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Q4013430 Português
Notícias do Subsolo

    Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.

    Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos, ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.

Cuidado: frágil (79 d.C.)

    Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.

    O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a decomposição.

    Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro. A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do cérebro, como os neurônios.


Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
No Texto, o autor utiliza recursos expressivos para conferir maior ênfase e plasticidade à descrição dos fatos. Com base na análise das figuras de linguagem presentes no texto, marque a alternativa que identifica corretamente o recurso empregado.
Alternativas
Q4013429 Português
Notícias do Subsolo

    Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.

    Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos, ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.

Cuidado: frágil (79 d.C.)

    Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.

    O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a decomposição.

    Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro. A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do cérebro, como os neurônios.


Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
Considerando as normas de ortografia oficial e as alterações introduzidas pelo mais recente Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras atendem plenamente aos preceitos gramaticais vigentes.
Alternativas
Q4013428 Português
Notícias do Subsolo

    Tudo que passa pela Terra deixa vestígios. O tempo e os fenômenos naturais apagam a maioria, é verdade – mas, em condições propícias, ossadas, pegadas e artefatos podem durar milhões de anos. É sobre esses rastros que cientistas dedicados a decifrar o passado se debruçam. O foco dos paleontólogos são os fósseis de todo tipo de ser vivo – eles trabalham com uma janela de tempo extensa, desde o surgimento da vida na Terra, há quase 4 bilhões de anos.

    Os arqueólogos, por sua vez, concentram-se em vestígios humanos – que, mesmo quando têm centenas de milhares de anos, ainda são relativamente recentes levando em conta a idade do nosso planeta.

Cuidado: frágil (79 d.C.)

    Quando o Vesúvio entrou em erupção, a destruição ocorreu em etapas. No início, uma chuva de detritos vulcânicos soterrou casas, depois, uma nuvem de cinzas e gases extremamente quentes em alta velocidade avançou pelas cidades vizinhas.

    O calor matou as pessoas quase instantaneamente, mas passou rápido demais para destruir os corpos por completo. A súbita contração dos músculos deixou as vítimas rígidas – e seus corpos, cobertos por cinzas, tiveram a forma preservada mesmo após a decomposição.

    Uma das vítimas foi um homem de cerca de 20 anos que foi exposto a temperaturas de pelo menos 510 °C e resfriado imediatamente. O processo teve um efeito que nunca havia sido observado: um pedaço de seu cérebro se transformou em vidro. A descoberta impressiona porque é a primeira vez que pesquisadores observam matéria orgânica se transformar em vidro dessa forma. O crânio ajudou a proteger o órgão durante esse processo extremo – e o vidro preservou até estruturas microscópicas do cérebro, como os neurônios.


Revista Superinteressante – janeiro de 2026 (trecho adaptado)
O texto é parte de uma matéria publicada na revista Superinteressante do mês de janeiro de 2026. Nela, a revista apresenta o que classifica como “algumas das descobertas arqueológicas e paleontológicas mais instigantes de 2025”. Sabendo disso, assinale a única afirmativa que pode ser considerada verdadeira a partir da leitura do trecho da matéria reproduzido.
Alternativas
Q4013337 Português
Em diferentes contextos, as palavras podem apresentar relações de proximidade de sentido. Nesse caso, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4013336 Português
A classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica segue critérios definidos na língua. Diante disso, indique a alternativa correta: 
Alternativas
Q4013335 Português
Em palavras com mais de uma sílaba, uma delas recebe maior intensidade na pronúncia. Com base nisso, indique a alternativa correta:
Alternativas
Q4013334 Português
Na organização das palavras, é possível identificar partes sonoras menores. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4013333 Português
Leia para responder à questão

Brasília: A Capital Modernista

Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 sob o governo de Juscelino Kubitschek, representa o ápice do urbanismo moderno brasileiro. Projetada por Lúcio Costa no Plano Piloto e com edifícios icônicos de Oscar Niemeyer, a cidade surge no Planalto Central como símbolo de integração nacional e desenvolvimento. Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, formando um eixo que une passado, presente e futuro em formas curvas e inovadoras.

Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1987, Brasília impressiona pela escala grandiosa e pela arquitetura escultórica, como a Catedral de Brasília e o Palácio da Alvorada. O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza. Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante, atraindo milhões e perpetuando o sonho de modernidade brasileira.
De acordo com o texto, o responsável pelo projeto urbanístico do Plano Piloto da cidade de Brasília foi: 
Alternativas
Q4013332 Português
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Brasília: A Capital Modernista

Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 sob o governo de Juscelino Kubitschek, representa o ápice do urbanismo moderno brasileiro. Projetada por Lúcio Costa no Plano Piloto e com edifícios icônicos de Oscar Niemeyer, a cidade surge no Planalto Central como símbolo de integração nacional e desenvolvimento. Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, formando um eixo que une passado, presente e futuro em formas curvas e inovadoras.

Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1987, Brasília impressiona pela escala grandiosa e pela arquitetura escultórica, como a Catedral de Brasília e o Palácio da Alvorada. O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza. Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante, atraindo milhões e perpetuando o sonho de modernidade brasileira.
No período "O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza", a palavra destacada classifica-se morfologicamente como: 
Alternativas
Q4013331 Português
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Brasília: A Capital Modernista

Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 sob o governo de Juscelino Kubitschek, representa o ápice do urbanismo moderno brasileiro. Projetada por Lúcio Costa no Plano Piloto e com edifícios icônicos de Oscar Niemeyer, a cidade surge no Planalto Central como símbolo de integração nacional e desenvolvimento. Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, formando um eixo que une passado, presente e futuro em formas curvas e inovadoras.

Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1987, Brasília impressiona pela escala grandiosa e pela arquitetura escultórica, como a Catedral de Brasília e o Palácio da Alvorada. O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza. Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante, atraindo milhões e perpetuando o sonho de modernidade brasileira.
No trecho "Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante", a palavra destacada tem como seu antônimo:
Alternativas
Q4013330 Português
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Brasília: A Capital Modernista

Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 sob o governo de Juscelino Kubitschek, representa o ápice do urbanismo moderno brasileiro. Projetada por Lúcio Costa no Plano Piloto e com edifícios icônicos de Oscar Niemeyer, a cidade surge no Planalto Central como símbolo de integração nacional e desenvolvimento. Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, formando um eixo que une passado, presente e futuro em formas curvas e inovadoras.

Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1987, Brasília impressiona pela escala grandiosa e pela arquitetura escultórica, como a Catedral de Brasília e o Palácio da Alvorada. O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza. Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante, atraindo milhões e perpetuando o sonho de modernidade brasileira.
Releia o trecho: "Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes...".

O termo em destaque foi utilizado para retomar e se referir à:
Alternativas
Q4013329 Português
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Brasília: A Capital Modernista

Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 sob o governo de Juscelino Kubitschek, representa o ápice do urbanismo moderno brasileiro. Projetada por Lúcio Costa no Plano Piloto e com edifícios icônicos de Oscar Niemeyer, a cidade surge no Planalto Central como símbolo de integração nacional e desenvolvimento. Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, formando um eixo que une passado, presente e futuro em formas curvas e inovadoras.

Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1987, Brasília impressiona pela escala grandiosa e pela arquitetura escultórica, como a Catedral de Brasília e o Palácio da Alvorada. O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza. Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante, atraindo milhões e perpetuando o sonho de modernidade brasileira.
Segundo o texto, a Praça dos Três Poderes é formada pelo conjunto de três edifícios específicos. São eles:
Alternativas
Q4013328 Português
Leia para responder à questão

Brasília: A Capital Modernista

Brasília, inaugurada em 21 de abril de 1960 sob o governo de Juscelino Kubitschek, representa o ápice do urbanismo moderno brasileiro. Projetada por Lúcio Costa no Plano Piloto e com edifícios icônicos de Oscar Niemeyer, a cidade surge no Planalto Central como símbolo de integração nacional e desenvolvimento. Sua monumentalidade destaca-se na Praça dos Três Poderes, com o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, formando um eixo que une passado, presente e futuro em formas curvas e inovadoras.

Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Mundial em 1987, Brasília impressiona pela escala grandiosa e pela arquitetura escultórica, como a Catedral de Brasília e o Palácio da Alvorada. O Eixo Monumental organiza a vida urbana em áreas residenciais, comerciais e verdes, promovendo funcionalidade e beleza. Apesar de críticas ao isolamento inicial, a capital consolida-se como centro político pulsante, atraindo milhões e perpetuando o sonho de modernidade brasileira.
O texto informa que, em 1987, a UNESCO concedeu a Brasília um título importante devido à sua escala grandiosa e arquitetura. Esse título foi de: 
Alternativas
Q4013307 Português
As relações humanas no ambiente hospitalar são essenciais para a harmonia do trabalho em equipe e para a qualidade do atendimento aos pacientes, pois envolvem respeito, comunicação clara, cooperação e empatia entre os profissionais. Um convívio baseado em valores tradicionais como cordialidade, responsabilidade e espírito de colaboração favorece a resolução de conflitos, melhora o clima organizacional e contribui para um cuidado mais eficiente e humanizado. Quando há boas relações interpessoais, o trabalho flui de forma organizada e segura, beneficiando todos os envolvidos.
Com base no texto sobre relações humanas no ambiente hospitalar, analise as afirmações:

I. A comunicação e o respeito entre os profissionais favorecem o trabalho em equipe.
II. Conflitos constantes melhoram o desempenho das equipes hospitalares.
III. A cooperação contribui para um ambiente mais organizado e seguro.
IV. O convívio profissional não interfere nos resultados do serviço de saúde.
V. As relações humanas influenciam diretamente o clima de trabalho e a qualidade do atendimento.

Assinale as afirmações verdadeiras:
Alternativas
Q4013236 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

 

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.


https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono."
No trecho acima, observa-se que a concordância nominal e verbal está adequada. Analise, a seguir, se os enunciados abaixo também apresentam concordância correta.
I. Durante a prova, observou-se que 90% dos candidatos tinha domínio total dos conteúdos apresentados.
II. Antes da prova, a funcionária deixou limpa a mesa e o assento do professor.
III. É proibido a entrada de pessoas não cadastradas no interior do recinto.
IV. O cliente com sua filha reclamou contra o aumento abusivo dos preços.
V. A maior parte do conselho decidiram adotar o novo regulamento.
Após analisar as frases quanto à concordância adequada, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS. 
Alternativas
Q4013234 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

 

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.


https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava."
Analise a regência do verbo 'imaginar' na frase acima e marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas.
(__) O verbo 'imaginar' atua como intransitivo, não apresentando complemento verbal, diferentemente do seu uso na frase 'A criança sapeca vivia imaginando ideias criativas e divertidas', em que atua como transitivo direto.
(__) No contexto apresentado, o verbo 'imaginar' atua como transitivo direto, assim como ocorre na frase 'Não posso imaginar minha caçula começando a namorar'.
(__) A preposição 'de', em 'do oceano', ocorre em razão da regência do substantivo 'fundo', que, nesse contexto, exige o complemento introduzido por preposição.
(__) O verbo 'imaginar' também pode ser empregado corretamente como pronominal, como na frase 'Ele se imagina um herói'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima. 
Alternativas
Q4013230 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

 

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.


https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática."
"Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos relativamente baixos durante o período glacial."
"Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual."
Analise os trechos acima, considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados, e marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas.
(__) A expressão 'esse isolamento' retoma o mecanismo de aquecimento oculto, estabelecendo uma relação de coesão referencial por meio de sinonímia.
(__) A oração 'em um processo que reescreve a cronologia climática' estabelece coesão temática ao explicitar o efeito do reservatório de carbono.
(__) O pronome relativo 'que', em 'um processo que reescreve a cronologia climática', estabelece coesão referencial ao retomar explicitamente 'o CO?'.
(__) A conjunção 'embora' pode ser substituída 'ainda que', mantendo o sentido essencial da oração.
Alternativas
Q4013229 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

 

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.


https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

"O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática."
Analise a classificação das orações presentes no período acima e julgue as afirmativas:
I. A oração iniciada por 'que as águas' é classificada como subordinada adjetiva, pois caracteriza o termo 'estudo', especificando que não se trata de qualquer estudo, mas daquele em águas profundas.
II. A oração iniciada por 'que reescreve...' classifica-se como oração subordinada adjetiva restritiva, pois caracteriza o termo 'processo', indicando tratar-se de um processo específico.
III. A oração iniciada por 'que as águas' possui a mesma classificação da iniciada por 'que' em 'Decidiu-se que você continue na liderança'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4013228 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O fundo do oceano está fixando carbono de uma maneira que ninguém imaginava.

 

Uma pesquisa internacional descobriu que o fim da última Era do Gelo, há cerca de 12 mil anos, foi impulsionado por um mecanismo de aquecimento oculto no Oceano Antártico. O estudo revelou que as águas profundas do oceano atuavam como um reservatório massivo, mantendo o carbono fixado e isolado da atmosfera, em um processo que reescreve a cronologia climática.

O papel do Oceano Antártico é crucial: durante a Era do Gelo, ele manteve o dióxido de carbono (CO2) aprisionado nas profundezas.

Antes do aquecimento global, a maior parte do Oceano Antártico profundo estava preenchida por uma massa de água estagnada e rica em carbono. Cientistas confirmaram essa condição por meio da análise de núcleos de sedimentos, que mostraram uma "assinatura química exótica" que só poderia ter se desenvolvido se a água permanecesse quase imóvel por longos períodos.

Esse estado de estagnação transformou as profundezas do oceano em um verdadeiro "cofre de carbono".

Esse isolamento impediu que o CO2 fosse liberado na superfície, ajudando a manter os níveis atmosféricos de poluentes relativamente baixos durante o período glacial.

O que ninguém esperava é que essa estrutura fosse desfeita por um mecanismo interno da Antártida. O aquecimento ao redor do continente causou o recuo do gelo marinho, gerando uma nova massa de água de fundo (AABW - Antarctic Bottom Water) com menor salinidade.

Essa AABW de baixa densidade começou a se expandir em duas fases claras. A expansão desestabilizou a massa de água estagnada e rica em carbono, forçando-a a subir e a se misturar com as camadas de superfície.

O resultado foi o escape do CO2 aprisionado para a atmosfera. Esse processo de liberação acelerou o aumento da temperatura global, impulsionando a transição do planeta para o período Holoceno.

Embora o estudo olhe para o passado, a descoberta tem implicações urgentes para o clima atual. Nas últimas cinco décadas, as águas profundas do Oceano Antártico aqueceram significativamente mais rápido do que grande parte dos oceanos.

Entender como o reservatório de carbono se destravou no passado é crucial para que os cientistas possam prever com mais precisão a rapidez com que o derretimento do gelo antártico hoje pode desencadear uma nova liberação de carbono armazenado, afetando as projeções futuras de aquecimento global.


https://www.xataka.com.br/ciencia/fundo-do-oceano-esta-fixando-carbono-uma-maneira-que-ninguem-imaginava

Considerando o texto que trata do papel do Oceano Antártico no armazenamento e na liberação de carbono e sua influência nas mudanças climáticas ao longo do tempo, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4013129 Português

A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer. 


Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.

Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.

Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.

Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.

No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo. 

São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.

 O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.


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"No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids, uma legião de jovens e pré-adolescentes que consomem cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre."
Com base no uso do hífen e nas alterações ocorridas nos vocábulos, conforme determinado pelo Novo Acordo Ortográfico, analise as afirmativas a seguir:
I. Quando o prefixo 'pré' se demarca como tônico, ou seja, quando possui autonomia fonética, o uso do hífen se faz necessário, como observa-se na palavra 'pré-adolescentes. No entanto, nos casos em que o prefixo 'pré' se apresenta como átono, ele não é acompanhado do uso do hífen. Assim estão corretas as formas 'preexistente' e 'predeterminado'.
II. O acento agudo dos ditongos abertos caiu somente em palavras paroxítonas, permanecendo assim acentuadas as palavras oxítonas como 'anzóis' e porta-jóias.
III. O vocábulo 'antienvelhecimento' não é hifenizado, uma vez que a vogal inicial do segundo elemento é diferente da vogal final do prefixo. Em contrapartida, a palavra 'anti-inflamatório' mantém o hífen, seguindo a regra inversa.
IV. O verbo 'pôr' não sofreu alteração e continua sendo grafado com acento circunflexo, a fim de diferenciá-lo da preposição átona 'por'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
Alternativas
Respostas
8101: C
8102: D
8103: C
8104: D
8105: B
8106: D
8107: C
8108: A
8109: A
8110: B
8111: A
8112: D
8113: B
8114: D
8115: E
8116: E
8117: E
8118: A
8119: C
8120: D