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Q3894008 Português
Texto 1

Impacto da Inteligência Artificial no Pensamento Crítico


No mundo contemporâneo, a inteligência artificial (IA) está se tornando uma ferramenta indispensável em diversas áreas, desde a medicina até o marketing digital. No entanto, um estudo recente realizado pela Microsoft em parceria com a Universidade Carnegie Mellon levanta preocupações significativas sobre o impacto dessa tecnologia nas habilidades cognitivas humanas.

A pesquisa revela que a dependência de instrumentos de IA para a execução de tarefas rotineiras pode levar a uma diminuição do pensamento crítico, uma habilidade essencial para a resolução de problemas complexos. Os cientistas alertam que, embora a IA aumente a eficiência, ela também reduz o engajamento crítico dos usuários, especialmente em ambientes onde a supervisão se torna mais comum do que a execução direta de tarefas.

Dentro desse contexto, profissionais de marketing e tecnologia devem refletir sobre seu papel na integração de IA em seus processos, garantindo que o uso dessas tecnologias fortaleça, em vez de enfraquecer, as habilidades humanas no longo prazo.

Desafios do Uso de IA no Trabalho

O estudo mencionou que a utilização de IA permitiu a realização de tarefas mais eficientes, mas também destacou que uma confiança excessiva nessas tecnologias pode resultar em um pensamento analítico superficial. Situações comuns onde isso ocorreu incluem a criação de apresentações por professores usando o DALL-E e traders que utilizam o ChatGPT da OpenAI para gerar recomendações estratégicas.

A pesquisa envolveu 319 profissionais que relataram suas experiências ao usar IA. Muitos participantes mencionaram que sentiram uma redução na necessidade de exercício do pensamento crítico quando as respostas geradas pareciam confiáveis, mas se envolveram mais criticamente quando percebiam ainda alguma incerteza nas soluções propostas pela IA. 

Fatores Influenciadores do Pensamento Crítico

Uma série de fatores pode influenciar o quanto as pessoas exercem seu pensamento crítico. O estudo revelou que sob condições de pressão de tempo, a habilidade de pensar de forma crítica tende a diminuir. Por outro lado, cenários de alto risco podem aumentar essa capacidade, uma vez que um erro pode ter consequências sérias.

Essas observações são fundamentais para empresas que buscam integrar IA em suas operações. Criar ambientes que incentivem a análise crítica e reflexão pode ser essencial para maximizar os benefícios da IA sem sacrificar as capacidades cognitivas dos colaboradores.

[…]

Regulando a Dependência Cognitiva

Uma das principais recomendações da Microsoft para minimizar a “atrofia” cognitiva é garantir que as ferramentas de IA incentivem o aprendizado do usuário. Isso pode incluir metodologias que ajudam os usuários a desenvolverem suas habilidades analíticas, como verificar fatos e analisar argumentos complexos.

A IA deve ser vista como uma parceira, facilitando o desenvolvimento de competências críticas em vez de substituir a necessidade delas. Esta abordagem motivacional pode ser o diferencial para criar um ecossistema digital mais robusto e sustentável.

A Nova Era da Inteligência Coletiva

Conscientes das pressões tecnológicas, empresas e indivíduos precisam adotar uma postura crítica e consciente sobre como a IA é incorporada em nossa rotina profissional e pessoal. Aqueles que equilibram essa adaptação com o fortalecimento de suas habilidades cognitivas estarão, sem dúvida, mais bem preparados para moldar o futuro.


Rodrigo Neves

Presidente Nacional da AnaMid

CEO da VitaminaWeb


Fonte: https://www.anamid.com.br/impacto-dainteligencia-artificial-no-pensamento-critico
Considere o período:

“Uma série de fatores pode influenciar o quanto as pessoas exercem seu pensamento crítico.”

Assinale a alternativa correta quanto ao tipo de sujeito da oração principal.
Alternativas
Q3892903 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os alimentos que enganam seu cérebro e fazem você achar que não comeu tanto


Nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes, pão integral fatiado. Você já parou para pensar por que esses produtos, tão criticados por profissionais de saúde, estão cada vez mais presentes nas prateleiras?


Segundo o epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro, esses alimentos, conhecidos como ultraprocessados, são feitos a partir de ingredientes isolados — como gordura, açúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos desejáveis.


Eles não são apenas pouco saudáveis — são parte de uma indústria bilionária que incentiva o consumo excessivo e contribui para doenças como a obesidade.


"A dieta ultraprocessada tem uma alta densidade de energia. Ela tem pouca água, pouca fibra, e muita gordura e açúcar. Tudo isso junto faz ela ter uma densidade de energia, de calorias por volume, muito grande", explica Monteiro, líder do grupo de estudos que cunhou o termo alimentos ultraprocessados.


"Outro ponto é a hiperpalatabilidade. Esses ultraprocessados são artificialmente palatáveis. Eles são formulados para serem consumidos em excesso, porque a pessoa não consegue parar de comer graças à textura, ao aroma."


O epidemiologista destaca ainda que os ultraprocessados fazem com que as pessoas comam em pouco tempo uma grande quantidade de calorias. Isso faz com que o cérebro não tenha tempo para identificar que a pessoa já comeu o suficiente.


"Quando ele identifica o que foi comido, já passou a hora e você comeu demais."


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp37kg2exw4o. adaptado.

Segundo o epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro, esses alimentos são feitos a partir de ingredientes isolados como gordura, açúcar, amido e proteínas.

Em relação ao tipo de predicado presente na frase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3892902 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os alimentos que enganam seu cérebro e fazem você achar que não comeu tanto


Nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes, pão integral fatiado. Você já parou para pensar por que esses produtos, tão criticados por profissionais de saúde, estão cada vez mais presentes nas prateleiras?


Segundo o epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro, esses alimentos, conhecidos como ultraprocessados, são feitos a partir de ingredientes isolados — como gordura, açúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos desejáveis.


Eles não são apenas pouco saudáveis — são parte de uma indústria bilionária que incentiva o consumo excessivo e contribui para doenças como a obesidade.


"A dieta ultraprocessada tem uma alta densidade de energia. Ela tem pouca água, pouca fibra, e muita gordura e açúcar. Tudo isso junto faz ela ter uma densidade de energia, de calorias por volume, muito grande", explica Monteiro, líder do grupo de estudos que cunhou o termo alimentos ultraprocessados.


"Outro ponto é a hiperpalatabilidade. Esses ultraprocessados são artificialmente palatáveis. Eles são formulados para serem consumidos em excesso, porque a pessoa não consegue parar de comer graças à textura, ao aroma."


O epidemiologista destaca ainda que os ultraprocessados fazem com que as pessoas comam em pouco tempo uma grande quantidade de calorias. Isso faz com que o cérebro não tenha tempo para identificar que a pessoa já comeu o suficiente.


"Quando ele identifica o que foi comido, já passou a hora e você comeu demais."


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp37kg2exw4o. adaptado.

Os alimentos ultraprocessados são descritos como produtos de alta densidade energética, formulados para estimular o consumo excessivo, em razão de suas características sensoriais e de sua composição, o que interfere na percepção de saciedade e no funcionamento do cérebro.

Assinale a alternativa correta quanto às estratégias de leitura e à compreensão do texto.
Alternativas
Q3892901 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os alimentos que enganam seu cérebro e fazem você achar que não comeu tanto


Nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes, pão integral fatiado. Você já parou para pensar por que esses produtos, tão criticados por profissionais de saúde, estão cada vez mais presentes nas prateleiras?


Segundo o epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro, esses alimentos, conhecidos como ultraprocessados, são feitos a partir de ingredientes isolados — como gordura, açúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos desejáveis.


Eles não são apenas pouco saudáveis — são parte de uma indústria bilionária que incentiva o consumo excessivo e contribui para doenças como a obesidade.


"A dieta ultraprocessada tem uma alta densidade de energia. Ela tem pouca água, pouca fibra, e muita gordura e açúcar. Tudo isso junto faz ela ter uma densidade de energia, de calorias por volume, muito grande", explica Monteiro, líder do grupo de estudos que cunhou o termo alimentos ultraprocessados.


"Outro ponto é a hiperpalatabilidade. Esses ultraprocessados são artificialmente palatáveis. Eles são formulados para serem consumidos em excesso, porque a pessoa não consegue parar de comer graças à textura, ao aroma."


O epidemiologista destaca ainda que os ultraprocessados fazem com que as pessoas comam em pouco tempo uma grande quantidade de calorias. Isso faz com que o cérebro não tenha tempo para identificar que a pessoa já comeu o suficiente.


"Quando ele identifica o que foi comido, já passou a hora e você comeu demais."


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp37kg2exw4o. adaptado.

A dieta ultraprocessada "tem" uma alta densidade de energia.

Em relação à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3892778 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Universo está ficando sem novas estrelas?


Observações feitas nas últimas décadas indicam que o Universo pode ter ultrapassado seu período de maior atividade. Um dos sinais desse processo é a diminuição gradual na formação de novas estrelas, ainda que o número total de astros continue extremamente elevado, estimado em até um septilhão.


Segundo o consenso científico, o Universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos, e as primeiras estrelas surgiram logo após o Big Bang. Muitas delas, inclusive na Via Láctea, têm idade superior a 13 bilhões de anos, o que mostra que a formação estelar começou muito cedo na história cósmica.


As estrelas se originam em nebulosas, grandes nuvens de gás e poeira que, sob ação da gravidade, dão origem às protoestrelas. Quando o núcleo atinge altas temperaturas, inicia-se a fusão nuclear, que transforma hidrogênio em hélio, liberando energia e marcando a entrada da estrela na fase estável conhecida como sequência principal.


Cerca de 90% das estrelas do Universo pertencem a essa fase, incluindo o Sol. Elas variam bastante em massa e, ao longo do tempo, consomem seu combustível. Estrelas menores envelhecem lentamente, enquanto as mais massivas têm fins violentos, explodindo em supernovas.


Estudos indicam que o pico da formação estelar ocorreu há aproximadamente 10 bilhões de anos, no período chamado de Meio-dia Cósmico. Desde então, as galáxias vêm formando estrelas em um ritmo cada vez menor. Análises recentes de milhões de galáxias mostram uma queda gradual em suas temperaturas, o que reforça a redução da atividade de nascimento estelar.


Uma das teorias sobre o destino final do Universo é a morte térmica, ou Grande Congelamento, segundo a qual a expansão contínua levará à dispersão da energia, ao esgotamento do combustível estelar e ao fim da formação de novas estrelas. Apesar disso, estimativas apontam que o nascimento de estrelas continuará por dezenas de trilhões de anos, restando ainda um longo período para observar o céu estrelado.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn98n731qqwo.adaptado.

Muitas delas têm idade superior a 13 bilhões de anos, "o que mostra" que a formação estelar começou muito cedo na história cósmica.

Assinale a alternativa correta a respeito da oração destacada.
Alternativas
Q3892777 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Universo está ficando sem novas estrelas?


Observações feitas nas últimas décadas indicam que o Universo pode ter ultrapassado seu período de maior atividade. Um dos sinais desse processo é a diminuição gradual na formação de novas estrelas, ainda que o número total de astros continue extremamente elevado, estimado em até um septilhão.


Segundo o consenso científico, o Universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos, e as primeiras estrelas surgiram logo após o Big Bang. Muitas delas, inclusive na Via Láctea, têm idade superior a 13 bilhões de anos, o que mostra que a formação estelar começou muito cedo na história cósmica.


As estrelas se originam em nebulosas, grandes nuvens de gás e poeira que, sob ação da gravidade, dão origem às protoestrelas. Quando o núcleo atinge altas temperaturas, inicia-se a fusão nuclear, que transforma hidrogênio em hélio, liberando energia e marcando a entrada da estrela na fase estável conhecida como sequência principal.


Cerca de 90% das estrelas do Universo pertencem a essa fase, incluindo o Sol. Elas variam bastante em massa e, ao longo do tempo, consomem seu combustível. Estrelas menores envelhecem lentamente, enquanto as mais massivas têm fins violentos, explodindo em supernovas.


Estudos indicam que o pico da formação estelar ocorreu há aproximadamente 10 bilhões de anos, no período chamado de Meio-dia Cósmico. Desde então, as galáxias vêm formando estrelas em um ritmo cada vez menor. Análises recentes de milhões de galáxias mostram uma queda gradual em suas temperaturas, o que reforça a redução da atividade de nascimento estelar.


Uma das teorias sobre o destino final do Universo é a morte térmica, ou Grande Congelamento, segundo a qual a expansão contínua levará à dispersão da energia, ao esgotamento do combustível estelar e ao fim da formação de novas estrelas. Apesar disso, estimativas apontam que o nascimento de estrelas continuará por dezenas de trilhões de anos, restando ainda um longo período para observar o céu estrelado.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn98n731qqwo.adaptado.

O texto apresenta uma reflexão científica sobre a evolução do Universo, articulando dados temporais, explicações físicas e projeções futuras para explicar a diminuição gradual da formação de novas estrelas.

Assinale a alternativa correta quanto às estratégias de leitura e à compreensão textual.
Alternativas
Q3892776 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Universo está ficando sem novas estrelas?


Observações feitas nas últimas décadas indicam que o Universo pode ter ultrapassado seu período de maior atividade. Um dos sinais desse processo é a diminuição gradual na formação de novas estrelas, ainda que o número total de astros continue extremamente elevado, estimado em até um septilhão.


Segundo o consenso científico, o Universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos, e as primeiras estrelas surgiram logo após o Big Bang. Muitas delas, inclusive na Via Láctea, têm idade superior a 13 bilhões de anos, o que mostra que a formação estelar começou muito cedo na história cósmica.


As estrelas se originam em nebulosas, grandes nuvens de gás e poeira que, sob ação da gravidade, dão origem às protoestrelas. Quando o núcleo atinge altas temperaturas, inicia-se a fusão nuclear, que transforma hidrogênio em hélio, liberando energia e marcando a entrada da estrela na fase estável conhecida como sequência principal.


Cerca de 90% das estrelas do Universo pertencem a essa fase, incluindo o Sol. Elas variam bastante em massa e, ao longo do tempo, consomem seu combustível. Estrelas menores envelhecem lentamente, enquanto as mais massivas têm fins violentos, explodindo em supernovas.


Estudos indicam que o pico da formação estelar ocorreu há aproximadamente 10 bilhões de anos, no período chamado de Meio-dia Cósmico. Desde então, as galáxias vêm formando estrelas em um ritmo cada vez menor. Análises recentes de milhões de galáxias mostram uma queda gradual em suas temperaturas, o que reforça a redução da atividade de nascimento estelar.


Uma das teorias sobre o destino final do Universo é a morte térmica, ou Grande Congelamento, segundo a qual a expansão contínua levará à dispersão da energia, ao esgotamento do combustível estelar e ao fim da formação de novas estrelas. Apesar disso, estimativas apontam que o nascimento de estrelas continuará por dezenas de trilhões de anos, restando ainda um longo período para observar o céu estrelado.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn98n731qqwo.adaptado.

Uma das teorias sobre o destino final do Universo é a morte térmica, ou Grande Congelamento, segundo a qual a expansão contínua levará "à dispersão da energia".

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do acento indicativo de crase na frase.
Alternativas
Q3892124 Libras

Segundo Capovilla e Raphael (2001), a descrição a seguir corresponde a qual sinal em Libras?


    Mão esquerda horizontal aberta, palma para cima, dedos apontando para direita; mão direita em V invertido, palma para dentro, acima da palma esquerda e próximo a ela. Balançar a mão direita para os lados.

Alternativas
Q3892123 Libras

Segundo Capovilla e Raphael (2001), a descrição a seguir corresponde a qual sinal em Libras?


    Mão direita vertical aberta, palma para dentro, ponta dos dedos tocando a testa. Mover a mão em um arco para frente e para baixo e bater o dorso dos dedos sobre a palma esquerda.

Alternativas
Q3892122 Libras
Quadros e Karnopp (2004), ao apresentarem estudos sobre a fonologia da Libras, destacam que as mãos, que se movimentam no espaço em frente ao corpo e articulam sinais em determinadas locações nesse espaço, são definidas como articuladores 
Alternativas
Q3892121 Libras

Leia o excerto a seguir:


    As línguas de sinais utilizam as expressões faciais e corporais para estabelecer tipos de frases, como as entonações na língua portuguesa, por isso para perceber se uma frase em Libras está na forma afirmativa, exclamativa, interrogativa, negativa ou imperativa, precisa-se estar atento às expressões facial e corporal que são feitas simultaneamente com certos sinais ou com toda a frase. (Felipe, 2007)


De acordo com a autora, na forma afirmativa, a expressão facial

Alternativas
Q3892120 Libras
Na língua de sinais brasileira, segundo aponta Felipe (2007), é correto afirmar que, assim como os pronomes pessoais e demonstrativos, os pronomes possessivos
Alternativas
Q3892117 Libras

A direção de uma escola decide implantar o uso do “português sinalizado” em sala de aula, alegando que seria uma forma de aproximar os estudantes surdos da língua portuguesa. No entanto, um grupo de professores tem dúvidas sobre a proposta apresentada.


Com base em Bernardino (2000), a principal questão em relação ao uso do português sinalizado em vez da língua de sinais é que o português sinalizado

Alternativas
Q3892114 Libras
De acordo com Lima (2004), na caracterização das línguas de sinais, o primeiro aspecto a considerar é que essas línguas
Alternativas
Q3892113 Libras
De acordo com Quadros e Schmiedt (2006), crianças surdas que interagem com usuários da língua de sinais começam a adquirir essa língua naturalmente. Nesses casos, à medida que a criança se desenvolve, amplia sua proficiência linguística. Assim, por volta dos dois anos de idade, as crianças estarão produzindo sinais com o uso de
Alternativas
Q3892111 Libras
De acordo com Damázio (2007), o trabalho pedagógico com os alunos com surdez, na escola comum, deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngue, ou seja, em língua de sinais e língua portuguesa, e deve haver um período adicional de horas diárias de estudo para
Alternativas
Q3892091 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a concordância verbal e a colocação pronominal estão em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3892087 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Considere as passagens:



•  … na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade… (1º parágrafo)


•  A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. (1º parágrafo)


•  … para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência. (5º parágrafo)



Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q3892086 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Na passagem do 4º parágrafo “… não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz…”, as expressões destacadas estão empregadas em sentido
Alternativas
Q3892085 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

De acordo com o texto, “currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado” correspondem a
Alternativas
Respostas
13541: D
13542: B
13543: B
13544: D
13545: C
13546: D
13547: B
13548: B
13549: D
13550: E
13551: C
13552: B
13553: A
13554: C
13555: B
13556: E
13557: E
13558: D
13559: A
13560: B