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Q3886597 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:

•  “‘A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem’.” (4° parágrafo)
•  “Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando mudou para a pequena cidade.” (5° parágrafo)

Nos contextos em que foram empregados, os termos destacados introduzem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3886596 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo “só” está empregado com o mesmo sentido que tem em “Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga…” (5° parágrafo).
Alternativas
Q3886595 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que os pronomes destacados na passagem reescrita estão empregados de acordo com a norma-padrão e preservam o sentido original do texto.
Alternativas
Q3886594 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Charlotte tem 102 anos, e seu filho afirma que ela é sociável.

Tais informações equivalem a dizer que ela é, portanto, uma senhora
Alternativas
Q3886593 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
A expressão “Nesse cenário” (2o parágrafo) faz referência
Alternativas
Q3886592 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Um aspecto que se destaca na maneira de pensar de Charlotte é
Alternativas
Q3886288 Espanhol

En las oraciones:


 A: Tengo dudas si debo comprar los diccionarios a mi hija.

B: Cómpraselos, porque están de rebaja.


La palabra en negrita reemplaza: 

Alternativas
Q3886287 Espanhol

A continuación presentamos un texto, en él hay palabras/expresiones subrayadas y representan:


Han abierto un local de coworking en mi barrio. Nunca había estado en uno, pero he decidido probarlo. A pesar de que en casa trabajo a gusto, será interesante rodearme de otras personas. Paso tanto tiempo viendo las mismas paredes que a veces me desconcentro. Una amiga ya va allí a trabajar y le encanta. Como sus compañeros de piso son muy ruidosos, allí trabaja mejor. El local está a cinco minutos de mi casa, luego no tengo excusa para no ir. 


Tomado y adaptado de: https://espanol.lingolia.com/es/gramatica/estructura-de-la-oracion/conjunciones Accedido en: 03/01/2026 

Alternativas
Q3886286 Espanhol
Las palabras: aclarar y adinerado son ejemplo de
Alternativas
Q3886285 Espanhol

 En las oraciones que a continuación se presentan, tenemos respectivamente:


1. Premiarán a los vencedores.

2. Aprisionaron a los criminales.

3. Han pagado todas las facturas.

4. Los exámenes fueron realizados por los estudiantes



Alternativas
Q3886284 Espanhol

En el siguiente texto, las palabras que aparecen en negrita están CORRECTAS en:


Esta mañana me ha despertado demasiado cansado. Me ha duchado para quitarme el cansancio. Me he cambiado, ha desayunado y luego ha ido al trabajo. A la hora de la comida, nos habéis encontrado, mis amigos y yo en el restaurante cerca de la oficina. Hablamos un rato y has regresado juntos al trabajo. 


Alternativas
Q3886283 Espanhol

El siguiente mensaje se completa con los adverbios:


Las personas trabajan ……….. para luego olvidarse que la vida es ……….. más y ……….. bonita, por lo tanto, hay que equilibrar, si es posible, las actividades de a diario. Eso es ……….. importante para la salud mental y física.



Alternativas
Q3886282 Espanhol
 …… sal y ……. miel deben ser usadas con moderación. La oración se completa con los respectivas artículos:
Alternativas
Q3886280 Espanhol
Las preposiciones que completan respectivamente la pregunta: ¿Vais coche o . pie? son: 
Alternativas
Q3886279 Espanhol

La preposición que completa CORRECTAMENTE la oración:


Este perfume huele_______lavanda, es

Alternativas
Q3886278 Espanhol
 En: Me encantaría que Lola hubiera estado con nosotras en estas vacaciones, se expresa
Alternativas
Q3886277 Espanhol
En la oración: Me encantaría que viajaras a Perú, se observa 
Alternativas
Q3886276 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

 El texto afirma que, según un artículo de la UNESCO,
Alternativas
Q3886275 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

El texto informa que
Alternativas
Q3886274 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

De acuerdo con el texto
Alternativas
Respostas
18801: C
18802: C
18803: A
18804: E
18805: C
18806: D
18807: C
18808: D
18809: C
18810: B
18811: D
18812: C
18813: C
18814: E
18815: D
18816: A
18817: C
18818: B
18819: C
18820: D