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( ) Ao consultar a lista telefônica de um hotel ou o índice de um livro técnico em inglês, o leitor utiliza prioritariamente a técnica de Scanning.
( ) Ler a sinopse de um artigo acadêmico apenas para decidir se ele é relevante para uma pesquisa é um exemplo clássico de aplicação de Skimming.
( ) O reconhecimento de cognatos não pode ser entendido como estratégia de leitura, mas como um recurso que expande o vocabulário na língua alvo.
( ) Todas as técnicas exigem que o leitor possua um vocabulário bilíngue extensivo, pois o desconhecimento de palavras isoladas inviabiliza o sucesso dessas estratégias de varredura rápida.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:

I. Nem todos os professores serão aprovados.
PORQUE
II. Somente aqueles que estudaram muito serão aprovados.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Conforme ensina Bechara (2019) sobre concordância verbal e nominal, é correto afirmar que:
I. É empregado quando o infinitivo tem sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal, como, por exemplo, em: “Trabalharia muito para eles alcançarem um futuro brilhante”.
II. O emprego dessa estrutura verbal é vinculado a normas rígidas e, mesmo em questões relacionadas à liberdade ou gosto literário, não há possibilidade de usos distintos.
III. Se o infinitivo tiver como sujeito um pronome oblíquo com o qual constitua o objeto direto dos verbos “deixar, fazer, mandar, ver, ouvir e sentir”, deverá ser flexionado, como, por exemplo, em: “Faça-os entrarem em casa”.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente as lacunas do trecho acima.
O círculo de Bakhtin compreende o enunciado como memória discursiva, isto é, todo enunciado é uma resposta a algo já dito, orientado a um público em um dado contexto social (FARACO, 2009). Na psicologia do corpo social, os atos humanos são construídos por cadeias ininterruptas dos enunciados como, por exemplo, as conversas de corredor, as trocas de opinião nas diferentes reuniões sociais e as trocas puramente fortuitas (BAKHTIN, 2011).
CAMPOS, Paula Angélica da Silva. O gênero do discurso no ensinoaprendizagem: em direção a uma abordagem desestabilizadora e sóciohistórica da linguagem. Entretextos, Londrina, v. 18, n. 2, p. 51–76, 2018. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/view/31994. Acesso em: 29 nov. 2025.
A compreensão do enunciado como memória discursiva e como ato sempre orientado a um contexto social deve ser levado em consideração nas aulas de língua portuguesa para que se desloque a abordagem normativa tradicional para uma prática de ensino funcional e reflexiva. Nessa perspectiva, qual é a principal implicação metodológica para o ensino de língua que contemple a dimensão social e discursiva da linguagem?