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Q3900655 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os paradoxos do progresso e o que significa ser humano


Até certo ponto, não é difícil prever o futuro: basta criar cenários a partir de elementos da nossa memória. Prever é imaginar, e os blocos de construção que usamos na imaginação são feitos de registros de que recordamos. Ou seja, só conseguimos elaborar mentalmente algo desconhecidos a partir do que conhecemos, rearranjando os blocos.


O que torna as previsões difíceis são as possibilidades de rearranjo. Quanto mais complexo for o fenômeno em questão, mais difícil acertar: os muitos elementos envolvidos elevam exponencialmente as possibilidades de interconexão, complicando a tarefa. Esse é o grande desafio de prever o futuro da sociedade com a multiplicação das inteligências artificiais. A sociedade atual é extremamente complexa, com interligações muito profundas, fazendo com que o acréscimo de um fator tão inovador, como as IAs, torne qualquer previsão no máximo um chute.


No entanto, é possível arriscar alguns palpites, já que existe um aspecto presente em todos os cenários possíveis e que nunca muda muito: a natureza humana. As tecnologias podem se transformar e nos surpreender, mas se alguém fosse capaz de imaginar como nossa essência se articula com elas, poderia criar cenários plausíveis para o que quer que o futuro nos reserve.


Pois foi exatamente isso que Kurt Vonnegut fez em seu livro de estreia, em 1952, Player Piano (lançado no Brasil pela editora Intrínseca como Piano Mecânico). No romance, a terceira guerra mundial foi vencida pelos Estados Unidos da América graças à revolução tecnológica do país, que passou então a investir todo seu esforço na automatização da vida. Com isso as pessoas foram perdendo suas funções, só sobrando trabalho real para os cidadãos cujo QI − que passou a ser publicamente registrado − lhes permitia ser engenheiros. Eles cuidavam das máquinas, que cuidavam de todo o resto. Para as outras pessoas pouco sobrou: alguma coisa de serviço doméstico (embora ele fosse cada vez mais tedioso e automático), a construção de obras desnecessárias - apenas para manter os desempregados ocupados -, ou o exército, que usava armas de brinquedo já que a paz estava garantida.


O cerne da distopia (e que parece cada vez mais plausível) está na maldição de termos nossos desejos realizados. Criando máquinas que possam fazer tudo o que queremos acabamos esvaziando a experiência humana; terceirizando não apenas as tarefas, mas as próprias decisões, reduzimo-nos inadvertidamente à insignificância − a vida humana deixa de ter significado.


Numa época em que não existiam computadores pessoais, em que os transistores mal haviam sido inventados, Vonnegut imaginou o que as IAs poderiam se tornar: "Uma terceira revolução, é? De certo modo, acho que ela vem acontecendo há algum tempo se você considerar máquinas pensantes. Acho que essa seria a Terceira Revolução: máquinas que desvalorizam o pensamento humano". Mas tornou-se realmente profeta ao relacionar sua previsão com a nossa natureza, identificando um paradoxo do progresso: o desejo por mais tecnologia para ter menos trabalho é tão forte como a necessidade de nos sentirmos agentes e relevantes. Dois fatores que parecem ser parte da nossa essência, ou seja, estavam presente então, seguem conosco e não parecem que irão algum dia nos deixar.


Por isso a solução para os dilemas do progresso não pode ser tentar frear o avanço tecnológico, mas não negligenciar nossa inescapável natureza. Pois como diz um personagem "Sem levar em conta os desejos dos humanos, quaisquer máquinas, técnicas ou formas de organização capazes de substituir humanos economicamente realmente os substituem. (...) [mas] por natureza, os humanos não parecem capazes de ser felizes se não estiverem envolvidos em empreendimentos que os façam se sentir úteis".



https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/daniel-barros/tecnologia/os-paradoxos-do-progresso-e-o-que-significa-ser-humano/

Ao citar o romance Player Piano, o autor utiliza uma narrativa ficcional para refletir sobre dilemas contemporâneos.
Nesse contexto, a obra de Vonnegut é apresentada como:
Alternativas
Q3900654 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os paradoxos do progresso e o que significa ser humano


Até certo ponto, não é difícil prever o futuro: basta criar cenários a partir de elementos da nossa memória. Prever é imaginar, e os blocos de construção que usamos na imaginação são feitos de registros de que recordamos. Ou seja, só conseguimos elaborar mentalmente algo desconhecidos a partir do que conhecemos, rearranjando os blocos.


O que torna as previsões difíceis são as possibilidades de rearranjo. Quanto mais complexo for o fenômeno em questão, mais difícil acertar: os muitos elementos envolvidos elevam exponencialmente as possibilidades de interconexão, complicando a tarefa. Esse é o grande desafio de prever o futuro da sociedade com a multiplicação das inteligências artificiais. A sociedade atual é extremamente complexa, com interligações muito profundas, fazendo com que o acréscimo de um fator tão inovador, como as IAs, torne qualquer previsão no máximo um chute.


No entanto, é possível arriscar alguns palpites, já que existe um aspecto presente em todos os cenários possíveis e que nunca muda muito: a natureza humana. As tecnologias podem se transformar e nos surpreender, mas se alguém fosse capaz de imaginar como nossa essência se articula com elas, poderia criar cenários plausíveis para o que quer que o futuro nos reserve.


Pois foi exatamente isso que Kurt Vonnegut fez em seu livro de estreia, em 1952, Player Piano (lançado no Brasil pela editora Intrínseca como Piano Mecânico). No romance, a terceira guerra mundial foi vencida pelos Estados Unidos da América graças à revolução tecnológica do país, que passou então a investir todo seu esforço na automatização da vida. Com isso as pessoas foram perdendo suas funções, só sobrando trabalho real para os cidadãos cujo QI − que passou a ser publicamente registrado − lhes permitia ser engenheiros. Eles cuidavam das máquinas, que cuidavam de todo o resto. Para as outras pessoas pouco sobrou: alguma coisa de serviço doméstico (embora ele fosse cada vez mais tedioso e automático), a construção de obras desnecessárias - apenas para manter os desempregados ocupados -, ou o exército, que usava armas de brinquedo já que a paz estava garantida.


O cerne da distopia (e que parece cada vez mais plausível) está na maldição de termos nossos desejos realizados. Criando máquinas que possam fazer tudo o que queremos acabamos esvaziando a experiência humana; terceirizando não apenas as tarefas, mas as próprias decisões, reduzimo-nos inadvertidamente à insignificância − a vida humana deixa de ter significado.


Numa época em que não existiam computadores pessoais, em que os transistores mal haviam sido inventados, Vonnegut imaginou o que as IAs poderiam se tornar: "Uma terceira revolução, é? De certo modo, acho que ela vem acontecendo há algum tempo se você considerar máquinas pensantes. Acho que essa seria a Terceira Revolução: máquinas que desvalorizam o pensamento humano". Mas tornou-se realmente profeta ao relacionar sua previsão com a nossa natureza, identificando um paradoxo do progresso: o desejo por mais tecnologia para ter menos trabalho é tão forte como a necessidade de nos sentirmos agentes e relevantes. Dois fatores que parecem ser parte da nossa essência, ou seja, estavam presente então, seguem conosco e não parecem que irão algum dia nos deixar.


Por isso a solução para os dilemas do progresso não pode ser tentar frear o avanço tecnológico, mas não negligenciar nossa inescapável natureza. Pois como diz um personagem "Sem levar em conta os desejos dos humanos, quaisquer máquinas, técnicas ou formas de organização capazes de substituir humanos economicamente realmente os substituem. (...) [mas] por natureza, os humanos não parecem capazes de ser felizes se não estiverem envolvidos em empreendimentos que os façam se sentir úteis".



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O último parágrafo traz uma citação de um personagem de Vonnegut, usada para reforçar a reflexão do autor sobre a condição humana.


Considerando essa passagem, qual é a mensagem central transmitida por ela?


Alternativas
Q3900653 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os paradoxos do progresso e o que significa ser humano


Até certo ponto, não é difícil prever o futuro: basta criar cenários a partir de elementos da nossa memória. Prever é imaginar, e os blocos de construção que usamos na imaginação são feitos de registros de que recordamos. Ou seja, só conseguimos elaborar mentalmente algo desconhecidos a partir do que conhecemos, rearranjando os blocos.


O que torna as previsões difíceis são as possibilidades de rearranjo. Quanto mais complexo for o fenômeno em questão, mais difícil acertar: os muitos elementos envolvidos elevam exponencialmente as possibilidades de interconexão, complicando a tarefa. Esse é o grande desafio de prever o futuro da sociedade com a multiplicação das inteligências artificiais. A sociedade atual é extremamente complexa, com interligações muito profundas, fazendo com que o acréscimo de um fator tão inovador, como as IAs, torne qualquer previsão no máximo um chute.


No entanto, é possível arriscar alguns palpites, já que existe um aspecto presente em todos os cenários possíveis e que nunca muda muito: a natureza humana. As tecnologias podem se transformar e nos surpreender, mas se alguém fosse capaz de imaginar como nossa essência se articula com elas, poderia criar cenários plausíveis para o que quer que o futuro nos reserve.


Pois foi exatamente isso que Kurt Vonnegut fez em seu livro de estreia, em 1952, Player Piano (lançado no Brasil pela editora Intrínseca como Piano Mecânico). No romance, a terceira guerra mundial foi vencida pelos Estados Unidos da América graças à revolução tecnológica do país, que passou então a investir todo seu esforço na automatização da vida. Com isso as pessoas foram perdendo suas funções, só sobrando trabalho real para os cidadãos cujo QI − que passou a ser publicamente registrado − lhes permitia ser engenheiros. Eles cuidavam das máquinas, que cuidavam de todo o resto. Para as outras pessoas pouco sobrou: alguma coisa de serviço doméstico (embora ele fosse cada vez mais tedioso e automático), a construção de obras desnecessárias - apenas para manter os desempregados ocupados -, ou o exército, que usava armas de brinquedo já que a paz estava garantida.


O cerne da distopia (e que parece cada vez mais plausível) está na maldição de termos nossos desejos realizados. Criando máquinas que possam fazer tudo o que queremos acabamos esvaziando a experiência humana; terceirizando não apenas as tarefas, mas as próprias decisões, reduzimo-nos inadvertidamente à insignificância − a vida humana deixa de ter significado.


Numa época em que não existiam computadores pessoais, em que os transistores mal haviam sido inventados, Vonnegut imaginou o que as IAs poderiam se tornar: "Uma terceira revolução, é? De certo modo, acho que ela vem acontecendo há algum tempo se você considerar máquinas pensantes. Acho que essa seria a Terceira Revolução: máquinas que desvalorizam o pensamento humano". Mas tornou-se realmente profeta ao relacionar sua previsão com a nossa natureza, identificando um paradoxo do progresso: o desejo por mais tecnologia para ter menos trabalho é tão forte como a necessidade de nos sentirmos agentes e relevantes. Dois fatores que parecem ser parte da nossa essência, ou seja, estavam presente então, seguem conosco e não parecem que irão algum dia nos deixar.


Por isso a solução para os dilemas do progresso não pode ser tentar frear o avanço tecnológico, mas não negligenciar nossa inescapável natureza. Pois como diz um personagem "Sem levar em conta os desejos dos humanos, quaisquer máquinas, técnicas ou formas de organização capazes de substituir humanos economicamente realmente os substituem. (...) [mas] por natureza, os humanos não parecem capazes de ser felizes se não estiverem envolvidos em empreendimentos que os façam se sentir úteis".



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No desenvolvimento argumentativo, o autor menciona o "paradoxo do progresso", relacionando-o à essência humana.
A partir dessa ideia, o que o texto sugere sobre o comportamento humano diante da tecnologia?
Alternativas
Q3900652 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os paradoxos do progresso e o que significa ser humano


Até certo ponto, não é difícil prever o futuro: basta criar cenários a partir de elementos da nossa memória. Prever é imaginar, e os blocos de construção que usamos na imaginação são feitos de registros de que recordamos. Ou seja, só conseguimos elaborar mentalmente algo desconhecidos a partir do que conhecemos, rearranjando os blocos.


O que torna as previsões difíceis são as possibilidades de rearranjo. Quanto mais complexo for o fenômeno em questão, mais difícil acertar: os muitos elementos envolvidos elevam exponencialmente as possibilidades de interconexão, complicando a tarefa. Esse é o grande desafio de prever o futuro da sociedade com a multiplicação das inteligências artificiais. A sociedade atual é extremamente complexa, com interligações muito profundas, fazendo com que o acréscimo de um fator tão inovador, como as IAs, torne qualquer previsão no máximo um chute.


No entanto, é possível arriscar alguns palpites, já que existe um aspecto presente em todos os cenários possíveis e que nunca muda muito: a natureza humana. As tecnologias podem se transformar e nos surpreender, mas se alguém fosse capaz de imaginar como nossa essência se articula com elas, poderia criar cenários plausíveis para o que quer que o futuro nos reserve.


Pois foi exatamente isso que Kurt Vonnegut fez em seu livro de estreia, em 1952, Player Piano (lançado no Brasil pela editora Intrínseca como Piano Mecânico). No romance, a terceira guerra mundial foi vencida pelos Estados Unidos da América graças à revolução tecnológica do país, que passou então a investir todo seu esforço na automatização da vida. Com isso as pessoas foram perdendo suas funções, só sobrando trabalho real para os cidadãos cujo QI − que passou a ser publicamente registrado − lhes permitia ser engenheiros. Eles cuidavam das máquinas, que cuidavam de todo o resto. Para as outras pessoas pouco sobrou: alguma coisa de serviço doméstico (embora ele fosse cada vez mais tedioso e automático), a construção de obras desnecessárias - apenas para manter os desempregados ocupados -, ou o exército, que usava armas de brinquedo já que a paz estava garantida.


O cerne da distopia (e que parece cada vez mais plausível) está na maldição de termos nossos desejos realizados. Criando máquinas que possam fazer tudo o que queremos acabamos esvaziando a experiência humana; terceirizando não apenas as tarefas, mas as próprias decisões, reduzimo-nos inadvertidamente à insignificância − a vida humana deixa de ter significado.


Numa época em que não existiam computadores pessoais, em que os transistores mal haviam sido inventados, Vonnegut imaginou o que as IAs poderiam se tornar: "Uma terceira revolução, é? De certo modo, acho que ela vem acontecendo há algum tempo se você considerar máquinas pensantes. Acho que essa seria a Terceira Revolução: máquinas que desvalorizam o pensamento humano". Mas tornou-se realmente profeta ao relacionar sua previsão com a nossa natureza, identificando um paradoxo do progresso: o desejo por mais tecnologia para ter menos trabalho é tão forte como a necessidade de nos sentirmos agentes e relevantes. Dois fatores que parecem ser parte da nossa essência, ou seja, estavam presente então, seguem conosco e não parecem que irão algum dia nos deixar.


Por isso a solução para os dilemas do progresso não pode ser tentar frear o avanço tecnológico, mas não negligenciar nossa inescapável natureza. Pois como diz um personagem "Sem levar em conta os desejos dos humanos, quaisquer máquinas, técnicas ou formas de organização capazes de substituir humanos economicamente realmente os substituem. (...) [mas] por natureza, os humanos não parecem capazes de ser felizes se não estiverem envolvidos em empreendimentos que os façam se sentir úteis".



https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/daniel-barros/tecnologia/os-paradoxos-do-progresso-e-o-que-significa-ser-humano/

O texto reflete sobre a dificuldade de prever o futuro, especialmente em um contexto social influenciado pelas inteligências artificiais.


Considerando essa discussão, o autor parece sugerir que o verdadeiro obstáculo das previsões tecnológicas está relacionado:


Alternativas
Q3899371 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O trecho destacado em “A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anosrepresenta uma oração designada corretamente na alternativa: 
Alternativas
Q3899370 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “lhes”, junto ao verbo “atribuir” é classificado, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3899369 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
De acordo com a análise sintática de termos integrantes da oração, o trecho “localizada no centro da Turquia”, vinculado ao termo anterior, é denominado como:
Alternativas
Q3899368 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Conforme o Acordo Ortográfico e as regras de acentuação gráfica e tônica, assinale a alternativa com a afirmação menos adequada sobre a classificação das palavras do texto:
Alternativas
Q3899367 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Assinale a alternativa com a informação correta a respeito das regras e uso dos sinais de pontuação presentes no texto:
Alternativas
Q3899366 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Aponte a alternativa com a informação correta sobre as duas ocorrências de crase presentes no texto, “à flora” e “à preservação”:
Alternativas
Q3899365 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O verbo “haver” apresenta-se conjugado em 2 formas no texto [há e havia]. Aponte a alternativa com a justificativa correta para a apresentação nessas formas:
Alternativas
Q3899364 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “se” junto ao verbo “manter” agrega qual voz ao trecho?
Alternativas
Q3899363 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Analise as assertivas a seguir sobre os valores semânticos das palavras e expressões utilizadas no texto:

(__)- “Resiliência” tem sua significância atrelada à “residência”;
(__)- “Capacidade” é antônimo de “condição”;
(__)- Em “depósitos de cinzas”, ao alterarmos para “depósitos cinzentos” teremos o mesmo valor semântico;
(__)- “Singulares” é sinônimo de “únicas”.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses acima:
Alternativas
Q3899362 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
Ao analisar a cadeia linguística aplicada no texto e sua composição estrutural, é possível identificar características composicionais específicas. Tendo isso em vista, analise as informações contidas nas assertivas abaixo:

I- A linguagem predominante é denotativa;
II- O texto foi escrito com a intenção de persuadir o leitor, contendo, assim, dados estatísticos confiáveis;
III- A referência espacial está explícita no texto;
IV- A expressão “chaminés de fada” é uma metáfora, referindo-se ao formato das estruturas geológicas da região.

Dos itens acima:
Alternativas
Q3899022 Linguística
Considerando os fundamentos epistemológicos que sustentam a avaliação no processo de alfabetização e letramento, assinale a alternativa que apresenta a proposição teoricamente consistente com a concepção discursiva e interacionista da linguagem, conforme delineada nas principais correntes da linguística aplicada à educação.
Alternativas
Q3899016 Português
Na sociedade da informação, é necessário resgatar o sentido da educação como um direito moral e uma necessidade social, e não apenas como um espaço de formação de competências exigidas pelos novos tempos. Essa sociedade do século XXI é caracterizada pelo conhecimento, exigindo que as pessoas sejam mais capacitadas e preparadas para o exercício profissional. Além disso, valoriza-se a subjetividade, a ação social e a vida cotidiana, o que requer novas crenças, epistemologias e parâmetros. A ênfase na subjetividade torna-se um novo paradigma, voltado à valorização do ser humano em sua totalidade, refletindo-se em novos valores e ideias.
Fonte: Kullok, 2000 apud SCHAFRANSKI, Márcia Derbli. A Educação e as Transformações da Sociedade. Publ. UEPG Ci. Hum., Ci. Soc. Apl., Ling., Letras e Artes, Ponta Grossa, 13 (2) 101-112, dez. 2005.
De acordo com o texto, assinale a alternativa que destoa do que está escrito.
Alternativas
Q3899001 Português
As conjunções coordenativas exercem papel essencial na construção lógica do período composto, estabelecendo entre as orações relações semânticas como adição, contraste, alternância, conclusão e explicação. O domínio dessas relações é fundamental para a interpretação e a coesão textual, já que a troca de uma conjunção por outra pode alterar completamente o sentido de uma frase.
Com base nas regras de uso e classificação das conjunções coordenativas, assinale a alternativa em que a conjunção destacada está corretamente classificada quanto ao seu tipo.
Alternativas
Q3899000 Português
A regência verbal é um dos temas mais delicados da norma-padrão, pois envolve o reconhecimento de quando um verbo exige complemento direto, indireto, ambos ou nenhum.
Com base nas regras de regência verbal, assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3898999 Português
Analise atentamente as orações abaixo e correlacione-as com o tipo de colocação pronominal que apresentam.
Coluna 01 (__)Nunca me esquecerei do que aprendi com meus mestres.
(__)Enviar-me-ão os documentos assim que o prazo se encerrar.
(__)Conduziu-se com elegância diante da plateia.
(__)Far-se-ia silêncio absoluto se ele apenas pedisse.
(__)Os alunos se queixaram do excesso de provas.

Coluna 02 I.Ênclise.
II.Mesóclise.
III.Próclise.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3898998 Português
A distinção entre o sentido denotativo e o sentido conotativo é fundamental para a compreensão de diferentes tipos de texto, especialmente quando se analisa o grau de objetividade ou subjetividade da linguagem.
Com base nessas considerações, analise as afirmativas abaixo:
I.Na frase "O sol dourava as montanhas ao amanhecer", o verbo "dourava" está empregado em sentido conotativo, pois atribui ao sol uma ação figurada de colorir poeticamente a paisagem.
II.Em "A porta do quarto estava fechada", a palavra "porta" mantém o sentido denotativo, correspondendo ao objeto físico que serve de entrada ou saída de um ambiente.
III.A expressão "A empresa atravessa uma tempestade financeira" utiliza o termo "tempestade" em sentido conotativo, representando dificuldades econômicas.
IV.Em "O rio corre lentamente pelo vale", o verbo "corre" está em sentido conotativo, pois indica movimento figurado e não literal.
V.Na frase "Meu coração bateu forte de alegria", o termo "coração" está em sentido denotativo, referindo-se apenas ao órgão físico que bombeia sangue.
Em quais afirmativas o uso das palavras está correto quanto ao reconhecimento dos sentidos denotativo e conotativo?
Alternativas
Respostas
16681: A
16682: B
16683: D
16684: B
16685: B
16686: C
16687: D
16688: A
16689: D
16690: C
16691: B
16692: D
16693: A
16694: D
16695: C
16696: C
16697: A
16698: B
16699: C
16700: B