Foram encontradas 229.209 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há concordância nominal de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
I.Seguem anexos os documentos solicitados na reunião.
II.As alunas mesmas elaboraram o relatório sem ajuda externa.
III.As portas e janelas permaneceram fechados durante a tempestade.
IV.É proibida a entrada de visitantes sem identificação prévia.
Em quais afirmativas o uso da concordância nominal está correto?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar
Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.
Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.
Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.
Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.
Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.
Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.
Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).
Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.
Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.
Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/desligar-uma-enzima-pode-evitar-a-obesidade-causada-por-excesso-alimentar/
Com base nas informações do texto, o que o autor pretende destacar ao longo dessa explicação?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar
Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.
Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.
Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.
Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.
Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.
Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.
Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).
Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.
Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.
Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/desligar-uma-enzima-pode-evitar-a-obesidade-causada-por-excesso-alimentar/
Considerando o enfoque do autor, o principal valor do estudo descrito está em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar
Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.
Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.
Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.
Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.
Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.
Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.
Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).
Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.
Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.
Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/desligar-uma-enzima-pode-evitar-a-obesidade-causada-por-excesso-alimentar/
De acordo com o texto, qual é o efeito negativo dessa ação quando ela se prolonga no tempo?
Fonte: SCHAFRANSKI, Márcia Derbli. A Educação e as Transformações da Sociedade. Publ. UEPG Ci. Hum., Ci. Soc. Apl., Ling., Letras e Artes, Ponta Grossa, 13 (2) 101-112, dez. 2005.
Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que destoa do texto:
I.O aluno está adaptado com as novas regras da instituição.
II.Estou plenamente convicto de que suas intenções são verdadeiras.
III.A jovem foi reinserida em um novo grupo social após a reabilitação.
IV.O palestrante demonstrou certeza que a pesquisa seria aprovada.
V.Os rapazes foram obedientes a seus pais durante toda a infância.
Em quais afirmativas o emprego da regência nominal está correto em todas as ocorrências?
Analise as sentenças a seguir e identifique, à luz da norma culta, em quais há emprego correto da colocação pronominal.
I.Não me esquecerei de avisá-lo sobre a reunião de amanhã.
II.Caso ele chegue cedo, dir-se-á satisfeito com o resultado obtido.
III.Lhes entregou-se os relatórios, como havia prometido na véspera.
IV.Tudo aquilo se resolverá quando houver mais boa vontade das partes.
V.Nos explicaram-se detalhadamente o funcionamento do novo sistema.
Em quais afirmativas o uso da colocação pronominal está correto em todas as ocorrências?
Analise o trecho a seguir:
"Depois de tantas batalhas, aquele professor era um verdadeiro guerreiro, incansável na defesa da educação pública."
Assinale a alternativa verdadeira:
Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de emoção ou sensação que a interjeição expressa.
Coluna 01 − Orações com interjeições (__)Puxa vida! Não imaginei que você se lembraria do meu aniversário.
(__)Cuidado! Há um degrau solto logo à frente.
(__)Ufa! Finalmente terminamos o relatório a tempo.
(__)Oxalá! Que o projeto seja aprovado pelo conselho.
(__)Psiu! Estamos em plena reunião, não faça barulho.
Coluna 02 − Tipos de interjeição I.Advertência.
II.Desejo.
III.Silêncio.
IV.Alívio.
V.Surpresa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia
A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.
Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.
As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.
Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.
Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.
Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.
O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-caminhos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-europeu-de-oncologia/
Com base nisso, o que esse conceito representa na prática médica contemporânea?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia
A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.
Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.
As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.
Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.
Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.
Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.
O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-caminhos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-europeu-de-oncologia/
Com base nisso, o que se pode concluir sobre a visão do autor em relação ao papel da pesquisa científica na medicina oncológica?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia
A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.
Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.
As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.
Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.
Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.
Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.
O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-caminhos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-europeu-de-oncologia/
Nesse sentido, qual é o principal diferencial científico dessas novas drogas em comparação aos tratamentos tradicionais?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Novos Caminhos no Tratamento de Tumores Desafiadores: Destaques do Congresso Europeu de Oncologia
A ciência segue avançando em busca de novas respostas contra o câncer, especialmente em tumores mais agressivos, que ainda desafiam os tratamentos tradicionais. Durante o Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2025), realizado em Berlim, pesquisadores de todo o mundo apresentaram resultados que trazem esperança para pacientes com câncer de pâncreas e tumores cerebrais, doenças conhecidas por seu comportamento difícil e ainda poucas opções terapêuticas eficazes.
Pesquisadores apresentaram em Berlim resultados animadores com novas drogas que bloqueiam uma mutação chamada KRAS, a mais comum nesse tipo de tumor e responsável por cerca de metade dos casos de câncer de pâncreas. Essa mutação está ligada ao crescimento mais rápido do câncer, à maior capacidade de invasão e à formação de metástases.
As novas medicações, conhecidas como drogas anti-KRAS, foram testadas em pacientes que já haviam passado por outros tratamentos e mostraram resultados promissores, com o controle da doença e redução do tamanho do tumor em boa parte dos casos.
Os resultados mostraram que aproximadamente metade das pacientes apresentou redução significativa do tumor, com boa tolerância ao tratamento. Embora o estudo ainda esteja em fase inicial, o achado representa um passo importante, já que aponta a possibilidade de uma terapia personalizada, direcionada ao perfil genético do tumor. É um avanço muito relevante em um campo onde as opções ainda são limitadas e cada novo passo pode significar mais tempo e qualidade de vida para os pacientes.
Outra área de destaque no congresso foi o estudo de cânceres cerebrais, os gliomas de alto grau ou glioblastomas. Esses tumores têm opções de tratamento, mas elas costumam trazer resultados modestos e o risco de recidiva é alto.
Uma das pesquisas mais comentadas trouxe uma nova estratégia com células CAR-T, tipo de imunoterapia celular já utilizada com sucesso em leucemias, linfomas e mielomas. Agora, essa técnica foi testada em tumores sólidos do cérebro.
O estudo, conduzido por um grupo de pesquisadores coreanos, incluiu 10 pacientes com glioblastoma recorrente, que receberam uma injeção de células CAR-T diretamente dentro do tumor. Os resultados foram animadores: 70% dos indivíduos tiveram controle da doença, e três apresentaram redução significativa do tumor, com resposta duradoura.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fernando-maluf-novos-caminhos-no-tratamento-de-tumores-desafiadores-destaques-do-congresso-europeu-de-oncologia/
Diante desse panorama, o tom geral da reportagem pode ser interpretado como:
I. “Isso significaria que, além da descrição subjetiva dos sintomas, [...]” (8º§)
II. “[...] o que permitiu aos cientistas encontrar padrões até então invisíveis.” (5º§)
III. “Essa ligação entre emoções e corpo é tão comum e fisiológica [...]” (1º§)
IV. “Mas, até agora, quase não havia estudos científicos investigando mais profundamente essa conexão.” (3º§)
Assinale a alternativa correta.
I. Empregou-se devido à regência do verbo “associar”.
II. Foi utilizado devido à exigência de locução adverbial.
III. Caso “ansiedade” seja substituída por “emoções”, o acento grave será mantido, ficando “às emoções”.
IV. Se o verbo “associar” for substituído por “vincular”, o acento grave será mantido.
Está correto o que se afirma apenas em