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Q4128886 Português
Considerando a classificação das orações subordinadas substantivas na língua portuguesa, analise a estrutura sintática da oração a seguir, observando a relação estabelecida entre a oração principal e a subordinada:
"O diretor afirmou que os resultados seriam divulgados ainda nesta semana."

Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada destacada:
Alternativas
Q4128885 Português
Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando as regras de uso da crase na norma culta da língua portuguesa. Analise cada enunciado quanto à adequação desse uso, observando também os contextos em que a crase não deve ocorrer. Em seguida, identifique em quais afirmativas o emprego da crase está correto em todas as ocorrências apresentadas.
I.Fui à escola resolver pendências e retornei à secretaria para finalizar o atendimento.
II.Entreguei o documento à ela e pedi que encaminhasse à direção imediatamente.
III.Chegaremos àquele local às 14h e permaneceremos lá até às 16h conforme combinado.
IV.O relatório foi redigido à pressas e encaminhado à coordenação do projeto.
V.Referiu-se àquilo que ocorreu ontem à noite durante a reunião extraordinária.

Em quais afirmativas há o emprego correto da crase em todas as ocorrências?
Alternativas
Q4128884 Português
Considerando os princípios da predicação verbal na língua portuguesa, analise a oração a seguir quanto à relação estabelecida entre o verbo e seus complementos. Observe atentamente a estrutura sintática da oração e a presença de termos que completam o sentido do verbo.
"O professor explicou a matéria aos alunos durante a aula expositiva."

Assinale a alternativa que indica corretamente a transitividade verbal do verbo presente na oração:
Alternativas
Q4128883 Português
Material inspirado no cérebro pode cortar o consumo de energia da IA em 70%

Vista por muitos como a tecnologia definidora do século 21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo crucial: o consumo explosivo de energia do hardware que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de 30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais mais eficientes.

Uma das principais apostas para reverter a trajetória de consumo energético crescente da IA — a chamada computação neuromórfica — projeta hardware inspirado no cérebro humano. É que, em vez de separar processamento e memória, o órgão processa e armazena informações em um só lugar.

Em um estudo recente, publicado na revista Science Adventures, pesquisadores da University of Cambridge, no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos como substituto das sinapses em chips de IA — com desempenho energético sem precedentes na categoria.

A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza internamente para controlar a passagem de corrente. Como resultado, o dispositivo opera com correntes extremamente baixas, reduzindo drasticamente o consumo e superando as limitações atuais.

A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina um dos principais culpados pelo desperdício energético — o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema de "engarrafamento" que ocorre em computadores porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são componentes separados, trocando informações entre si por meio de um único canal.

O componente central do memristor é um óxido de háfnio, composto já presente nos chips modernos, enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre outra camada metálica em duas etapas — a primeira sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de cargas opostas, que é o coração do dispositivo.

Em vez de criar e romper filamentos condutores — como fazem os memristores convencionais, com desgaste e variabilidade —, o novo material altera sua resistência de forma suave e gradual, deslocando a altura de uma barreira de energia na junção. O resultado é um controle analógico muito mais preciso.

Isso é fundamental, pois, embora um transistor convencional também consuma mais com correntes maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já o memristor precisa mudar de estado e manter esse estado, e cada mudança tem um custo energético.

Em uma rede neural com milhões de operações por segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso das arquiteturas propostas no estudo — que integram processamento e memória no mesmo elemento — a literatura científica aponta um potencial de redução superior a 70% no consumo energético dos sistemas de IA atuais.

Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não só consome pouca energia, como também aguenta ser atualizado muitas vezes e consegue manter o que aprendeu por tempo suficiente — duas condições essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.

Os memristores também foram capazes de imitar o modo como o cérebro humano aprende. "São as propriedades necessárias para um hardware capaz de aprender e se adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.

A descoberta também chama atenção fora do laboratório: o material é compatível com os processos de fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção pela indústria sem a necessidade de mudanças profundas nas linhas de produção.

Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo prático: o processo atual exige temperaturas em torno de 700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit, a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/material-inspirado-no-cerebropode-cortar-o-consumo-de-energia-da-ia-em-70/
Ao longo do texto, a computação neuromórfica é apresentada como uma alternativa promissora às arquiteturas tradicionais de computação. Essa abordagem se inspira em características específicas do funcionamento do cérebro humano para superar limitações existentes. Com base nessa informação, identifique a principal diferença estrutural entre o modelo neuromórfico e o modelo computacional tradicional.
Alternativas
Q4128882 Português
Material inspirado no cérebro pode cortar o consumo de energia da IA em 70%

Vista por muitos como a tecnologia definidora do século 21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo crucial: o consumo explosivo de energia do hardware que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de 30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais mais eficientes.

Uma das principais apostas para reverter a trajetória de consumo energético crescente da IA — a chamada computação neuromórfica — projeta hardware inspirado no cérebro humano. É que, em vez de separar processamento e memória, o órgão processa e armazena informações em um só lugar.

Em um estudo recente, publicado na revista Science Adventures, pesquisadores da University of Cambridge, no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos como substituto das sinapses em chips de IA — com desempenho energético sem precedentes na categoria.

A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza internamente para controlar a passagem de corrente. Como resultado, o dispositivo opera com correntes extremamente baixas, reduzindo drasticamente o consumo e superando as limitações atuais.

A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina um dos principais culpados pelo desperdício energético — o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema de "engarrafamento" que ocorre em computadores porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são componentes separados, trocando informações entre si por meio de um único canal.

O componente central do memristor é um óxido de háfnio, composto já presente nos chips modernos, enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre outra camada metálica em duas etapas — a primeira sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de cargas opostas, que é o coração do dispositivo.

Em vez de criar e romper filamentos condutores — como fazem os memristores convencionais, com desgaste e variabilidade —, o novo material altera sua resistência de forma suave e gradual, deslocando a altura de uma barreira de energia na junção. O resultado é um controle analógico muito mais preciso.

Isso é fundamental, pois, embora um transistor convencional também consuma mais com correntes maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já o memristor precisa mudar de estado e manter esse estado, e cada mudança tem um custo energético.

Em uma rede neural com milhões de operações por segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso das arquiteturas propostas no estudo — que integram processamento e memória no mesmo elemento — a literatura científica aponta um potencial de redução superior a 70% no consumo energético dos sistemas de IA atuais.

Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não só consome pouca energia, como também aguenta ser atualizado muitas vezes e consegue manter o que aprendeu por tempo suficiente — duas condições essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.

Os memristores também foram capazes de imitar o modo como o cérebro humano aprende. "São as propriedades necessárias para um hardware capaz de aprender e se adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.

A descoberta também chama atenção fora do laboratório: o material é compatível com os processos de fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção pela indústria sem a necessidade de mudanças profundas nas linhas de produção.

Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo prático: o processo atual exige temperaturas em torno de 700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit, a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/material-inspirado-no-cerebropode-cortar-o-consumo-de-energia-da-ia-em-70/
O desenvolvimento do novo memristor representa um avanço significativo em relação às tecnologias anteriores, especialmente no que diz respeito à eficiência energética e ao controle operacional. Considerando as informações apresentadas, identifique o principal diferencial do novo material utilizado nesse dispositivo.
Alternativas
Q4128881 Português
Material inspirado no cérebro pode cortar o consumo de energia da IA em 70%

Vista por muitos como a tecnologia definidora do século 21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo crucial: o consumo explosivo de energia do hardware que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de 30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais mais eficientes.

Uma das principais apostas para reverter a trajetória de consumo energético crescente da IA — a chamada computação neuromórfica — projeta hardware inspirado no cérebro humano. É que, em vez de separar processamento e memória, o órgão processa e armazena informações em um só lugar.

Em um estudo recente, publicado na revista Science Adventures, pesquisadores da University of Cambridge, no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos como substituto das sinapses em chips de IA — com desempenho energético sem precedentes na categoria.

A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza internamente para controlar a passagem de corrente. Como resultado, o dispositivo opera com correntes extremamente baixas, reduzindo drasticamente o consumo e superando as limitações atuais.

A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina um dos principais culpados pelo desperdício energético — o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema de "engarrafamento" que ocorre em computadores porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são componentes separados, trocando informações entre si por meio de um único canal.

O componente central do memristor é um óxido de háfnio, composto já presente nos chips modernos, enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre outra camada metálica em duas etapas — a primeira sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de cargas opostas, que é o coração do dispositivo.

Em vez de criar e romper filamentos condutores — como fazem os memristores convencionais, com desgaste e variabilidade —, o novo material altera sua resistência de forma suave e gradual, deslocando a altura de uma barreira de energia na junção. O resultado é um controle analógico muito mais preciso.

Isso é fundamental, pois, embora um transistor convencional também consuma mais com correntes maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já o memristor precisa mudar de estado e manter esse estado, e cada mudança tem um custo energético.

Em uma rede neural com milhões de operações por segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso das arquiteturas propostas no estudo — que integram processamento e memória no mesmo elemento — a literatura científica aponta um potencial de redução superior a 70% no consumo energético dos sistemas de IA atuais.

Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não só consome pouca energia, como também aguenta ser atualizado muitas vezes e consegue manter o que aprendeu por tempo suficiente — duas condições essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.

Os memristores também foram capazes de imitar o modo como o cérebro humano aprende. "São as propriedades necessárias para um hardware capaz de aprender e se adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.

A descoberta também chama atenção fora do laboratório: o material é compatível com os processos de fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção pela indústria sem a necessidade de mudanças profundas nas linhas de produção.

Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo prático: o processo atual exige temperaturas em torno de 700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit, a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/material-inspirado-no-cerebropode-cortar-o-consumo-de-energia-da-ia-em-70/
Embora o texto apresente avanços relevantes no campo da computação neuromórfica, também evidencia limitações práticas que ainda precisam ser superadas para viabilizar sua aplicação em larga escala. Considerando essa perspectiva, identifique o principal desafio atual para a implementação industrial da tecnologia descrita.
Alternativas
Q4128880 Português
Material inspirado no cérebro pode cortar o consumo de energia da IA em 70%

Vista por muitos como a tecnologia definidora do século 21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo crucial: o consumo explosivo de energia do hardware que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de 30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais mais eficientes.

Uma das principais apostas para reverter a trajetória de consumo energético crescente da IA — a chamada computação neuromórfica — projeta hardware inspirado no cérebro humano. É que, em vez de separar processamento e memória, o órgão processa e armazena informações em um só lugar.

Em um estudo recente, publicado na revista Science Adventures, pesquisadores da University of Cambridge, no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos como substituto das sinapses em chips de IA — com desempenho energético sem precedentes na categoria.

A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza internamente para controlar a passagem de corrente. Como resultado, o dispositivo opera com correntes extremamente baixas, reduzindo drasticamente o consumo e superando as limitações atuais.

A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina um dos principais culpados pelo desperdício energético — o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema de "engarrafamento" que ocorre em computadores porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são componentes separados, trocando informações entre si por meio de um único canal.

O componente central do memristor é um óxido de háfnio, composto já presente nos chips modernos, enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre outra camada metálica em duas etapas — a primeira sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de cargas opostas, que é o coração do dispositivo.

Em vez de criar e romper filamentos condutores — como fazem os memristores convencionais, com desgaste e variabilidade —, o novo material altera sua resistência de forma suave e gradual, deslocando a altura de uma barreira de energia na junção. O resultado é um controle analógico muito mais preciso.

Isso é fundamental, pois, embora um transistor convencional também consuma mais com correntes maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já o memristor precisa mudar de estado e manter esse estado, e cada mudança tem um custo energético.

Em uma rede neural com milhões de operações por segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso das arquiteturas propostas no estudo — que integram processamento e memória no mesmo elemento — a literatura científica aponta um potencial de redução superior a 70% no consumo energético dos sistemas de IA atuais.

Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não só consome pouca energia, como também aguenta ser atualizado muitas vezes e consegue manter o que aprendeu por tempo suficiente — duas condições essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.

Os memristores também foram capazes de imitar o modo como o cérebro humano aprende. "São as propriedades necessárias para um hardware capaz de aprender e se adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.

A descoberta também chama atenção fora do laboratório: o material é compatível com os processos de fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção pela indústria sem a necessidade de mudanças profundas nas linhas de produção.

Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo prático: o processo atual exige temperaturas em torno de 700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit, a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/material-inspirado-no-cerebropode-cortar-o-consumo-de-energia-da-ia-em-70/
O texto apresenta um panorama sobre os desafios enfrentados pela inteligência artificial contemporânea, destacando não apenas avanços tecnológicos, mas também limitações estruturais relevantes. Nesse contexto, a discussão sobre consumo energético assume papel central na análise das perspectivas futuras da área. Considerando essa abordagem, identifique a alternativa que expressa o problema inicial que motivou o desenvolvimento da pesquisa apresentada.
Alternativas
Q4128850 Português
Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando as regras de regência verbal na norma culta da língua portuguesa. Analise cada enunciado com atenção e identifique aqueles em que a regência verbal está corretamente empregada.
I.Cheguei no escritório às oito horas para iniciar as atividades do dia.
II.Assistimos à palestra sobre direito constitucional ministrada pelo professor convidado.
III.Ela preferiu sair mais cedo do que permanecer na reunião até o final previsto.
IV.O diretor informou os resultados aos candidatos após a conclusão do processo seletivo.
V.Os alunos obedeceram aos regulamentos estabelecidos pela instituição de ensino superior.

Em quais afirmativas não há erro de regência verbal?
Alternativas
Q4128847 Português
Estudo alerta que pequena porção de ultraprocessados pode levar a demência

Aumentar o consumo diário de alimentos ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o risco de demência, mesmo que você mantenha uma dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo estudo.

Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam cerca de 53% de todas as calorias consumidas por adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega a quase 62%.

"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está associado a uma piora na atenção e a um maior risco de demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de nutrição e dietética na Universidade Monash, em Melbourne, Austrália.

O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa associação não mudou com a adesão à dieta mediterrânea, indicando que o elo está no processamento dos alimentos, e não simplesmente na substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em um e-mail.

A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente conjunto de evidências que mostram os danos potenciais dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical School, que não participou do estudo.

Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em pessoas que comiam majoritariamente vegetais.

"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo de AUPs está consistentemente associado a um pior desempenho cognitivo", disse Kimberly.

A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e demência.

Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND, também focam em alimentos integrais e na limitação de açúcares e carnes vermelhas.

Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são desmontados em moléculas que, com a ajuda de corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são aquecidos e moldados em qualquer produto que a indústria deseje criar.

Especialistas afirmam que esses alimentos "pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura, carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.

O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's & Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40 e 70 anos.

"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados, vimos uma queda distinta na capacidade de foco", explicou Cardoso.

Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta imediata com a memória, o estudo estimou o declínio mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no consumo diário foi associado a um incremento de 0,24 pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).

Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco, especialmente se feito antes que complicações neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que oferece uma oportunidade fundamental para lidar com fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
O texto apresenta resultados de pesquisas recentes sobre os efeitos do consumo de alimentos ultraprocessados, destacando dados quantitativos e interpretações científicas. Embora os resultados sejam expressivos, o próprio estudo impõe limites à forma como esses dados devem ser compreendidos. Considerando essa nuance, identifique a alternativa que traduz a natureza da relação estabelecida entre o consumo desses alimentos e o risco de demência.
Alternativas
Q4128784 Português
Considerando os vícios de linguagem que comprometem a adequação da norma culta. Levando em conta que certos desvios podem ocorrer no nível fonético, morfológico ou ortográfico. A partir dessa perspectiva, identifique o tipo de vício presente no enunciado:
"O aluno resolveu a atividade do seu geito, sem consultar o material indicado pelo professor."

Assinale a alternativa que identifica corretamente o vício de linguagem presente na oração:
Alternativas
Q4128745 Português
Considere as regras de colocação pronominal na norma culta da língua portuguesa, que determinam a posição dos pronomes oblíquos átonos em relação ao verbo. Analise atentamente os exemplos apresentados e observe o contexto de uso em cada construção. Em seguida, estabeleça a correspondência correta entre as orações e o tipo de colocação pronominal empregado.
Coluna 01:
(_)Não me informaram sobre a alteração do cronograma prevista para o projeto.
(_)Entregar-lhe-ei os relatórios solicitados assim que finalizar a análise técnica.
(_)Convidaram-me para participar do evento acadêmico realizado na universidade.
(_)Quando te avisaram sobre a mudança no regulamento interno da instituição?
(_)Prometeram-se a ajudá-los durante a execução das atividades propostas.
Coluna 02:
I.Próclise.
II.Mesóclise.
III.Ênclise.

Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q4128742 Português
Estudo alerta que pequena porção de ultraprocessados pode levar a demência

Aumentar o consumo diário de alimentos ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o risco de demência, mesmo que você mantenha uma dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo estudo.

Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam cerca de 53% de todas as calorias consumidas por adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega a quase 62%.

"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está associado a uma piora na atenção e a um maior risco de demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de nutrição e dietética na Universidade Monash, em Melbourne, Austrália.

O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa associação não mudou com a adesão à dieta mediterrânea, indicando que o elo está no processamento dos alimentos, e não simplesmente na substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em um e-mail.

A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente conjunto de evidências que mostram os danos potenciais dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical School, que não participou do estudo.

Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em pessoas que comiam majoritariamente vegetais.

"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo de AUPs está consistentemente associado a um pior desempenho cognitivo", disse Kimberly.

A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e demência.

Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND, também focam em alimentos integrais e na limitação de açúcares e carnes vermelhas.

Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são desmontados em moléculas que, com a ajuda de corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são aquecidos e moldados em qualquer produto que a indústria deseje criar.

Especialistas afirmam que esses alimentos "pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura, carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.

O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's & Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40 e 70 anos.

"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados, vimos uma queda distinta na capacidade de foco", explicou Cardoso.

Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta imediata com a memória, o estudo estimou o declínio mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no consumo diário foi associado a um incremento de 0,24 pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).

Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco, especialmente se feito antes que complicações neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que oferece uma oportunidade fundamental para lidar com fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
O texto articula dados científicos com explicações sobre a composição dos alimentos ultraprocessados, evidenciando aspectos estruturais que podem justificar seus efeitos no organismo. Essa abordagem permite compreender como a forma de produção desses alimentos se relaciona com os impactos observados. Considerando essa explicação, identifique a alternativa que sintetiza essa relação.
Alternativas
Q4128673 Português
Considerando os princípios da análise sintática na língua portuguesa, especialmente no que se refere aos termos acessórios da oração, analise a estrutura da frase a seguir:
"Os alunos dedicados receberam reconhecimento durante a cerimônia acadêmica."
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função sintática do termo destacado:
Alternativas
Q4128672 Português
Considere as regras de colocação pronominal na norma culta da língua portuguesa, que determinam a posição dos pronomes oblíquos átonos em relação ao verbo. Analise atentamente os exemplos apresentados e observe o contexto de uso em cada construção. Em seguida, estabeleça a correspondência correta entre as orações e o tipo de colocação pronominal empregado.
Coluna 01:
(_)Não me informaram sobre a alteração do cronograma prevista para o projeto.
(_)Entregar-lhe-ei os relatórios solicitados assim que finalizar a análise técnica.
(_)Convidaram-me para participar do evento acadêmico realizado na universidade.
(_)Quando te avisaram sobre a mudança no regulamento interno da instituição?
(_)Prometeram-se a ajudá-los durante a execução das atividades propostas.
Coluna 02:
I.Próclise.
II.Mesóclise.
III.Ênclise.

Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q4128670 Português
Considere as regras de concordância nominal na norma culta da língua portuguesa, especialmente no que se refere à relação entre substantivos e seus determinantes ou modificadores. Analise atentamente as alternativas a seguir, observando o emprego dessas regras em diferentes contextos sintáticos. Em seguida, identifique em qual alternativa há erro na concordância nominal.
Alternativas
Q4128669 Português
Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando os princípios da predicação verbal na norma culta da língua portuguesa. Em seguida, identifique em quais afirmativas ocorre o emprego de verbo transitivo direto e indireto.
I.O gerente enviou o relatório aos diretores após revisar todos os dados do projeto.
II.Os alunos chegaram cedo ao auditório para acompanhar a palestra inaugural do evento.
III.A pesquisadora apresentou os resultados da pesquisa à comunidade acadêmica interessada.
IV.O funcionário precisava de orientação para concluir as tarefas pendentes naquele setor.
V.O professor entregou as avaliações aos estudantes no final da aula expositiva.

Em quais afirmativas há o emprego de verbo transitivo direto e indireto? 
Alternativas
Q4128668 Português
Considere as regras de uso do acento grave indicativo de crase na norma culta da língua portuguesa. Analise cuidadosamente as alternativas a seguir e identifique aquela em que há erro no emprego da crase.
Alternativas
Q4128667 Português
Estudo alerta que pequena porção de ultraprocessados pode levar a demência

Aumentar o consumo diário de alimentos ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o risco de demência, mesmo que você mantenha uma dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo estudo.

Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam cerca de 53% de todas as calorias consumidas por adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega a quase 62%.

"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está associado a uma piora na atenção e a um maior risco de demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de nutrição e dietética na Universidade Monash, em Melbourne, Austrália.

O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa associação não mudou com a adesão à dieta mediterrânea, indicando que o elo está no processamento dos alimentos, e não simplesmente na substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em um e-mail.

A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente conjunto de evidências que mostram os danos potenciais dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical School, que não participou do estudo.

Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em pessoas que comiam majoritariamente vegetais.

"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo de AUPs está consistentemente associado a um pior desempenho cognitivo", disse Kimberly.

A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e demência.

Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND, também focam em alimentos integrais e na limitação de açúcares e carnes vermelhas.

Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são desmontados em moléculas que, com a ajuda de corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são aquecidos e moldados em qualquer produto que a indústria deseje criar.

Especialistas afirmam que esses alimentos "pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura, carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.

O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's & Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40 e 70 anos.

"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados, vimos uma queda distinta na capacidade de foco", explicou Cardoso.

Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta imediata com a memória, o estudo estimou o declínio mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no consumo diário foi associado a um incremento de 0,24 pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).

Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco, especialmente se feito antes que complicações neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que oferece uma oportunidade fundamental para lidar com fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
O texto articula dados científicos com explicações sobre a composição dos alimentos ultraprocessados, evidenciando aspectos estruturais que podem justificar seus efeitos no organismo. Essa abordagem permite compreender como a forma de produção desses alimentos se relaciona com os impactos observados. Considerando essa explicação, identifique a alternativa que sintetiza essa relação.
Alternativas
Q4128666 Português
Estudo alerta que pequena porção de ultraprocessados pode levar a demência

Aumentar o consumo diário de alimentos ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o risco de demência, mesmo que você mantenha uma dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo estudo.

Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam cerca de 53% de todas as calorias consumidas por adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega a quase 62%.

"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está associado a uma piora na atenção e a um maior risco de demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de nutrição e dietética na Universidade Monash, em Melbourne, Austrália.

O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa associação não mudou com a adesão à dieta mediterrânea, indicando que o elo está no processamento dos alimentos, e não simplesmente na substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em um e-mail.

A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente conjunto de evidências que mostram os danos potenciais dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical School, que não participou do estudo.

Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em pessoas que comiam majoritariamente vegetais.

"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo de AUPs está consistentemente associado a um pior desempenho cognitivo", disse Kimberly.

A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e demência.

Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND, também focam em alimentos integrais e na limitação de açúcares e carnes vermelhas.

Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são desmontados em moléculas que, com a ajuda de corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são aquecidos e moldados em qualquer produto que a indústria deseje criar.

Especialistas afirmam que esses alimentos "pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura, carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.

O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's & Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40 e 70 anos.

"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados, vimos uma queda distinta na capacidade de foco", explicou Cardoso.

Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta imediata com a memória, o estudo estimou o declínio mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no consumo diário foi associado a um incremento de 0,24 pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).

Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco, especialmente se feito antes que complicações neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que oferece uma oportunidade fundamental para lidar com fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
Ao discutir os impactos dos ultraprocessados, o texto também aborda a influência de padrões alimentares considerados saudáveis, como a dieta mediterrânea. Nesse contexto, a análise apresentada permite inferir que certos fatores associados ao risco cognitivo vão além da simples substituição de alimentos. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa conclusão. 
Alternativas
Q4128253 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3 


É bem-vinda a lei que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos de todos os Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O projeto estabelece que a gestão pública deve obedecer a determinadas técnicas de linguagem em textos dirigidos aos cidadãos, como redigir frases curtas em ordem direta e trocar termos técnicos e jargões por sinônimos. Também não é permitido usar novas formas de flexão de gênero contrárias a normas gramaticais.


Esta última regra despertou controvérsia por se referir à chamada linguagem neutra, que propõe mudanças na língua para incluir pessoas que não se identificam com o gênero feminino ou masculino – o pronome “todos” vira “todes”, adjetivos como “bonito” e “bonita” viram “bonite” ou “bonitx”, e, além de “ele” e “ela”, acrescenta-se o “elu”.


Por óbvio, línguas não são imutáveis, mas alterações ocorrem de forma gradual, e é a partir do uso popular generalizado que elas são incorporadas aos dicionários. Ademais, mudanças na concordância entre as palavras – uma das consequências do gênero neutro em línguas latinas, como o português – são raras. Há um movimento em prol de maior entendimento entre Estado e sociedade. Facilitar o acesso a direitos e deveres passa necessariamente por facilitar a comunicação.



FOLHA DE S. PAULO. Editorial: o que a Folha pensa – Estado precisa falar a língua da população. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/11/estado-precisa-falar-a-linguada-populacao.shtml. Acesso em: 2 dez. 2025. [Adaptado]. 

O editorial trata de aspectos gerais do funcionamento das línguas ao discutir a relação entre mudanças linguísticas e práticas normativas. A passagem “línguas não são imutáveis, mas alterações ocorrem de forma gradual” mobiliza um tipo de argumentação que
Alternativas
Respostas
3041: C
3042: C
3043: B
3044: A
3045: C
3046: B
3047: A
3048: D
3049: C
3050: A
3051: A
3052: C
3053: A
3054: A
3055: D
3056: C
3057: B
3058: C
3059: B
3060: D