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(__)Modal verbs are always followed by the base form of the main verb (without "to"), and they do not change their form according to the subject.
(__)The modal verb "must" can be used to express a strong obligation or a logical deduction based on certain evidence in the present.
(__)"Should" is the most appropriate modal verb to ask for a formal permission in a professional environment, replacing the use of "can" or "may."
(__)The negative form of "can" in the past tense is "could not" or "couldn't," which can indicate both a lack of ability or a lack of permission in the past.
After analyzing the statements, choose the alternative that presents the CORRECT sequence, from top to bottom:
I.The Present Perfect is used to describe actions that happened at an unspecified time in the past or that have a connection with the present moment.
II.The Future with "going to" is typically used for spontaneous decisions made at the exact moment of speaking, without any prior plan or evidence.
III.The Past Continuous is used to describe an action that was in progress at a specific time in the past, often interrupted by another event.
Choose the alternative that presents the CORRECT statement(s):
I.A conjunção "embora" introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, indicando um fato que poderia impedir a ação da principal, mas não o faz.
II.O conectivo "portanto" possui valor conclusivo, sendo utilizado para introduzir o fechamento de um raciocínio baseado nas premissas apresentadas anteriormente.
III.A conjunção "conquanto" possui valor estritamente temporal, sendo utilizada exclusivamente para indicar ações simultâneas em textos de gêneros narrativos.
Está CORRETO o que se afirma em:
(__)O verbo "assistir", no sentido de prestar auxílio, é comumente empregado como transitivo direto, enquanto sentido de ver ou presenciar, exige a preposição "a".
(__)A regência nominal de termos como "ansioso", "favorável" e "fiel" exige o acompanhamento de preposições específicas para estabelecer o nexo com o complemento.
(__)O verbo "preferir" deve ser regido pela locução "do que", como em "prefiro ler do que viajar", para enfatizar a comparação entre as duas ações.
(__)Verbos transitivos indiretos admitem voz passiva analítica, desde que o agente da passiva seja substituído por um pronome oblíquo reflexivo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A homonímia ocorre quando palavras possuem a mesma pronúncia (homófonas) ou a mesma grafia (homógrafas), mas significados distintos, como "sessão", "seção" e "cessão".
(__)A polissemia é a propriedade de uma palavra adquirir múltiplos significados dependendo do contexto de uso, mantendo uma origem semântica comum, como o termo "mão" em "mão de obra" e "mão de direção".
(__)A antonímia refere-se a palavras que possuem grafia e pronúncia semelhantes, mas sentidos diferentes, sendo frequentemente exemplificada pelos termos "ratificar" e "retificar".
(__)A sinonímia absoluta é frequente na língua portuguesa, permitindo que qualquer termo seja substituído por outro em qualquer contexto sem nenhuma alteração de nuança ou registro.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I.The development of critical reading skills involves the student's ability to identify biases, the author's intentions, and the socio-historical context of the text.
II. Written production should be approached as a process-oriented activity, involving stages such as planning, drafting, revising, and rewriting according to the proposed text genre.
III. Listening is a passive process of phonetic decoding that does not require the use of prior knowledge or inferencing by the learner.
Choose the alternative that presents the CORRECT statement(s):
I.A derivação parassintética ocorre quando há a adição simultânea de um prefixo e de um sufixo a um radical, de modo que a palavra não existe sem a presença conjunta de ambos, como em "entristecer".
II.Os pronomes oblíquos átonos, quando exercem função de complemento de verbos que exigem preposição, devem ser substituídos pelas formas tônicas acompanhadas da respectiva preposição.
III.Na formação de palavras por composição por aglutinação, os elementos que se unem mantêm sua integridade fonética e ortográfica original, sem sofrer nenhuma perda de letras ou sons.
Está CORRETO o que se afirma em:
(__)Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser nominal, quando não possui verbos, ou verbal, quando se organiza em torno de um núcleo verbal.
(__)Oração é a frase ou parte da frase que se estrutura obrigatoriamente em torno de um verbo ou locução verbal, possuindo necessariamente sujeito e predicado.
(__)Período simples é aquele constituído por apenas uma oração, denominada oração absoluta, apresentando um único núcleo verbal ou locução verbal.
(__)O período composto por subordinação apresenta orações que possuem autonomia sintática plena, podendo ser lidas isoladamente sem prejuízo da estrutura gramatical.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)Regular verbs form their past tense by adding the suffix "-ed" to the base form, following specific spelling rules for verbs ending in "-y" or consonant-vowel-consonant.
(__)Irregular verbs follow a predictable pattern of vowel mutation, allowing the speaker to determine the past form of any unknown verb by analogy with the verb "to go."
(__)Some irregular verbs have the same form for the infinitive, the simple past, and the past participle, such as the verbs "put," "cut," and "set."
(__)The past tense of the verb "to read" is spelled differently from the present tense to indicate the change in pronunciation from /ri:d/ to /red/ in formal registers.
After analyzing the statements, choose the alternative that presents the CORRECT sequence of the items above, from top to bottom:
I.In questions, the auxiliary verb (do, does, did, have) or a modal verb must generally be placed before the subject, except when the "wh-word" is the subject itself.
II.Connectors such as "however" and "nevertheless" are used to introduce a result that logically follows from the previous sentence, acting as synonyms for "so."
III.The position of adverbs of frequency, such as "always" or "never," is typically before the main verb but after the verb "to be" in simple tenses.
Choose the alternative that presents the CORRECT statement(s):
I.Ocorre crase na indicação de horas exatas, como em "A palestra começará às nove horas", salvo se a hora vier precedida de preposições como "para", "desde" ou "até".
II.É facultativo o emprego do acento da crase antes de nomes próprios de mulheres e antes de pronomes possessivos femininos com substantivo expresso.
III.O uso da crase é obrigatório antes de nomes de cidades, independentemente de aceitarem ou não o artigo feminino, visando garantir a fluidez rítmica do período.
Está CORRETO o que se afirma em:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.
Texto 01
A lição da jabuticabeira
Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.
Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026.