blogs I’ve written, like the letters in a stick of rock. However, as the summer holidays draw to a close and with new beginnings in sight, I’m going to focus exclusively on building rapport.

 

Fostering rapport

Let’s get out the metaphors! If learning is a house, then rapport is the foundation, but because it needs constant maintenance, rapport is also a garden, tended with care on a daily basis. When there is a good rapport, students feel:

• seen – each student is greeted individually, and the teacher makes an eff ort to interact with each one during the lesson.

• confident in the teacher, the course, and themselves - the teacher knows what each student needs and how to deliver it so students make progress. Classroom routines are predictable, fair, and make sense.

• safe – they know the teacher will not embarrass them or expose their sensitivities or weaknesses. Mistakes are dealt with sensitively and treated as learning opportunities.

• accepted – the teacher meets each individual student exactly where they are, without judgment, academically and personally. If someone is called out on their behaviour, this is done in private, and an explanation is given about why this behaviour is unproductive or unacceptable.

 

Student profiles – the basis for rapport

Whatever your teaching context, you’ve got to get to know each student as an individual. This can be considered as an initial information gathering phase, with several possible pathways.

A good starting point is to test students either before they start the course or in the first few days, making it clear that this is a process that produces information that will help you to plan and them to learn. Try to generate as full a picture as possible, so you have an idea about their abilities in all four skills.

Secondly, you need to conduct a needs analysis, either privately or publicly. You can read more about this process, but bear in mind that a public needs analysis can also serve to make everyone in the class aware of each other’s interests and thus of the rationale for including certain topics, language points, or skills work in the course syllabus.

Finally, use whatever resources you have to identify students with specific learning differences or traumas/triggers. This information may be disclosed at registration, self-disclosed (perhaps at interview) or in a private needs analysis, or tentatively identified through your own observations. Obviously, this information is private, between you and the student (and their parents, if they are under 18).

 

Classroom activities to build rapport at the start of a course

These rapport-building activities aim to generate information in such a way that students feel well-supported.

In a first lesson, the top priority is to make sure you know everybody’s preferred names and how to pronounce them. I’ve always found it helpful to have small desktop cards with this information on display – at least for a couple of sessions. Why not ask the students to make these themselves, or at least to personalize them? The back of the card could have some classroom language phrases to help prompt students, and there’s also the option of including this useful functional language as an introductory lesson – note that this generates a lot of information about student performance in areas like listening (including following instructions), speaking (including pronunciation) and studentship (including note-taking), facility with vocabulary, grammar and functional language. It can also serve as an introduction to pair and group work and to questioning and correction techniques, and, of course, builds confidence for students to take an active part in lessons.

 

Rapport thrives on praise

Teachers must remember that students are putting themselves on the line every time they come to class. Every effort carries a risk of failure, and not everyone is robust enough to bounce back easily when this occurs. Praise is the magic ingredient here – individualized, sincere and specific. Even when things have gone a bit wrong, find something that went well. It may be that you’re praising eff ort (“Good try, Haruka, I like that idea, but it isn’t what I’m looking for right now.”) or scaffolding achievement (“That’s a pretty good sentence, Juan, the verb tense is correct. But think again about the subject – should it be singular or plural?”). It may be delivered in written form (“This essay makes some relevant points. You used a lot of new vocabulary and improved your accuracy with punctuation. Next time, put the information into paragraphs.”). And when you make a mistake, as you inevitably will, model a positive reaction – check the information, put it right and thank the person who pointed it out.

Finally, make plenty of space for laughter and smiles, as they not only reduce stress, but have a positive effect on engagement, learning and recall. Rapport really does serve learning.

 

Adapted from: https://www.linguahouse.com/blog/post/building-rapport Acesso em 18/10/2025

Os falsos cognatos podem ser uma armadilha para quem está aprendendo um novo idioma, pois podem causar confusões e erros de tradução. Dessa forma, é essencial conhecer os falsos cognatos, para evitar constrangimentos. Dentre as palavras abaixo, todas retiradas do texto, o falso cognato é: 
Alternativas
Q3825095 Inglês

TEXT:

 

Building Rapport

Establishing strong foundations for teaching and learning

 

By Stephanie Hirchman

September 2, 2025

 

How do teachers build rapport with students? I can’t think of a more important question; after all, learning is all about relationships. In fact, I hope the word “rapport” runs through all the blogs I’ve written, like the letters in a stick of rock. However, as the summer holidays draw to a close and with new beginnings in sight, I’m going to focus exclusively on building rapport.

 

Fostering rapport

Let’s get out the metaphors! If learning is a house, then rapport is the foundation, but because it needs constant maintenance, rapport is also a garden, tended with care on a daily basis. When there is a good rapport, students feel:

• seen – each student is greeted individually, and the teacher makes an eff ort to interact with each one during the lesson.

• confident in the teacher, the course, and themselves - the teacher knows what each student needs and how to deliver it so students make progress. Classroom routines are predictable, fair, and make sense.

• safe – they know the teacher will not embarrass them or expose their sensitivities or weaknesses. Mistakes are dealt with sensitively and treated as learning opportunities.

• accepted – the teacher meets each individual student exactly where they are, without judgment, academically and personally. If someone is called out on their behaviour, this is done in private, and an explanation is given about why this behaviour is unproductive or unacceptable.

 

Student profiles – the basis for rapport

Whatever your teaching context, you’ve got to get to know each student as an individual. This can be considered as an initial information gathering phase, with several possible pathways.

A good starting point is to test students either before they start the course or in the first few days, making it clear that this is a process that produces information that will help you to plan and them to learn. Try to generate as full a picture as possible, so you have an idea about their abilities in all four skills.

Secondly, you need to conduct a needs analysis, either privately or publicly. You can read more about this process, but bear in mind that a public needs analysis can also serve to make everyone in the class aware of each other’s interests and thus of the rationale for including certain topics, language points, or skills work in the course syllabus.

Finally, use whatever resources you have to identify students with specific learning differences or traumas/triggers. This information may be disclosed at registration, self-disclosed (perhaps at interview) or in a private needs analysis, or tentatively identified through your own observations. Obviously, this information is private, between you and the student (and their parents, if they are under 18).

 

Classroom activities to build rapport at the start of a course

These rapport-building activities aim to generate information in such a way that students feel well-supported.

In a first lesson, the top priority is to make sure you know everybody’s preferred names and how to pronounce them. I’ve always found it helpful to have small desktop cards with this information on display – at least for a couple of sessions. Why not ask the students to make these themselves, or at least to personalize them? The back of the card could have some classroom language phrases to help prompt students, and there’s also the option of including this useful functional language as an introductory lesson – note that this generates a lot of information about student performance in areas like listening (including following instructions), speaking (including pronunciation) and studentship (including note-taking), facility with vocabulary, grammar and functional language. It can also serve as an introduction to pair and group work and to questioning and correction techniques, and, of course, builds confidence for students to take an active part in lessons.

 

Rapport thrives on praise

Teachers must remember that students are putting themselves on the line every time they come to class. Every effort carries a risk of failure, and not everyone is robust enough to bounce back easily when this occurs. Praise is the magic ingredient here – individualized, sincere and specific. Even when things have gone a bit wrong, find something that went well. It may be that you’re praising eff ort (“Good try, Haruka, I like that idea, but it isn’t what I’m looking for right now.”) or scaffolding achievement (“That’s a pretty good sentence, Juan, the verb tense is correct. But think again about the subject – should it be singular or plural?”). It may be delivered in written form (“This essay makes some relevant points. You used a lot of new vocabulary and improved your accuracy with punctuation. Next time, put the information into paragraphs.”). And when you make a mistake, as you inevitably will, model a positive reaction – check the information, put it right and thank the person who pointed it out.

Finally, make plenty of space for laughter and smiles, as they not only reduce stress, but have a positive effect on engagement, learning and recall. Rapport really does serve learning.

 

Adapted from: https://www.linguahouse.com/blog/post/building-rapport Acesso em 18/10/2025

Dentre as frases abaixo, todas retiradas do texto, a que contém um verbo no presente contínuo é: 
Alternativas
Q3825094 Inglês

TEXT:

 

Building Rapport

Establishing strong foundations for teaching and learning

 

By Stephanie Hirchman

September 2, 2025

 

How do teachers build rapport with students? I can’t think of a more important question; after all, learning is all about relationships. In fact, I hope the word “rapport” runs through all the blogs I’ve written, like the letters in a stick of rock. However, as the summer holidays draw to a close and with new beginnings in sight, I’m going to focus exclusively on building rapport.

 

Fostering rapport

Let’s get out the metaphors! If learning is a house, then rapport is the foundation, but because it needs constant maintenance, rapport is also a garden, tended with care on a daily basis. When there is a good rapport, students feel:

• seen – each student is greeted individually, and the teacher makes an eff ort to interact with each one during the lesson.

• confident in the teacher, the course, and themselves - the teacher knows what each student needs and how to deliver it so students make progress. Classroom routines are predictable, fair, and make sense.

• safe – they know the teacher will not embarrass them or expose their sensitivities or weaknesses. Mistakes are dealt with sensitively and treated as learning opportunities.

• accepted – the teacher meets each individual student exactly where they are, without judgment, academically and personally. If someone is called out on their behaviour, this is done in private, and an explanation is given about why this behaviour is unproductive or unacceptable.

 

Student profiles – the basis for rapport

Whatever your teaching context, you’ve got to get to know each student as an individual. This can be considered as an initial information gathering phase, with several possible pathways.

A good starting point is to test students either before they start the course or in the first few days, making it clear that this is a process that produces information that will help you to plan and them to learn. Try to generate as full a picture as possible, so you have an idea about their abilities in all four skills.

Secondly, you need to conduct a needs analysis, either privately or publicly. You can read more about this process, but bear in mind that a public needs analysis can also serve to make everyone in the class aware of each other’s interests and thus of the rationale for including certain topics, language points, or skills work in the course syllabus.

Finally, use whatever resources you have to identify students with specific learning differences or traumas/triggers. This information may be disclosed at registration, self-disclosed (perhaps at interview) or in a private needs analysis, or tentatively identified through your own observations. Obviously, this information is private, between you and the student (and their parents, if they are under 18).

 

Classroom activities to build rapport at the start of a course

These rapport-building activities aim to generate information in such a way that students feel well-supported.

In a first lesson, the top priority is to make sure you know everybody’s preferred names and how to pronounce them. I’ve always found it helpful to have small desktop cards with this information on display – at least for a couple of sessions. Why not ask the students to make these themselves, or at least to personalize them? The back of the card could have some classroom language phrases to help prompt students, and there’s also the option of including this useful functional language as an introductory lesson – note that this generates a lot of information about student performance in areas like listening (including following instructions), speaking (including pronunciation) and studentship (including note-taking), facility with vocabulary, grammar and functional language. It can also serve as an introduction to pair and group work and to questioning and correction techniques, and, of course, builds confidence for students to take an active part in lessons.

 

Rapport thrives on praise

Teachers must remember that students are putting themselves on the line every time they come to class. Every effort carries a risk of failure, and not everyone is robust enough to bounce back easily when this occurs. Praise is the magic ingredient here – individualized, sincere and specific. Even when things have gone a bit wrong, find something that went well. It may be that you’re praising eff ort (“Good try, Haruka, I like that idea, but it isn’t what I’m looking for right now.”) or scaffolding achievement (“That’s a pretty good sentence, Juan, the verb tense is correct. But think again about the subject – should it be singular or plural?”). It may be delivered in written form (“This essay makes some relevant points. You used a lot of new vocabulary and improved your accuracy with punctuation. Next time, put the information into paragraphs.”). And when you make a mistake, as you inevitably will, model a positive reaction – check the information, put it right and thank the person who pointed it out.

Finally, make plenty of space for laughter and smiles, as they not only reduce stress, but have a positive effect on engagement, learning and recall. Rapport really does serve learning.

 

Adapted from: https://www.linguahouse.com/blog/post/building-rapport Acesso em 18/10/2025

No trecho “...in areas like listening (including following instructions), speaking (including pronunciation) and studentship (including note-taking)…”, a palavra em destaque foi usada para expressar: 
Alternativas
Respostas
18861: E
18862: A
18863: D
18864: B
18865: D
18866: E
18867: C
18868: B
18869: A
18870: B
18871: C
18872: D
18873: A
18874: D
18875: B
18876: D
18877: B
18878: A
18879: B
18880: D