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Considerando a coesão e a coerência do texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O uso do conector 'Já' indica adição de ideias entre os métodos convencionais e os digitais, reforçando a continuidade do texto.
(__) O uso de 'como' em 'como as impressoras da série Monna Lisa' introduz um exemplo, mantendo a referência clara ao termo anterior.
(__) O trecho 'reduzindo — e, em alguns modelos, eliminando — processos intensivos em água' mantém a coerência ao retomar o conceito de processos de tingimento que demandam muita água.
(__) A repetição da palavra 'tecido' é desnecessária para o encadeamento das ideias, comprometendo a coesão textual, tornando o trecho redundante.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
O complemento nominal é um termo integrante da oração que acompanha e complementa o sentido de substantivos, adjetivos ou advérbios.
No enunciado acima, a expressão 'do trem' exerce essa função. Analise os termos destacados nas frases a seguir e identifique quais possuem essa mesma função.
I. Muitos alimentos fazem mal a mim.
II. Sempre necessito de você quando estou com problemas.
III. O projeto da nossa casa foi idealizado por mim.
IV. Iluminaram a praia os fogos de artifício.
Após a análise dos termos que exercem a função de complemento nominal, assinale a alternativa CORRETA.
A crase depende da regência do termo que vem antes e também da palavra que vem após, conforme regras específicas. No período acima, o sinal indicativo de crase foi empregado corretamente. Analise se o uso ou não da crase nas frases a seguir está conforme a norma-padrão.
I. Irei à Brasília na semana que vem para uma conferência sobre os recursos hídricos.
II. O garoto sempre obedecia a Joana, mas, de uns tempos para cá, não o faz mais.
III. Não me refiro àquela casa da esquerda, mas à da direita.
IV. Fiz referência a Vossa Excelência em meu relatório sobre o caso.
V. Entreguei o trabalho àquele professor exigente.
Após a análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as frases CORRETAS quanto ao emprego da crase.
Com base na sintaxe do período acima, julgue as afirmativas:
I. A oração 'que permite desfibrar roupas usadas....' é classificada como subordinada adjetiva, pois acrescenta informação sobre a tecnologia Dry Fiber.
II. O período 'Tecnologias de reciclagem têxtil têm ampliado a capacidade de reaproveitamento de resíduos e peças descartadas' é simples , composta por sujeito simples e predicado verbal.
III. A oração "como resposta estrutural aos desafios ambientais do setor" funciona como objeto direto da locução verbal 'vem ganhando'.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
I. O uso das tecnologias em coleções de moda de alto valor demonstra que sustentabilidade e inovação podem coexistir sem perda estética ou funcional.
II. Tecnologias de reaproveitamento de resíduos prolongam o ciclo de vida dos materiais, reduzindo descarte e uso de novas fibras.
III. A descentralização da produção elimina integralmente os impactos ambientais do setor têxtil, já que reduz o consumo de recursos naturais.
IV. Processos digitais simplificam a produção, diminuindo a necessidade de múltiplas etapas químicas e o consumo de matérias-primas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O uso do hífen em palavras formadas pelo prefixo 'pre', como em 'pré-tratamento', depende de algumas circunstâncias relacionadas à tonicidade. Com base nisso, analise a afirmativa sobre a grafia dessas palavras.
I. O vocábulo 'preestabelecer' está grafado sem hífen corretamente.
II. A forma 'pré-esclerose' está grafada com hífen corretamente.
III. Os vocábulos 'predizer' e 'predeterminado' estão grafados sem hífen corretamente.
IV. Os vocábulos 'pré-datado', 'pré-escolar' e 'pré-história' estão grafados corretamente com hífen.
Em relação às afirmações, assinale a alternativa que contenha apenas as opções CORRETAS.
Considerando a coesão e a coerência do texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O uso do conector 'Já' indica adição de ideias entre os métodos convencionais e os digitais, reforçando a continuidade do texto.
(__) O uso de 'como' em 'como as impressoras da série Monna Lisa' introduz um exemplo, mantendo a referência clara ao termo anterior.
(__) O trecho 'reduzindo — e, em alguns modelos, eliminando — processos intensivos em água' mantém a coerência ao retomar o conceito de processos de tingimento que demandam muita água.
(__) A repetição da palavra 'tecido' é desnecessária para o encadeamento das ideias, comprometendo a coesão textual, tornando o trecho redundante.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Com base nas classes de palavras dos vocábulos utilizados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O vocábulo 'voltadas' é um adjetivo usado para caracterizar o substantivo 'tecnologias'.
(__) O vocábulo 'sobre' é uma preposição que estabelece relação entre os substantivos 'pressão' e 'recursos hídricos', indicando a que ou a quem a ação se refere. Já o vocábulo 'mais', que geralmente funciona como advérbio, pode assumir o valor de conjunção aditiva, como na frase: 'Pegou os cadernos mais os livros e foi para a universidade'.
(__) O vocábulo 'que' é pronome relativo que retoma 'soluções' e introduz oração subordinada adjetiva.
(__) O vocábulo 'investindo' é um verbo no gerúndio com valor de adjetivo, indicando a ação praticada pelas empresas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como daqueles que estão fora do contexto apresentado, julgue as afirmativas:
I. O vocábulo 'hídricos' recebe acento gráfico por se classificar como proparoxítono, o que determina inequivocamente a tonicidade na antepenúltima sílaba, eliminando qualquer ambiguidade quanto à sua pronúncia.
II. O vocábulo 'proteína' segue a regra de acentuação dos vocábulos que formam hiato com 'i' e 'u' tônico. Mesma regra que se aplica aos vocábulos 'juízes' e 'zodíaco'.
III. Os vocábulos 'pressão' e 'adoção' têm a mesma classificação tônica do vocábulo 'digitais'.
IV. O vocábulo 'tem' é exemplo de palavra que recebe acento diferencial, quando empregado na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Os verbos 'convir' e 'provir' também apresentam acento diferencial nesse mesmo modo e tempo.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Entre eles, os advérbios nominais são aqueles formados a partir de adjetivos acrescidos do sufixo '-mente'.
Considerando o significado dos advérbios formados pelo sufixo '-mente', relacione os itens da 2ª coluna com os correspondentes da 1ª coluna.
1ª coluna
1. Salutarmente
2. Avidamente
3. Implacavelmente
4. Inelutavelmente
5. Impreterivelmente
2ª coluna
(__) De boa saúde
(__) Com muito desejo
(__) Sem perdão
(__) Inevitável
(__) Sem deixar para depois
Identifique a alternativa que apresenta a sequência numérica CORRETA.
Considerando os significados que as palavras assumem no contexto de uso, julgue as afirmativas a seguir, assinalando V para as verdadeiras e F para as falsas, tanto no contexto apresentado quanto fora dele.
(__) O vocábulo 'sede' exemplifica caso de homonímia perfeita, uma vez que apresenta identidade de forma gráfica e sonora, mas assume significados distintos. No trecho, designa o local onde se encontra instalada a administração principal de uma instituição; já na frase 'Estou com muita sede', denota a sensação de secura na boca.
(__) A substituição de 'adoro' por 'aprecio' mantém o valor afetivo positivo, embora com leve atenuação de intensidade.
(__) Na frase 'Ele tentou prender o quadro na parede, mas não conseguia cravar a tacha', o termo 'tacha' foi empregado corretamente de acordo com o seu significado.
(__) Na frase 'A pesquisa ainda está muito insipiente', observa-se o uso adequado do parônimo 'insipiente'.
Após a análise das afirmativas, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente a sequência CORRETA.
I. Guarda-marinha e ervilha de cheiro.
II. Marca-passo e benquerer.
III. Mal-estar e circum-navegação.
IV. Preestabelecido e paraquedas.
V. Cor-de-rosa e cor de açafrão.
Após a análise dos vocábulos grafados com ou sem hífen, assinale a alternativa que apresenta apenas palavras CORRETAS.
O uso da crase segue diversas regras de aplicação. Na expressão 'à noite', ocorre a crase por se tratar de uma locução adverbial feminina.
Com base nas regras de emprego da crase, analise a ocorrência ou a ausência da crase nas frases apresentadas a seguir:
I. Refiro-me àquele livro.
II. Fiz referência a Vossa Excelência.
III. Faremos uma excursão à Bahia e à Brasília.
IV. O bom filho volta à casa dos pais todos os dias.
V. Antes de sair, a mãe pediu ao filho: Obedeça a Maria.
Após analisar as frases quanto ao uso da crase, identifique a alternativa que apresenta as ocorrências CORRETAS.
I. O vocábulo 'país' recebe acento por apresentar vogal tônica que forma hiato com a vogal anterior, estando sozinho na sílaba e acompanhado de 's'.
II. O vocábulo 'média' recebe acento pela mesma regra de 'úteis', uma vez que palavras paroxítonas terminadas em ditongos crescentes devem ser acentuadas.
III. O vocábulo 'para' é uma palavra homônima que sofreu alteração em sua acentuação quando utilizado como forma verbal. Diferentemente, o verbo 'pôr' manteve o acento para distingui-lo da preposição 'por'.
IV. Perderam o acento agudo as vogais tônicas 'i' e 'u' em palavras paroxítonas quando precedidas de ditongo. Assim, as formas 'feiura', 'boiuno' e 'alauita', que anteriormente eram acentuadas, passaram a ser grafadas sem acento.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
I. O comportamento dele implicou em desprezo por parte dos demais.
II. Mariana namora com Marcos há mais de dois anos.
III. Fui na cidade de Espoo, na Finlândia, no inverno de 2025.
IV. Em que pese o engarrafamento, chegamos a tempo.
V. Socorremo-nos dos amigos nas dificuldades.
Após a análise, identifique a alternativa CORRETA que apresenta as frases com o uso adequado da preposição.
- As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores
“Inglês avançado” que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar candidatos ainda no início do processo.
O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há, ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática, porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao longo da seleção e influenciam a decisão final.
Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%, nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a “embelezar” a forma como apresentam suas experiências.
Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.
Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: “Há diversos recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira, não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação”, conclui.
(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-noscurriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
- As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores
“Inglês avançado” que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar candidatos ainda no início do processo.
O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há, ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática, porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao longo da seleção e influenciam a decisão final.
Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%, nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a “embelezar” a forma como apresentam suas experiências.
Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.
Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: “Há diversos recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira, não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação”, conclui.
(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-noscurriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a função ou o sentido dos termos destacados no trecho a seguir:
“A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros”.
- As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores
“Inglês avançado” que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar candidatos ainda no início do processo.
O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há, ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática, porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao longo da seleção e influenciam a decisão final.
Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%, nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a “embelezar” a forma como apresentam suas experiências.
Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.
Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: “Há diversos recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira, não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação”, conclui.
(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-noscurriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
- As mentiras mais comuns nos currículos – e como elas são descobertas por recrutadores
“Inglês avançado” que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. Essas são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores identificam com rapidez. Um levantamento da Robert Half, empresa global de recrutamento e consultoria em talentos humanos, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar candidatos ainda no início do processo.
O estudo também revela quais são as distorções mais comuns e por que elas são tão fáceis de identificar. Algumas delas são, por exemplo, habilidades técnicas exageradas. O candidato declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática. Há, ainda, cargos e projetos apresentados de forma ampliada. A proficiência em idiomas acima do nível real é um clássico; o nível informado não se confirma em uma conversa simples. A lógica por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática, porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao longo da seleção e influenciam a decisão final.
Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%, nunca houve omissão ou distorção de informações. Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade. A pesquisa indica que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. Entre os principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a avaliação. Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a “embelezar” a forma como apresentam suas experiências.
Outro ponto que ganhou força recente é o uso de Inteligência Artificial (IA) na preparação de currículos e entrevistas. A tecnologia pode ajudar na organização e na clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros – e os recrutadores já sabem identificá-los, como respostas mecânicas padronizadas, falta de profundidade ao detalhar experiências, uso de linguagem excessivamente formal, entre outros aspectos.
Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio: “Há diversos recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar, a IA deve ser parceira, não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação”, conclui.
(Disponível em: g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/03/25/as-5-mentiras-mais-comuns-noscurriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).