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Q3893501 Inglês
O *Present Perfect* (e.g., *I have studied*) é um tempo verbal em inglês que conecta o passado ao presente, sendo um ponto de grande dificuldade para falantes de português, que tendem a usar o passado simples. O *Present Perfect* é usado para descrever ações que começaram no passado e continuam até o presente (especialmente com *for* e *since*), ações que ocorreram em um tempo não especificado no passado mas que têm relevância presente, ou experiências de vida.

Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.O *Present Perfect* é usado com "since" para indicar o ponto de início da ação (e.g., *She has lived here since 2010*) e com "for" para indicar a duração da ação (e.g., *She has lived here for ten years*).
II.A estrutura "I *have visited* Paris" (Present Perfect) é usada para relatar uma experiência de vida, sem especificar quando ocorreu, enquanto "I *visited* Paris last year" (*Simple Past*) é usada para uma ação em tempo determinado no passado.
III.O *Present Perfect* e o *Simple Past* são totalmente intercambiáveis, podendo "I have seen the movie" ser usado no lugar de "I saw the movie yesterday" sem qualquer alteração de sentido.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893500 Inglês
Os falsos cognatos (*false friends*) representam um desafio significativo para falantes de português aprendendo inglês, pois são palavras com grafia ou pronúncia semelhantes nas duas línguas, mas com significados total ou parcialmente diferentes. A familiaridade aparente dessas palavras pode levar a interpretações equivocadas de textos e a erros de comunicação. A conscientização e o estudo ativo desses termos são essenciais no processo de aquisição lexical.

Acerca do tema dos falsos cognatos entre o inglês e o português, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O verbo "pretend" em inglês significa "fingir" ou "simular", não possuindo o mesmo significado do verbo "pretender" (ter a intenção de) em português.
(__)A palavra "actually" em inglês é um sinônimo exato da palavra "atualmente" em português, ambas se referindo ao tempo presente.
(__)A palavra "library" em inglês refere-se a um local onde se compram livros, sendo o cognato exato de "livraria" em português.
(__)O adjetivo "sensible" em inglês é usado para descrever uma pessoa "sensível" ou emotiva, assim como em português.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893499 Inglês
A coesão textual é a propriedade que confere ligação e harmonia entre os elementos de um texto, sendo fundamental para a compreensão leitora e a produção escrita. Na Língua Inglesa, essa coesão é frequentemente estabelecida pelo uso de conectivos (*linking words* ou *conjunctions*), que explicitam as relações lógicas entre as ideias, como adição, contraste, causa ou consequência. O domínio desses conectivos é essencial para a proficiência na língua. Assinale a alternativa que correlaciona corretamente os conectivos às suas funções lógicas.
Alternativas
Q3893498 Inglês
A correta utilização dos graus comparativo e superlativo dos adjetivos é fundamental para estabelecer relações de comparação e ênfase em Língua Inglesa. As regras de formação variam dependendo do número de sílabas do adjetivo, de sua terminação e da existência de formas irregulares, o que frequentemente gera dúvidas nos aprendizes brasileiros. Compreender essa estrutura é vital para a produção textual e oral precisa.

Assim, analise as afirmativas a seguir: 

I.Adjetivos curtos (geralmente uma sílaba) formam o comparativo de superioridade com a adição de "-er" (e.g., *taller*) e o superlativo com "-est" (e.g., *tallest*), enquanto adjetivos longos (geralmente duas ou mais sílabas) utilizam "more" e "the most" (e.g., *more beautiful*, *the most beautiful*).
II.Existem formas irregulares que não seguem as regras padrão, como "good" (cujo comparativo é *better* e superlativo é *the best*) e "bad" (cujo comparativo é *worse* e superlativo é *the worst*).
III.Todos os adjetivos de duas sílabas, sem exceção, devem obrigatoriamente usar "more" e "the most", seguindo a mesma regra dos adjetivos longos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893496 Inglês
O inglês, como língua global, apresenta uma vasta variação linguística. Não existe apenas um "inglês", mas múltiplos "World Englishes" (como o britânico, o americano, o indiano, etc.). Além das variações geográficas, surgem variações contextuais, como o *Netspeak* (ou *internetês*), a linguagem adaptada para a comunicação digital (chats, redes sociais), caracterizada pela economia linguística, uso de abreviações, emojis e informalidade.

Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.O conceito de Inglês como Língua Global (ou Língua Franca) reconhece que o inglês é usado por falantes não nativos para comunicação internacional, e que a pedagogia deve focar na inteligibilidade mútua, em vez de na imitação de um único modelo nativo (e.g., britânico  americano).
II.O *Netspeak* é caracterizado por recursos como abreviações (e.g., "brb" para *be right back*), uso de *emoticons* ou *emojis* para transmitir tom emocional, e uma tendência à informalidade e economia de digitação, aproximando-se de características da linguagem oral.
III.O ensino de Língua Inglesa no Brasil, segundo a BNCC, deve ignorar a variação linguística e o *Netspeak*, focando exclusivamente na gramática normativa do Inglês Britânico padrão.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893494 Inglês
O caso genitivo (ou possessivo) em Língua Inglesa, frequentemente marcado pelo apóstrofo seguido de "s" ('s) ou apenas pelo apóstrofo (s'), indica posse ou relação entre substantivos. O uso correto dessa estrutura, em oposição ao uso da preposição "of", depende da natureza do possuidor (animado ou inanimado) e da forma plural do substantivo, sendo uma área comum de dificuldade para aprendizes.

Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.A forma 's é primariamente usada para indicar posse com seres animados (pessoas e animais), como em "the student's book" (o livro do aluno) ou "the cat's tail" (o rabo do gato).
II.Embora a estrutura "of the..." (e.g., *the leg of the table*) seja a preferida para posse com objetos inanimados, o genitivo 's é comumente usado com expressões de tempo (e.g., *today's news*), medida ou em casos de personificação.
III.Para substantivos plurais regulares que já terminam em "s", a posse é indicada adicionando outro 's, formando "s's", como em "the students's pencils".

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893492 Inglês
Os advérbios, particularmente os de frequência (e.g., *always*, *sometimes*, *never*) e os de modo (e.g., *slowly*, *carefully*), têm regras de posicionamento específicas na frase em Língua Inglesa. A colocação incorreta desses termos, embora muitas vezes não impeça a compreensão, é um marcador gramatical importante. O posicionamento varia dependendo do tipo de verbo (verbo *to be*, verbo principal ou auxiliar).

Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.Advérbios de frequência (como *always*, *usually*, *often*) são geralmente posicionados *antes* do verbo principal (e.g., "She *always arrives* late").
II.Quando a frase utiliza o verbo *to be* como verbo principal, o advérbio de frequência é posicionado *depois* dele (e.g., "She *is always* late").
III.Advérbios de modo (como *slowly*, *quietly*), que descrevem *como* a ação é feita, são tipicamente colocados após o verbo principal ou após o objeto direto, se houver (e.g., "He drives *carefully*" ou "He drives the car *carefully*").

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893489 Inglês
Os artigos em Língua Inglesa (Definido: *the*; Indefinidos: *a*/*an*) são determinantes que especificam ou generalizam um substantivo. O uso correto é notoriamente difícil para falantes de português, pois as regras diferem, especialmente quanto ao uso do artigo definido (*the*) com substantivos abstratos, genéricos ou nomes próprios, e a escolha entre *a* e *an* dependendo do som inicial da palavra seguinte.

Acerca do uso dos artigos em inglês, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas: 

(__)O artigo indefinido "an" é usado antes de palavras que começam com som de vogal, independentemente da letra (e.g., *an hour*, *an umbrella*), enquanto "a" é usado antes de palavras com som de consoante (e.g., *a university*, *a car*).
(__)O artigo definido "the" é usado para especificar um substantivo que já é conhecido pelo leitor/ouvinte ou que é único em seu contexto (e.g., *The sun is hot*).
(__)Diferente do português, o artigo definido "the" geralmente não é usado antes de substantivos abstratos usados em sentido geral (e.g., *Love is important*, e não *The love is important*) ou nomes próprios de pessoas (e.g., *Mary lives here*, e não *The Mary lives here*).
(__)O artigo "a" é sempre usado antes de substantivos plurais para indicar generalização (e.g., *a books are expensive*).

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3893488 Inglês
Os verbos modais (modal auxiliary verbs) são um componente central da frase verbal em inglês, utilizados para expressar uma variedade de nuances de significado, como habilidade, permissão, obrigação, possibilidade ou dedução. Eles possuem características gramaticais distintas dos verbos principais, como a ausência de "-s" na terceira pessoa do singular e o fato de serem seguidos por um infinitivo sem "to". O uso de "must", "might" e "can't" para expressar diferentes graus de certeza ou dedução é um exemplo de sua aplicação. Assinale a alternativa que descreve corretamente o uso desses verbos modais para dedução lógica sobre uma situação presente.
Alternativas
Q3893487 Inglês
 O Discurso Indireto (*Reported Speech* ou *Indirect Speech*) é a estrutura usada para relatar o que outra pessoa disse, sem citar suas palavras exatas. Esse processo geralmente envolve mudanças nos tempos verbais (chamado *backshift*), nos pronomes e nos advérbios de tempo e lugar, para adequar a fala relatada ao novo contexto temporal e espacial do narrador.

Acerca das regras de transformação do discurso direto para o indireto, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Ao relatar uma fala, o *Simple Present* do discurso direto ("I *work* here") geralmente muda para o *Simple Past* no indireto ("He said he *worked* there").
(__)O *Simple Past* do discurso direto ("I *saw* the movie") geralmente muda para o *Past Perfect* no indireto ("She said she *had seen* the movie").
(__)Advérbios de tempo e lugar também mudam para refletir a perspectiva do narrador, como "now" mudando para "then" e "here" mudando para "there".
(__)Não é necessário fazer qualquer alteração no tempo verbal se o verbo principal de relato (*reporting verb*) estiver no presente (e.g., "She *says*...").

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893476 Português
No estudo da linguística textual, é fundamental distinguir 'tipologia textual' de 'gênero textual'. A tipologia refere-se a um conjunto finito de sequências linguísticas (como narração, descrição, argumentação, exposição, injunção) definidas por suas características estruturais e objetivos, como o tempo verbal predominante e a finalidade. Os gêneros textuais, por outro lado, são manifestações sociais e históricas concretas da linguagem (como carta, receita, notícia, editorial, bula de remédio), sendo incontáveis e adaptáveis às necessidades comunicativas da sociedade. Um mesmo gênero pode mesclar diferentes tipologias, embora uma geralmente predomine.

Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a correta distinção e aplicação desses conceitos:

I.Um manual de instruções para montagem de um equipamento de acessibilidade é um exemplo de gênero textual cuja tipologia predominante é a injuntiva, focada em instruir o leitor a realizar ações.
II.A tipologia dissertativo-argumentativa e a expositiva são sinônimas, pois ambas visam apresentar informações sobre um tema, como ocorre no gênero textual "artigo científico".
III.O gênero textual "crônica" frequentemente mescla a tipologia narrativa (ao relatar fatos do cotidiano) com a dissertativa (ao tecer reflexões pessoais sobre esses fatos).

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893475 Português
A regência verbal trata da relação de subordinação que se estabelece entre um verbo (termo regente) e seus complementos (termos regidos), determinando a necessidade ou não de uma preposição específica. A complexidade da regência na língua portuguesa reside no fato de que alguns verbos alteram seu significado conforme mudam a preposição (como 'aspirar' ou 'visar'), enquanto outros, como 'implicar' ou 'assistir', possuem regências distintas na norma culta e no uso coloquial, criando armadilhas frequentes em contextos formais de escrita e fala, como na elaboração de documentos oficiais.

Considerando as regras de regência verbal estabelecidas pela gramática normativa para o uso formal da língua, assinale a alternativa que apresenta uma construção totalmente correta.
Alternativas
Q3893473 Português
A colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise) no português brasileiro contemporâneo, especialmente na modalidade culta escrita, é regida por um conjunto de regras que priorizam a eufonia e a clareza, mas que muitas vezes divergem do uso coloquial. Fatores de atração, como palavras negativas (não, nunca), advérbios (já, sempre) e pronomes relativos (que, quem), exercem forte influência, exigindo a próclise. A ênclise é a posição padrão em inícios de oração na norma culta, e a mesóclise, embora rara na fala, é obrigatória em futuros (do presente ou do pretérito) quando não há fator de atração.

Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a correta colocação pronominal segundo a norma culta:

I.Na oração "O documento que enviaram-me está incompleto", há um desvio da norma culta, pois o pronome relativo "que" é um fator de atração que exige a próclise ("que me enviaram").
II.A frase "Em se tratando de finanças, ele é um especialista" está gramaticalmente incorreta, pois o gerúndio precedido da preposição "em" não permite a próclise, exigindo a ênclise ("Em tratando-se").
III.A construção "Não lamentar-se-ia dos resultados" apresenta um erro de colocação, pois a palavra negativa "Não" atrai o pronome, e o verbo no futuro do pretérito exigiria a mesóclise na ausência do "Não". A forma correta, com o atrativo, é "Não se lamentaria".

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3893472 Português
A adequação linguística é um conceito central da sociolinguística, determinando que não existe "certo" ou "errado" em absoluto, mas sim usos "adequados" ou "inadequados" a um determinado contexto. A transição da linguagem coloquial (usada em situações informais) para a linguagem culta ou formal (exigida em documentos oficiais, trabalhos acadêmicos e discursos públicos) envolve ajustes não apenas no vocabulário, mas também na sintaxe, como a obediência à colocação pronominal (evitando próclise no início de frases), o uso de verbos impessoais (como 'haver' no lugar de 'ter') e a regência verbal e nominal apropriada.

Acerca da reescrita de frases para adequação aos diferentes níveis de formalidade, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A frase coloquial "Me dá esse livro" deve ser reescrita na norma culta como "Me dê esse livro", pois a próclise, embora evitada em inícios de frase, é aceitável em contextos formais quando o verbo está no imperativo.
(__)A expressão "a gente" (ex: "A gente vai ao cinema") é considerada um registro culto e pode substituir "nós" (ex: "Nós iremos ao cinema") em uma tese de doutorado sem prejuízo da formalidade.
(__)O uso do verbo "ter" no sentido de "existir" (ex: "Tem muitos problemas aqui") é preferível na norma culta ao verbo "haver" (ex: "Há muitos problemas aqui"), pois é considerado mais direto e moderno.
(__)A sentença "O relatório que eu lhe falei não tá pronto" apresenta marcas de oralidade (regência de "falar" e contração "tá"). Na norma culta, uma reescita adequada seria: "O relatório *de que* (ou *sobre o qual*) eu lhe falei não *está* pronto".

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893471 Português
 A linguagem humana opera em múltiplos níveis de significação, sendo a distinção entre denotação e conotação um pilar central para a análise semântica e estilística. A denotação refere-se ao sentido literal, dicionarizado, de uma palavra, aquele que é compartilhado de forma mais objetiva pela comunidade de falantes e que é prioritário em textos científicos ou técnicos. Em contrapartida, a conotação abrange os sentidos associados, as cargas emocionais, culturais ou subjetivas que uma palavra adquire dependendo do contexto de uso, sendo um recurso fundamental na construção de textos literários, publicitários e opinativos, onde a persuasão e a expressão de subjetividade são mais importantes que a mera informação objetiva.

Considerando a complexa interação entre o sentido literal (denotativo) e o sentido figurado (conotativo) no uso da língua, assinale a alternativa que descreve corretamente a aplicação desses conceitos.
Alternativas
Q3893469 Português
O uso dos sinais de pontuação, em especial o da vírgula, não é uma questão de estilo ou "pausa para respiração", mas sim uma exigência da estrutura sintática da língua portuguesa. A vírgula desempenha funções cruciais, como isolar elementos intercalados (adjuntos adverbiais longos, apostos explicativos), separar itens de uma enumeração e, fundamentalmente, marcar orações subordinadas. A distinção no uso da vírgula em orações adjetivas, por exemplo, é capaz de alterar completamente o sentido da frase, diferenciando uma restrição (que delimita um subconjunto) de uma explicação (que se aplica a todos os membros do conjunto).

Com base nas regras sintáticas que regem o uso da vírgula na norma culta, assinale a alternativa que apresenta uma análise correta.
Alternativas
Q3893468 Português
A coesão textual é o mecanismo linguístico que garante a conexão lógico-semântica entre as partes de um texto, utilizando-se de diversos recursos, como conectores, preposições e pronomes. A escolha inadequada de um conector pode alterar drasticamente o sentido pretendido, transformando uma relação de causa em consequência, ou uma adversidade em conclusão. Em textos técnicos e acadêmicos, como os voltados para a educação especializada, a precisão na articulação das ideias é fundamental para a clareza da argumentação e para evitar ambiguidades que comprometam a validade da informação transmitida.

Acerca do valor semântico dos conectores e sua função na coesão textual, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O conector "portanto" é classificado como adversativo, sendo semanticamente equivalente a "contudo", utilizado para introduzir uma ideia que se opõe à anterior.
(__)Em "Ele estudou muito, *logo* foi reprovado", o conector "logo" está empregado corretamente para indicar a consequência esperada da ação anterior, estabelecendo uma relação de causa e efeito direta.
(__)A conjunção "embora" introduz uma oração causal, explicando o motivo pelo qual a oração principal ocorre, possuindo o mesmo valor semântico de "visto que".
(__)Na sentença "O evento foi cancelado, *porquanto* o palestrante adoeceu", o conector "porquanto" estabelece uma relação de causa/explicação, podendo ser substituído por "porque" ou "visto que".

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893467 Português
As figuras de linguagem são recursos estilísticos utilizados para conferir maior expressividade, ênfase ou originalidade à comunicação, transcendendo o uso puramente denotativo das palavras. Elas se dividem em figuras de pensamento (como antítese, paradoxo, ironia), figuras de sintaxe ou construção (como elipse, zeugma, pleonasmo) e figuras de palavra ou tropos (como metáfora, metonímia, sinédoque). A correta identificação desses recursos é crucial para a interpretação de textos literários e para a compreensão das sutilezas argumentativas em discursos persuasivos e poéticos.

Acerca da classificação e definição das figuras de linguagem, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A sinédoque, como em "Ele não tinha teto para morar", é um tipo de metáfora que se baseia na substituição da parte pelo todo (teto por casa).
(__)A prosopopeia, ou personificação, ocorre quando se atribui uma característica ou ação humana a um objeto inanimado, como na frase "O pneu do carro furou na estrada".
(__)O paradoxo é a figura que aproxima termos de sentidos opostos, como na expressão "A sua fala foi um silêncio eloquente".
(__)A antítese ocorre na frase "O amor e o ódio caminham lado a lado", pois utiliza termos de sentidos opostos (amor/ódio) em uma estrutura paralela para criar contraste.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893436 Português
As figuras de linguagem são recursos estilísticos utilizados para conferir maior expressividade, ênfase ou originalidade à comunicação, transcendendo o uso puramente denotativo das palavras. Elas se dividem em figuras de pensamento (como antítese, paradoxo, ironia), figuras de sintaxe ou construção (como elipse, zeugma, pleonasmo) e figuras de palavra ou tropos (como metáfora, metonímia, sinédoque). A correta identificação desses recursos é crucial para a interpretação de textos literários e para a compreensão das sutilezas argumentativas em discursos persuasivos e poéticos.

Acerca da classificação e definição das figuras de linguagem, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas: 

(__)A sinédoque, como em "Ele não tinha teto para morar", é um tipo de metáfora que se baseia na substituição da parte pelo todo (teto por casa).
(__)A prosopopeia, ou personificação, ocorre quando se atribui uma característica ou ação humana a um objeto inanimado, como na frase "O pneu do carro furou na estrada".
(__)O paradoxo é a figura que aproxima termos de sentidos opostos, como na expressão "A sua fala foi um silêncio eloquente".
(__)A antítese ocorre na frase "O amor e o ódio caminham lado a lado", pois utiliza termos de sentidos opostos (amor/ódio) em uma estrutura paralela para criar contraste.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3893435 Português
A colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise) no português brasileiro contemporâneo, especialmente na modalidade culta escrita, é regida por um conjunto de regras que priorizam a eufonia e a clareza, mas que muitas vezes divergem do uso coloquial. Fatores de atração, como palavras negativas (não, nunca), advérbios (já, sempre) e pronomes relativos (que, quem), exercem forte influência, exigindo a próclise. A ênclise é a posição padrão em inícios de oração na norma culta, e a mesóclise, embora rara na fala, é obrigatória em futuros (do presente ou do pretérito) quando não há fator de atração.

Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a correta colocação pronominal segundo a norma culta:

I.Na oração "O documento que enviaram-me está incompleto", há um desvio da norma culta, pois o pronome relativo "que" é um fator de atração que exige a próclise ("que me enviaram").
II.A frase "Em se tratando de finanças, ele é um especialista" está gramaticalmente incorreta, pois o gerúndio precedido da preposição "em" não permite a próclise, exigindo a ênclise ("Em tratando-se").
III.A construção "Não lamentar-se-ia dos resultados" apresenta um erro de colocação, pois a palavra negativa "Não" atrai o pronome, e o verbo no futuro do pretérito exigiria a mesóclise na ausência do "Não". A forma correta, com o atrativo, é "Não se lamentaria".

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
17061: A
17062: D
17063: A
17064: C
17065: B
17066: D
17067: D
17068: B
17069: A
17070: D
17071: B
17072: D
17073: B
17074: B
17075: D
17076: C
17077: B
17078: D
17079: A
17080: D