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Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. O estudo foi conduzido por pesquisadores vinculados ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. II. O artigo que descreve a intervenção foi divulgado em periódico científico da área de alergia e imunologia clínica. III. O reconhecimento internacional ocorreu em decorrência da publicação prévia do estudo em congresso científico europeu.
Está(ão) CORRETA(S):
I. Ambos os textos apresentam a água como elemento secundário, seja em dimensão simbólica e metafórica (“Águas de Março”), seja em dimensão concreta e social (enchentes em MG).
II. Somente o texto 2 evidencia a relação entre fenômenos naturais e a experiência humana, demonstrando como as chuvas e as águas influenciam a vida, o cotidiano e as condições de existência das pessoas.
III. Observa-se, em ambas as produções, a ideia de ciclo e transformação, uma vez que as águas representam simultaneamente término e recomeço, encerramento de um período e possibilidade de renovação.
IV. Tanto o texto poético quanto o texto informativo ressaltam as consequências das chuvas, seja em perspectiva existencial e simbólica (vida, morte, caminho, esperança), seja em perspectiva social e material (deslocamento, perdas e vulnerabilidade).
V. Nos dois textos, a presença das águas está associada à noção de tristeza da vida, indicando que as adversidades provocadas pelas chuvas levam pouca expectativa de renovação da vida cotidiana.
I. Em “Águas de Março”, a chuva simboliza o ciclo da natureza, o fim de um período e o começo de outro, trazendo renovação e esperança; já em em “Enchente Marabaense”, a água aparece de forma concreta e social: as chuvas e enchentes provocam sofrimento, deslocamento e perdas para a população;
II. Em “Águas de Março”, a chuva encerra o verão e anuncia renovação: “promessa de vida no teu coração”; já em “Enchente Marabaense”, as enchentes acontecem “todos os anos”, obrigando os moradores a sair e depois retornar, reconstruindo a vida;
III. Tom Jobim enfatiza a dimensão existencial da vida, com obstáculos e esperanças; o poema sobre Marabá enfatiza a dimensão social e coletiva: desalojamento, perdas materiais e resistência dos moradores;
IV. Em “Águas de Março”: a chuva traz promessa de vida; já em “Enchente Marabaense”: quando o rio baixa, os moradores retornam, reafirmando o pertencimento (“lá é o meu lugar”);
V. A relação entre os poemas está na representação da água como símbolo de transformação. Enquanto “Águas de Março” aborda a chuva em dimensão metafórica e universal, “Enchente Marabaense” apresenta a experiência concreta das enchentes em Marabá. Em ambos, porém, a água marca o ciclo entre dificuldade e renovação, revelando a resistência humana diante das adversidades.
1. “que pelo menos 3 mil pessoas estão desabrigadas em diferentes bairros de Juiz de Fora.” (oração subordinada substantiva objetiva direta – complemento do verbo comunicou);
2. “que cerca de 4.000 clientes permanecem sem energia em Juiz de Fora e locais próximos.” (oração subordinada substantiva objetiva direta – complemento do verbo informa);
3. “que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23)” (oração subordinada adjetiva restritiva – refere-se a chuvas);
4. “onde os temporais provocaram enchentes, deslizamentos e destruição.” (oração subordinada adjetiva restritiva – refere-se a Zona da Mata).
I. “...Juiz de Fora e Ubá...” – palavra oxítona terminada em “a”.
II. “A Cemig, companhia energética do estado...” – paroxítona terminada em “a”.
III. “Além disso, o vice-governador Mateus...” – possui a mesma regra de “armazém”.
V. “Já em Ubá, município vizinho...” – oxítona terminada em “a”.
Marque a alternativa correta.