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Q3867881 Português
Leia a frase e complete fazendo o uso adequado do artigo feminino (a) ou do possível uso da crase (à):
___ professora voltou ___ escola para pegar ____ mochila.
A sequência correta da resposta é. 
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Q3867880 Português
Texto 5 Áries (21/03 – 20/04)
    Decisões de vida virão acompanhadas de mudanças na carreira, padrões de consumo e no lifestyle. Avalie sonhos e ambições. Insatisfações nas relações de trabalho ou com a rotina serão o incentivo que você precisa para dar o passo inicial. Diminua a velocidade, as melhores soluções virão em momentos de relaxamento e de serenidade. Assuma seus poderes!
O significado de “serenidade” é:
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Q3867879 Português
Texto 4 Amor de mãe
    A palavra “amor” é um substantivo abstrato que está sendo caracterizado pela locução “de mãe”. Podemos substituir essa locução por apenas uma palavra, ou seja, por apenas um ___________: materno.
(Conexão escola. Disponível em: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_fundamental/linguaportuguesa-o-uso-dos-adjetivos-na-construcao-do-texto/. Acesso em: 18 maio 2025)
No texto acima, a locução “de mãe” é substituída por “materno”, que é um 
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Q3867877 Português
Texto 2 A Rã e o Boi
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior. Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois. A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais. Depois, repetiu a pergunta: – Quem é maior agora? A outra rã respondeu: – O boi. A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou.
(Tudo sala de aula. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2021/08/atividade-sobre-tipologias-textuais7o-8o-e-9o-ano-com-texto-e-gabarito/. Acesso em 18 maio 2025)
O gênero do texto acima é uma fábula. Podemos afirmar que a tipologia textual mais empregada nesse gênero é a:
Alternativas
Q3867876 Português
Texto 1 Ficção de fã
“Sabe quando você lê uma história e diz: que baboseira! Eu poderia fazer melhor! Ou então, quando tem uma grande paixão pelas personagens e acaba escrevendo algo sobre elas. Acho que foram essas duas coisas e outras que me influenciaram a escrever fanfics”, explica Pablo Marciano. Ele é o editor-chefe do site Universo Paralelo, um fanfic que se organiza como uma editora de quadrinhos. Os leitores acompanham suas revistas prediletas mensalmente ou em minisséries. Há um editor responsável para cada linha de revistas: Marvel, DC e Brazuca Comics (com personagens criados pelos fãs). Pablo Marciano conta que nunca ganhou dinheiro com fanfics. “O barato é sentir o gostinho de criar aquela história que você nunca leu ou vai ler num gibi normal. E saber como é manipular o Batman ou o Homem-Aranha”, explica. […]
(Tudo sala de aula. Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2023/10/textos-curtos-para-interpretacao-8o-e-9o-ano/. Acesso em: 18 maio 2025)
De acordo com o texto, podemos afirmar com certeza que o escritor de fanfics mencionado 
Alternativas
Q3867629 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir:
I.No final do ano, especialmente quando inicia dezembro, há uma certa cobrança ou expectativa alheia em relação a nosso balanço anual. Isso, em geral, é na perspectiva das conquistas, das metas alcançadas e não de outras possibilidades.
II.O texto apresenta duas perspectivas para o dizer "sim" para tudo: uma, na juventude, e outra, na vida adulta. Esta é alcançada à medida que a pessoa amadurece, torna-se mais sábia e aprende que é possível fazer escolhas.
III.No processo de escolher o que se abraça e para o que se diz "não", a pessoa precisa aprender a ler o próprio corpo e entender quando é o momento também de pausar e ter um descanso.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3867627 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

As palavras têm um ou mais significados, reconhecidos pelos estudiosos da língua. Esses significados podem ser sinônimos, mas nunca absolutos porque o sentido depende do contexto em que as palavras aparecem, das circunstâncias internas e externas ao texto.


Analise os dois excertos a seguir à luz do contexto geral em que foram postos e de seus conhecimentos:


"Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte."


"Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café?"


As palavras destacadas são dois adjetivos com sentidos distintos. Considerando o sentido de cada um no contexto, analise as sentenças:


I.No primeiro excerto, a palavra "exacerbada" pode ser substituída por "intensa ou agravada", mantendo o sentido.


II.Apesar de "violenta" ser um sentido possível de "exacerbada", nesse contexto, ela compromete o sentido.


III.A palavra "exaurida" significa "esgotada, consumida, exausta". Qualquer uma dessas palavras manteria o sentido do texto.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3867626 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

No excerto a seguir, a palavra "conta" foi usada duas vezes. Analise os usos e as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha.
(__)O primeiro uso, se trata de uma expressão (dar conta de) já "cristalizada" na língua portuguesa, cujo sentido é de "ser capaz de fazer alguma coisa; conseguir, suportar". Nessa expressão, a palavra "conta" é um substantivo.
(__)No segundo uso, tem-se um substantivo que se refere ao ato de contar, calcular.
(__)Nos dois casos, as palavras exercem a função de sujeito dos verbos que elas acompanham.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3867530 Português
A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital é tema de crescente preocupação social. Após a pandemia, intensificaram-se as discussões sobre os impactos da exposição de jovens às redes sociais, levando alguns países a adotarem medidas restritivas. No Brasil, debates recentes têm abordado a responsabilidade das plataformas digitais e o papel da sociedade na educação dos jovens para o ambiente virtual. Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. A exposição de crianças e adolescentes a golpes, links fraudulentos e plataformas de apostas nas redes sociais demanda reflexão sobre alternativas de proteção.
II. Alguns países têm adotado medidas para cercear o uso de redes sociais por menores de 16 anos e obrigar as plataformas a fiscalizar esse uso.
III. As plataformas digitais devem ser compreendidas de forma polarizada, sendo necessário classificá-las como vilãs ou mocinhas na discussão sobre proteção infantil.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3867525 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
A respeito do texto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Considerando o conteúdo e a estrutura do texto, ele se trata de uma notícia, tendo no seu primeiro parágrafo as respostas para as perguntas básicas desse gênero textual: o que aconteceu, onde, (com) quem, quando.
(__) Trata-se de um texto pessoal, marcado pela predominância da 1ª pessoa do singular, que corresponde à voz do autor.
(__) Uma das características do texto é a predominância de sequências narrativas, com o intuito de informar ao leitor o que aconteceu de relevante na posse de Ana Maria Gonçalves.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3867524 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
O período a seguir foi extraído do texto:

"Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens [...]."

A crase foi corretamente usada no excerto, uma vez que o substantivo "reverência" é regido pela preposição a nesse contexto: reverência a quê. Logo, a preposição se fundiu ao artigo as que acompanha o substantivo "origens" e o acento grave indica isso. Fazendo uma análise detalhada das sentenças a seguir, assinale aquela em que o acento grave, indicativo de crase, foi corretamente usado:
Alternativas
Q3867523 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
Há no texto três palavras que se destacam por seu processo de formação: ancestralidade, afro-brasileira e imortal. As sentenças a seguir tratam desse assunto:

I. Ancestralidade é uma palavra derivada e sua derivação se dá do adjetivo "ancestral", ao qual se juntou o sufixo "-idade".
II. A palavra afro-brasileira é um adjetivo pátrio composto, formado pelos adjetivos "africano" + "brasileiro", flexionado no feminino. Por ser um adjetivo pátrio composto, usa-se o hífen.
III. Imortal é formada por derivação prefixal, tendo sido acrescentado à palavra "mortal" o prefixo "i-", que tem valor de negação. É o mesmo sentido do prefixo "i-" na palavra "imigrar".

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3867522 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
A coesão textual é responsável pela articulação das ideias em um texto, de modo a possibilitar que o texto tenha referentes que ancoram as ideias novas, criando um todo claro e coeso. Assim, a coesão constrói a progressão do texto que pode ser referencial e sequencial. Ao longo de todo o texto, o autor lança mão de vários expedientes para retomar Ana Maria Gonçalves, evitando repetir o nome dela todo tempo, o que causaria um problema de coesão, e possibilitando ao leitor se situar a respeito do que é posto, tanto às ideias anteriores, quanto às novas ideias.

As sentenças a seguir tratam desse aspecto, então, com base na leitura cuidadosa do texto, analise-as e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Um dos recursos utilizados pelo autor foi o nome da escritora (Ana Maria) que é posto várias vezes, assim como seu nome completo.
(__) O autor do texto recorreu a substantivos relacionados com a profissão de Ana Maria Gonçalves para referir-se a ela: autora e escritora. Essa referência é estabelecida porque, no 1º parágrafo, o texto explicita que tratará da "escritora mineira Ana Maria Gonçalves", possibilitando que a coesão referencial se instaure a partir do uso da palavra "escritora" e do sinônimo "autora".
(__) Um recurso usado pelo autor foi a expressão "nova acadêmica". Cabe ao leitor estabelecer relações de sentido em sua leitura para compreender que a expressão se refere a Ana Maria Gonçalves. Essa compreensão é possível pelo contexto textual, o qual trata da posse dela na ABL.
(__) No 1º parágrafo, o autor, para construir sua progressão referencial e introduzir uma informação nova, lança mão do pronome pessoal "ela", que tem como referente "escritora mineira Ana Maria Gonçalves".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3867521 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
As palavras têm um ou mais significados, reconhecidos pelos estudiosos da língua. Esses significados podem ser sinônimos, mas nunca absolutos. Para além do significado, os sentidos dependerão do contexto em que as palavras aparecem, das circunstâncias internas e externas ao texto. Desse modo, os sentidos podem ser inúmeros. Analise o excerto a seguir:

A autora afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Nesse contexto, o advérbio modifica a oração que o segue, provocando um sentido específico. As alternativas a seguir apresentam possíveis sentidos desse advérbio. Assinale a alternativa que indica corretamente o sentido dele no contexto dado:
Alternativas
Q3867520 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
A partir do que o texto apresenta, de sua leitura e de sua mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças:

I. Desde a fundação da Academia Brasileira de Letras, há mais de um século, apenas treze mulheres ocuparam uma cadeira de imortal na instituição.
II. A literatura é mais do que apenas palavras; ela é lugar de memória, de resistência.
III. O texto possibilita ao leitor inferir que a chegada da primeira mulher negra à ABL é mais do que um símbolo. É representatividade de vozes que ainda não puderam falar.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3867519 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
A respeito das regras que orientam os usos da vírgula, associe a segunda coluna de acordo com primeira, relacionando as aplicações da vírgula a suas respectivas regras:

Primeira coluna: aplicações/usos
1. Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).
2. Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 [...]
3. Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político.

Segunda coluna: regras
(__) Separar orações adjetiva explicativa.
(__) Separar o adjunto adverbial anteposto ao verbo/deslocado.
(__) Separar aposto explicativo.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3867518 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
A respeito da colocação pronominal e considerando as regras do português brasileiro, analise as sentenças a seguir:

I. Em "Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição", o pronome átono está posposto ao verbo porque este está no gerúndio.
II. Em "Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como 'imortal', mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias", as duas colocações destacadas estão adequadas, pois no português brasileiro, não havendo nada que a impeça, a próclise é a regra geral.
III. Em "[...] é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos", o pronome átono é posto antes do verbo porque, nesse contexto, se trata de uma oração subordinada desenvolvida.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3867517 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
A respeito da conjunção em destaque no excerto: "A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa 'não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas'", assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3867516 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL

Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.

A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".

Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".

Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]

Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.

Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.

Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 
As figuras de linguagem são formas simbólicas de exprimir ideias, significados e pensamentos, de modo a conferir-lhes mais expressividade. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir:

"O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]

A respeito do uso de figura de linguagem na construção do excerto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3864964 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida


        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.

        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.

      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.

       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.

      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.

     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.
Na passagem “Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de ‘inteligência humorcional’, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes.”, ao usar a expressão “inteligência humorcional”, a autora admite que criou um(a) 
Alternativas
Respostas
17321: D
17322: B
17323: C
17324: A
17325: C
17326: B
17327: B
17328: A
17329: E
17330: D
17331: D
17332: C
17333: E
17334: C
17335: A
17336: B
17337: A
17338: D
17339: E
17340: D