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Q4042442 Português
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.

Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
            
        A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         
        O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       
        O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
    
        Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:

- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;

- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 

- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  

    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r

. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
O estudo das classes de palavras e de suas funções sintáticas revela como os termos se organizam nas frases para construir os sentidos do texto. No trecho A fêmea perfura a planta para depositar os ovos, a palavra para atua como uma _____ que liga as ideias e exprime uma circunstancia de ______. Já no fragmento o inseto brasileiro costuma ser maior, a palavra maior atua como um adjetivo e exerce a função sintática de ______ em relação ao sujeito da oração.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:  
Alternativas
Q4042441 Português
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.

Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
            
        A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         
        O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       
        O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
    
        Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:

- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;

- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 

- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  

    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r

. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Considerando que as regras de regência verbal e nominal e o uso adequado do acento indicativo de crase garantem a exatidao das relacoes de dependéncia sintatica no periodo, analise o trecho o combate à praga enfrenta entraves no Brasil, extraido do texto-base, e as sinale a alternativa CORRETA 
Alternativas
Q4042440 Português
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.

Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
            
        A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         
        O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       
        O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
    
        Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:

- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;

- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 

- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  

    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r

. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Analise as partes que seguem: Na citação final da matéria, o agronomo Roberto Betancur utiliza o registro formal para tranquilizar a população, garantindo que as perdas se concentrardo apenas nas palmeiras ornamentais (1ª parte). Assim, a noticia ressalta que o bicudo-vermelho é considerado um animal exotico, o que justifica a preocupante auséncia de predadores naturais no ecossistema brasileiro para conter sua proliferação (2º parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q4042439 Português
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.

Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
            
        A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         
        O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       
        O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
    
        Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:

- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;

- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 

- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  

    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r

. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
A concordância verbal e nominal garante a correta estruturação sintática das orações. Considerando as regras de concordância vigentes e a reescrita de alguns trechos baseados na notícia, analise as assertivas abaixo e Julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Na frase Deve existir diversos indícios visuais do inseto pelo Brasil, a concordância está adequada à norma-padrão, pois o verbo impessoal transfere sua impessoalidade para o verbo auxiliar.
( ) Na reescrita do fragmento O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, se o sujeito fosse alterado para O Ministério da Agricultura e os pesquisadores, o verbo principal deveria obrigatoriamente ir para o plural
( ) Se a frase produtos usados no exterior ainda não têm registro fosse reescrita no singular como nenhum dos produtos usados no exterior ainda não tem registro, a retirada do acento circunflexo do verbo ter seria obrigatória.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4042438 Português
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.

Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
            
        A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         
        O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       
        O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
    
        Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:

- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;

- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 

- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  

    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r

. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
Na reportagem, afirma-se que o besouro exótico já devastou plantações, o que indica que ele________ as áreas agricolas. Mais adiante, menciona-se______  da presença da praga e que o combate no Brasil que ha ____ ao inseto enfrenta
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas: 
Alternativas
Q4042437 Português
Para responder à questão, leia a notícia abaixo.

Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil

        Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugíneus) um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no territorio nacional, segundo pesquisadores.
            
        A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai. Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
         
        O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas "indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do proprio governo em laboratórios credenciados.
        
        Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A diÍerença está principalmente no tamanho - o inseto brasileiro costuma ser maior - e na coloração, que é preta.
       
        O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o "miolo" - conhecido como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
    
        Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
      Além disso, o combate à praga enfrenta entraves no Brasil:

- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;

- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro; 

- Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.  

    O ministerio da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
    Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto Betancu r

. Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras - acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
A coesão e a coeréncia do texto dependem do uso adequado de pronomes e conjunções, que garantem a ligacao entre as ideias e a progressao tematica. Sobre o uso desses recursos no texto-base, avalie as assertivas a seguir:
I. No trecho que é preta, o pronome relativo introduz uma oração explicativa, retomando diretamente o termo antecedente coloração.
II. Em Como as folhas crescem a partir dessa regiao central, a conjuncao estabelece uma nitida relacao logico-discursiva de comparação entre a regiao central e o crescimento foliar.
III. Na passagem produtos usados no exterior, como feromonios e inseticidas especificos, a palavra sublinhada funciona para excluir os feromonios da lista de produtos estrangeiros.
Esta CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4042372 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

As informações implícitas e a articulação das ideias permitem uma leitura profundada do relato literário. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo sobre o trecho Eles riram:

I. A reação da plateia revela que os estudantes compreenderam o tom humorístico da fala do palestrante, rechaçando a possibilidade de um diagnóstico literal naquele contexto.
II. A aceitação natural com que antigamente se tratavam os episódios de lapsos de memória evidencia que a velhice era compreendida e respeitada em suas limitações biologicas.
III. No texto, subentende-se que a queixa médica frequente nos dias atuais se deve ao estresse de profissões de elite, como a medicina.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4042371 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

Acerca da concordância na oração mais da metade da plateia levantou a mão, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) O verbo encontra-se na terceira pessoa do singular para concordar com o núcleo de valor paÍtitivo metade, integrante da estrutura que compõe o sujeito da oração.
( ) A supressão total do especificador da plateia no período tornaria a frase gramaticalmente incorreta, impedindo qualquer tipo de flexão verbal.
( ) Caso a estrutura do sujeito partitivo em análise fosse radicalmente alterada para "a maioria dos estudantes de medicina", a concordância do verbo poderia ser efetuada tanto no singular quanto no plural.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4042370 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

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A norma-padrão prevê regras sintáticas de concordância. Algumas dessas regras possuem relação a sujeitos compostos e aos verbos impessoais, que são armadilhas linguísticas comuns. Nesse sentido, analise a seguinte adaptação de trecho: "Havia muitos jovens rindo. Se não ___  tantas queixas precoces de memoria na juventude, os relatos esporádicos das consultas talvez ___ o médico formado. Logo, na medicina atual, _ ser tomados e aplicados novos cuidados redobrados com a mente dos jovens".

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4042369 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

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frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

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O fragmento da oração Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina atua na estruturação do período em que se insere. Com base nisso, analise as assertivas abaixo acerca de suas classificações sintáticas e estruturais:

I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.
II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.
III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4042368 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

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frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

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A explicação das causas da perda de memoria poderia levantar questionamentos formais diretos em um artigo científico. Considere a adaptação das ideias do texto na estrutura a seguir: "O especialista questionou ___  os estudantes reclamavam tanto de suas memorias. Afinal, as queixas frequentes surgem ___ há um inegável excesso de estímulos e de informações na atualidade. Resta aos estudiosos descobrirem o ___ de tamanha alteração cognitiva".

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4042367 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

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frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

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No texto base, o vocábulo naturalidade deriva de um adjetivo e exprime uma qualidade ou um estado. Acerca do processo de formação desse vocábulo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4042366 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

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O texto estabelece um contraste temporal e geracional na abordagem dos problemas de esquecimento. Com base na leitura global, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4042285 Espanhol

A partir de los principios relacionados con la enseñanza de las variantes lingüísticas del español en el ámbito educativo, analice las siguientes afirmaciones y clasifíquelas como V (Verdaderas) o F (Falsas):



( ) El docente debe reconocer y valorar las variantes lingüísticas como manifestaciones legítimas del idioma.


( ) El abordaje de variantes lingüísticas promueve el respeto por la diversidad sociocultural.


( ) La enseñanza del léxico debe considerar diferencias regionales para evitar interpretaciones limitadas del idioma.



¿Cuál alternativa completa, CORRECTAMENTE, los paréntesis?

Alternativas
Q4042282 Espanhol

Para responder a la pregunta, lea el texto a continuación.


Artemis II sobrevoló el lado oscuro de la Luna y llegó adonde no había llegado ningún hombre antes


    La humanidad extendió su frontera en el espacio profundo con un hito que superó todas las marcas previas de la era Apolo. Los cuatro integrantes de la misión Artemis II se transformaron en los seres humanos que viajaron a la mayor distancia de la Tierra en la historia. El nuevo límite quedó establecido en 406.778 kilómetros de nuestro planeta, una cifra que marca el pulso de la nueva carrera lunar y el regreso definitivo al satélite.


    La jornada comenzó con una carga emotiva profunda en el centro de control de Houston. Un mensaje grabado por el veterano James Lovell, piloto de Apolo 8 fallecido el año pasado, despertó a la tripulación con una bienvenida a su antigua "zona" de vuelo.


    El sobrevuelo cercano representó el núcleo de la actividad científica de la jornada. La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. El punto de máximo acercamiento a la superficie ocurrió a las 23:02 GMT, con una altitud de apenas 6550 kilómetros sobre el suelo lunar. Durante este período, los tripulantes utilizaron cámaras de calidad profesional y dispositivos móviles para capturar imágenes de alta resolución de zonas que hasta ahora solo se conocían mediante sensores remotos y satélites.


    Uno de los objetivos principales de la observación fue la Cuenca Oriental, una vasta estructura de impacto con tres anillos concéntricos que se extiende por casi 950 kilómetros. Los astronautas observaron con sus propios ojos la totalidad de esta formación, además de los sitios históricos de alunizaje de las misiones Apolo 12 y Apolo 14. También identificaron los márgenes de la región del Polo Sur, una zona estratégica para los futuros descensos tripulados debido a la presencia de recursos críticos, como hielo, para el abastecimiento de agua.


    El paso por la cara oculta de la Luna impuso un silencio de radio absoluto de aproximadamente 40 minutos. En ese lapso, las ondas de comunicación resultaron bloqueadas por la masa del satélite, lo que dejó a la Orion fuera del alcance de la Red del Espacio Profundo de la NASA. Tras recuperar el contacto, los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. Durante 57 minutos, la Luna bloqueó el Sol y permitió el estudio directo de la corona solar, la capa más externa y radiante de la estrella, con anteojos especiales de protección.


    Con las tareas de observación concluidas, la nave inició su escape de la esfera de influencia gravitatoria lunar para emprender el camino de retorno.


Adaptado de: https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/artemis-ii-sobrevolo-el-lado-oscuro-de-la-luna-y-llego-adonde-no-habia-llegado-ningun-hombre-antes-nid06042026/

Con base en la información sobre la misión Artemis II, evalúe las afirmaciones sobre la comunicación con la Tierra, la distancia máxima y las maniobras de la nave:



I. El punto de máximo acercamiento a la Luna ocurrió a 6.550 kilómetros sobre su superficie.


II. La nave continuará orbitando la Luna indefinidamente tras finalizar las tareas de observación.


III. Durante el paso por la cara oculta de la Luna, la nave mantuvo contacto continuo con la Red del Espacio Profundo de la NASA.



Es CORRECTO lo que se afirma en:

Alternativas
Q4042281 Espanhol

Para responder a la pregunta, lea el texto a continuación.


Artemis II sobrevoló el lado oscuro de la Luna y llegó adonde no había llegado ningún hombre antes


    La humanidad extendió su frontera en el espacio profundo con un hito que superó todas las marcas previas de la era Apolo. Los cuatro integrantes de la misión Artemis II se transformaron en los seres humanos que viajaron a la mayor distancia de la Tierra en la historia. El nuevo límite quedó establecido en 406.778 kilómetros de nuestro planeta, una cifra que marca el pulso de la nueva carrera lunar y el regreso definitivo al satélite.


    La jornada comenzó con una carga emotiva profunda en el centro de control de Houston. Un mensaje grabado por el veterano James Lovell, piloto de Apolo 8 fallecido el año pasado, despertó a la tripulación con una bienvenida a su antigua "zona" de vuelo.


    El sobrevuelo cercano representó el núcleo de la actividad científica de la jornada. La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. El punto de máximo acercamiento a la superficie ocurrió a las 23:02 GMT, con una altitud de apenas 6550 kilómetros sobre el suelo lunar. Durante este período, los tripulantes utilizaron cámaras de calidad profesional y dispositivos móviles para capturar imágenes de alta resolución de zonas que hasta ahora solo se conocían mediante sensores remotos y satélites.


    Uno de los objetivos principales de la observación fue la Cuenca Oriental, una vasta estructura de impacto con tres anillos concéntricos que se extiende por casi 950 kilómetros. Los astronautas observaron con sus propios ojos la totalidad de esta formación, además de los sitios históricos de alunizaje de las misiones Apolo 12 y Apolo 14. También identificaron los márgenes de la región del Polo Sur, una zona estratégica para los futuros descensos tripulados debido a la presencia de recursos críticos, como hielo, para el abastecimiento de agua.


    El paso por la cara oculta de la Luna impuso un silencio de radio absoluto de aproximadamente 40 minutos. En ese lapso, las ondas de comunicación resultaron bloqueadas por la masa del satélite, lo que dejó a la Orion fuera del alcance de la Red del Espacio Profundo de la NASA. Tras recuperar el contacto, los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. Durante 57 minutos, la Luna bloqueó el Sol y permitió el estudio directo de la corona solar, la capa más externa y radiante de la estrella, con anteojos especiales de protección.


    Con las tareas de observación concluidas, la nave inició su escape de la esfera de influencia gravitatoria lunar para emprender el camino de retorno.


Adaptado de: https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/artemis-ii-sobrevolo-el-lado-oscuro-de-la-luna-y-llego-adonde-no-habia-llegado-ningun-hombre-antes-nid06042026/

Con base en los eventos ocurridos durante la misión Artemis II, analice las afirmaciones siguientes:



I. El sobrevuelo cercano de la Luna constituyó el núcleo de la actividad científica de la misión.


II. La misión Artemis II contó con una tripulación compuesta por cuatro astronautas.


III. La misión Artemis II fue la primera en lograr un alunizaje tripulado en la Luna.



Es CORRECTO lo que se afirma en:

Alternativas
Q4042280 Espanhol

Para responder a la pregunta, lea el texto a continuación.


Artemis II sobrevoló el lado oscuro de la Luna y llegó adonde no había llegado ningún hombre antes


    La humanidad extendió su frontera en el espacio profundo con un hito que superó todas las marcas previas de la era Apolo. Los cuatro integrantes de la misión Artemis II se transformaron en los seres humanos que viajaron a la mayor distancia de la Tierra en la historia. El nuevo límite quedó establecido en 406.778 kilómetros de nuestro planeta, una cifra que marca el pulso de la nueva carrera lunar y el regreso definitivo al satélite.


    La jornada comenzó con una carga emotiva profunda en el centro de control de Houston. Un mensaje grabado por el veterano James Lovell, piloto de Apolo 8 fallecido el año pasado, despertó a la tripulación con una bienvenida a su antigua "zona" de vuelo.


    El sobrevuelo cercano representó el núcleo de la actividad científica de la jornada. La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. El punto de máximo acercamiento a la superficie ocurrió a las 23:02 GMT, con una altitud de apenas 6550 kilómetros sobre el suelo lunar. Durante este período, los tripulantes utilizaron cámaras de calidad profesional y dispositivos móviles para capturar imágenes de alta resolución de zonas que hasta ahora solo se conocían mediante sensores remotos y satélites.


    Uno de los objetivos principales de la observación fue la Cuenca Oriental, una vasta estructura de impacto con tres anillos concéntricos que se extiende por casi 950 kilómetros. Los astronautas observaron con sus propios ojos la totalidad de esta formación, además de los sitios históricos de alunizaje de las misiones Apolo 12 y Apolo 14. También identificaron los márgenes de la región del Polo Sur, una zona estratégica para los futuros descensos tripulados debido a la presencia de recursos críticos, como hielo, para el abastecimiento de agua.


    El paso por la cara oculta de la Luna impuso un silencio de radio absoluto de aproximadamente 40 minutos. En ese lapso, las ondas de comunicación resultaron bloqueadas por la masa del satélite, lo que dejó a la Orion fuera del alcance de la Red del Espacio Profundo de la NASA. Tras recuperar el contacto, los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. Durante 57 minutos, la Luna bloqueó el Sol y permitió el estudio directo de la corona solar, la capa más externa y radiante de la estrella, con anteojos especiales de protección.


    Con las tareas de observación concluidas, la nave inició su escape de la esfera de influencia gravitatoria lunar para emprender el camino de retorno.


Adaptado de: https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/artemis-ii-sobrevolo-el-lado-oscuro-de-la-luna-y-llego-adonde-no-habia-llegado-ningun-hombre-antes-nid06042026/

Analice la siguiente oración del texto: La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. En esta oración, la expresión subrayada cumple la función sintáctica de:
Alternativas
Q4042279 Espanhol

Para responder a la pregunta, lea el texto a continuación.


Artemis II sobrevoló el lado oscuro de la Luna y llegó adonde no había llegado ningún hombre antes


    La humanidad extendió su frontera en el espacio profundo con un hito que superó todas las marcas previas de la era Apolo. Los cuatro integrantes de la misión Artemis II se transformaron en los seres humanos que viajaron a la mayor distancia de la Tierra en la historia. El nuevo límite quedó establecido en 406.778 kilómetros de nuestro planeta, una cifra que marca el pulso de la nueva carrera lunar y el regreso definitivo al satélite.


    La jornada comenzó con una carga emotiva profunda en el centro de control de Houston. Un mensaje grabado por el veterano James Lovell, piloto de Apolo 8 fallecido el año pasado, despertó a la tripulación con una bienvenida a su antigua "zona" de vuelo.


    El sobrevuelo cercano representó el núcleo de la actividad científica de la jornada. La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. El punto de máximo acercamiento a la superficie ocurrió a las 23:02 GMT, con una altitud de apenas 6550 kilómetros sobre el suelo lunar. Durante este período, los tripulantes utilizaron cámaras de calidad profesional y dispositivos móviles para capturar imágenes de alta resolución de zonas que hasta ahora solo se conocían mediante sensores remotos y satélites.


    Uno de los objetivos principales de la observación fue la Cuenca Oriental, una vasta estructura de impacto con tres anillos concéntricos que se extiende por casi 950 kilómetros. Los astronautas observaron con sus propios ojos la totalidad de esta formación, además de los sitios históricos de alunizaje de las misiones Apolo 12 y Apolo 14. También identificaron los márgenes de la región del Polo Sur, una zona estratégica para los futuros descensos tripulados debido a la presencia de recursos críticos, como hielo, para el abastecimiento de agua.


    El paso por la cara oculta de la Luna impuso un silencio de radio absoluto de aproximadamente 40 minutos. En ese lapso, las ondas de comunicación resultaron bloqueadas por la masa del satélite, lo que dejó a la Orion fuera del alcance de la Red del Espacio Profundo de la NASA. Tras recuperar el contacto, los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. Durante 57 minutos, la Luna bloqueó el Sol y permitió el estudio directo de la corona solar, la capa más externa y radiante de la estrella, con anteojos especiales de protección.


    Con las tareas de observación concluidas, la nave inició su escape de la esfera de influencia gravitatoria lunar para emprender el camino de retorno.


Adaptado de: https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/artemis-ii-sobrevolo-el-lado-oscuro-de-la-luna-y-llego-adonde-no-habia-llegado-ningun-hombre-antes-nid06042026/

Analice la siguiente oración del texto: los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. La palabra “desde” en esta oración funciona como:
Alternativas
Q4042278 Espanhol

Para responder a la pregunta, lea el texto a continuación.


Artemis II sobrevoló el lado oscuro de la Luna y llegó adonde no había llegado ningún hombre antes


    La humanidad extendió su frontera en el espacio profundo con un hito que superó todas las marcas previas de la era Apolo. Los cuatro integrantes de la misión Artemis II se transformaron en los seres humanos que viajaron a la mayor distancia de la Tierra en la historia. El nuevo límite quedó establecido en 406.778 kilómetros de nuestro planeta, una cifra que marca el pulso de la nueva carrera lunar y el regreso definitivo al satélite.


    La jornada comenzó con una carga emotiva profunda en el centro de control de Houston. Un mensaje grabado por el veterano James Lovell, piloto de Apolo 8 fallecido el año pasado, despertó a la tripulación con una bienvenida a su antigua "zona" de vuelo.


    El sobrevuelo cercano representó el núcleo de la actividad científica de la jornada. La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. El punto de máximo acercamiento a la superficie ocurrió a las 23:02 GMT, con una altitud de apenas 6550 kilómetros sobre el suelo lunar. Durante este período, los tripulantes utilizaron cámaras de calidad profesional y dispositivos móviles para capturar imágenes de alta resolución de zonas que hasta ahora solo se conocían mediante sensores remotos y satélites.


    Uno de los objetivos principales de la observación fue la Cuenca Oriental, una vasta estructura de impacto con tres anillos concéntricos que se extiende por casi 950 kilómetros. Los astronautas observaron con sus propios ojos la totalidad de esta formación, además de los sitios históricos de alunizaje de las misiones Apolo 12 y Apolo 14. También identificaron los márgenes de la región del Polo Sur, una zona estratégica para los futuros descensos tripulados debido a la presencia de recursos críticos, como hielo, para el abastecimiento de agua.


    El paso por la cara oculta de la Luna impuso un silencio de radio absoluto de aproximadamente 40 minutos. En ese lapso, las ondas de comunicación resultaron bloqueadas por la masa del satélite, lo que dejó a la Orion fuera del alcance de la Red del Espacio Profundo de la NASA. Tras recuperar el contacto, los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. Durante 57 minutos, la Luna bloqueó el Sol y permitió el estudio directo de la corona solar, la capa más externa y radiante de la estrella, con anteojos especiales de protección.


    Con las tareas de observación concluidas, la nave inició su escape de la esfera de influencia gravitatoria lunar para emprender el camino de retorno.


Adaptado de: https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/artemis-ii-sobrevolo-el-lado-oscuro-de-la-luna-y-llego-adonde-no-habia-llegado-ningun-hombre-antes-nid06042026/

En relacion con el primer párrafo, es CORRECTO afirmar que el texto construye la idea de hito principalmente a partir de:
Alternativas
Q4042277 Espanhol

Para responder a la pregunta, lea el texto a continuación.


Artemis II sobrevoló el lado oscuro de la Luna y llegó adonde no había llegado ningún hombre antes


    La humanidad extendió su frontera en el espacio profundo con un hito que superó todas las marcas previas de la era Apolo. Los cuatro integrantes de la misión Artemis II se transformaron en los seres humanos que viajaron a la mayor distancia de la Tierra en la historia. El nuevo límite quedó establecido en 406.778 kilómetros de nuestro planeta, una cifra que marca el pulso de la nueva carrera lunar y el regreso definitivo al satélite.


    La jornada comenzó con una carga emotiva profunda en el centro de control de Houston. Un mensaje grabado por el veterano James Lovell, piloto de Apolo 8 fallecido el año pasado, despertó a la tripulación con una bienvenida a su antigua "zona" de vuelo.


    El sobrevuelo cercano representó el núcleo de la actividad científica de la jornada. La nave Integrity, nombre con el que la tripulación bautizó a la cápsula, inició su fase de observación detallada que se extendió por más de siete horas. El punto de máximo acercamiento a la superficie ocurrió a las 23:02 GMT, con una altitud de apenas 6550 kilómetros sobre el suelo lunar. Durante este período, los tripulantes utilizaron cámaras de calidad profesional y dispositivos móviles para capturar imágenes de alta resolución de zonas que hasta ahora solo se conocían mediante sensores remotos y satélites.


    Uno de los objetivos principales de la observación fue la Cuenca Oriental, una vasta estructura de impacto con tres anillos concéntricos que se extiende por casi 950 kilómetros. Los astronautas observaron con sus propios ojos la totalidad de esta formación, además de los sitios históricos de alunizaje de las misiones Apolo 12 y Apolo 14. También identificaron los márgenes de la región del Polo Sur, una zona estratégica para los futuros descensos tripulados debido a la presencia de recursos críticos, como hielo, para el abastecimiento de agua.


    El paso por la cara oculta de la Luna impuso un silencio de radio absoluto de aproximadamente 40 minutos. En ese lapso, las ondas de comunicación resultaron bloqueadas por la masa del satélite, lo que dejó a la Orion fuera del alcance de la Red del Espacio Profundo de la NASA. Tras recuperar el contacto, los astronautas presenciaron un eclipse solar total que solo fue visible desde su posición privilegiada en el espacio. Durante 57 minutos, la Luna bloqueó el Sol y permitió el estudio directo de la corona solar, la capa más externa y radiante de la estrella, con anteojos especiales de protección.


    Con las tareas de observación concluidas, la nave inició su escape de la esfera de influencia gravitatoria lunar para emprender el camino de retorno.


Adaptado de: https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/artemis-ii-sobrevolo-el-lado-oscuro-de-la-luna-y-llego-adonde-no-habia-llegado-ningun-hombre-antes-nid06042026/

En el contexto del texto, el mensaje grabado de James Lovell cumple principalmente la función de:
Alternativas
Respostas
241: B
242: C
243: D
244: A
245: D
246: A
247: C
248: C
249: D
250: D
251: A
252: B
253: E
254: C
255: A
256: B
257: E
258: D
259: A
260: E