Questões de Concurso

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Q3865179 Inglês
O trabalho com gêneros textuais no ensino de Língua Inglesa contribui para: 
Alternativas
Q3865178 Inglês
A conjunção although introduz, semanticamente, uma relação de:
Alternativas
Q3865177 Inglês
Assinale a alternativa em que a preposição está corretamente empregada.
Alternativas
Q3865176 Português
A coerência textual diferencia-se da coesão porque se relaciona, prioritariamente:
Alternativas
Q3865174 Inglês
No contexto das novas tecnologias de comunicação, o ensino de Inglês deve considerar que:
Alternativas
Q3865173 Português
O discurso direto livre caracteriza-se, principalmente, pela:
Alternativas
Q3865172 Inglês
No discurso relatado, a frase "She said, ‘I am tired’" assume corretamente a forma:
Alternativas
Q3865171 Inglês
Em "If I had known, I would have acted differently", identifica-se um período hipotético do tipo: 
Alternativas
Q3865170 Inglês
A construção interrogativa correta no passado simples é:
Alternativas
Q3865169 Inglês
Assinale a alternativa em que o tempo verbal está corretamente identificado.
Alternativas
Q3865168 Inglês
No trecho "The teacher’s explanation was clear", o apóstrofo indica o uso do:
Alternativas
Q3865167 Inglês
A expressão verbal “give up”, no contexto dos phrasal verbs, caracteriza-se por:
Alternativas
Q3865166 Inglês
Assinale a alternativa em que o verbo é classificado como defectivo.
Alternativas
Q3865165 Inglês
No enunciado "She must be at home now", o verbo modal must expressa, no contexto apresentado:
Alternativas
Q3865164 Inglês
Em um texto argumentativo em língua inglesa, a presença recorrente de conectores como however, therefore e moreover contribui diretamente para:
Alternativas
Q3865163 Inglês
O conceito de gênero textual, conforme abordado no ensino de Língua Inglesa, pressupõe a compreensão de que os textos:
Alternativas
Q3865162 Inglês
Considere o excerto abaixo:
"Learning a language means engaging with different worldviews and negotiating meanings across cultures."
A partir do texto, a estratégia de leitura mais adequada para explorar seu sentido global em sala de aula é:
Alternativas
Q3865119 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A substituição do trecho “mobilizar conhecimentos prévios” por “ativar saberes anteriormente construídos”:
Alternativas
Q3865118 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Considerando o que dispõe o Texto II, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3865117 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A expressão “deixa de ser um exercício mecânico” constrói sentido por meio de:
Alternativas
Respostas
11441: D
11442: A
11443: D
11444: C
11445: C
11446: B
11447: C
11448: D
11449: D
11450: C
11451: B
11452: B
11453: A
11454: A
11455: B
11456: D
11457: A
11458: C
11459: D
11460: A