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Q3945194 Português

Texto 1


Ministério da Saúde afirma que não há casos do vírus no país. O Brasil não possui nenhum caso confirmado do vírus Nipah e não há registros de circulação do agente no país. A informação foi reforçada por autoridades de saúde após a disseminação de conteúdos nas redes sociais que sugerem, sem comprovação, a presença do vírus em território brasileiro. De acordo com o Ministério da Saúde, não existe qualquer notificação oficial, caso suspeito confirmado ou evidência científica que indique transmissão do Nipah no Brasil. A Organização Mundial de Saúde também afirmou que não há, até o momento, sinais de disseminação internacional do vírus que representem risco direto para a população brasileira.

Fonte: Pinheito, T. Vírus Nipah não chegou ao Brasil: ministério esclarece fake News. Correios Brasiliense, 2026

A partir do texto 1, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.



I- Se houver um “caso suspeito confirmado”, ele será considerado como um dado que indica a transmissão do Nipah no Brasil.


PORQUE


II- No contexto científico, o dado é uma informação isolada do contexto de uma pergunta, sendo necessária a sua interpretação para apoiar uma hipótese.



A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q3945042 Português
Violência Contra a Mulher


Se o Brasil não se comprometer um pouco mais em oferecer segurança às mulheres, as mortes vão continuar chamando atenção de maneira severa. Eu creio que, o Estado já percebeu que " homens violentos não respeitam leis". A atenção ao aumento de pena, as leis de modo geral, é uma atenção negativa! Comportamentos inadequados, promovidos pela impulsividade não é " desculpas " para matar. Mulheres morrem mais do que se estivessem em guerra! A violência não pode ser compensatória para quem a prática. É necessário valorizar o que as mulheres dizem; melhor dizendo: sofrem. Pois, não priorizar esse fato, é conviver com as consequências.


FREIRE, Marii. Violência contra a mulher. Pensamentos.me, Santarém, PA, 13 fev. 2026. Disponível em: https://pensamentos.me/2026/02/13/violencia-contra-a-mulher-141/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
No trecho "Pois, não priorizar esse fato é conviver com as consequências", a palavra "Pois" indica ideia de: 
Alternativas
Q3944992 Português
Considerando o emprego dos porquês, assinalar a alternativa cujos elementos preenchem as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

__________ Maria chegou tarde, Paulo saiu atrasado. Essa situação _________ ele passou foi constrangedora para o seu caráter, já que nunca chegara atrasado em lugar nenhum. Paulo nunca soube os ________ do atraso de Maria. Para ele, entender o ________ é difícil.
Alternativas
Q3944991 Português
Tendo em vista o emprego de certas palavras e expressões, assinalar a alternativa cujos elementos preenchem as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

I. 1% da turma ________ que prestar atenção!
II. _______ ser elogiado, foi vaiado exaustivamente.
III. Sempre soube que eles escondiam assuntos _______.
IV. E aí, garota! Está _______ de mim? 
Alternativas
Q3944990 Português
Considerando o emprego do particípio verbal, assinalar a alternativa cujos elementos preenchem as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

As escolas tinham _________ as aulas no início da pandemia, pois tinha _________ o novo coronavírus que tem ___________ inúmeros problemas a todos, mas que será ___________ brevemente. 
Alternativas
Q3944989 Português
A respeito da colocação dos pronomes oblíquos átonos, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3944988 Português
A respeito da regência verbal, analisar os itens.

I. O rapaz desobedece o seu pai sempre.
II. Aspiramos a um mundo cada vez mais justo.
III. Paulo nunca esquece as coisas de que gosta.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3944987 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
Um texto informativo pode, por vezes, fazer uso da linguagem figurada para tornar conceitos complexos mais acessíveis ou para dar ênfase em certa palavra. Nesse sentido, assinalar a alternativa que apresenta um trecho com expressão em sentido conotativo. 
Alternativas
Q3944986 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
“Em 18 de junho de 1965, (1) foi promulgada a lei n° 4.680, (2) que regulamentou a profissão, (3) em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, (4) com especialização em publicidade e duração de quatro anos.” (2º parágrafo). Sobre o emprego da vírgula nas situações enumeradas no excerto acima, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3944985 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
“O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto.” (1º parágrafo). Os pronomes sublinhados retomam, respectivamente, os termos: 
Alternativas
Q3944984 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
“O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário.” (1º parágrafo). A palavra sublinhada, nesse contexto, NÃO tem como sinônimo:
Alternativas
Q3944983 Português
01/02 - Dia do Publicitário

    O profissional da área da comunicação responsável pelo planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias e de propaganda chama-se publicitário. O objetivo de uma campanha publicitária é obter lucro para o anunciante, para aumentar as vendas do produto anunciado. É preciso, pois, criar uma imagem do produto e divulgá-la, de modo a despertar o interesse do consumidor, ou seja, fazê-lo desejar o produto. O publicitário conhece as técnicas necessárias para que esse processo tenha êxito e supere a concorrência de outros produtos.
      Até 1965, a profissão de publicitário era exercida pelos jornalistas, os quais, por terem conhecimento e prática na divulgação de mensagens dirigidas às massas, eram os mais requisitados pelos anunciantes para trabalharem a imagem de seus produtos. Em 18 de junho de 1965, foi promulgada a lei n° 4.680, que regulamentou a profissão, em razão de terem surgido cursos superiores na área da Comunicação Social, com especialização em publicidade e duração de quatro anos. Dessa forma, hoje, o publicitário possui ampla formação na área de ciências humanas — psicologia, sociologia e antropologia — e em matérias específicas como redação publicitária, linguagem publicitária e criação que complementam os conhecimentos necessários para lidar com o público-alvo de seus futuros clientes.
  Para fiscalizar o exercício da profissão, foi criado em 1980 o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), organização não governamental que [1] zela pela ética no meio publicitário, impedindo "que [2] a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas". Qualquer consumidor que [3] se sinta lesado por alguma publicidade pode contatar o CONAR, que [4], mediante um Conselho formado pelos conselheiros da organização, irá analisar a denúncia e ordenar, caso seja pertinente, a retirada do anúncio ou a modificação de seu conteúdo, "com total e plena garantia de direito de defesa aos responsáveis pelo anúncio".
     O campo de atuação do publicitário são as agências de publicidade e propaganda ou as empresas. Nas agências, ele pode se especializar em diversas áreas: na área do atendimento, faz contato com o cliente e leva as instruções deste para a agência executar o trabalho. Na área da criação, desenvolve o anúncio propriamente dito. Pode também optar pela redação publicitária ou pela direção de arte, ou por outras áreas, como a do planejamento, em que avalia pesquisas de mercado e determina a melhor forma de comunicação para o cliente. Na área de mídia, ele determina em quais meios (TV, rádio, cinema, impressos ou internet) e em que periodicidade o anúncio deve ser veiculado.

Fonte: Livro “Datas Comemorativas cívicas e históricas”, Paulinas Editora. - Adaptado.
Com relação à formação do profissional de publicidade, segundo o texto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3944857 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


Content extracted and adapted from:

DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
Considering the cognate words present in Text 2, select the only option that correctly lists five words in English that are very similar in spelling and meaning to their Brazilian Portuguese counterparts:
Alternativas
Q3944856 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


Content extracted and adapted from:

DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
Regarding the word “non-native”, extracted from Text 2, it is CORRECT to affirm that:
Alternativas
Q3944855 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


Content extracted and adapted from:

DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
Considering the plural forms of some English words, choose the alternative in which all the words ending in ‘- s’ follow the same spelling rule:
Alternativas
Q3944854 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


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DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
Considering some discourse markers present in Text 2, it is completely INCORRECT to affirm that:
Alternativas
Q3944853 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


Content extracted and adapted from:

DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
The mention of “English as a lingua franca”, in Text 2, suggests that English:
Alternativas
Q3944852 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


Content extracted and adapted from:

DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
Professionalism in English Language Teaching requires some competencies. Based on Text 2, analyze the following statements and choose the CORRECT alternative whose proposition(s) is/are true.
I. Dealing with IA technologies.
II. Disciplinary content knowledge.
III. Pedagogical knowledge.
IV. Research publication.
V. Translation skills.
Alternativas
Q3944851 Inglês
Teacher Qualifications, Professionalism, Competencies, and Benchmarks


To achieve professionalism, English language teachers (both native English-speaking teachers [NESTs] and nonnative English-speaking teachers [NNESTs]) need to gain competence in disciplinary content knowledge about the nature of language, language learning, and language teaching, as well as pedagogical content knowledge regarding teaching strategies that they can use to make their teaching contextually appropriate and effective. Teachers also need to achieve the ability to use English effectively for different purposes, and acquire knowledge about English that gives them the skills to analyze and explain the language. In addition, teachers need to engage in reflective activities and classroom-based research as part of developing teacher qualifications, in order to be able to make a connection between these bodies of knowledge and their practice and continue their professional development. Benchmarks developed to measure teachers' English language proficiency need to reflect local needs and constraints as well as respond to the role of English as a lingua franca.


Content extracted and adapted from:

DOĞANÇAY-AKTUNA, Seran; HARDMAN, Joel. Teacher qualifications, professionalism, competencies, and benchmarks: Nonnative English-speaking teachers (NNESTs). 2018. DOI: https://doi.org/10.1002/9781118784235.eelt0034
Based on Text 2, select the only alternative that correctly reflects its main focus:
Alternativas
Q3944850 Inglês

TEXT 1


The Decolonial Option in English Teaching: Can the Subaltern Act?


In this reflective article that straddles the personal and the professional, the author shares his critical thoughts on the impact of the steady stream of discourse on the native speaker/nonnative speaker (NS/NNS) inequity in the field of TESOL. His contention is that more than a quarter century of the discoursal output has not in any significant way altered the ground reality of NNS subordination. Therefore, he further contends, it is legitimate to ask what the discourse has achieved, where it has fallen short, why it has fallen short, and what needs to be done. Drawing insights from the works of Gramsci (1971) on hegemony and subalternity, and Mignolo (2010) on decoloniality, the author characterizes the NNS community as a subaltern community and argues that, if it wishes to effectively disrupt the hegemonic power structure, the only option open to it is a decolonial option which demands resultoriented action, not just “intellectual elaboration.” Accordingly, he presents the contours of a five-point plan of action for the consideration of the subaltern community. He claims that only a collective, concerted, and coordinated set of actions carries the potential to shake the foundation of the hegemonic power structure and move the subaltern community forward.


Excerpt extracted and adapted from: KUMARAVADIVELU, Bala. The decolonial option in English teaching: Can the subaltern act? TESOL Quarterly, [S.l.], v. 50, n. 1, p. 66–85, 2016. DOI: 10.1002/tesq.202. Available in: https://doi.org/10.1002/tesq.202. 

Analyze the following sentences and select the only one that is correctly expressed in the passive voice: 
Alternativas
Respostas
10761: B
10762: B
10763: D
10764: D
10765: C
10766: A
10767: D
10768: A
10769: C
10770: B
10771: D
10772: B
10773: B
10774: D
10775: A
10776: B
10777: B
10778: C
10779: C
10780: B