Questões de Concurso
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I. A articulação entre os dados estatísticos e os apelos argumentativos tem como objetivo conferir credibilidade científica ao discurso, embora preserve um tom emocional e empático.
II. A campanha mencionada é apresentada no texto como resposta emergencial a uma crise de saúde mental, centrando-se nos efeitos imediatos e contingentes do sofrimento psíquico.
III. A oposição entre emoções naturais e transtornos mentais propõe uma distinção didática, que visa reduzir a patologização da experiência humana ordinária.
IV. A estrutura do texto é predominantemente narrativa, pois apresenta uma sucessão de eventos e exemplos de casos clínicos que ilustram os efeitos da ansiedade e da depressão.
Com base na leitura e interpretação do texto, está correto o que se afirma em:
1. If I ___ more time, I would help you.
2. She would travel if she ___ more money.
3. If they ___ harder, they would pass.
1. You ___ study more for the exam.
2. Students ___ respect the rules.
3. We ___ arrive early tomorrow.
Leia as afirmações a seguir, acerca dos pronomes pessoais e pronomes de tratamento e assinale a alternativa correta:
I. Pronomes pessoais são aqueles que substituem os substantivos, indicando diretamente as pessoas do discurso.
II. Os pronomes pessoais não variam de acordo com as funções que exercem na oração.
III. Exemplos de pronome de tratamento: “você” e “tu”.
IV. A frase “Você e teus parentes estão convidados!” está gramaticalmente correta.
Analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta, quanto às funções do “que”:
I. Quero que você alcance seus objetivos!
II. Mesmo que eu esteja cansada, eu vou.
III. Não sei ao certo que dia é hoje.
IV. A música que você cantou é muito bonita.
Leia atentamente o trecho do poema Ternura, de Vinicius de Moraes, escritor brasileiro, para responder à questão.
Ternura
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.
Leia atentamente o trecho do poema Ternura, de Vinicius de Moraes, escritor brasileiro, para responder à questão.
Ternura
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.
Leia atentamente o trecho do poema Ternura, de Vinicius de Moraes, escritor brasileiro, para responder à questão.
Ternura
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.