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Q4128164 Português

As regras de concordância verbal determinam que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa, considerando diferentes estruturas sintáticas da oração. Em construções com sujeito simples, composto, coletivo, expressões partitivas e partículas apassivadoras, a concordância pode variar conforme a organização do enunciado e o valor semântico estabelecido na frase.

Considerando as normas da concordância verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal. 

Alternativas
Q4128163 Português

A colocação pronominal na língua portuguesa depende de fatores sintáticos e estilísticos que determinam a posição do pronome oblíquo em relação ao verbo. O reconhecimento dessas estruturas exige atenção às regras gramaticais e ao contexto da oração.


Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise. 

Alternativas
Q4128161 Português

Considerando as regras de emprego da crase na norma padrão da língua portuguesa, analise a oração abaixo:

"À medida que os pesquisadores retornavam à universidade, dirigiam-se à ela para apresentar os relatórios concluídos às 18h."

Identifique em qual termo o uso da crase está inadequado.

Alternativas
Q4128125 Português
Os vícios de linguagem correspondem a desvios das normas gramaticais da língua portuguesa e podem ocorrer em diferentes níveis da linguagem, comprometendo a adequação formal do enunciado.
Considerando os diferentes vícios de linguagem existentes na língua portuguesa, analise a oração abaixo:
"O parecer técnico foi encaminhado ao setor responsável em caráter emerjencial devido à gravidade da ocorrência administrativa."
Identifique e assinale a alternativa que apresenta o vício de linguagem presente na oração lida.
Alternativas
Q4128026 Português
Leia atentamente as afirmativas abaixo:
I.O pesquisador estava convicto de que os resultados seriam compatíveis com as hipóteses iniciais do estudo. II.Os servidores permaneceram obedientes com as determinações expedidas pela comissão disciplinar do órgão. III.A diretora demonstrou urgência de que o relatório conclusivo fosse encaminhado ainda naquela semana. IV.O parecer técnico mostrou-se condizente ao regulamento interno aprovado pelo conselho universitário. V.A estudante revelou medo de que os documentos necessários não fossem entregues dentro do prazo previsto.
Identifique em quais afirmativas a regência nominal está correta em todas as ocorrências.
Alternativas
Q4128023 Português

Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso? 

O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno. 

O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/

Em debates sobre inteligência artificial, costuma surgir a distinção entre o uso da tecnologia como instrumento auxiliar e sua utilização para substituir integralmente determinadas atividades humanas. Essa diferença aparece no texto como um dos pontos centrais da discussão contemporânea.
A partir das informações apresentadas, o texto sugere que o debate atual sobre a IA na produção textual envolve principalmente: 
Alternativas
Q4128022 Português

Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso? 

O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno. 

O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/

Os avanços tecnológicos frequentemente provocam transformações em diferentes setores da sociedade, exigindo adaptações por parte de empresas, instituições e consumidores. Em alguns casos, essas mudanças deixam de representar apenas possibilidades futuras e passam a gerar impactos imediatos sobre práticas já consolidadas.
De acordo com o texto, o crescimento do uso da inteligência artificial no mercado editorial passou a ser tratado como um desafio concreto porque:
Alternativas
Q4128021 Português

Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso? 

O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno. 

O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/

 O desenvolvimento acelerado das tecnologias digitais tem levado diferentes governos e instituições a discutirem mecanismos de regulamentação. Em muitos casos, tais medidas procuram garantir transparência e ampliar o direito de escolha dos usuários diante de conteúdos produzidos artificialmente.
Segundo o texto, a proposta de identificar conteúdos gerados por inteligência artificial busca:
Alternativas
Q4128020 Português

Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso? 

O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno. 

O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/

Discussões sobre o uso de tecnologias digitais nem sempre se restringem à eficiência ou à inovação. Em determinadas situações, os debates envolvem também questões éticas, sociais e até riscos relacionados ao cotidiano das pessoas.
O episódio envolvendo livros sobre coleta de cogumelos foi utilizado no texto com a finalidade de:
Alternativas
Q4127935 Libras
Sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), conforme sua definição na Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4127638 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:


“Suponho que _____ meios para que se _____ os cálculos de modo mais simples.” 

Alternativas
Q4127637 Português
Analisando a frase: “Eu morri de rir naquela festa!” é correto afirmar: 
Alternativas
Q4127636 Português
Assinale a alternativa que corresponde a pontuação correta: 
Alternativas
Q4127634 Português
Assinale a alternativa em que o uso ou não uso de crase está INCORRETO:
Alternativas
Q4127598 Português
Assinale a alternativa cujas palavras grifadas foram acentuadas corretamente. 
Alternativas
Q4127597 Português
Identifique em qual das alternativas abaixo há uma comparação: 
Alternativas
Q4127595 Português
Considerando os trechos a seguir, assinale a alternativa em que a substituição da palavra sublinhada NÃO mantém o sentido do texto original:
Alternativas
Q4127453 Português
Assinale a alternativa INCORRETA no que se refere à pontuação, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4127452 Português
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa e o acordo ortográfico vigente.
Alternativas
Q4127451 Português
Na sentença “O réu não sairá daqui sem que antes me confesses tudo”, a conjunção em destaque exprime:
Alternativas
Respostas
9021: B
9022: C
9023: B
9024: A
9025: A
9026: C
9027: D
9028: D
9029: A
9030: B
9031: B
9032: A
9033: B
9034: C
9035: B
9036: B
9037: C
9038: A
9039: E
9040: B