Questões de Concurso
Foram encontradas 229.208 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
1. "O microondas da minha avó quebrou depois de vinte anos de uso." 2. "O anti-inflamatório prescrito pelo médico deve ser tomado a cada oito horas." 3. "A autoescola onde fiz minhas aulas práticas fica no centro da cidade." 4. "O contrarregra da peça teatral esqueceu de ligar os microfones."
Sobre a grafia das palavras destacadas, conforme as regras do atual Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo:
I. Em "microondas", o emprego sem hífen está correto, pois se aplica a seguinte regra: quando o prefixo termina com a mesma vogal que inicia o segundo elemento, o hífen deve ser retirado.
II. Em "anti-inflamatório", o hífen foi corretamente empregado, uma vez que o prefixo "anti-" termina em vogal "i" e o segundo elemento "inflamatório" inicia com a mesma vogal "i", exigindo hífen.
III. Em "autoescola", a ausência de hífen está correta, pois o prefixo "auto-" termina em vogal e o segundo elemento "escola" inicia com vogal diferente, caso em que não se emprega hífen.
IV. Em "contrarregra", a grafia apresentada está correta, pois quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento inicia com "r", dobra-se o "r" e suprime-se o hífen.
Estão CORRETAS apenas as assertivas:
FRAGMENTO I
"A PEC do fim da escala 6x1, que está na CCJ, aguarda ter o relator designado. O presidente da comissão, Leur Lomanto Júnior (União-BA), adiantou que conduzirá a análise ouvindo a classe empresarial, sindicatos, trabalhadores e 'quem emprega'." Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/com-ofim-do-carnaval-governo-retoma-ofensiva-pelo-fim-daescala-6x1/. Acesso: 19 de fev. 2026.
FRAGMENTO II
"O debate em torno da extinção da jornada 6x1 é bemvindo, mobilizado pela opinião pública, mas a pressa em conduzi-lo não pode comprometer os requisitos que a abordagem ao tema exige: uma condução técnica, qualificada e não contaminada por interesses eleitoreiros. Trata-se de um desafio, em se tratando que a proposta de emenda à Constituição está longe de ser consenso entre os parlamentares." Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7357 814-fim-da-escala-6x1-exige-debateresponsavel.html#google_vignette. Acesso: 19 fev. 2026.
Sobre os fragmentos anteriores apresentados, considerando seus contextos de produção, recursos linguístico-discursivos e estratégias textuais, analise as assertivas abaixo:
I. O Fragmento I apresenta predominantemente tipologia expositivo-informativa, com marcas de imparcialidade aparente, enquanto o Fragmento II caracteriza-se pela tipologia argumentativa, com marcas explícitas de posicionamento crítico em relação à celeridade do processo legislativo.
II. No Fragmento I, o uso das aspas na expressão "quem emprega" constitui recurso metalinguístico que reproduz o discurso direto da autoridade citada, conferindo credibilidade à informação sem que o enunciador assuma juízo de valor sobre a terminologia empregada.
III. No Fragmento II, o operador argumentativo "mas" introduz uma ressalva que relativiza o caráter positivo do debate ("é bem-vindo"), construindo uma orientação argumentativa que desloca o foco da legitimidade do debate para os riscos de sua condução apressada.
IV. A expressão "em se tratando que", presente no Fragmento II, está correta em relação à norma-padrão da língua portuguesa, sendo equivalente às formas "em se tratando de" ou "tratando-se de".
V. Considerando os multiletramentos e a leitura crítica, é correto afirmar que o Fragmento I, ao listar os atores sociais que serão ouvidos ("classe empresarial, sindicatos, trabalhadores e 'quem emprega'"), opera uma distinção implícita entre "trabalhadores" e "quem emprega" que pode refletir determinada concepção sobre as relações de trabalho.
Estão CORRETAS apenas as assertivas:
Essa estrutura evidencia o domínio de:
"Ô prefeito, tá na hora de vós arrumar a praça do bairro. A gente vai lá e tá tudo quebrado, os menino não tem lugar pra brincar. Espero que o senhor faça alguma coisa."
Considerando o gênero "carta de reclamação" endereçada a uma autoridade municipal, a orientação do professor deve ser no sentido de:
Essa orientação privilegia, respectivamente, os seguintes elementos da narrativa:
O objetivo central dessa atividade, alinhada ao letramento midiático, é desenvolver a capacidade de:
"Enquanto os defensores do projeto apontam geração de empregos, os críticos alertam para os danos ambientais. Diante desse impasse, cabe à sociedade civil organizada pressionar por audiências públicas que garantam transparência ao debate."
Para compreender adequadamente o posicionamento do autor, o leitor precisa acionar, predominantemente, a estratégia de:
Analise a habilidade a seguir, pertencente ao Ensino Fundamental:
“(EF69LP36) "Produzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimento e de dados e resultados de pesquisas, tais como artigos de divulgação científica, verbete de enciclopédia, infográfico, infográfico animado, podcast ou vlog científico, relato de experimento, relatório, relatório multimidiático de campo, dentre outros, considerando o contexto de produção e as regularidades dos gêneros em termos de suas construções composicionais e estilos."
Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_20d ez_site.pdf. Acesso em 16 fev. de 2026
Considerando a estrutura da BNCC, é CORRETO afirmar que essa habilidade está inserida, prioritariamente, no campo de atuação social:
I- O verbo “há” foi usado como impessoal, por isso se encontra no singular. II- O pronome relativo “que” foi usado para retomar o termo anterior “deveres” III- O verbo “esperam” foi usado no plural para concordar com o termo “deveres”. IV- O pronome “me” foi usado em posição proclítica porque a palavra “que” é atrativa. V- O pronome oblíquo átono “me” foi usado como complemento do verbo “esperam”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o sufixo “-inho” presente na formação das palavras “ventinho” e “cedinho”.
I- Nas palavras “ventinho” e “cedinho”, o sufixo “-inho” indica diminutivo. II- Na palavra “ventinho”, o sufixo “-inho” sugere uma ideia de suavidade. III- Na palavra “cedinho”, o sufixo “-inho” insere uma ideia de intensidade. IV- Nas palavras “ventinho” e “cedinho”, o sufixo “-inho” indica depreciação. V- Nas palavras “ventinho” e “cedinho”, o sufixo “-inho” contrói uma ironia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
I- Citação direta. II- Citação indireta. III- Coloquialidade. IV- Conotatividade. V- Denotatividade.
Estão CORRETOS os itens
I- liberdade. II- juventude. III- ociosidade. IV- contentamento. V- discernimento.
Estão CORRETOS apenas os itens
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição dessa passagem.
I- O pronome “me” foi usado informalmente em posição proclítica, uma vez que, de acordo com a norma, deveria ser usado em posição enclítica.
II- A expressão “por que” poderia ser substituída, com igual correção, pela expressão “pelas quais”.
III- O pronome “se”, em “há pessoas que se emocionam”, foi usado, de acordo com a norma, em posição proclítica, pois a palavra “que” é atrativa.
IV- O pronome “se”, em “e até se riem”, poderia ser dispensado sem alterar o sentido do trecho.
V- O uso do pronome “lhe”, em “que lhe dá uma tristeza ainda maior”, segue a mesma regra de colocação do pronome “se” em “há pessoas que se emocionam”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
I- Intertextualidade. II- Função fática. III- Subjetividade. IV- Conotação. V- Coloquialidade.
Estão CORRETOS os itens
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
Texto 01
Tristeza
Você, que diz que, se pudesse, trocaria seu nome por “Melancolia”, você me pergunta sobre as razões da tristeza. Me pergunta mais: sobre as razões por que há pessoas que se emocionam com coisas pequenas – as outras nem ligam e até se riem da sua sensibilidade –, o que lhe dá uma tristeza ainda maior, a tristeza da solidão.
Olhe, há tristezas de dois tipos. Primeiro, são as tristezas diurnas, quando o mundo está iluminado pelo sol. Tristezas para as quais há razões. Fico triste porque o meu cãozinho morreu, porque o meu filho está doente, porque as crianças esfarrapadas e magras me pedem uma moedinha no semáforo, porque o amor se desfez. Para essas tristezas há razões. Quem não sente essas tristezas está doente e precisaria de terapia para aprender a ficar triste. Tristeza é parte da vida. Ela é a reação natural da alma diante da perda de algo que se ama. O mundo está luminoso e claro – mas há algo, uma perda, que faz tudo ficar triste.
Segundo, são as tristezas de crepúsculo. O crepúsculo é triste, naturalmente. Não, não há perda nenhuma. Tudo está certo. Não há razões para ficar triste. A despeito disso, no crepúsculo, a gente fica. Talvez porque o crepúsculo seja uma metáfora do que é a vida: a beleza efêmera das cores que vão mergulhando no escuro da noite.
A alma é um cenário. Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca, inundada de alegria. Por vezes ela é como um pôr de sol, triste e nostálgico. A vida é assim. Mas, se é manhã brilhante o tempo todo, alguma coisa está errada. Tristeza é preciso. A tristeza torna as pessoas mais ternas. Se é crepúsculo o tempo todo, alguma coisa não está bem. Alegria é preciso. Alegria é a chama que dá vontade de viver. [...]
Fonte: ALVES, Rubem. Se eu pudesse viver minha vida novamente... Campinas, SP: Verus Editora, 2004. p. 93.
I- finitude. II- tristeza. III- declínio. IV- saudade. V- apogeu.
Estão CORRETOS os itens