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Q3799594 Português
Observe o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo que preenche corretamente a lacuna:

Muitas vezes são as condições de trabalho ou o sentimento de incompetência – o medo da escola que já foi vivenciado como um __________ –, ou ainda o confronto entre lógicas educativas que levam os pais a não comparecerem à escola.
Alternativas
Q3799559 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta uma característica que é exigida em textos da redação técnica oficial.
Alternativas
Q3799558 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação às normas de concordância em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3799557 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada tem valor substantivo, dando nome a algum ser.
Alternativas
Q3799556 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação ao emprego do “a” ou “à”.
Alternativas
Q3799555 Português
Assinale a alternativa em cuja frase todas as palavras atendem às normas vigentes de ortografia em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3799554 Português
O que foi a conquista do espaço?


         Durante muitos séculos a curiosidade do homem acerca do espaço e tudo que se encontra em seu interior sempre foi muito grande. Ao observar o céu, especialmente à noite, é possível ver a olho nu alguns astros, estrelas, etc. Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.

        Com o desenvolvimento tecnológico e das ciências, alguns países destinaram vários anos de pesquisa e bilhões de dólares com a finalidade de conhecer partes do universo através de viagens espaciais. (...)

           O primeiro homem a entrar no espaço foi Yuri Gagarin, que pôde observar a Terra de forma externa e viu a olho nu a tonalidade azulada do nosso planeta. Essa viagem teve início no dia 12 de abril de 1961.

      Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade. No dia 20 de julho de 1969, a Apolo XI foi lançada rumo à Lua. Na nave espacial estavam a bordo os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin Jr. Dessa vez o homem não se contentou em apenas viajar para o espaço, foi mais longe, pousando na superfície lunar; os tripulantes tiveram a oportunidade de pisar no “solo” de outro corpo celeste, nosso satélite natural, a Lua. (...)

         O Brasil também criou um satélite, que foi enviado ao espaço em fevereiro de 1993, por meio do foguete espacial de origem norteamericana intitulado Pegasus. No dia 29 de março de 2006, aconteceu a primeira viagem espacial de um brasileiro, que ocorreu por meio da nave russa Soyuz TMA-8. O astronauta brasileiro Marcos Pontes é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira. A nave na qual o brasileiro estava a bordo partiu do Cazaquistão.  


FREITAS, Eduardo de. O que foi a conquista do espaço. Brasil Escola. Disponível em
<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/conquista-do-espaco2.htm>.

“Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade.”
A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação:
Alternativas
Q3799553 Português
O que foi a conquista do espaço?


         Durante muitos séculos a curiosidade do homem acerca do espaço e tudo que se encontra em seu interior sempre foi muito grande. Ao observar o céu, especialmente à noite, é possível ver a olho nu alguns astros, estrelas, etc. Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.

        Com o desenvolvimento tecnológico e das ciências, alguns países destinaram vários anos de pesquisa e bilhões de dólares com a finalidade de conhecer partes do universo através de viagens espaciais. (...)

           O primeiro homem a entrar no espaço foi Yuri Gagarin, que pôde observar a Terra de forma externa e viu a olho nu a tonalidade azulada do nosso planeta. Essa viagem teve início no dia 12 de abril de 1961.

      Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade. No dia 20 de julho de 1969, a Apolo XI foi lançada rumo à Lua. Na nave espacial estavam a bordo os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin Jr. Dessa vez o homem não se contentou em apenas viajar para o espaço, foi mais longe, pousando na superfície lunar; os tripulantes tiveram a oportunidade de pisar no “solo” de outro corpo celeste, nosso satélite natural, a Lua. (...)

         O Brasil também criou um satélite, que foi enviado ao espaço em fevereiro de 1993, por meio do foguete espacial de origem norteamericana intitulado Pegasus. No dia 29 de março de 2006, aconteceu a primeira viagem espacial de um brasileiro, que ocorreu por meio da nave russa Soyuz TMA-8. O astronauta brasileiro Marcos Pontes é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira. A nave na qual o brasileiro estava a bordo partiu do Cazaquistão.  


FREITAS, Eduardo de. O que foi a conquista do espaço. Brasil Escola. Disponível em
<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/conquista-do-espaco2.htm>.

“Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 

Alternativas
Q3799552 Português
O que foi a conquista do espaço?


         Durante muitos séculos a curiosidade do homem acerca do espaço e tudo que se encontra em seu interior sempre foi muito grande. Ao observar o céu, especialmente à noite, é possível ver a olho nu alguns astros, estrelas, etc. Isso motivou a humanidade a estudar e pesquisar os enigmas oriundos do universo.

        Com o desenvolvimento tecnológico e das ciências, alguns países destinaram vários anos de pesquisa e bilhões de dólares com a finalidade de conhecer partes do universo através de viagens espaciais. (...)

           O primeiro homem a entrar no espaço foi Yuri Gagarin, que pôde observar a Terra de forma externa e viu a olho nu a tonalidade azulada do nosso planeta. Essa viagem teve início no dia 12 de abril de 1961.

      Oito anos após o primeiro ser humano ter viajado ao espaço, aconteceu um dos principais episódios desenvolvidos pela humanidade. No dia 20 de julho de 1969, a Apolo XI foi lançada rumo à Lua. Na nave espacial estavam a bordo os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin Jr. Dessa vez o homem não se contentou em apenas viajar para o espaço, foi mais longe, pousando na superfície lunar; os tripulantes tiveram a oportunidade de pisar no “solo” de outro corpo celeste, nosso satélite natural, a Lua. (...)

         O Brasil também criou um satélite, que foi enviado ao espaço em fevereiro de 1993, por meio do foguete espacial de origem norteamericana intitulado Pegasus. No dia 29 de março de 2006, aconteceu a primeira viagem espacial de um brasileiro, que ocorreu por meio da nave russa Soyuz TMA-8. O astronauta brasileiro Marcos Pontes é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira. A nave na qual o brasileiro estava a bordo partiu do Cazaquistão.  


FREITAS, Eduardo de. O que foi a conquista do espaço. Brasil Escola. Disponível em
<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/conquista-do-espaco2.htm>.

De acordo com o texto “O que foi a conquista do espaço?”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799251 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I. Nem Carla nem Beatriz gosta de participar das competições.
II. Pedro ou Lucas serão o escolhido para a apresentação final.
III. Eu com meus amigos organizamos o torneio da escola.
IV. Você ou seu primo será o responsável pelo time.

Assinale a alternativa que corresponde às afirmativas CORRETAS:
Alternativas
Q3799250 Português

As regras de acentuação gráfica da língua portuguesa relacionam-se diretamente à posição da sílaba tônica e às terminações das palavras, abrangendo oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, além das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Analise atentamente as afirmativas a seguir, todas contendo mais de uma palavra acentuada, e identifique aquelas em que a acentuação está correta em todas as ocorrências, conforme as normas vigentes.



I. O herói atravessou o mausoléu após a cerimônia e recebeu os parabéns dos fieis.


II. O fórum discutiu o caráter do réu, mas o voo atrasado causou tensão no júri.


III. A lâmpada elétrica caiu sobre o sofá antigo e quebrou o espelho do comodo.


IV. Os ideais europeus influenciaram a assembleia, que analisou o enjôo coletivo.



Assinale a alternativa que indica em qual afirmativa a acentuação está CORRETA em todas as ocorrências: 

Alternativas
Q3799249 Português
Considerando as regras de acentuação da norma padrão da Língua Portuguesa, analise atentamente as afirmativas a seguir e identifique aquela em que há erro no emprego do acento gráfico.
Alternativas
Q3799248 Português
Considerando que a norma culta da língua portuguesa exige que o verbo esteja ajustado ao termo que funciona como sujeito, assinale a alternativa em que a concordância verbal está empregada de forma CORRETA.
Alternativas
Q3799247 Português
Analise a oração de referência a seguir e identifique o ponto em que ocorre erro de concordância:

Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora.

Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.
Alternativas
Q3799246 Português
A concordância nominal apresenta casos específicos que exigem atenção. Analise as afirmativas a seguir:

I. Ela comprou blusa e saia elegante.
II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite.
III. Ele gosta das disciplinas matemática e física.
IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:
Alternativas
Q3799245 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Ao apresentar a diversidade de materiais utilizados nas primeiras árvores artificiais, o texto evidencia um período de experimentação intensa, no qual ainda não havia um padrão consolidado para esse objeto decorativo.

O que essa variedade de materiais revela sobre o estágio inicial de desenvolvimento das árvores de Natal artificiais?
Alternativas
Q3799244 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Ao reconstruir a origem das árvores de Natal artificiais, o texto indica que sua criação não foi apenas resultado de inventividade técnica, mas também de um contexto histórico específico. Essa combinação de fatores ajuda a compreender por que esse objeto se consolidou culturalmente.

Qual circunstância histórica foi decisiva para o surgimento das primeiras árvores de Natal artificiais, conforme apresentado no texto?
Alternativas
Q3799243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Além das questões ambientais, o texto destaca preocupações relacionadas à segurança doméstica que impulsionaram inovações no design das árvores natalinas. Essas preocupações influenciaram tanto a opinião pública quanto o trabalho de inventores.

De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?
Alternativas
Q3799242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?


Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.

Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.

Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.

Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".

Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.

Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.

Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.

A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
A consolidação das árvores artificiais no mercado, conforme relatado no texto, não se deveu apenas à inovação tecnológica, mas também à leitura precisa do contexto histórico e cultural de consumo.

Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?
Alternativas
Q4050123 Português

A foto do príncipe William aos pés do Cristo Redentor que imita cena histórica de sua mãe, Diana


O príncipe de Gales repetiu os passos da mãe ao visitar o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. William posou no mesmo ponto em que Diana, princesa de Gales, foi fotografada há trinta e quatro anos. Ele está no terceiro dia de sua viagem de cinco dias ao Brasil, onde apresentará o Earthshot Prize, prêmio anual criado por sua instituição de caridade.

O evento, que reunirá celebridades, será realizado no Museu do Amanhã, no Rio, na noite desta quarta-feira. As apresentações incluirão Kylie Minogue e Shawn Mendes, e cinco projetos receberão o valor de sete milhões de reais cada um. Além disso, o príncipe fará um discurso na COP30, conferência anual da ONU sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em Belém, no Pará.

Em um dia de céu limpo, o futuro rei permaneceu sozinho por alguns instantes, contemplando o Rio de Janeiro do alto do Corcovado, em um momento de reflexão diante da imponente estátua do Cristo Redentor, uma das maiores esculturas Art Déco do mundo, com trinta metros de altura e vinte e oito metros de largura entre os braços abertos.

Diana havia posado no mesmo local em abril de 1991, durante visita de seis dias ao Brasil ao lado do então príncipe Charles. Durante os passeios de William pelo Rio, muitas pessoas relembraram a presença da princesa, falecida em agosto de 1997. Segundo um porta-voz, o príncipe ficou sensibilizado com o carinho dos brasileiros e com as lembranças que ainda cercam a memória de sua mãe.

William também reservou um momento de privacidade na capela localizada sob a estátua, enquanto a segurança reforçada restringia temporariamente o acesso público ao monumento. A visita permitiu que ele se reunisse com os quinze finalistas do prêmio Earthshot, antes da cerimônia de entrega.

Entre os finalistas deste ano estão a cidade de Guangzhou, na China, por sua rede de transporte público elétrico; a Lagos Fashion Week, na Nigéria, reconhecida pela transformação sustentável da indústria da moda; e Barbados, pela liderança ambiental. O prêmio concede anualmente prêmios em dinheiro em cinco categorias distintas a projetos que buscam restaurar o equilíbrio climático do planeta.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, participará da cerimônia ao lado de William, antes de ambos seguirem para Belém, onde líderes mundiais discutirão estratégias de contenção e adaptação às mudanças climáticas.

Durante os primeiros dias no Brasil, o príncipe participou de um jogo de futebol no Maracanã e praticou vôlei de praia em Copacabana. Na terça-feira, concentrou-se em temas ambientais — foco principal de sua visita —, criticando crimes ligados ao desmatamento da Amazônia durante a conferência United for Wildlife.

William também visitou a ilha de Paquetá, onde conversou com moradores, aprendeu sobre a preservação de manguezais e plantou mudas de árvores, encerrando mais um dia de uma viagem que une simbolismo, memória e compromisso com o futuro do planeta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwykry022p0o.adaptado 

William também visitou a ilha de Paquetá, onde conversou com moradores, aprendeu sobre a preservação de manguezais e plantou mudas de árvores.


Em relação à significação das palavras empregadas no trecho, é correto afirmar que:

Alternativas
Respostas
14841: B
14842: C
14843: E
14844: D
14845: A
14846: E
14847: B
14848: C
14849: A
14850: B
14851: B
14852: B
14853: D
14854: D
14855: B
14856: D
14857: A
14858: A
14859: D
14860: B