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Q3840592 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão. 


“Na manhã ensolarada, caminhei à beira-mar, observando as ondas que batiam na areia. Parecia um quadro vivo, tão bonito que só podia ser comparado a uma pintura impressionista. Sentei-me na areia e vi que os barcos se moviam calmamente, e nuvens se espalhavam pelo céu, formando desenhos que mudavam a cada instante. Enquanto isso, havia muitas gaivotas sobrevoando a costa, e algumas mergulhavam em busca de peixes.”

A tipologia textual é determinada de acordo com a intenção comunicativa do texto. Aponte a tipologia a que o texto acima pertence.
Alternativas
Q3840323 Redação Oficial
Ana Paula, secretária escolar, precisa elaborar um ofício a ser encaminhado ao prefeito municipal, convidando-o para participação na Feira de Ciências promovida pela instituição em que trabalha. Nesse caso, o pronome de tratamento utilizado no documento é 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Analista de Projetos | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal de Obras e Posturas | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Arquiteto | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Assistente Social | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Historiador - Fundação Cultural | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Nutricionista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo - Secretaria da Educação e Cultura | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Veterinário |
Q3840066 Português
Assinale a frase que está de acordo com a norma padrão.
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Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Analista de Projetos | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal de Obras e Posturas | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Arquiteto | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Assistente Social | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Historiador - Fundação Cultural | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Nutricionista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo - Secretaria da Educação e Cultura | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Veterinário |
Q3840065 Português
Assinale a alternativa correta quanto à regência verbal e nominal.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Analista de Projetos | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal de Obras e Posturas | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Arquiteto | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Assistente Social | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Historiador - Fundação Cultural | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Nutricionista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo - Secretaria da Educação e Cultura | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Veterinário |
Q3840064 Português
Assinale a frase correta quanto à acentuação gráfica.
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Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Analista de Projetos | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal de Obras e Posturas | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Arquiteto | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Assistente Social | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Historiador - Fundação Cultural | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Nutricionista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo - Secretaria da Educação e Cultura | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Veterinário |
Q3840063 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de pronomes.
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Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Analista de Projetos | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal de Obras e Posturas | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Arquiteto | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Assistente Social | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Historiador - Fundação Cultural | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Nutricionista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo - Secretaria da Educação e Cultura | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Veterinário |
Q3840062 Português
Texto 1


COP30 chega ao fim sem consenso sobre combustíveis fósseis, mas com avanços na adaptação climática.


Em discurso final, André Correa do Lago, presidente da COP30, tentou ser otimista, mas admitiu dificuldade em relação a objetivos não alcançados. “É meu dever reconhecer algumas discussões muito importantes que aconteceram aqui e que precisam continuar durante a presidência brasileira até a próxima COP, mesmo que não tenham sido incluídas nesse texto que acabamos de aprovar”, afirmou. 

“Nós sabíamos que alguns de vocês tinham ambições maiores para alguns dos temas. A sociedade civil vai demandar que a humanidade faça mais para lutar contra a mudança do clima. Eu quero reafirmar que vou tentar não desapontar vocês durante a minha presidência”, prometeu.

Lago relembrou que os mapas são necessários para que “a humanidade, de uma forma planejada e justa possa ultrapassar a dependência nos combustíveis fósseis no desmatamento e mobilizar recursos para esses propósitos”.

“Eu, como presidente da COP30, vou criar dois mapas: um como reverter o desmatamento e o outro transicionar fora dos combustíveis fósseis, de uma forma justa e igualitária”, continuou.

A ideia era tentar um consenso para que os países se comprometessem com a ideia de, um dia, abandonar o uso do petróleo, carvão e gás, seguindo uma previsão para a transição energética. A possibilidade dividiu países, com destaque à resistência de representantes árabes.


Acesso em: https://noticias.r7.com/cop30/cop30-chega-ao-fim-sem- -consenso-por-combustiveis-fosseis-mas-com-avanco-na-adaptacao-climatica-22112025/. Acesso em: 24 nov. de 2025. Fragmento adaptado. 
Assinale a alternativa cuja frase extraída do texto 1 contém algum erro de redação ou de estilo.
Alternativas
Q3840031 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

 

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

No texto, observa-se a ocorrência de aposto cuja função sintática consiste em explicar, especificar, resumir ou comentar um substantivo ou pronome. O fragmento que exemplifica o uso de aposto é 
Alternativas
Q3840030 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

 

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

Em “o que levou as autoridades a classificarem a situação como ‘anormal’ ”, as aspas no termo “anormal” foram utilizadas para

Alternativas
Q3840028 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

 

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

 

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

No fragmento “que teriam sido batizados”, o emprego do termo “batizados” indica que a autora  
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Q3840027 Português
Atualmente o debate sobre o fim da escala 6x1 ganha força com o movimento Vida Além do Trabalho (VAT). [...] O movimento organizou uma petição pública contra a escala 6x1, que pedia ao Congresso Nacional uma alternativa de trabalho mais digna. Nesse contexto, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 8/2025 foi apresentada pela deputada federal Érica Hilton na Câmara e propõe: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana”. Outra proposta, a PEC 221/2019, do deputado federal Reginaldo Lopes, coloca: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis semanais”.
Disponível em: https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2025/julho/fim-da-escala-6x1-e-reducao-dajornada-nao-podem-gerar-trabalho-intensificado. Acesso em: 20 out. 2025. 
Considerando que a coesão é resultado da disposição e da correta utilização das palavras que propiciam a ligação entre frases, períodos e parágrafos de um texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3840026 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Retina Negra

 

Sou preta fujona

Recuso diariamente o espelho

Que tenta me massacrar por dentro

Que tenta me iludir com mentiras brancas

Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz

 

Sou preta fujona

Preparada para enfrentar o sistema

Empino o black sem problema

Invado a cena

 

Sou preta fujona

Defendo um escurecimento necessário

Tiro qualquer racista do armário

Enfio o pé na porta e entro

 

SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.

Sobre o poema de Cristiane Sobral, analise as asserções.
I. O poema constrói imagens poéticas carregadas de crítica social e emoção, com elementos que traduzem os sentimentos de pessoas que enfrentam o racismo.
II. Um dos recursos expressivos marcantes do poema está no verso “Enfio o pé na porta e entro” que pode ser interpretado como a atitude do eu lírico ao exigir seu direito de ocupar espaços.
III. O efeito estilístico no poema é alcançado pelo uso de figuras de linguagem.
IV. A referência a black no verso tem a intenção de valorizar a língua inglesa.
Assinale a alternativa que apresenta somente asserções corretas. 
Alternativas
Q3840025 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Retina Negra

 

Sou preta fujona

Recuso diariamente o espelho

Que tenta me massacrar por dentro

Que tenta me iludir com mentiras brancas

Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz

 

Sou preta fujona

Preparada para enfrentar o sistema

Empino o black sem problema

Invado a cena

 

Sou preta fujona

Defendo um escurecimento necessário

Tiro qualquer racista do armário

Enfio o pé na porta e entro

 

SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.

No poema, o eu lírico descreve sua própria identidade como uma forma de justificar sua postura social. A construção estilística dessa ideia é realizada com base em recursos expressivos característicos da linguagem literária. O recurso que representa uma comparação implícita é 
Alternativas
Q3840024 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

 

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

Assinale a alternativa em que o termo destacado funcione como um conectivo entre uma oração principal e uma oração subordinada substantiva. 
Alternativas
Q3840023 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

 

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

O texto configura-se como um gênero que tem a função de  
Alternativas
Q3839978 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “Às vezes o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso”, a palavra “impacto” pode ser substituída, sem alteração relevante de sentido, por
Alternativas
Q3839977 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Considere o trecho final:
“sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina”.
Mantendo o sentido original e respeitando a colocação pronominal, a oração pode ser reescrita como
Alternativas
Q3839976 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
 Considerando a regência verbal, qual alternativa mantém a correção em relação ao uso das preposições? 
Alternativas
Q3839975 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Assinale a afirmativa em que a concordância verbal e nominal está de acordo com a norma padrão. 
Alternativas
Q3839974 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece”, o verbo “desconhecer” é resultado de qual processo de formação de palavras?
Alternativas
Respostas
12581: C
12582: D
12583: A
12584: E
12585: C
12586: B
12587: D
12588: C
12589: D
12590: A
12591: C
12592: A
12593: A
12594: C
12595: A
12596: C
12597: D
12598: B
12599: D
12600: E