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Q3965326 Português
O acento indicativo de crase marca a fusão da preposição "a" com o artigo feminino ou com pronomes demonstrativos. Analise as afirmativas a seguir:
I.Ocorre crase na indicação de horas exatas, como em "A palestra começará às nove horas", salvo se a hora vier precedida de preposições como "para", "desde" ou "até".
II.É facultativo o emprego do acento da crase antes de nomes próprios de mulheres e antes de pronomes possessivos femininos com substantivo expresso.
III.O uso da crase é obrigatório antes de nomes de cidades, independentemente de aceitarem ou não o artigo feminino, visando garantir a fluidez rítmica do período.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3965325 Português
A produção textual manifesta-se por meio de diferentes linguagens e propósitos comunicativos, sendo a distinção entre o literário e o não-literário pautada pela função estética e pelo compromisso com a realidade objetiva. Diante das características do discurso poético e informativo, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3965249 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.



Texto 01


A lição da jabuticabeira


    Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.

    Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.

    Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.

    Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.

    Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.



Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026.

Na passagem “E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas.”, a omissão da palavra “tempo” no trecho “[...] o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas [...]” constitui um recurso de expressão denominado
Alternativas
Q3965179 Redação Oficial
Com relação aos atributos da redação oficial, assinale a alternativa correta, com base no disposto no Manual de Redação da Presidência da República. 
Alternativas
Q3965139 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Analise as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta o coletivo da palavra “manada”:
Alternativas
Q3965138 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Leia com atenção as frases abaixo e marque a única alternativa que apresenta a pontuação correta quanto ao emprego da vírgula:
Alternativas
Q3965137 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Observe as alternativas abaixo e marque aquela em que uma das palavras se pluralizou em desacordo com a norma padrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3965136 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa na qual todas elas são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3965135 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Observe a grafia das palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta todas elas grafadas corretamente:
Alternativas
Q3965134 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Analise as alternativas abaixo e marque aquela cujas palavras são todas polissílabas:
Alternativas
Q3965133 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Analise as alternativas abaixo e marque aquela cujas sílabas das palavras estão separadas corretamente:  
Alternativas
Q3965132 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Observe as alternativas abaixo e marque aquela na qual todas as palavras apresentam dígrafos consonantais:
Alternativas
Q3965131 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta encontro vocálico e encontro consonantal:
Alternativas
Q3965130 Português
A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

        A gente deve sair à rua como quem foge de casa,

        Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...

        Não importa que os compromissos, as obrigações estejam logo ali...

        Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
Considere o texto e analise as afirmações a seguir:
I. Ao empregar a expressão “a gente”, o eu lírico inclui-se no texto.
II. O emprego da expressão “a gente” faz com que o autor fique mais perto do leitor.
III. A expressão “a gente” foi empregada no sentido coloquial e corresponde a nós.
IV. O eu lírico aconselha a chegarmos aos lugares como se chegássemos de muito longe.
Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3964989 Português
Q10.png (365×273)

Disponível em: https://cursoenemgratuito.com.br/figuras-depalavras-gramatica-enem/. Acesso em 15 fev. 2026.

Observe a imagem acima. Em qual figura de linguagem ela está presente?
Alternativas
Q3964988 Português
Em qual das alternativas abaixo a palavra destacada é formada pelo mesmo processo de formação de "sutilmente"?
Alternativas
Q3964987 Português
No período: "O trânsito estava caótico, porque houve um acidente na ponte", a conjunção destacada estabelece uma relação de sentido de:
Alternativas
Q3964985 Português
Assinale a frase que está totalmente de acordo com a norma padrão da língua portuguesa quanto à concordância, regência e uso da crase.
Alternativas
Q3964984 Português
Considerando a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a colocação pronominal está CORRETA.
Alternativas
Q3964983 Redação Oficial
Sobre a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e sobre a redação oficial, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
14541: D
14542: D
14543: C
14544: A
14545: B
14546: A
14547: C
14548: D
14549: B
14550: A
14551: C
14552: B
14553: A
14554: D
14555: B
14556: B
14557: D
14558: C
14559: A
14560: C