Questões de Concurso

Foram encontradas 229.288 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3886594 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Charlotte tem 102 anos, e seu filho afirma que ela é sociável.

Tais informações equivalem a dizer que ela é, portanto, uma senhora
Alternativas
Q3886592 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.

    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.

    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.


(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Um aspecto que se destaca na maneira de pensar de Charlotte é
Alternativas
Q3886288 Espanhol

En las oraciones:


 A: Tengo dudas si debo comprar los diccionarios a mi hija.

B: Cómpraselos, porque están de rebaja.


La palabra en negrita reemplaza: 

Alternativas
Q3886287 Espanhol

A continuación presentamos un texto, en él hay palabras/expresiones subrayadas y representan:


Han abierto un local de coworking en mi barrio. Nunca había estado en uno, pero he decidido probarlo. A pesar de que en casa trabajo a gusto, será interesante rodearme de otras personas. Paso tanto tiempo viendo las mismas paredes que a veces me desconcentro. Una amiga ya va allí a trabajar y le encanta. Como sus compañeros de piso son muy ruidosos, allí trabaja mejor. El local está a cinco minutos de mi casa, luego no tengo excusa para no ir. 


Tomado y adaptado de: https://espanol.lingolia.com/es/gramatica/estructura-de-la-oracion/conjunciones Accedido en: 03/01/2026 

Alternativas
Q3886286 Espanhol
Las palabras: aclarar y adinerado son ejemplo de
Alternativas
Q3886284 Espanhol

En el siguiente texto, las palabras que aparecen en negrita están CORRECTAS en:


Esta mañana me ha despertado demasiado cansado. Me ha duchado para quitarme el cansancio. Me he cambiado, ha desayunado y luego ha ido al trabajo. A la hora de la comida, nos habéis encontrado, mis amigos y yo en el restaurante cerca de la oficina. Hablamos un rato y has regresado juntos al trabajo. 


Alternativas
Q3886283 Espanhol

El siguiente mensaje se completa con los adverbios:


Las personas trabajan ……….. para luego olvidarse que la vida es ……….. más y ……….. bonita, por lo tanto, hay que equilibrar, si es posible, las actividades de a diario. Eso es ……….. importante para la salud mental y física.



Alternativas
Q3886282 Espanhol
 …… sal y ……. miel deben ser usadas con moderación. La oración se completa con los respectivas artículos:
Alternativas
Q3886280 Espanhol
Las preposiciones que completan respectivamente la pregunta: ¿Vais coche o . pie? son: 
Alternativas
Q3886279 Espanhol

La preposición que completa CORRECTAMENTE la oración:


Este perfume huele_______lavanda, es

Alternativas
Q3886278 Espanhol
 En: Me encantaría que Lola hubiera estado con nosotras en estas vacaciones, se expresa
Alternativas
Q3886277 Espanhol
En la oración: Me encantaría que viajaras a Perú, se observa 
Alternativas
Q3886276 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

 El texto afirma que, según un artículo de la UNESCO,
Alternativas
Q3886275 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

El texto informa que
Alternativas
Q3886274 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

De acuerdo con el texto
Alternativas
Q3886273 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

En: Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. (Líneas 2 y 3 del texto), “señalar” 
Alternativas
Q3886272 Espanhol

Texto para la cuestione.


Las maestras que protegen la lengua kichwa en Ecuador


Después de enseñar en Estados Unidos, tres profesoras indígenas promueven la difusión del idioma de vuelta a su país, desafiando la pérdida de identidad.

La parroquia de Rosario, en Salasaca, está en una zona elevada; desde allí se pueden ver varias parroquias del cantón de Pelileo y hasta la ciudad de Ambato. Luz Caizabanda, de 15 años, intenta señalar su casa desde el mirador. Sus clases de kichwa han finalizado; mientras sostiene un cuaderno pequeño con una mano, intenta señalar su casa, a donde tiene que regresar. A pesar de que sus padres son indígenas, no le enseñaron su idioma. “No querían que mezcle español con kichwa; decían que, si hablo español, que sea solo en español. Ahora que he crecido, quiero dominar mejor el kichwa”, confiesa. La escuela Sky Inka Shimi es la primera en dar clases de esa lengua originaria en Salasaca.

No pasó mucho tiempo desde que Micaela Jerez volvió a pisar suelo ecuatoriano desde Estados Unidos para que la iniciativa de enseñar su idioma a través de Sky Inka Shimi en su comunidad se hiciera realidad. Ella no fue la única. Elsa Caín, de 33 años, y Dayanna Velasquez, de 26, también comenzaron a trabajar en la difusión del kichwa, el idioma amerindio más hablado en el Ecuador, que se encuentra en estado vulnerable. Las tres profesoras indígenas volvían de enseñar su cultura e idioma en universidades estadounidenses durante un año como parte de un intercambio cultural del programa Fulbright. Hoy, esas enseñanzas permiten devolver la mirada de la población andina hacia las culturas originarias de su país.

La intención de Sky Inka Shimi es que sus alumnos ya no vean al kichwa como un idioma del pasado, sino que lo vuelvan a reclamar como suyo y como parte esencial de su identidad. Sin embargo, desde que iniciaron en junio de 2024, la constante pregunta de para qué enseñarlo les hizo cambiar la dinámica. “Hemos dejado de intentar convencer a la gente de su importancia. Nuestro rol es acompañar a quienes sí están interesados, apoyar su aprendizaje y compartir todos los recursos que podamos”, comenta Micaela, quien, junto a Diana Cisneros, indígena maya k’iche’ y lingüista, creó la escuela.

Para la doctora Kati Álvarez, catedrática de la Universidad Central del Ecuador, la vigencia actual de las lenguas andino-amazónicas representa una “lucha constante” para evitar su desaparición ante las agresiones de un sistema que ha penalizado e ignorado las lenguas nativas y a sus hablantes. “Con la desaparición de las lenguas, se merma la identidad, la memoria colectiva, pero también existe un peligro que pasa desapercibido para muchos: una pérdida de conocimiento que ha sido y será clave para el futuro del país y de la región”, afirma Álvarez en un artículo de la Unesco. 


Tomado y adaptado de: https://elpais.com/america-futura/2026-01-03/las-maestras-que-protegen-la-lengua-kichwa-en-ecuador.html Accedido en: 03/01/2026 

La palabra parroquia en el texto significa
Alternativas
Q3885896 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm
O principal propósito do documentário, conforme enfatizado no texto, e o principal argumento utilizado para convencer o leitor de que a obra é relevante (“vale o play”), é:
Alternativas
Q3885895 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

Assinale a alternativa cujo uso da crase é obrigatório:


Alternativas
Q3885893 Português
Leia o texto para responder a questão.



Documentário “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” estreia na
HBO Max

Por Rafael Saturnino - Colunista do UOL Play



           "Meu Ayrton Por Adriane Galisteu” chega ao catálogo da HBO Max nesta quinta-feira, 6 de novembro, com os dois episódios já disponíveis também on demand no UOL Play. A série documental promete emocionar quem viveu os anos 90 e provocar quem só ouviu falar do casal mais falado do país naquela época. É a chance de conhecer um lado pouco explorado de Ayrton Senna e, principalmente, ouvir tudo da própria Adriane, 31 anos depois.


            Ayrton Senna sempre foi um grande ídolo nacional. Mas por trás do capacete, havia um homem que viveu uma história de amor intensa, e muitas vezes polêmica, com Adriane Galisteu. O tempo passou, muitas versões foram contadas, algumas pessoas se calaram, e agora é ela quem decide falar.

             Se você quer entender melhor a relação entre Adriane Galisteu e Ayrton Senna, ou está só curioso com os bastidores de Meu Ayrton, siga aqui com a gente. Vamos te contar o que esperar dessa produção e por que ela vale o play!

             O que é Meu Ayrton Por Adriane Galisteu?

          Meu Ayrton Por Adriane Galisteu é uma série documental dividida em dois episódios de 45 minutos, sobre a história de amor vivida por Adriane e Ayrton entre 1993 e 1994. Tudo é contado por ela mesma, com depoimentos sinceros, registros pessoais e visitas a lugares marcantes. É um convite para enxergar o ídolo fora das pistas, pelos olhos de quem o amou longe dos holofotes.


           O objetivo é dar voz a uma narrativa que por muito tempo ficou abafada. Desde a morte de Senna, a presença de Galisteu em produções sobre a vida do piloto sempre foi tímida. Agora, ela toma as rédeas da própria história, com maturidade e liberdade para dizer o que nunca foi dito.

        Além da apresentadora, a produção traz depoimentos inéditos de pessoas que conviveram com o casal e presenciaram os bastidores dessa relação. É um retrato intimo e emocional, sem pretensão de ser definitivo, mas com o compromisso de ser verdadeiro para quem viveu cada detalhe.

             O amor interrompido: o conto de fadas e a tragédia

         Adriane tinha só 19 anos quando conheceu Ayrton Senna. Ele já era um dos maiores nomes do esporte mundial. Ela, uma modelo em ascensão. O encontro virou noticia, o namoro virou uma obsessão nacional. E, como a própria Galisteu define, foi um conto de fadas as avessas: intenso, inesperado e, infelizmente, com um fim trágico.

         Durante pouco mais de um ano, o casal viveu sob os flashes. Para o publico, eles estavam em mundos diferentes. Para os dois, havia uma conexão real, feita de afeto, admiração e companheirismo. Em Meu Ayrton, esse lado da relação vem a tona com detalhes inéditos, sem romantizações, mas com sentimentos genuínos.


         O fim chegou no dia 1° de maio de 1994, com o acidente fatal de Senna em Ímola, na Itália. Galisteu estava esperando por ele em Portugal, onde iriam se encontrar após a corrida. Em vez de reencontro, veio o luto, e a jovem precisou lidar, sozinha, com a dor e com a reação publica. É essa virada brutal que marca o tom da primeira parte da série. Prepare-se para se emocionar.

           Depois da chuva: o luto, as criticas e o isolamento

          A morte de Ayrton Senna abalou o mundo, mas para Adriane Galisteu, aos 21 anos, trouxe também um turbilhão de julgamentos, boatos e exclusões. Em vez de acolhimento, ela enfrentou desconfiança da imprensa, da opinião publica e até da família do piloto.


            Nos episódios de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu, ela relembra esse período com coragem. Fala da solidão, das portas que se fecharam, da dificuldade de voltar a trabalhar, e de como viveu “de favor” por um ano na casa de amigos, depois de ser rejeitada até pelo mercado da moda.


            A produção traz depoimentos inéditos de pessoas que ajudaram Adriane a atravessar esse momento. Gente que nunca apareceu em outras versões da história, mas que foi fundamental nos bastidores. O documentário da espago para essas vozes, e mostra que, mesmo longe das câmeras, ela teve quem segurasse sua mão.

            Só quem viveu pode contar: o que esperar de inédito?

            O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente ai: o que ainda não foi contado. São memórias guardadas por mais de 30 anos, bastidores que nunca vieram a tona e sentimentos que, segundo Adriane, ela mesma só conseguiu entender com o tempo. Agora, com mais maturidade e distanciada da dor mais crua, ela se sente pronta para abrir essas gavetas.


            Não espere uma série sobre Formula 1. Aqui, Adriane revela o Ayrton que poucos conheceram, com suas fragilidades, generosidade, conflitos e inseguranças. Ela também compartilha momentos simples que viveram juntos, como viagens, conversas e planos que nunca se realizaram. Tudo isso costurado por cenas emocionantes, que misturam reconstituições com registros reais.

            E tem mais: depoimentos de pessoas próximas ao casal, como amigos, empresários e figuras que conviveram com Senna fora dos circuitos, ajudam a montar um quebra-cabeça afetivo. Alguns nomes nunca haviam falado publicamente sobre essa fase da vida do piloto.

            Meu Ayrton Por Adriane Galisteu estreia nesta quinta-feira, 6 de novembro, com exclusividade na HBO Max. São dois episódios de 45 minutos, lançados de uma vez só. Ou seja, dá para maratonar tudo em uma noite.


Disponível em https://www.uol.com.br/play/colunas/uol- play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play/2025/11/12/assista-meu-ayrton-por-adriane-galisteu-no-uol-play.htm

Na oração: “O maior atrativo de Meu Ayrton Por Adriane Galisteu está justamente aí”, a classificação sintática do sujeito e do predicado são, respectivamente:


Alternativas
Respostas
9641: E
9642: D
9643: C
9644: D
9645: C
9646: D
9647: C
9648: C
9649: E
9650: D
9651: A
9652: C
9653: B
9654: C
9655: D
9656: C
9657: B
9658: D
9659: D
9660: B