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Q3901995 Português
Leia o texto abaixo:
“Bom dia senhores motoristas favor conferir o nível de combustível antes de iniciar a rota.”
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta, segundo as regras da norma-padrão.
Alternativas
Q3901994 Português
Analise o texto abaixo:
“Prezados colaboradores, informamos que a chefia solicitou a entrega dos relatórios. Pede-se que os documentos enviem-se até sexta-feira.”
Assinale a alternativa que reescreve o trecho final de acordo com as regras de colocação pronominal e pontuação da norma culta.
Alternativas
Q3901993 Português
Durante a redação de um e-mail formal, Karine escreveu a seguinte frase:
Me encaminhe o relatório assim que possível.”
Responda a seguinte pergunta, a forma pronominal está adequada ao padrão formal da língua?
Selecione o item que responde corretamente à pergunta.
Alternativas
Q3901992 Português
 Em uma faixa colocada na frente do portão de acesso ao estacionamento de uma empresa, estava escrita a seguinte mensagem:
“Atenção motoristas evitem estacionar em frente ao portão principal.”
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta conforme a norma-padrão.
Alternativas
Q3901991 Português
Durante o preenchimento de relatórios, um motorista escreveu a seguinte frase:
“O veículo esta em manutenção e não poderá sair até que o mecânico repare o problema.” 
Assinale a opção que apresenta a correção adequada segundo as regras de acentuação gráfica e o contexto semântico.
Alternativas
Q3901990 Português
Durante o atendimento ao público, o recepcionista deve utilizar a forma correta das palavras em documentos e comunicações.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas, conforme as regras de acentuação gráfica do português. 
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Q3901989 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

“Das Utopias”

“Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

(Mário Quintana)

(Fonte: Site: https://www.escritas.org/pt/t/1637/dasutopias)
Considerando o conjunto do poema, é correto afirmar que Mário Quintana propõe uma reflexão sobre:
Alternativas
Q3901988 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

“Das Utopias”

“Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

(Mário Quintana)

(Fonte: Site: https://www.escritas.org/pt/t/1637/dasutopias)
No poema, a expressão “a presença distante das estrelas” simboliza:
Alternativas
Q3901987 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

“Das Utopias”

“Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

(Mário Quintana)

(Fonte: Site: https://www.escritas.org/pt/t/1637/dasutopias)
O poema “Das Utopias” expressa principalmente a ideia de que: 
Alternativas
Q3901921 Português
TEXTO I


MÚLTIPLOS CAMINHOS PARA A PERMANÊNCIA NA ESCOLA


educação brasileira enfrenta o desafio persistente da evasão escolar, especialmente no ensino médio. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) revelam que o abandono escolar não se deve a um fator isolado, mas a uma complexa rede de causas socioeconômicas e pedagógicas. A necessidade de jovens ingressarem prematuramente no mercado de trabalho, muitas vezes informal, para complementar a renda familiar é uma das principais razões, indicando uma falha na proteção social do estudante., a percepção de um currículo descolado da realidade e das aspirações dos jovens contribui para a desmotivação. Nesse contexto, políticas públicas que visem à retenção do aluno ganham contornos de urgência. A expansão de escolas de tempo integral, a oferta de ensino técnico integrado ao médio e a implementação de programas de bolsas de auxílio-permanência são estratégias que buscam mitigar o problema., o sucesso dessas iniciativas depende de uma abordagem integrada, que envolva não apenas a gestão escolar, mas também a assistência social e a saúde. A criação de um ambiente escolar acolhedor e a valorização dos professores são igualmente cruciais. Portanto, combater a evasão é investir diretamente no capital humano do país, um desafio premente para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre educação brasileira) base no texto acima, julgue o item a seguir. 
Com base no texto I, julgue o item a seguir.

No período “Portanto, combater a evasão é investir diretamente no capital humano do país, um desafio premente para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida” (último parágrafo), a vírgula antes de “um desafio premente” é utilizada para separar um aposto explicativo. 
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Q3901800 Libras
No contexto da formação do intérprete de Libras, a competência tradutória, conforme adaptada por Ronice Müller de Quadros a partir do grupo PACTE, destaca como subcompetência central para a resolução de problemas interpretativos a competência:
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Q3901799 Libras
Segundo o Modelo de Esforços de Daniel Gile, um intérprete de Libras apresenta falhas de memória durante a interpretação de um discurso com alta densidade terminológica. Esse fenômeno ocorre porque: 
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Q3901798 Libras
No campo dos Estudos da Tradução e Interpretação, entende-se que o tradutor/intérprete de Libras não toma decisões aleatórias, mas baseia suas escolhas no objetivo final da tarefa. Por exemplo, ao atuar em uma aula de laboratório, o profissional prioriza a exatidão técnica e o aprendizado do aluno, enquanto em um sarau de poesias, sua prioridade desloca-se para a estética e a experiência artística. Essa abordagem, que defende que a estratégia tradutória é determinada pela função (skopos) que o texto deve cumprir no contexto de chegada, refere-se à:
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Q3901796 Libras
No âmbito das políticas educacionais inclusivas, a desvalorização histórica da Libras é analisada como:
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Q3901626 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
No trecho “O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual [...] pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens.” (2º§), observe as palavras “várias”, “consequências” e “saúde”. Com base nas regras de acentuação gráfica e nos princípios fonológicos da língua portuguesa, assinale a afirmativa correta.
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Q3901625 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
São exemplos de textos em que predomina a mesma função de linguagem predominante no texto apresentado: 
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Q3901623 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
O texto evidencia sobre o comportamento dos alunos diante do uso excessivo das redes. Considerando o conteúdo textual assim como a afirmativa anterior, pode-se afirmar que, em relação ao texto em análise:
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Q3901622 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Em “O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens.” (2º§), a expressão destacada indica no contexto: 
Alternativas
Q3901621 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Quanto ao trecho “‘As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade’, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR).” (3º§), é possível afirmar que:
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Q3901620 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Considerando as informações e ideias apresentadas nos 1º§ e 2º§, pode-se afirmar que em uma síntese do conteúdo neles apresentado, fundindo-os em um único parágrafo, o elemento de ligação que manteria a relação semântica estabelecida no texto original entre parágrafos citados seria a expressão:
Alternativas
Respostas
8981: A
8982: C
8983: B
8984: D
8985: A
8986: B
8987: A
8988: B
8989: C
8990: C
8991: D
8992: A
8993: B
8994: D
8995: D
8996: B
8997: D
8998: D
8999: D
9000: C