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Leia o texto a seguir:
Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
Leia o texto a seguir:
Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
Leia o texto a seguir:
Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
Leia o texto a seguir:
Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
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Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
Leia o texto a seguir:
Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
Leia o texto a seguir:
Prefeitura de Cuiabá realiza Dia D da Vacinação neste sábado A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza, neste sábado (18), o Dia D da Vacinação.
Trata-se de uma ação voltada à atualização das cadernetas vacinais de crianças, adolescentes e adultos.
Todas as unidades básicas de saúde da capital estarão abertas das 8h às 17h, garantindo acesso facilitado à imunização para toda a população.
O objetivo da mobilização é ampliar a cobertura vacinal e reforçar a importância das vacinas, como medida essencial de prevenção e proteção coletiva.
Para atender a demanda em toda a cidade, cerca de 300 profissionais da Saúde estarão mobilizados durante a ação, garantindo o funcionamento de todas as unidades e o acolhimento adequado à população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, a iniciativa é uma oportunidade para que os cuiabanos coloquem em dia as vacinas previstas no calendário nacional.
“Queremos convidar toda a população a comparecer às unidades de saúde. O Dia D é um momento para atualizar as cadernetas e garantir a proteção de crianças e adultos. A vacina salva vidas e evita o retorno de doenças que já estavam controladas”, destacou Carmona.
A Secretaria Municipal de Saúde alertou para a importância da imunização diante de casos suspeitos de sarampo registrados em municípios vizinhos.
O sarampo é uma doença altamente contagiosa, e a vacinação é a única forma efi caz de prevenção.
Durante o Dia D, estarão disponíveis vacinas contra sarampo, catapora (varicela), poliomielite, hepatites, febre amarela, HPV, influenza, entre outras.
A orientação é que os cidadãos levem documento com foto e a caderneta de vacinação para conferência e atualização das doses.
Fonte: https://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/prefeitura-de-cuiaba-realiza-diad-da-vacinacao-neste-sabado/720600. Acesso em 18/10/2025.
Leia o trecho da entrevista que o professor Marcos Bagno concedeu para a 9ª Bienal da UNE:
"O que é o preconceito linguístico?
O preconceito linguístico é a atitude que um indivíduo ou um grupo social assume diante de algum modo de falar que é diferente do seu. Pode ser uma variedade linguística social (usada por determinada classe social) ou regional, mas também pode ser uma outra língua, no caso de sociedades plurilingues. Como todo preconceito, o linguístico é a manifestação, de fato, de um preconceito social, porque o que está em jogo não é a língua que a pessoa fala, mas a própria pessoa como ser social. Uma vez que a língua é parte fundamental da identidade de um indivíduo e de um grupo social, rejeitar a língua é rejeitar a própria pessoa e a comunidade de que ela faz parte."
(Disponível em: https://www.une.org.br/2014/11/marcos-bagno-a-lingua-como-instrumento-de-poder/. Acesso em 03 dez. 2025.)
A partir da leitura do excerto e de seus conhecimentos respeito do assunto, analise as sentenças:
I.A língua portuguesa é uma entidade social em constante transformação por nós que a (re)inventamos todos os dias. Ela é uma das principais manifestações da nossa brasilidade, formada por inúmeros sotaques, expressões e variações. Essas diferenças têm forte ligação com a região e/ou o grupo social em que elas se manifestam.
II.Há um padrão linguístico, estabelecido de acordo com o modo de falar no eixo Rio-São Paulo, regiões fortes e centrais no processo de construção do país, que deve não apenas ser respeitado, como adotado pelas outras regiões nas interações oficiais, inclusive na escola. Adotar um padrão linguístico, neutro, evita incompreensões na comunicação e minimiza o preconceito com quem fala diferente. As variações linguísticas, os sotaques, as expressões típicas de uma região devem ser usadas e valorizadas sim, mas no cotidiano informal.
III.A língua também é utilizada como um instrumento de opressão e fonte de preconceito pelas elites, que não costumam aceitar as variedades linguísticas, nem os regionalismos das classes mais baixas. Para essa elite, são manifestações linguísticas que fogem da norma culta, portanto, são consideradas "erradas".
IV.O preconceito linguístico manifesta um preconceito social: o foco não está na língua, mas na pessoa como ser social, em sua identidade. Rejeitar a língua de uma pessoa é rejeitar tanto a pessoa, quanto a comunidade da qual ela faz parte. Isso não tem a ver apenas com as variedades linguísticas e regionalismos do português brasileiro, mas também com outras línguas.
É correto o que se afirma em:
O ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, especialmente no que se refere ao ensino da língua escrita no contexto escolar, tem se mostrado cada vez mais um grande desafio aos professores de português, pois as propostas de ensino para a contemporaneidade demandam considerar a língua como substância, não apenas como forma. Isto é, um ensino eficaz considera as demandas sociais da atualidade e reconhece no estudante um sujeito cuja formação se passa também por seu desenvolvimento como leitor. Tendo isso em consideração, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os perfis do sujeito leitor com as habilidades que, se espera, ele desenvolva:
Primeira coluna: perfil do sujeito leitor
1.Leitor competente
2.Leitor crítico
3.Leitor voraz
Segunda coluna: habilidades
(__)Seleciona e organiza as informações e ideias relevantes, de um imenso conjunto de textos que circulam e dos que não circulam tanto, dos mais diversos gêneros (escritos, orais, audiovisuais, etc.).
(__)Acompanha o encadeamento dos acontecimentos e perspectivas na velocidade com que o mundo contemporâneo se desenvolve.
(__)Consegue construir sentidos combinando vários elementos linguísticos, extralinguísticos e não linguísticos.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Entre as tantas habilidades que se pretende que os estudantes desenvolvam ao longo de seu processo de aprendizagem no componente curricular Língua Portuguesa, no Ensino Fundamental, está "analisar os efeitos de sentido decorrentes do uso de mecanismos de _____________ (referências, alusões, retomadas) entre os textos literários, entre esses textos literários e outras manifestações artísticas (cinema, teatro, artes visuais e midiáticas, música), quanto aos temas, personagens, estilos, autores etc., e entre o texto original e paródias, paráfrases, pastiches, trailer honesto, vídeos-minuto, vidding, dentre outros" (BNCC, p. 187.)
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto:
Leia o excerto a seguir:
"A educação problematizadora se faz, assim, um esforço permanente através do qual os homens vão percebendo, criticamente, como estão sendo no mundo com que e em que se acham. Se, de fato, não é possível entendê-los fora de suas relações dialéticas com o mundo, se estas existem independentemente de se eles as percebem ou não, e independentemente de como as percebem, é verdade também que a sua forma de atuar, sendo função da forma como se percebam no mundo, se transforma."
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. p. 71. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que a educação problematizadora:
As tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada têm transformado o setor de turismo, estabelecendo novas relações entre experiência digital e viagem física. Pesquisadores analisam os impactos dessas tecnologias tanto na motivação dos viajantes quanto nas possibilidades de preservação ambiental de destinos turísticos. Considerando os debates contemporâneos sobre o tema, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A realidade virtual funciona como convite que desperta o desejo pela viagem física, enquanto a realidade aumentada atua como expansão da experiência durante a visita, revelando que, quanto mais perfeita a simulação, mais irresistível se torna o real.
(__)A substituição de certas viagens físicas por experiências virtuais pode contribuir para a proteção de destinos ambientalmente frágeis e para a ativação da consciência ecológica dos turistas.
(__)As tecnologias imersivas demonstraram capacidade de substituir plenamente a presença humana, tornando o deslocamento físico a destinos turísticos uma prática em vias de extinção.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Considerando que o acento grave é empregado quando a preposição "a" se funde, por exemplo, ao artigo definido "a", leia o excerto a seguir e complete as lacunas com à ou a:
A história da francesa que se encantou pelo Rio e criou a expressão "Cidade Maravilhosa"
[...] Jane era uma figura proeminente no cenário literário francês e uma mulher _____ frente de seu tempo, conta Sé.
"Ela também se considerava muito sensitiva. Tem um poema no final do livro dela que ela está com aquele sentimento nostálgico e mesmo sem ter ido embora começa _____ imaginar: 'daqui ______ 100 anos, como será? Como meu livro vai ser lido?'. E, em outro poema, ela fala que 'daqui _____ muito tempo, um jovem de olhos negros vai ler o meu livro."
(Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/11/09/a-historia-da-francesa-que-se-encantou-pelo-rio-e-criou-a-expressao-cidade-maravilhosa.ghtml. Acesso em 09 nov. 2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do excerto:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?
O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.
O Plano Diretor define as
diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e
necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças
climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar
o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento
orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de
proteção ambiental.
O agravamento dos problemas
ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das
cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma
sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O
desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando
os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas
que vivem nelas.
A fragilidade natural dos solos e
o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos
ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos
leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos.
Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de
planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da
vegetação nativa.
O Plano Diretor Ambiental (PDA) é
um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a
ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais,
considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o
plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do
território municipal.
De acordo com o pesquisador
Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um
mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada
área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação
urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece
quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e
garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.
Construir cidades sustentáveis
requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É
necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos
naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a
distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do
território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo
o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos
sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma
governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.
Por fim, é fundamental reconhecer
que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades
urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não
são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e
perspectivas para o planejamento urbano sustentável.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
No processo de escrita de um texto, o autor, para evitar a repetição de palavras e expressões, lança mão de vários recursos, entre eles o uso de sinônimos. Não existe sinônimo absoluto, mas, no contexto, o leitor consegue estabelecer relações e entender a respeito do que se trata cada escolha do autor. O excerto a seguir é sequência do 2º parágrafo do texto, no qual já se tem a palavra "agravamento". No contexto, não é um problema de coesão, mas é possível usar outra palavra sem prejudicar a articulação das ideias, nem o sentido pretendido. Leia o excerto, analise as alternativas e assinale aquela que apresenta a palavra mais adequada para substituir "agravamento" considerando o que foi explicado:
"O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades."
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?
O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.
O Plano Diretor define as
diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e
necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças
climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar
o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento
orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de
proteção ambiental.
O agravamento dos problemas
ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das
cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma
sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O
desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando
os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas
que vivem nelas.
A fragilidade natural dos solos e
o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos
ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos
leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos.
Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de
planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da
vegetação nativa.
O Plano Diretor Ambiental (PDA) é
um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a
ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais,
considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o
plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do
território municipal.
De acordo com o pesquisador
Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um
mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada
área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação
urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece
quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e
garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.
Construir cidades sustentáveis
requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É
necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos
naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a
distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do
território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo
o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos
sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma
governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.
Por fim, é fundamental reconhecer
que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades
urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não
são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e
perspectivas para o planejamento urbano sustentável.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:
1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."
A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?
O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.
O Plano Diretor define as
diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e
necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças
climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar
o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento
orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de
proteção ambiental.
O agravamento dos problemas
ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das
cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma
sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O
desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando
os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas
que vivem nelas.
A fragilidade natural dos solos e
o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos
ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos
leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos.
Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de
planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da
vegetação nativa.
O Plano Diretor Ambiental (PDA) é
um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a
ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais,
considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o
plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do
território municipal.
De acordo com o pesquisador
Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um
mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada
área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação
urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece
quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e
garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.
Construir cidades sustentáveis
requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É
necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos
naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a
distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do
território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo
o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos
sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma
governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.
Por fim, é fundamental reconhecer
que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades
urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não
são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e
perspectivas para o planejamento urbano sustentável.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e mobilizando conhecimentos prévios, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O crescimento das cidades de forma desordenada, ou seja, sem planejamento é um dos fatores que agravam os problemas ambientais.
(__)As cidades podem e devem se desenvolver, mas ancoradas em um planejamento que coloque em diálogo, quando possível, a qualidade de vida das pessoas e a preservação dos recursos naturais.
(__)O problema que exige mais atenção humana e políticas de planejamento é a fragilidade dos solos que, por ser natural, dificulta qualquer ação que busque preservar os leitos dos rios, o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos, comprometendo o abastecimento das cidades.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?
O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.
O Plano Diretor define as
diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e
necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças
climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar
o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento
orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de
proteção ambiental.
O agravamento dos problemas
ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das
cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma
sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O
desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando
os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas
que vivem nelas.
A fragilidade natural dos solos e
o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos
ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos
leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos.
Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de
planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da
vegetação nativa.
O Plano Diretor Ambiental (PDA) é
um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a
ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais,
considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o
plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do
território municipal.
De acordo com o pesquisador
Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um
mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada
área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação
urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece
quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e
garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.
Construir cidades sustentáveis
requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É
necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos
naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a
distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do
território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo
o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos
sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma
governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.
Por fim, é fundamental reconhecer
que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades
urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não
são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e
perspectivas para o planejamento urbano sustentável.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
O texto tem o seguinte título: "Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?"
"Por que" é expressão formada pela sequência de preposição + pronome interrogativo ou relativo. Assinale a alternativa em que o uso do "por que" também está correto:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?
O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.
O Plano Diretor define as
diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e
necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças
climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar
o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento
orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de
proteção ambiental.
O agravamento dos problemas
ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das
cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma
sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O
desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando
os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas
que vivem nelas.
A fragilidade natural dos solos e
o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos
ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos
leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos.
Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de
planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da
vegetação nativa.
O Plano Diretor Ambiental (PDA) é
um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a
ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais,
considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o
plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do
território municipal.
De acordo com o pesquisador
Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um
mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada
área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação
urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece
quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e
garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.
Construir cidades sustentáveis
requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É
necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos
naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a
distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do
território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo
o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos
sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma
governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.
Por fim, é fundamental reconhecer
que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades
urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não
são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e
perspectivas para o planejamento urbano sustentável.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir:
"Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
A acentuação é o modo de pronunciar um som ou grupo de sons com mais relevo do que outros nas palavras. Todas as palavras destacadas no excerto apresentam sílaba tônica, seja ela acentuada graficamente ou não. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:
I.A palavra sustentável é acentuada porque é paroxítona terminada em -l.
II.As palavras municípios e estáticas são acentuadas graficamente porque atendem à mesma regra, são proparoxítonas.
III.A palavra país recebe acento gráfico porque se trata de um hiato, ou seja, leva acento agudo no i porque ele representa a segunda vogal tônica de um hiato.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?
O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.
O Plano Diretor define as
diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e
necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças
climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar
o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento
orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de
proteção ambiental.
O agravamento dos problemas
ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das
cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma
sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O
desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando
os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas
que vivem nelas.
A fragilidade natural dos solos e
o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos
ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos
leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos.
Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de
planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da
vegetação nativa.
O Plano Diretor Ambiental (PDA) é
um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a
ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais,
considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o
plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do
território municipal.
De acordo com o pesquisador
Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um
mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada
área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação
urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece
quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e
garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.
Construir cidades sustentáveis
requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É
necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos
naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.
Outro ponto essencial é a
distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do
território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo
o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos
sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma
governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.
Por fim, é fundamental reconhecer
que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades
urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não
são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e
perspectivas para o planejamento urbano sustentável.
(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, analise as sentenças a respeito do Plano Diretor Ambiental (PDA):
I.É obrigatório para todas as cidades com mais de 20 mil habitantes.
II.Trata-se de um complemento ao Plano Diretor Municipal, orientando a respeito de como se deve usar e ocupar o solo e como aproveitar racionalmente os recursos naturais, tendo no horizonte quais são as fragilidades e as potencialidades do meio ambiente no território municipal.
III.O PDA possibilita zonear o território do município que não apenas mapeia áreas homogêneas, como também orienta a gestão territorial, possibilitando uma ocupação que privilegia o bem comum, que reduz as desigualdades e inclui todas as pessoas nos benefícios do crescimento.
É correto o que se afirma em: