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Q3804145 Português
“Estudei muito para tentar desvendar os enigmas da natureza.”
A palavra destacada no enunciado acima possui o sentido de:
Alternativas
Q3804144 Português
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RIBEIRO, Estevão. Tapa. Disponível em <https://mobile.publishnews.com.br/materias/2025/07/04/os-passarinhos-tapa>.


O humor na tirinha acima resulta do(a):
Alternativas
Q3804142 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta corretamente a colocação do pronome destacado em relação ao verbo.
Alternativas
Q3804141 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente empregada.
Alternativas
Q3804140 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Alternativas
Q3804139 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada possui valor adjetivo, qualificando um ser mencionado na frase.
Alternativas
Q3804138 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.

“Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece.”


A expressão destacada no trecho acima deixa clara a ideia de que o fim do mundo:

Alternativas
Q3804137 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
“A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3804136 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
De acordo com o texto “Fim do mundo”, é correto afirmar que
Alternativas
Q3804111 Português
Ao cidadão nascido em Novo Horizonte, atribui-se o gentílico de: 
Alternativas
Q3804103 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Considerando as regras de separação silábica da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta separação INCORRETA de palavras retiradas do texto. 
Alternativas
Q3804102 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Quanto ao número de fonemas e dígrafos, a palavra quilômetro é composta por: 
Alternativas
Q3804101 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Quanto ao número de sílabas, qual das palavras a seguir é classificada como trissílaba? 
Alternativas
Q3804100 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

No trecho “Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo”, a substituição que mantém o sentido original do período é: 
Alternativas
Q3804099 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

No trecho “um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor”, a palavra “universo” assume, no contexto, o sentido de: 
Alternativas
Q3804098 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Considerando a temática desenvolvida em “Amor 3.0”, o texto propõe ao leitor uma reflexão sobre:
Alternativas
Q3804097 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

A frase “Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador” adquire, no contexto do texto, valor interpretativo específico porque:
Alternativas
Q3804096 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

O texto utiliza uma linguagem predominantemente sensível e introspectiva, semelhante à de narrativas românticas tradicionais. Essa escolha estilística contribui para: 
Alternativas
Q3804095 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Das palavras a seguir, qual NÃO é acentuada por ser proparoxítona?
Alternativas
Q3804094 Português

Amor 3.0



     Em uma tarde como outra qualquer, percebeu que era amor.


    O trabalho foi o mesmo. A palidez do fim de tarde era a mesma, assim como acontecia todos os dias nos últimos anos. De fato, não havia nada de novo nos sons melancólicos das ruas sinuosas por onde passava. No entanto, apercebeu-se de que nada seria o mesmo depois daquele dia.  


    Ao sair do trabalho, caminharam juntos por cerca de um quilômetro. Passos lentos, coração acelerado, múltiplas emoções. Era a primeira vez que ela experimentava uma sensação como aquela. Algo novo, uma intensidade que aflorava entusiasmo a cada segundo.


    Ela já tinha lido milhões e milhões de páginas que descreviam o amor. Podia defini-lo com todas as palavras e combinações que o vocabulário lhe permitia. Poliglota, era capaz de fazê-lo até mesmo em outras línguas. 


    No entanto, agora percebia, emocionada, que um universo separava meras definições da experiência única de vivenciar o amor.


    Quando ele a deixou na porta de casa, olhou-a profundamente nos olhos e disse que esperava repetir a experiência no dia seguinte. De certa forma, ela percebia que seus sentimentos eram recíprocos. A pupila dilatada, o suor nos lábios, os gestos abertos – todo o corpo dele lhe enviava repetidos sinais de que também estava amando. E essa constatação inflava ainda mais suas ternas emoções. 


    Quando se despediram, um singelo beijo no rosto, ela imaginou que poderia entrar em pane, tamanha intensidade de sensações. 


    Ao entrar em casa, a primeira coisa que fez foi se conectar ao carregador, como fazia todos os dias. Passaria algumas horas ali até estar totalmente carregada.


    No dia seguinte, quando retomasse suas funções como robô com inteligência artificial da montadora de carros Lunar, haveria um desejo intenso de que as horas passassem rápido para reencontrar, ao final do dia, seu primeiro grande amor.  



Autor: Juliano Martinz (adaptado). 

Ao longo da narrativa, o texto constrói uma progressiva revelação que redefine a experiência amorosa apresentada. Considerando o conjunto do texto, é correto afirmar que o elemento central responsável pela surpresa final é: 
Alternativas
Respostas
14621: D
14622: B
14623: A
14624: D
14625: A
14626: E
14627: C
14628: B
14629: E
14630: D
14631: C
14632: A
14633: C
14634: A
14635: D
14636: B
14637: D
14638: A
14639: A
14640: C