Questões de Concurso
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A questão tem como base o seguinte texto:
Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)
A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.
Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.
Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.
A questão tem como base o seguinte texto:
Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)
A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.
Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.
Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.
A questão tem como base o seguinte texto:
Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)
A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.
Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.
Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.
A questão tem como base o seguinte texto:
Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)
A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.
Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.
Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.
A questão tem como base o seguinte texto:
Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)
A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.
Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.
Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.
Segundo a plataforma de checagem “Aos Fatos”, Jair Bolsonaro fez 1.383 declarações falsas e 1.221 declarações distorcidas sobre o coronavírus em seus quatro anos na Presidência. Um estudo que analisou 111 títulos de notícias de 2020, publicado na revista científica Journalism Practice, informa que “Em 60,36% dos casos, as falsidades ditas por Bolsonaro foram simplesmente reproduzidas nos títulos. Em 26,13% dos casos houve alguma contextualização, e apenas 13,51% das notícias tinha em seu título uma correção da fala do então presidente.”. Os autores do estudo dizem que “Escrever títulos apropriados é uma discussão ética fundamental em tempos de plataformização do jornalismo”, pois uma parcela do público acessa essas notícias em plataformas como redes sociais e aplicativos de mensagem, e uma parte nem abrirá os hiperlinks para ler a notícia completa. Isso é preocupante pois apenas fragmentos serão reunidos para formar a compreensão de um fato.
Dados encontrados em: https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/grandesmeios-brasileiros-tenderam-a-reproduzir-falsidades-ditas-por-bolsonaro-sobre-acovid-19-nos-titulos-das-noticias-concluiestudo/?fbclid=IwAR09XOwGg5PsV8gQSpR1Re0hYXNfqVtK3GIffpgP72OYZ0UQ15zMWs5vdE
Com base no exposto, pode-se afirmar corretamente que
Durante a limpeza do pátio, um grupo de estudantes passou fazendo brincadeiras com a funcionária Rosana. Mesmo assim, ela manteve a calma, continuou seu trabalho e respondeu com gentileza.
Essa atitude demonstra: