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Durante um estudo sobre indisciplina escolar, componentes de um grupo leram o artigo “Indisciplina escolar: uma construção coletiva”, de Boarini (2013), e apontaram possíveis causas para esse fenômeno, porém apenas uma resposta reflete com precisão as ideias da autora sobre indisciplina escolar:
Pedro: “Isso ocorre porque o aluno é o responsável pelo seu interesse nos estudos.”
Léa: “Porque os pais não cobram ou não acompanham as atividades escolares em casa.”
Lucas: “Essa geração atual apresenta menor concentração devido ao uso das redes sociais.”
João: “Penso que esse desinteresse corresponde às novas formas de aprendizagem digitais.”
Bia: “Acredito que a escola pode estar desatualizada e sem significado para os jovens.”
Nesse cenário, quem compreendeu com precisão as ideias da autora foi:
“Em uma cultura de paz não há ausência de conflitos, mas sim a busca ativa de sua resolução de forma construtiva por meio da negociação, do diálogo e da democracia. Em vista disso, a força mais poderosa, capaz de resolver desafios de maneira edificante é a não violência. Ela é o oposto da passividade, da obediência e da resignação. Trata-se de um processo dinâmico, que leva à ação, à resistência e ao engajamento. É uma busca permanente.”
Fonte: DISKIN, Lia. Paz, como se faz? Semeando a cultura de paz nas escolas. 4. ed. São Paulo: Palas Athena; Brasília: UNESCO, 2021, p. 11.
A leitura do trecho acima permite compreender que a concepção da proposta de cultura de paz na escola é aquela que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Câmara analisa projeto que muda Lei Maria da Penha para afastar agressor de vítima no serviço público.
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que altera a Lei Maria da Penha para afastar agressores das vítimas quando ambos atuarem no serviço público. Uma das medidas vale para casos em que a vítima ou parente próximo e o agressor trabalhem no mesmo órgão, ou caso a mulher precise frequentar o local com frequência por razões profissionais.
O Projeto de Lei (PL) 3.396/2024, de autoria da deputada Camila Jara (PT-MS), prevê como principal mudança a determinação de que a administração pública deve afastar o agressor do convívio da vítima por meio de sua movimentação funcional, isto é, pela remoção, redistribuição, cessão ou requisição, enquanto durar a medida protetiva.
Caso essa movimentação não seja possível, seja por falta de vagas, órgãos disponíveis ou demanda de trabalho, a proposta determina que a vítima poderá escolher se ela ou o agressor vai exercer as atividades em regime de trabalho remoto.
https://extra.globo.com/economia/servidor-publico/noticia/2026/01/camara-analisa-pl-que-muda-lei-maria-da-penha-para-afastar-agressor-de-vitima-no-servico-publico.ghtml
"Uma das medidas vale para casos em que a vítima ou parente próximo e o agressor trabalhem no mesmo órgão, ou caso a mulher precise frequentar o local com frequência por razões profissionais." Com base na concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:
I.A forma verbal 'vale' está no singular para concordar adequadamente com o substantivo 'medidas'.
II.A forma verbal 'trabalhem' está concordando adequadamente com o substantivo 'agressor', que representa o sujeito simples da oração.
III.A forma verbal 'precise' concorda adequadamente com o sujeito 'mulher', enquanto o adjetivo 'profissionais' concorda com o substantivo 'razões'.
IV.A forma correta do verbo 'valer' é 'valem', uma vez que o substantivo 'medidas' com o qual o verbo concorda está no plural.
É correto o que se afirma em:
“Não compareceu à audiência, porque não fora regularmente intimado; eis por que o processo foi anulado.”
A relação semântica estabelecida no plano do discurso argumentativo pelos dois empregos de “porque/por que” é, respectivamente: