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Q4215779 Português
Assinale a opção que apresenta a frase machadiana em que os termos sublinhados são antônimos. 
Alternativas
Q4214962 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando a estrutura fonética da palavra “comportamento”, quanto ao número de fonemas e de dígrafos, pode-se afirmar que há, respectivamente:
Alternativas
Q4214961 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
 A forma verbal presente no segmento “Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo”, identifica-se o tempo e o modo verbal empregados, podendo-se afirmar que se trata de:
Alternativas
Q4214960 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando a palavra “prática”, empregada no texto, identifica-se que o acento gráfico ocorre em razão de se tratar de palavra:
Alternativas
Q4214959 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando o emprego das palavras sublinhadas no segmento “o aumento da atividade física leva a essa melhoria”, quanto às respectivas classes gramaticais, pode-se afirmar que “aumento” é classificado como ________, e “essa” é classificada como ________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q4214958 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Ainda considerando a organização sintática da oração “Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse”, pode-se afirmar que as vírgulas são empregadas para:
Alternativas
Q4214957 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando a estrutura sintática da oração “Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse”, o tipo de sujeito presente é classificado como:
Alternativas
Q4214956 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando as informações apresentadas no texto sobre a intervenção e seus desdobramentos científicos, analise as assertivas:
I. O estudo foi conduzido por pesquisadores vinculados ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. II. O artigo que descreve a intervenção foi divulgado em periódico científico da área de alergia e imunologia clínica. III. O reconhecimento internacional ocorreu em decorrência da publicação prévia do estudo em congresso científico europeu.
Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q4214955 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando as informações apresentadas sobre a amostra e os resultados do estudo, identifica-se que a pesquisa incluiu:
Alternativas
Q4214954 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
Considerando os procedimentos adotados pelos pesquisadores durante a realização da intervenção, verifica-se que os participantes receberam:
Alternativas
Q4214953 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
 Considerando a descrição da intervenção realizada com pessoas com asma moderada e grave, identifica-se, segundo o texto, que a meta diária estabelecida no programa correspondia a:
Alternativas
Q4214748 Português
Texto 1


BBB: muito além do entretenimento


  O Big Brother Brasil (BBB) costuma ser visto apenas como entretenimento, mas essa leitura é superficial. Na verdade, o programa funciona como um espelho da sociedade, revelando comportamentos, valores e conflitos que também estão presentes no cotidiano, inclusive em cidades do interior, como Xinguara, no Pará. Ao observar as dinâmicas do reality, é possível compreender melhor como as relações sociais se organizam, como o poder circula e como as pessoas constroem suas identidades diante do olhar do outro.

   Primeiramente, é importante destacar que o BBB expõe relações de convivência que não são muito diferentes daquelas vividas em espaços sociais reais. Em Xinguara, por exemplo, situações semelhantes podem ser observadas em ambientes como escolas, locais de trabalho ou até mesmo em eventos comunitários. Em uma sala de aula, é comum que grupos se formem, que haja conflitos, disputas por liderança ou tentativas de aceitação social, comportamentos muito parecidos com os que ocorrem dentro da casa mais vigiada do Brasil. Assim como no programa, as pessoas moldam suas atitudes de acordo com o grupo ao qual desejam pertencer.

  Além disso, o BBB evidencia como a imagem pública influencia as relações. No reality, os participantes estão constantemente preocupados com a forma como são vistos pelo público. Em Xinguara, essa lógica também aparece, por exemplo, nas redes sociais locais, onde jovens e adultos constroem cuidadosamente suas imagens, buscando aprovação por meio de curtidas, comentários e compartilhamentos. Um estudante pode evitar expressar uma opinião polêmica em um grupo de WhatsApp da escola por medo de julgamento, assim como um participante do BBB evita certas atitudes para não ser eliminado.

   Outro ponto relevante é a questão da vigilância e do controle social. No programa, as câmeras estão sempre ligadas, o que faz com que os participantes controlem suas ações. Na vida cotidiana, essa vigilância não é tecnológica, mas social. Em uma cidade como Xinguara, onde muitas pessoas se conhecem, os comportamentos são constantemente observados e comentados. Um exemplo disso é quando alguém se envolve em uma discussão pública, seja em um comércio ou em uma festa: rapidamente o acontecimento se espalha pela cidade, influenciando a reputação dos envolvidos. Esse tipo de “vigilância social” faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de agir, assim como no BBB.

   Ademais, o programa também evidencia desigualdades e preconceitos que existem na sociedade. Discussões sobre machismo, racismo e diferenças econômicas aparecem com frequência no reality. Em Xinguara, essas questões também podem ser percebidas em situações concretas, como no tratamento desigual entre homens e mulheres em determinados ambientes de trabalho, ou nas dificuldades enfrentadas por pessoas de baixa renda no acesso a oportunidades. O BBB, nesse sentido, não cria esses problemas, mas os expõe, permitindo que sejam debatidos.

  Outro aspecto importante é a busca por reconhecimento e ascensão social. No BBB, muitos participantes entram com o objetivo de conquistar visibilidade e melhorar de vida. Em Xinguara, essa busca também se manifesta, por exemplo, em jovens que utilizam redes sociais para divulgar seus trabalhos, empreender ou ganhar espaço como influenciadores locais. A lógica é semelhante: tornar-se conhecido pode abrir portas e gerar oportunidades econômicas.

   No entanto, é preciso reconhecer que o BBB também possui limitações. Ao mesmo tempo em que promove debates importantes, o programa pode simplificar questões complexas ou transformar conflitos sérios em entretenimento. Da mesma forma, na vida cotidiana, muitas situações são julgadas de forma rápida e superficial, sem a devida reflexão. Em Xinguara, como em qualquer outra cidade, é comum que conflitos sejam interpretados apenas pela aparência, sem considerar o contexto mais amplo.

  Diante disso, conclui-se que o BBB vai além do entretenimento, funcionando como uma representação ampliada das relações sociais. Ao observar suas dinâmicas, é possível compreender melhor comportamentos que também se manifestam em realidades locais, como em Xinguara. Assim, o programa pode servir não apenas como diversão, mas como um ponto de partida para reflexões mais profundas sobre a sociedade, incentivando uma postura mais crítica diante das relações humanas e dos meios de comunicação.


(Jota Alves. 02/04/2026. Texto Inédito). 
No trecho “o programa funciona como um espelho da sociedade”, a figura de linguagem predominante é o(a)
Alternativas
Q4214745 Português
Texto 1


BBB: muito além do entretenimento


  O Big Brother Brasil (BBB) costuma ser visto apenas como entretenimento, mas essa leitura é superficial. Na verdade, o programa funciona como um espelho da sociedade, revelando comportamentos, valores e conflitos que também estão presentes no cotidiano, inclusive em cidades do interior, como Xinguara, no Pará. Ao observar as dinâmicas do reality, é possível compreender melhor como as relações sociais se organizam, como o poder circula e como as pessoas constroem suas identidades diante do olhar do outro.

   Primeiramente, é importante destacar que o BBB expõe relações de convivência que não são muito diferentes daquelas vividas em espaços sociais reais. Em Xinguara, por exemplo, situações semelhantes podem ser observadas em ambientes como escolas, locais de trabalho ou até mesmo em eventos comunitários. Em uma sala de aula, é comum que grupos se formem, que haja conflitos, disputas por liderança ou tentativas de aceitação social, comportamentos muito parecidos com os que ocorrem dentro da casa mais vigiada do Brasil. Assim como no programa, as pessoas moldam suas atitudes de acordo com o grupo ao qual desejam pertencer.

  Além disso, o BBB evidencia como a imagem pública influencia as relações. No reality, os participantes estão constantemente preocupados com a forma como são vistos pelo público. Em Xinguara, essa lógica também aparece, por exemplo, nas redes sociais locais, onde jovens e adultos constroem cuidadosamente suas imagens, buscando aprovação por meio de curtidas, comentários e compartilhamentos. Um estudante pode evitar expressar uma opinião polêmica em um grupo de WhatsApp da escola por medo de julgamento, assim como um participante do BBB evita certas atitudes para não ser eliminado.

   Outro ponto relevante é a questão da vigilância e do controle social. No programa, as câmeras estão sempre ligadas, o que faz com que os participantes controlem suas ações. Na vida cotidiana, essa vigilância não é tecnológica, mas social. Em uma cidade como Xinguara, onde muitas pessoas se conhecem, os comportamentos são constantemente observados e comentados. Um exemplo disso é quando alguém se envolve em uma discussão pública, seja em um comércio ou em uma festa: rapidamente o acontecimento se espalha pela cidade, influenciando a reputação dos envolvidos. Esse tipo de “vigilância social” faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de agir, assim como no BBB.

   Ademais, o programa também evidencia desigualdades e preconceitos que existem na sociedade. Discussões sobre machismo, racismo e diferenças econômicas aparecem com frequência no reality. Em Xinguara, essas questões também podem ser percebidas em situações concretas, como no tratamento desigual entre homens e mulheres em determinados ambientes de trabalho, ou nas dificuldades enfrentadas por pessoas de baixa renda no acesso a oportunidades. O BBB, nesse sentido, não cria esses problemas, mas os expõe, permitindo que sejam debatidos.

  Outro aspecto importante é a busca por reconhecimento e ascensão social. No BBB, muitos participantes entram com o objetivo de conquistar visibilidade e melhorar de vida. Em Xinguara, essa busca também se manifesta, por exemplo, em jovens que utilizam redes sociais para divulgar seus trabalhos, empreender ou ganhar espaço como influenciadores locais. A lógica é semelhante: tornar-se conhecido pode abrir portas e gerar oportunidades econômicas.

   No entanto, é preciso reconhecer que o BBB também possui limitações. Ao mesmo tempo em que promove debates importantes, o programa pode simplificar questões complexas ou transformar conflitos sérios em entretenimento. Da mesma forma, na vida cotidiana, muitas situações são julgadas de forma rápida e superficial, sem a devida reflexão. Em Xinguara, como em qualquer outra cidade, é comum que conflitos sejam interpretados apenas pela aparência, sem considerar o contexto mais amplo.

  Diante disso, conclui-se que o BBB vai além do entretenimento, funcionando como uma representação ampliada das relações sociais. Ao observar suas dinâmicas, é possível compreender melhor comportamentos que também se manifestam em realidades locais, como em Xinguara. Assim, o programa pode servir não apenas como diversão, mas como um ponto de partida para reflexões mais profundas sobre a sociedade, incentivando uma postura mais crítica diante das relações humanas e dos meios de comunicação.


(Jota Alves. 02/04/2026. Texto Inédito). 
Ao afirmar que o BBB possui limitações, o texto sugere que o programa 
Alternativas
Q4214744 Português
Texto 1


BBB: muito além do entretenimento


  O Big Brother Brasil (BBB) costuma ser visto apenas como entretenimento, mas essa leitura é superficial. Na verdade, o programa funciona como um espelho da sociedade, revelando comportamentos, valores e conflitos que também estão presentes no cotidiano, inclusive em cidades do interior, como Xinguara, no Pará. Ao observar as dinâmicas do reality, é possível compreender melhor como as relações sociais se organizam, como o poder circula e como as pessoas constroem suas identidades diante do olhar do outro.

   Primeiramente, é importante destacar que o BBB expõe relações de convivência que não são muito diferentes daquelas vividas em espaços sociais reais. Em Xinguara, por exemplo, situações semelhantes podem ser observadas em ambientes como escolas, locais de trabalho ou até mesmo em eventos comunitários. Em uma sala de aula, é comum que grupos se formem, que haja conflitos, disputas por liderança ou tentativas de aceitação social, comportamentos muito parecidos com os que ocorrem dentro da casa mais vigiada do Brasil. Assim como no programa, as pessoas moldam suas atitudes de acordo com o grupo ao qual desejam pertencer.

  Além disso, o BBB evidencia como a imagem pública influencia as relações. No reality, os participantes estão constantemente preocupados com a forma como são vistos pelo público. Em Xinguara, essa lógica também aparece, por exemplo, nas redes sociais locais, onde jovens e adultos constroem cuidadosamente suas imagens, buscando aprovação por meio de curtidas, comentários e compartilhamentos. Um estudante pode evitar expressar uma opinião polêmica em um grupo de WhatsApp da escola por medo de julgamento, assim como um participante do BBB evita certas atitudes para não ser eliminado.

   Outro ponto relevante é a questão da vigilância e do controle social. No programa, as câmeras estão sempre ligadas, o que faz com que os participantes controlem suas ações. Na vida cotidiana, essa vigilância não é tecnológica, mas social. Em uma cidade como Xinguara, onde muitas pessoas se conhecem, os comportamentos são constantemente observados e comentados. Um exemplo disso é quando alguém se envolve em uma discussão pública, seja em um comércio ou em uma festa: rapidamente o acontecimento se espalha pela cidade, influenciando a reputação dos envolvidos. Esse tipo de “vigilância social” faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de agir, assim como no BBB.

   Ademais, o programa também evidencia desigualdades e preconceitos que existem na sociedade. Discussões sobre machismo, racismo e diferenças econômicas aparecem com frequência no reality. Em Xinguara, essas questões também podem ser percebidas em situações concretas, como no tratamento desigual entre homens e mulheres em determinados ambientes de trabalho, ou nas dificuldades enfrentadas por pessoas de baixa renda no acesso a oportunidades. O BBB, nesse sentido, não cria esses problemas, mas os expõe, permitindo que sejam debatidos.

  Outro aspecto importante é a busca por reconhecimento e ascensão social. No BBB, muitos participantes entram com o objetivo de conquistar visibilidade e melhorar de vida. Em Xinguara, essa busca também se manifesta, por exemplo, em jovens que utilizam redes sociais para divulgar seus trabalhos, empreender ou ganhar espaço como influenciadores locais. A lógica é semelhante: tornar-se conhecido pode abrir portas e gerar oportunidades econômicas.

   No entanto, é preciso reconhecer que o BBB também possui limitações. Ao mesmo tempo em que promove debates importantes, o programa pode simplificar questões complexas ou transformar conflitos sérios em entretenimento. Da mesma forma, na vida cotidiana, muitas situações são julgadas de forma rápida e superficial, sem a devida reflexão. Em Xinguara, como em qualquer outra cidade, é comum que conflitos sejam interpretados apenas pela aparência, sem considerar o contexto mais amplo.

  Diante disso, conclui-se que o BBB vai além do entretenimento, funcionando como uma representação ampliada das relações sociais. Ao observar suas dinâmicas, é possível compreender melhor comportamentos que também se manifestam em realidades locais, como em Xinguara. Assim, o programa pode servir não apenas como diversão, mas como um ponto de partida para reflexões mais profundas sobre a sociedade, incentivando uma postura mais crítica diante das relações humanas e dos meios de comunicação.


(Jota Alves. 02/04/2026. Texto Inédito). 
No texto, a comparação entre o BBB e a cidade de Xinguara tem como principal função a de
Alternativas
Q4214743 Português
Texto 1


BBB: muito além do entretenimento


  O Big Brother Brasil (BBB) costuma ser visto apenas como entretenimento, mas essa leitura é superficial. Na verdade, o programa funciona como um espelho da sociedade, revelando comportamentos, valores e conflitos que também estão presentes no cotidiano, inclusive em cidades do interior, como Xinguara, no Pará. Ao observar as dinâmicas do reality, é possível compreender melhor como as relações sociais se organizam, como o poder circula e como as pessoas constroem suas identidades diante do olhar do outro.

   Primeiramente, é importante destacar que o BBB expõe relações de convivência que não são muito diferentes daquelas vividas em espaços sociais reais. Em Xinguara, por exemplo, situações semelhantes podem ser observadas em ambientes como escolas, locais de trabalho ou até mesmo em eventos comunitários. Em uma sala de aula, é comum que grupos se formem, que haja conflitos, disputas por liderança ou tentativas de aceitação social, comportamentos muito parecidos com os que ocorrem dentro da casa mais vigiada do Brasil. Assim como no programa, as pessoas moldam suas atitudes de acordo com o grupo ao qual desejam pertencer.

  Além disso, o BBB evidencia como a imagem pública influencia as relações. No reality, os participantes estão constantemente preocupados com a forma como são vistos pelo público. Em Xinguara, essa lógica também aparece, por exemplo, nas redes sociais locais, onde jovens e adultos constroem cuidadosamente suas imagens, buscando aprovação por meio de curtidas, comentários e compartilhamentos. Um estudante pode evitar expressar uma opinião polêmica em um grupo de WhatsApp da escola por medo de julgamento, assim como um participante do BBB evita certas atitudes para não ser eliminado.

   Outro ponto relevante é a questão da vigilância e do controle social. No programa, as câmeras estão sempre ligadas, o que faz com que os participantes controlem suas ações. Na vida cotidiana, essa vigilância não é tecnológica, mas social. Em uma cidade como Xinguara, onde muitas pessoas se conhecem, os comportamentos são constantemente observados e comentados. Um exemplo disso é quando alguém se envolve em uma discussão pública, seja em um comércio ou em uma festa: rapidamente o acontecimento se espalha pela cidade, influenciando a reputação dos envolvidos. Esse tipo de “vigilância social” faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de agir, assim como no BBB.

   Ademais, o programa também evidencia desigualdades e preconceitos que existem na sociedade. Discussões sobre machismo, racismo e diferenças econômicas aparecem com frequência no reality. Em Xinguara, essas questões também podem ser percebidas em situações concretas, como no tratamento desigual entre homens e mulheres em determinados ambientes de trabalho, ou nas dificuldades enfrentadas por pessoas de baixa renda no acesso a oportunidades. O BBB, nesse sentido, não cria esses problemas, mas os expõe, permitindo que sejam debatidos.

  Outro aspecto importante é a busca por reconhecimento e ascensão social. No BBB, muitos participantes entram com o objetivo de conquistar visibilidade e melhorar de vida. Em Xinguara, essa busca também se manifesta, por exemplo, em jovens que utilizam redes sociais para divulgar seus trabalhos, empreender ou ganhar espaço como influenciadores locais. A lógica é semelhante: tornar-se conhecido pode abrir portas e gerar oportunidades econômicas.

   No entanto, é preciso reconhecer que o BBB também possui limitações. Ao mesmo tempo em que promove debates importantes, o programa pode simplificar questões complexas ou transformar conflitos sérios em entretenimento. Da mesma forma, na vida cotidiana, muitas situações são julgadas de forma rápida e superficial, sem a devida reflexão. Em Xinguara, como em qualquer outra cidade, é comum que conflitos sejam interpretados apenas pela aparência, sem considerar o contexto mais amplo.

  Diante disso, conclui-se que o BBB vai além do entretenimento, funcionando como uma representação ampliada das relações sociais. Ao observar suas dinâmicas, é possível compreender melhor comportamentos que também se manifestam em realidades locais, como em Xinguara. Assim, o programa pode servir não apenas como diversão, mas como um ponto de partida para reflexões mais profundas sobre a sociedade, incentivando uma postura mais crítica diante das relações humanas e dos meios de comunicação.


(Jota Alves. 02/04/2026. Texto Inédito). 
A partir da leitura global do texto, analise as alternativas e assinale aquela que sintetiza a tese defendida pelo autor, considerando a articulação entre exemplos locais e reflexão social.
Alternativas
Q4214722 Português
Compare o texto 1 e 2 com o texto 3, abaixo, para responder à questão.


Texto 1. 


Enchente Marabaense


Pense em uma cidadezinha quente

todos os dias o sol é muito ardente

às vezes, vem uma chuva

para amenizar o clima,

Mas o grande problema é quando

a chuva vem em grande quantidade.

Pois, ela castiga bastante a linda cidade

muitos moradores são afetados.

É.. precisam ser realocados

as ruas ficam bastante alagadas.

É.. várias pessoas ficam prejudicadas

todos os anos ocorre

é aquele corre-corre

mudança daqui e mudança dali

para tentar se abrigar

em um determinado lugar

seja na casa de amigos,

parentes ou até nos abrigos.

Quando o nível do rio começa a baixar

é hora de começar organizar as coisas para retornar

Porque lá é o meu lugar...

Estou de volta para minha casa!


(PEREIRA, Gabriel R. In Moreira Yukari. Enterrem meus versos na curva daquele rio. Marabá: Ed. Do Autor, 2023, p.40. ADAPTADO


Texto 2.


Mortos e desaparecidos


Entre as cidades mais afetadas estão Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição; estado de calamidade pública e plano de contingência foram instaurados nos munícipios


    As fortes chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23) deixaram, até a última atualização, 53 mortos e 15 desaparecidos segundo informações do CBM-MG (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais).

    Entre as cidades mais afetadas estão, Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.Apenas em Juiz de Fora foram registradas 47 mortes relacionadas às ocorrências causadas pela chuva. Já em Ubá, município vizinho, seis pessoas morreram. De acordo com os Bombeiros, ambas as cidades também contabilizam famílias desabrigadas após a situação de calamidade.

    A Defesa Civil do Estado de Minas Gerais comunicou que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora. Em Ubá, o Rio do município registrou inundação histórica, atingindo o recorde de 7,82 metros. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam nas duas cidades para auxiliar na ocorrência e ajudar nas buscas pelos desaparecidos. 

    A Cemig, companhia energética do estado, informa que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos devido à forte chuva que atingiu a região na madrugada desta terça-feira (24).

    Segundo a Defesa Civil de Ubá, choveu cerca de 170 milímetros em apenas três horas, provocando a maior inundação dos últimos anos. O município instaurou um plano de contingência, e uma sala de crise foi montada para coordenar as ações de emergência. Equipes atuam no atendimento às vítimas e na resposta aos chamados de desabamentos, enxurradas e enchentes.

    O mesmo foi decretado em Juiz de Fora, a cidade entrou em estado de calamidade pública. De acordo com a prefeitura, o volume acumulado atingiu 584 milímetros, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município.

    Além disso, em razão das mortes, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se manifestou e afirmou que está acompanhando de perto a situação nas regiões. De acordo com o Governo, será decretado luto oficial de três dias em todo o Estado. Além disso, o vice-governador Mateus Simões (PSD) se deslocou para a região, e ele e o coordenador Estadual de Defesa Civil sobrevoaram a região de Juiz de Fora no início da tarde desta terça-feira (23), para acompanhar o trabalho pessoalmente.

    Diante da gravidade do cenário, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho — o mais alto nível de severidade — para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso indica “grande perigo”, com previsão de volumes superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia.

    Segundo o instituto, há alto risco de novos alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas, especialmente em áreas vulneráveis. O alerta abrange regiões de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Minas, estão sob aviso áreas como a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste, Sul e Sudoeste do estado, Campo das Vertentes, Vale do Mucuri e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.


CNN BRASIL. Yasmin Silvestre, Bruna Lopes, Vitor Bonets. 26/02/26 - ADAPTADO)


Texto 3.


Águas de Março


É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um caco de vidro, é a vida, é o Sol

É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira

Caingá, candeia, é o Matita Pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira

É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira

Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão

[...]

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Pau, edra, im, inho

Esto, oco, ouco, inho

Aco, idro, ida, ol, oite, orte, aço, zol

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração


(Tom Jobim)
Marque a alternativa correta na comparação do texto 2 com o 3:

I. Ambos os textos apresentam a água como elemento secundário, seja em dimensão simbólica e metafórica (“Águas de Março”), seja em dimensão concreta e social (enchentes em MG).
II. Somente o texto 2 evidencia a relação entre fenômenos naturais e a experiência humana, demonstrando como as chuvas e as águas influenciam a vida, o cotidiano e as condições de existência das pessoas.
III. Observa-se, em ambas as produções, a ideia de ciclo e transformação, uma vez que as águas representam simultaneamente término e recomeço, encerramento de um período e possibilidade de renovação.
IV. Tanto o texto poético quanto o texto informativo ressaltam as consequências das chuvas, seja em perspectiva existencial e simbólica (vida, morte, caminho, esperança), seja em perspectiva social e material (deslocamento, perdas e vulnerabilidade).
V. Nos dois textos, a presença das águas está associada à noção de tristeza da vida, indicando que as adversidades provocadas pelas chuvas levam pouca expectativa de renovação da vida cotidiana.
Alternativas
Q4214721 Português
Compare o texto 1 e 2 com o texto 3, abaixo, para responder à questão.


Texto 1. 


Enchente Marabaense


Pense em uma cidadezinha quente

todos os dias o sol é muito ardente

às vezes, vem uma chuva

para amenizar o clima,

Mas o grande problema é quando

a chuva vem em grande quantidade.

Pois, ela castiga bastante a linda cidade

muitos moradores são afetados.

É.. precisam ser realocados

as ruas ficam bastante alagadas.

É.. várias pessoas ficam prejudicadas

todos os anos ocorre

é aquele corre-corre

mudança daqui e mudança dali

para tentar se abrigar

em um determinado lugar

seja na casa de amigos,

parentes ou até nos abrigos.

Quando o nível do rio começa a baixar

é hora de começar organizar as coisas para retornar

Porque lá é o meu lugar...

Estou de volta para minha casa!


(PEREIRA, Gabriel R. In Moreira Yukari. Enterrem meus versos na curva daquele rio. Marabá: Ed. Do Autor, 2023, p.40. ADAPTADO


Texto 2.


Mortos e desaparecidos


Entre as cidades mais afetadas estão Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição; estado de calamidade pública e plano de contingência foram instaurados nos munícipios


    As fortes chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23) deixaram, até a última atualização, 53 mortos e 15 desaparecidos segundo informações do CBM-MG (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais).

    Entre as cidades mais afetadas estão, Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.Apenas em Juiz de Fora foram registradas 47 mortes relacionadas às ocorrências causadas pela chuva. Já em Ubá, município vizinho, seis pessoas morreram. De acordo com os Bombeiros, ambas as cidades também contabilizam famílias desabrigadas após a situação de calamidade.

    A Defesa Civil do Estado de Minas Gerais comunicou que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora. Em Ubá, o Rio do município registrou inundação histórica, atingindo o recorde de 7,82 metros. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam nas duas cidades para auxiliar na ocorrência e ajudar nas buscas pelos desaparecidos. 

    A Cemig, companhia energética do estado, informa que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos devido à forte chuva que atingiu a região na madrugada desta terça-feira (24).

    Segundo a Defesa Civil de Ubá, choveu cerca de 170 milímetros em apenas três horas, provocando a maior inundação dos últimos anos. O município instaurou um plano de contingência, e uma sala de crise foi montada para coordenar as ações de emergência. Equipes atuam no atendimento às vítimas e na resposta aos chamados de desabamentos, enxurradas e enchentes.

    O mesmo foi decretado em Juiz de Fora, a cidade entrou em estado de calamidade pública. De acordo com a prefeitura, o volume acumulado atingiu 584 milímetros, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município.

    Além disso, em razão das mortes, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se manifestou e afirmou que está acompanhando de perto a situação nas regiões. De acordo com o Governo, será decretado luto oficial de três dias em todo o Estado. Além disso, o vice-governador Mateus Simões (PSD) se deslocou para a região, e ele e o coordenador Estadual de Defesa Civil sobrevoaram a região de Juiz de Fora no início da tarde desta terça-feira (23), para acompanhar o trabalho pessoalmente.

    Diante da gravidade do cenário, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho — o mais alto nível de severidade — para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso indica “grande perigo”, com previsão de volumes superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia.

    Segundo o instituto, há alto risco de novos alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas, especialmente em áreas vulneráveis. O alerta abrange regiões de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Minas, estão sob aviso áreas como a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste, Sul e Sudoeste do estado, Campo das Vertentes, Vale do Mucuri e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.


CNN BRASIL. Yasmin Silvestre, Bruna Lopes, Vitor Bonets. 26/02/26 - ADAPTADO)


Texto 3.


Águas de Março


É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um caco de vidro, é a vida, é o Sol

É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira

Caingá, candeia, é o Matita Pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira

É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira

Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão

[...]

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração

Pau, edra, im, inho

Esto, oco, ouco, inho

Aco, idro, ida, ol, oite, orte, aço, zol

São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração


(Tom Jobim)
Marque a alternativa correta na comparação do texto 1 com o 3:

I. Em “Águas de Março”, a chuva simboliza o ciclo da natureza, o fim de um período e o começo de outro, trazendo renovação e esperança; já em em “Enchente Marabaense”, a água aparece de forma concreta e social: as chuvas e enchentes provocam sofrimento, deslocamento e perdas para a população;
II. Em “Águas de Março”, a chuva encerra o verão e anuncia renovação: “promessa de vida no teu coração”; já em “Enchente Marabaense”, as enchentes acontecem “todos os anos”, obrigando os moradores a sair e depois retornar, reconstruindo a vida;
III. Tom Jobim enfatiza a dimensão existencial da vida, com obstáculos e esperanças; o poema sobre Marabá enfatiza a dimensão social e coletiva: desalojamento, perdas materiais e resistência dos moradores;
IV. Em “Águas de Março”: a chuva traz promessa de vida; já em “Enchente Marabaense”: quando o rio baixa, os moradores retornam, reafirmando o pertencimento (“lá é o meu lugar”);
V. A relação entre os poemas está na representação da água como símbolo de transformação. Enquanto “Águas de Março” aborda a chuva em dimensão metafórica e universal, “Enchente Marabaense” apresenta a experiência concreta das enchentes em Marabá. Em ambos, porém, a água marca o ciclo entre dificuldade e renovação, revelando a resistência humana diante das adversidades. 
Alternativas
Q4214720 Português
Leia o texto 2, abaixo, para responder à questão.


Texto 2.


Mortos e desaparecidos


Entre as cidades mais afetadas estão Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição; estado de calamidade pública e plano de contingência foram instaurados nos munícipios


    As fortes chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23) deixaram, até a última atualização, 53 mortos e 15 desaparecidos segundo informações do CBM-MG (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais).

    Entre as cidades mais afetadas estão, Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.Apenas em Juiz de Fora foram registradas 47 mortes relacionadas às ocorrências causadas pela chuva. Já em Ubá, município vizinho, seis pessoas morreram. De acordo com os Bombeiros, ambas as cidades também contabilizam famílias desabrigadas após a situação de calamidade.

    A Defesa Civil do Estado de Minas Gerais comunicou que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora. Em Ubá, o Rio do município registrou inundação histórica, atingindo o recorde de 7,82 metros. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam nas duas cidades para auxiliar na ocorrência e ajudar nas buscas pelos desaparecidos. 

    A Cemig, companhia energética do estado, informa que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos devido à forte chuva que atingiu a região na madrugada desta terça-feira (24).

    Segundo a Defesa Civil de Ubá, choveu cerca de 170 milímetros em apenas três horas, provocando a maior inundação dos últimos anos. O município instaurou um plano de contingência, e uma sala de crise foi montada para coordenar as ações de emergência. Equipes atuam no atendimento às vítimas e na resposta aos chamados de desabamentos, enxurradas e enchentes.

    O mesmo foi decretado em Juiz de Fora, a cidade entrou em estado de calamidade pública. De acordo com a prefeitura, o volume acumulado atingiu 584 milímetros, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município.

    Além disso, em razão das mortes, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se manifestou e afirmou que está acompanhando de perto a situação nas regiões. De acordo com o Governo, será decretado luto oficial de três dias em todo o Estado. Além disso, o vice-governador Mateus Simões (PSD) se deslocou para a região, e ele e o coordenador Estadual de Defesa Civil sobrevoaram a região de Juiz de Fora no início da tarde desta terça-feira (23), para acompanhar o trabalho pessoalmente.

    Diante da gravidade do cenário, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho — o mais alto nível de severidade — para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso indica “grande perigo”, com previsão de volumes superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia.

    Segundo o instituto, há alto risco de novos alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas, especialmente em áreas vulneráveis. O alerta abrange regiões de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Minas, estão sob aviso áreas como a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste, Sul e Sudoeste do estado, Campo das Vertentes, Vale do Mucuri e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.


CNN BRASIL. Yasmin Silvestre, Bruna Lopes, Vitor Bonets. 26/02/26 - ADAPTADO)
Com base nas orações subordinadas retiradas do texto, analise atentamente cada período, verificando se a classificação apresentada está adequada às regras da gramática normativa. Em seguida, assinale a alternativa que contém apenas as classificações corretas.

1. “que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora.” (oração subordinada substantiva objetiva direta – complemento do verbo comunicou);
2. “que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos.” (oração subordinada substantiva objetiva direta – complemento do verbo informa);
3. “que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23)” (oração subordinada adjetiva restritiva – refere-se a chuvas);
4. “onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.” (oração subordinada adjetiva restritiva – refere-se a Zona da Mata). 
Alternativas
Q4214719 Português
Leia o texto 2, abaixo, para responder à questão.


Texto 2.


Mortos e desaparecidos


Entre as cidades mais afetadas estão Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição; estado de calamidade pública e plano de contingência foram instaurados nos munícipios


    As fortes chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23) deixaram, até a última atualização, 53 mortos e 15 desaparecidos segundo informações do CBM-MG (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais).

    Entre as cidades mais afetadas estão, Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.Apenas em Juiz de Fora foram registradas 47 mortes relacionadas às ocorrências causadas pela chuva. Já em Ubá, município vizinho, seis pessoas morreram. De acordo com os Bombeiros, ambas as cidades também contabilizam famílias desabrigadas após a situação de calamidade.

    A Defesa Civil do Estado de Minas Gerais comunicou que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora. Em Ubá, o Rio do município registrou inundação histórica, atingindo o recorde de 7,82 metros. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam nas duas cidades para auxiliar na ocorrência e ajudar nas buscas pelos desaparecidos. 

    A Cemig, companhia energética do estado, informa que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos devido à forte chuva que atingiu a região na madrugada desta terça-feira (24).

    Segundo a Defesa Civil de Ubá, choveu cerca de 170 milímetros em apenas três horas, provocando a maior inundação dos últimos anos. O município instaurou um plano de contingência, e uma sala de crise foi montada para coordenar as ações de emergência. Equipes atuam no atendimento às vítimas e na resposta aos chamados de desabamentos, enxurradas e enchentes.

    O mesmo foi decretado em Juiz de Fora, a cidade entrou em estado de calamidade pública. De acordo com a prefeitura, o volume acumulado atingiu 584 milímetros, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município.

    Além disso, em razão das mortes, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se manifestou e afirmou que está acompanhando de perto a situação nas regiões. De acordo com o Governo, será decretado luto oficial de três dias em todo o Estado. Além disso, o vice-governador Mateus Simões (PSD) se deslocou para a região, e ele e o coordenador Estadual de Defesa Civil sobrevoaram a região de Juiz de Fora no início da tarde desta terça-feira (23), para acompanhar o trabalho pessoalmente.

    Diante da gravidade do cenário, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho — o mais alto nível de severidade — para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso indica “grande perigo”, com previsão de volumes superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia.

    Segundo o instituto, há alto risco de novos alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas, especialmente em áreas vulneráveis. O alerta abrange regiões de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Minas, estão sob aviso áreas como a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste, Sul e Sudoeste do estado, Campo das Vertentes, Vale do Mucuri e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.


CNN BRASIL. Yasmin Silvestre, Bruna Lopes, Vitor Bonets. 26/02/26 - ADAPTADO)
A partir dos excertos do texto, analise as palavras destacadas e suas respectivas explicações quanto à acentuação gráfica:

I. “...Juiz de Fora e Ubá...” – palavra oxítona terminada em “a”.
II. “A Cemig, companhia energética do estado...” – paroxítona terminada em “a”.
III. “Além disso, o vice-governador Mateus...” – possui a mesma regra de “armazém”.
V. “ em Ubá, município vizinho...” – oxítona terminada em “a”.

Marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q4214718 Português
Leia o texto 2, abaixo, para responder à questão.


Texto 2.


Mortos e desaparecidos


Entre as cidades mais afetadas estão Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição; estado de calamidade pública e plano de contingência foram instaurados nos munícipios


    As fortes chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23) deixaram, até a última atualização, 53 mortos e 15 desaparecidos segundo informações do CBM-MG (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais).

    Entre as cidades mais afetadas estão, Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata, onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.Apenas em Juiz de Fora foram registradas 47 mortes relacionadas às ocorrências causadas pela chuva. Já em Ubá, município vizinho, seis pessoas morreram. De acordo com os Bombeiros, ambas as cidades também contabilizam famílias desabrigadas após a situação de calamidade.

    A Defesa Civil do Estado de Minas Gerais comunicou que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora. Em Ubá, o Rio do município registrou inundação histórica, atingindo o recorde de 7,82 metros. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam nas duas cidades para auxiliar na ocorrência e ajudar nas buscas pelos desaparecidos. 

    A Cemig, companhia energética do estado, informa que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos devido à forte chuva que atingiu a região na madrugada desta terça-feira (24).

    Segundo a Defesa Civil de Ubá, choveu cerca de 170 milímetros em apenas três horas, provocando a maior inundação dos últimos anos. O município instaurou um plano de contingência, e uma sala de crise foi montada para coordenar as ações de emergência. Equipes atuam no atendimento às vítimas e na resposta aos chamados de desabamentos, enxurradas e enchentes.

    O mesmo foi decretado em Juiz de Fora, a cidade entrou em estado de calamidade pública. De acordo com a prefeitura, o volume acumulado atingiu 584 milímetros, tornando fevereiro de 2026 o mês mais chuvoso já registrado na história do município.

    Além disso, em razão das mortes, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se manifestou e afirmou que está acompanhando de perto a situação nas regiões. De acordo com o Governo, será decretado luto oficial de três dias em todo o Estado. Além disso, o vice-governador Mateus Simões (PSD) se deslocou para a região, e ele e o coordenador Estadual de Defesa Civil sobrevoaram a região de Juiz de Fora no início da tarde desta terça-feira (23), para acompanhar o trabalho pessoalmente.

    Diante da gravidade do cenário, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho — o mais alto nível de severidade — para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso indica “grande perigo”, com previsão de volumes superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia.

    Segundo o instituto, há alto risco de novos alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas, especialmente em áreas vulneráveis. O alerta abrange regiões de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Minas, estão sob aviso áreas como a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Oeste, Sul e Sudoeste do estado, Campo das Vertentes, Vale do Mucuri e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.


CNN BRASIL. Yasmin Silvestre, Bruna Lopes, Vitor Bonets. 26/02/26 - ADAPTADO)
No trecho do subtítulo “...estado de calamidade pública e plano de contingência foram instaurados nos municípios”, os termos “calamidade” e “contingência” podem ser compreendidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Respostas
161: B
162: D
163: B
164: E
165: A
166: D
167: B
168: C
169: C
170: A
171: D
172: A
173: D
174: B
175: C
176: A
177: E
178: B
179: B
180: E