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Q3827592 Português

Leia a crônica de Rubem Braga.


MAR


A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para ver o mar. No meio de nós havia apenas um menino que já o tinha visto. Ele nos contava que havia três espécies de mar: o mar mesmo, a maré, que é menor que o mar, e a marola, que é menor que a maré. Logo a gente fazia ideia de um lago enorme e duas lagoas. Mas o menino explicava que não. O mar entrava pela maré e a maré entrava pela marola. A marola vinha e voltava. A maré enchia e vazava. O mar às vezes tinha espuma e às vezes não tinha. Isso perturbava ainda mais a imagem. Três lagoas mexendo, esvaziando e enchendo, com uns rios no meio, às vezes uma porção de espumas, tudo isso muito salgado, azul, com ventos.



Fomos ver o mar. Era de manhã, fazia sol. De repente houve um grito: o mar! Era qualquer coisa de largo, de inesperado. Estava bem verde perto da terra, e mais longe estava azul. Nós todos gritamos, numa gritaria infernal, e saímos correndo para o lado do mar. As ondas batiam nas pedras e jogavam espuma que brilhava ao sol. Ondas grandes, cheias, que explodiam com barulho. Ficamos ali parados, com a respiração apressada, vendo o mar…



Depois o mar entrou na minha infância e tomou conta de uma adolescência toda, com seu cheiro bom, os seus ventos, suas chuvas, seus peixes, seu barulho, sua grande e espantosa beleza. Um menino de calças curtas, pernas queimadas pelo sol, cabelos cheios de sal, chapéu de palha. Um menino que pescava e que passava horas e horas dentro da canoa, longe da terra, atrás de uma bobagem qualquer – como aquela caravela de franjas azuis que boiava e afundava e que, afinal, queimou sua mão… Um rapaz de 14 ou 15 anos que nas noites de lua cheia, quando a maré baixa e descobre tudo e a praia é imensa, ia na praia sentar numa canoa, entrar numa roda, amar perdidamente, eternamente, alguém que passava pelo areal branco e dava boa noite… Que andava longas horas pela praia infinita para catar conchas e búzios crespos e conversava com os pescadores que consertavam as redes. Um menino que levava na canoa um pedaço de pão e um livro, e voltava sem estudar nada, com vontade de dizer uma porção de coisas que não sabia dizer – que ainda não sabe dizer.



Mar maior que a terra, mar do primeiro amor, mar dos pobres pescadores maratimbas, mar das cantigas do Catambá, mar das festas, mar terrível daquela morte que nos assustou, mar das tempestades de repente, mar do alto e mar da praia, mar de pedra e mar do mangue… A primeira vez que saí sozinho numa canoa parecia ter montado num cavalo bravo e bom, senti força e perigo, senti orgulho de embicar numa onda um segundo antes da arrebentação. A primeira vez que estive quase morrendo afogado, quando a água batia na minha cara e a corrente do “arrieiro” me puxava para fora, não gritei nem fiz gestos de socorro; lutei sozinho, cresci dentro de mim mesmo. Mar suave e oleoso, lambendo o batelão. Mar dos peixes estranhos, mar virando a canoa, mar das pescarias noturnas de camarão para isca. Mar diário e enorme, ocupando toda a vida, uma vida de bamboleio de canoa, de paciência, de força, de sacrifício sem finalidade, de perigo sem sentido, de lirismo, de energia; grande perigoso mar fabricando um homem…



Este homem esqueceu, grande mar, muita coisa que aprendeu contigo. Este homem tem andado por aí, ora aflito, ora chateado, dispersivo, fraco, sem paciência, mais corajoso que audacioso, incapaz de ficar parado e incapaz de fazer qualquer coisa, gastando-se como se gasta um cigarro. Este homem esqueceu muita coisa, mas há muita coisa que ele aprendeu contigo e que não esqueceu, que ficou, obscura e forte, dentro dele, no seu peito. Mar, este homem pode ser um mau filho, mas ele é teu filho, é um dos teus, e ainda pode comparecer diante de ti gritando, sem glória, mas sem remorso, como naquela manhã em que ficamos parados, respirando depressa, perante às grandes ondas que arrebentavam – um punhado de meninos vendo pela primeira vez o mar…



Vocabulário


  • caravela: espécie de água-viva
  • maratimbas: do interior do Espírito Santo
  • catambá: dança popular do Espírito Santo
  • embicar: atravessar com a embarcação
  • batelão: canoa, barcaça
  • arrieiro: correnteza marítima

Analise as afirmativas abaixo sobre o texto.


1. A crônica mostra a força do mar na vida de um homem.

2. O cronista mostra arrebatamento e resiliência diante do mar.

3. A descrição do mar no primeiro parágrafo encontra abrigo ao longo do texto.

4. A experiência inicial do cronista com o mar permanece forte ao longo de sua vida.

5. A crônica mostra a incapacidade das pessoas de se maravilharem com a grandeza do mar.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.


Alternativas
Q3827559 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em textos de divulgação científica, é comum que a linguagem priorize a apresentação objetiva de dados, conceitos e explicações, ainda que, em alguns momentos, recorra a termos expressivos para facilitar a aproximação com o leitor.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827558 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias "muito semelhantes à da Terra". Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3827557 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827555 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Com essa descoberta, já são várias as "quase-luas" conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis "luas-fantasma".
Os termos destacados constituem substantivos compostos e, considerando os processos envolvidos em sua concepção, são formados por: 
Alternativas
Q3827553 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, "viaja" em sintonia com a Terra há décadas.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q3827552 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
"A última observada tinha cerca de dez metros" e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,
Alternativas
Q3827519 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em textos de divulgação científica, é comum que a linguagem priorize a apresentação objetiva de dados, conceitos e explicações, ainda que, em alguns momentos, recorra a termos expressivos para facilitar a aproximação com o leitor.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3827517 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
"A última observada tinha cerca de dez metros" e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada, 
Alternativas
Q3827514 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, "viaja" em sintonia com a Terra há décadas. 
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q3827513 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Com essa descoberta, já são várias as "quase-luas" conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis "luas-fantasma".
Os termos destacados constituem substantivos compostos e, considerando os processos envolvidos em sua concepção, são formados por:
Alternativas
Q3827469 Português
A pontuação é essencial para tornar um texto claro e compreensível. Empregar corretamente os sinais de pontuação favorece a fluidez da leitura e ajuda na interpretação do conteúdo. A vírgula é um sinal de pontuação utilizado principalmente para indicar pausas curtas e para separar elementos dentro de uma frase, como orações ou itens de listas. Analise o emprego da vírgula nos enunciados a seguir:

I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.


Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3827468 Português
Para que um texto transmita sua mensagem de forma eficaz, ele precisa ser compreensível para o leitor. Além disso, deve apresentar harmonia, permitindo que a mensagem flua de maneira clara, natural e agradável.
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.

(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".

(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.


A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3827467 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie."
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3827466 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia."
O vocábulo 'hipertermia' está grafado corretamente sem hífen. Analise as palavras compostas, com ou sem hífen, nos enunciados a seguir, e identifique aquela cuja grafia está INCORRETA.
Alternativas
Q3827465 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro." A partir do trecho, analise as afirmativas:

I. O aumento da temperatura afeta diversas condições neurológicas.
II. As mudanças climáticas têm efeitos diretos sobre a saúde humana, especialmente o cérebro.
III. A pesquisa de Sisodiya é relevante e reconhecida.
IV. Sanjay Sisodiya é o único pesquisador que estuda os impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3827464 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis."
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas:
I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'.
II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra.
III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona.
IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3827463 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro."
Considerando as regras de colocação pronominal, identifique a alternativa que apresenta a substituição CORRETA do termo destacado por um pronome oblíquo. 
Alternativas
Q3827462 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças."
Considerando o texto-base, assinale a alternativa CORRETA que explica por que o calor intenso e as ondas de calor representam um risco adicional para pessoas com a Síndrome de Dravet.
Alternativas
Q3827431 Português
Tom Vanderbilt despertou para a importância do aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo, não se envolver em nenhum processo semelhante.
Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
13901: C
13902: D
13903: B
13904: D
13905: D
13906: D
13907: B
13908: C
13909: D
13910: D
13911: D
13912: A
13913: B
13914: A
13915: A
13916: D
13917: B
13918: C
13919: D
13920: C