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Q4302647 Português

Leia o texto e responda às questões:


O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Uma repartição pretende afixar o aviso: “Senhores usuários os documentos incompletos serão devolvidos para correção.” Para empregar corretamente a vírgula no vocativo, sem alterar o conteúdo, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4302646 Português

Leia o texto e responda às questões:


O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Considere o aviso: “A Central de Atendimento, setor responsável pelo recebimento dos documentos, funcionará até as 17 horas.” A respeito da expressão isolada por vírgulas, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4302645 Português

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O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Em um comunicado, escreveu-se: “Os candidatos devem conferir seus documentos antes da entrega, pois eles não poderão ser substituídos depois do encerramento do prazo.” Considerando a clareza textual e o emprego dos pronomes, assinale a alternativa que apresenta a melhor análise.
Alternativas
Q4302644 Português

Leia o texto e responda às questões:


O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Observe: “Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada.”


Analise as afirmativas.



I. “Pouco depois” situa o acontecimento no tempo.


II. “Que” retoma “a senhora” e liga informações no período.


III. “As”, em “as horas”, funciona como artigo definido.


IV. “Observava” indica ação já concluída e pontual.



Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q4302643 Português

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O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Um servidor redigiu quatro versões de um aviso destinado aos usuários. Considerando as regras de ortografia e acentuação gráfica do português, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4302642 Português

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O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Considere a reescrita: “Clara explicou ao homem que o sistema estava lento. Por isso, ele compreenderia melhor a demora.” Se a expressão destacada fosse substituída sem alteração relevante da relação de sentido, a redação adequada seria:
Alternativas
Q4302641 Português

Leia o texto e responda às questões:


O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

No trecho “Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída”, os verbos destacados contribuem para a construção da ideia final do texto.


Assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q4302640 Português

Leia o texto e responda às questões:


O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

Considere o trecho: “A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se.” A respeito da relação estabelecida pela conjunção “mas”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4302639 Português

Leia o texto e responda às questões:


O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE


Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.


Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:


— Vai demorar muito?


Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:


— Perdi a manhã. 


Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.


Ao sair, ela sorriu:


— Então não perdi a manhã inteira.


A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.


Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova. 

A construção do sentido global do texto depende da comparação entre o tempo cronológico, medido pelo relógio, e a percepção das pessoas durante a espera. A partir dessa relação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4302618 Português

Em uma atividade de análise sintática de orações, um aluno examinou o período a seguir:


“Embora muitos professores reconheçam que a avaliação formativa é essencial para a aprendizagem dos alunos, ainda há escolas em que se privilegiam atividades avaliativas focadas apenas na nota, sob uma abordagem punitiva e classificatória”. 


Na compreensão do estudante, trata-se de um período composto por subordinação em que:


- A oração “Embora muitos professores reconheçam” é uma subordinada adverbial concessiva, pois apresenta um fato que poderia levar a uma conclusão diferente da apresentada na oração principal;  


- A oração “que a avaliação formativa é essencial para a aprendizagem dos alunos” é classificada como subordinada substantiva objetiva direta, porque completa o sentido do verbo “reconheçam” e especifica aquilo que os professores percebem;


- A oração “ainda há escolas” é coordenada sindética adversativa, pois o “ainda” estabelece oposição à ideia da primeira oração;


- A oração “em que se privilegiam atividades avaliativas” é a principal, visto que apresenta o núcleo da informação;


- A oração “focadas apenas na nota” é uma subordinada adjetiva restritiva reduzida de particípio, que delimita as atividades privilegiadas. 


Assinale a alternativa que apresenta a resposta docente adequada quanto à classificação das orações na análise do aluno. 

Alternativas
Q4302617 Literatura
No encontro de planejamento de Língua Portuguesa e Literatura de uma escola pública na região urbana de Maracajé, foi problematizada a falta de competência literária dos alunos que prestavam exame do Enem. Por isso, os professores foram orientados a desenvolver atividades de literatura que superassem o ensino focado em memorização de autores, escolas e períodos literários e contemplassem a formação do estudante a partir do Letramento Literário.

Sobre a situação dada, selecione a alternativa que caracteriza uma abordagem pedagógica sob a perspectiva do Letramen to Literário. 
Alternativas
Q4302614 Linguística

Para a questão, leia o texto a seguir:


Texto VI


“[...] os eixos de integração considerados na BNCC de Língua Portuguesa são aqueles já consagrados nos documen tos curriculares da Área, correspondentes às práticas de linguagem: oralidade, leitura/escuta, produção (escrita e multisse miótica) e análise linguística/semiótica (que envolve conhecimentos linguísticos – sobre o sistema de escrita, o sistema da língua e a norma-padrão –, textuais, discursivos e sobre os modos de organização e os elementos de outras semioses). Cabe ressaltar, reiterando o movimento metodológico de documentos curriculares anteriores, que estudos de natureza teórica e metalinguística – sobre a língua, sobre a literatura, sobre a norma padrão e outras variedades da língua – não devem nesse nível de ensino ser tomados como um fim em si mesmo, devendo estar envolvidos em práticas de reflexão que permitam aos estudantes ampliarem suas capacidades de uso da língua/linguagens (em leitura e em produção) em práticas situadas de linguagem.”


(Trecho de: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular, 2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 23, jul., 2026) 

A orientação metodológica presente no fragmento “estudos de natureza teórica e metalinguística [...] não devem nesse nível de ensino ser tomados como um fim em si mesmo, devendo estar envolvidos em práticas de reflexão que permitam aos estudantes ampliarem suas capacidades de uso da língua/linguagens (em leitura e em produção) em práticas situadas de linguagem” aproxima-se de qual concepção de língua e linguagem?
Alternativas
Q4302612 Português

Para a questão, leia o texto a seguir: 


Texto V


“Usamos a expressão domínio discursivo para designar uma esfera ou instância de produção discursiva ou de atividade humana. Esses domínios não são textos nem discursos, mas propiciam o surgimento de discursos bastante específicos. Do ponto de vista dos domínios, falamos em discurso jurídico, discurso jornalístico, discurso religioso etc., já que as atividades jurídica, jornalística ou religiosa não abrangem um gênero em particular, mas dão origem a vários deles [...]”


(Trecho de: MARCUSCHI, Luiz A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: BEZERRA, Maria Auxiliadora; DIONISIO, Ângela P.; MACHADO, Ana R. (orgs.). Gêneros textuais e ensino. 2ª ed. São Paulo: Parábola, 2010)

Considerando o texto V, assinale a alternativa que resume corretamente a importância do trabalho em sala de aula com gêneros a partir dos seus domínios discursivos. 
Alternativas
Q4302611 Português

Para a questão, analise a situação-problema abaixo:


Em uma noite, Maria, estudante de Letras, estava estudando Morfologia do português em sua cama. Depois de um tempo, ela adormeceu e teve um sonho interessante. Sonhou que estava em uma feira de invenções de objetos domésticos e lá encontrava produtos com nomes diferentes:


- desalisador: produto para enrolar o cabelo;


- cheirina: produto que deixa a casa cheirosa;


- desamassador: aparelho que desamassa roupas;


- antirrespingador: aparelho que impede respingos no fogão;


- frescador: aparelho que deixa o ambiente bem fresco;


- ensonador: aparelho que ajuda a pessoa a dormir.


Maria achou os vocábulos estranhos, mas conseguiu compreender todos os significados devido à estrutura das palavras. 

Considerando o processo de formação de palavras na Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302610 Português

Para a questão, leia o texto a seguir: 


Texto IV


Debaixo dos caracóis dos seus cabelos


Um dia a areia branca

Seus pés irão tocar

E vai molhar seus cabelos

A água azul do mar

Janelas e portas vão se abrir

Pra ver você chegar

E ao se sentir em casa

Sorrindo vai chorar


Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Uma história pra contar de um mundo tão distante

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Um soluço e a vontade de ficar mais um instante


As luzes e o colorido

Que você vê agora

Nas ruas por onde anda

Na casa onde mora

Você olha tudo e nada

Lhe faz ficar contente

Você só deseja agora

Voltar pra sua gente 


Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Uma história pra contar de um mundo tão distante

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Um soluço e a vontade de ficar mais um instante


Você anda pela tarde

E o seu olhar tristonho

Deixa sangrar no peito

Uma saudade, um sonho

Um dia vou ver você

Chegando num sorriso

Pisando a areia branca

Que é seu paraíso 


[...]


(Adaptado de: CARLOS, Roberto; CARLOS, Erasmo. Debaixo dos caracóis dos seus cabelos. In: CARLOS, Roberto. Roberto Carlos. Rio de Janeiro: CBS, 1971. 

Considerando os recursos estilísticos e a construção dos sentidos da canção “Debaixo dos caracóis dos seus cabelos”, selecione a alternativa que apresenta uma interpretação adequada sobre a articulação entre o olhar tristonho, o soluço, a imagem do mar, da areia branca e das portas e janelas que se abrirão. 
Alternativas
Q4302609 Português

Para a questão, leia o texto a seguir: 


Texto IV


Debaixo dos caracóis dos seus cabelos


Um dia a areia branca

Seus pés irão tocar

E vai molhar seus cabelos

A água azul do mar

Janelas e portas vão se abrir

Pra ver você chegar

E ao se sentir em casa

Sorrindo vai chorar


Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Uma história pra contar de um mundo tão distante

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Um soluço e a vontade de ficar mais um instante


As luzes e o colorido

Que você vê agora

Nas ruas por onde anda

Na casa onde mora

Você olha tudo e nada

Lhe faz ficar contente

Você só deseja agora

Voltar pra sua gente 


Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Uma história pra contar de um mundo tão distante

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Um soluço e a vontade de ficar mais um instante


Você anda pela tarde

E o seu olhar tristonho

Deixa sangrar no peito

Uma saudade, um sonho

Um dia vou ver você

Chegando num sorriso

Pisando a areia branca

Que é seu paraíso 


[...]


(Adaptado de: CARLOS, Roberto; CARLOS, Erasmo. Debaixo dos caracóis dos seus cabelos. In: CARLOS, Roberto. Roberto Carlos. Rio de Janeiro: CBS, 1971. 

Na perspectiva teórica Estética da Recepção, o texto literário só adquire sentido pleno no ato da leitura. Nesse sentido, o conhecimento do contexto histórico em que a canção “Debaixo dos caracóis dos seus cabelos” foi produzida contribui para 
Alternativas
Q4302608 Português

Para responder à questão, leia o texto III.


Texto III


    Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.


     O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.


     O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa. 


(Texto fictício) 

Considerando o trecho “Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa”, os termos sistemáticas e condicionadas contribuem para a compreensão de que as variantes fonéticas 
Alternativas
Q4302607 Português

Para responder à questão, leia o texto III.


Texto III


    Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.


     O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.


     O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa. 


(Texto fictício) 

O contraste fonético entre as realizações do fonema /s/ em “mininush” e “mininus”, representados, conforme o Alfabeto Fonético Internacional (AFI), como [miˈninuʃ] e [miˈninus], respectivamente, é adequadamente interpretado como: 
Alternativas
Q4302606 Linguística

Para responder à questão, leia o texto III.


Texto III


    Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.


     O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.


     O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa. 


(Texto fictício) 

Uma das pronúncias para a palavra “tia” citada no texto, produzida pelos falantes como tchia, ressalta uma característica fonético-fonológica de uma variedade linguística. De acordo com o Alfabeto Fonético Internacional (AFI), essa pronúncia é representada como [ˈtʃiɐ] e exemplifica um processo de: 
Alternativas
Q4302604 Linguística
No período da Idade Média, o galego-português era a língua falada nas regiões de Portugal e da Galícia. Tratava-se de uma unidade linguística de grande importância, que se caracterizou, sobretudo, como língua da poesia trovadoresca. Posteriormente, houve a separação entre o galego e o português em línguas distintas, ocorrida, principalmente 
Alternativas
Respostas
2761: C
2762: D
2763: A
2764: C
2765: A
2766: B
2767: D
2768: A
2769: C
2770: B
2771: A
2772: A
2773: E
2774: D
2775: B
2776: D
2777: E
2778: B
2779: C
2780: A