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Q2129346 Veterinária
A SULFADIAZINA é utilizada no tratamento de infecções por bactérias Gram-negativas, Gram-positivas e alguns protozoários. O efeito das sulfas é potencializado pela trimetoprima. É comum resistência bacteriana quando utilizada isoladamente a sulfa. A Sulfadiazina, quanto ao grupo farmacológico, é considerada: 
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Q2129345 Veterinária
O controle de pragas corresponde a todas as medidas necessárias para evitar a presença de insetos, roedores e pássaros no local de produção de alimentos. O controle deve ser realizado nas áreas interna e externa da agroindústria, como parte das orientações preventivas em relação à presença de pragas no estabelecimento:
Fonte: Machado, Roberto Luiz Pires. Boas práticas de fabricação (BPF) /Roberto Luiz Pires Machado, André de Souza Dutra, Mauro SergioVianello Pinto. - Rio de Janeiro : Embrapa Agroindústria de Alimentos, 2015.
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Q2129343 Veterinária
Assim como nós, os animais têm três tipos de costelas: Costelas esternais ou verdadeiras, Costelas asternais ou falsas e Costelas flutuantes. As costelas esternais também são chamadas de costelas verdadeiras, pois:
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Q2129342 Veterinária
Os quirópteros apresentam características que contribuem para um eficiente papel nas diversas zoonoses. Quarenta espécies de Emballonuridae, Molossidae, Mormoopidae, Noctilionidae, Phyllostomidae, Thyropteridae e Vespertilionidae estão envolvidas em zoonoses causadas por protozoários, principalmente a doença de Chagas e as leishmanioses. Nas zoonoses causadas por vírus, sendo a raiva a mais importante, 43 espécies de Phyllostomidae, Molossidae e Vespertilionidae foram reportadas. Nas zoonoses causadas por bactérias, 13 espécies de Phyllostomidae, Molossidae e Vespertilionidae estão envolvidas, sendo Rickettsia ricketsii, causadora da febre maculosa, encontrada em 10 espécies. Dez espécies de Phyllostomidae e Molossidae apresentaram registros de infecção por fungos, incluindo o Histoplasma capsulatum, causador da histoplasmose. Das nove famílias de Chiroptera encontradas no Brasil, sete apresentaram espécies envolvidas em zoonoses, com Phyllostomidae e Molossidae apresentando relação com várias zoonoses. Artibeus lituratus, Desmodus rotundus e Molossus molossus são as espécies com maior número de casos positivos para agentes etiológicos. Essas espécies apresentam ampla distribuição neotropical, sendo geralmente abundantes e comuns em áreas urbanas, fatores que, somados às características da biologia e ecologia dos quirópteros, contribuem significativamente no ciclo de importantes zoonoses (Corrêa et.al., 2013).
A raiva, causada pelos vírus do gênero Lyssavirus, é a doença mais conhecida transmitida pelos morcegos. Essa doença:
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Q2128504 Veterinária
"São de fundamental importância como indicadores da gravidade do fenômeno vigiado, sendo ainda, no caso particular de doenças de maior letalidade, mais válidos do que os dados de morbidade, por se referirem a fatos vitais bem marcantes e razoavelmente registrados. Sua obtenção provém de declarações de óbitos, padronizadas e processadas nacionalmente. Essa base de dados apresenta variáveis graus de cobertura entre as regiões do país, algumas delas com subenumeração elevada de óbitos. Além disso, há proporção significativa de registros sem causa definida, o que impõe cautela na análise dos dados de mortalidade. Atrasos na disponibilidade desses dados dificultam sua utilização na vigilância epidemiológica. A disseminação eletrônica de dados tem contribuído muito para facilitar o acesso a essas informações. Os sistemas locais de saúde devem ser estimulados a utilizar de imediato as informações das declarações de óbito" (Ministério da Saúde, 2009).
O trecho citado define qual tipo de dado de importância epidemiológica, que alimenta o Sistema de Vigilância Epidemiológica do país: 
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Q2128503 Veterinária
A INSPEÇÃO "ANTE-MORTEM" é atribuição exclusiva do veterinário; este mesmo veterinário é o escalado para o exame "post-mortem" do gado que ele inspecionou "in vivo". A ocasião mais propícia para realizar a Inspeção "Ante-Mortem" deve ser: 
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Q2128502 Veterinária
O carbúnculo sintomático, é uma doença infecciosa, não contagiosa, hiperaguda ou aguda, usualmente fatal, causada pelo Clostridium chauvoei. A infecção pelo agente em bovinos jovens pode resultar da activação de esporos latentes na musculatura. Em bovinos adultos, ovinos caprinos e raramente cavalos e suínos os esporos do agente causam infecção através de feridas (gangrena gasosa). É caracterizada por miosite gangrenosa focal associada a celulite localizada. As causas da morte animal não estão completamente esclarecidas mas os efeitos locais e gerais das toxinas desempenharão um papel relevante no processo. Na patogenia da infecção podemos afirmar que ocorre: 
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Q2128501 Veterinária
A doença de Lyme, é uma zoonose causada por espiroqueta transmitida por carrapato, caracterizada por lesão cutânea iniciada por uma pequena mácula ou pápula vermelha que aumenta lentamente, tomando uma forma anular. Tem como reservatório carrapatos do gênero Ixodes, e seu modo de transmissão, dá-se pela adesão dos carrapatos à pele e sucção de sangue por 24 horas ou mais. Sendo o agente etiológico da Doença de Lyme: 
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Q2128500 Veterinária
As dermatofitoses (Tinhas) são doenças contagiosas, do Homem e dos animais, causadas por fungos, designados por dermatófitas, possuem equipamento enzimático que os permite alimentarem-se de tecidos queratinizados: pele, pêlos, unhas, etc. Estes fungos são aeróbios estritos e sempre que são colocados em condições adversas, podem esporular. Estes processos decorrem na camada mais superficial da pele, não atingindo, ou atingindo de forma muito ligeira, a derme. Sobre a patogenia das dermatofitoses, é CORRETO afirmar que: 
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Q2128499 Veterinária
O Toxoplasma gondii, causa a toxoplasmose, zoonose mais difundida no mundo, com alta prevalência sorológica (até 60% em algumas localidades) e baixa incidência da doença. Os oocistos, encontrados nas fezes dos gatos (não-esporulados), esporulam no ambiente, passando a ter 2 esporocistos, cada um com 4 esporozoítos. No estágio intestinal da infecção, os esquizontes ocorrem no jejuno e íleo, já na faze extraintestinal temos: 
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Q2128497 Veterinária
 A tuberculose bovina concentra-se principalmente na América do Sul, que também detém a maior população bovina, a ocorrência da doença é maior nos países em desenvolvimento e em criações intensivas, como em bovinos leiteiros, e menor nos países desenvolvidos, onde o controle e a erradicação encontram-se em fase avançada (MAPA, 2006). Na inspeção pós-morte, segundo a legislação brasileira, a carcaça em que é detectada tuberculose: 
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Q2128496 Veterinária
O vírus da Leucemia Felina (FeLV) foi identificado em 1964, e com base em semelhanças das sequências de nucleotideos determinou-se que o FeLV evoluiu de um LV do rato. O FeLV pertence ao género Gamaretrovírus, Família Retroviridae. Sobre a FelV em gatos, é correto afirmar: 
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Q2128495 Veterinária
 A raiva, tem como agente etiológico um vírus RNA, conhecido como vírus da raiva humana, do gênero Lyssavirus, da família Rhabdoviridae. Possui como reservatórios: o cão, o gato, o morcego, a raposa, o coiote, o chacal, o gato do mato, a jaritaca, o guaxinin, o mangusto e o macaco. A sua transmissão da raiva se dá pela inoculação do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura e, mais raramente, pela arranhadura e lambedura de mucosas. Existe o relato de dois casos de transmissão inter-humana na literatura, que ocorreram através de transplante de córnea. A via respiratória também é aventada, mas com possibilidade remota. Sobre o período de incubação da raiva em humanos e animais, é correto afirmar:
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Q2128494 Veterinária
Na clínica veterinária a variedade de espécies atendidas e, consequentemente, os diferentes padrões farmacodinâmicos e farmacocinéticos desencadeiam a necessidade de se elaborar métodos seguros para a elaboração de posologias específicas para cada grupo. Há grande proximidade do perfil farmacocinético entre as espécies em relação à via subcutânea, entretanto os gatos:
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Q2128493 Veterinária
O diagnóstico da ostertagiose bovina, pode ser feito: 
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Q2128492 Veterinária
Denominam-se plantas tóxicas todo o vegetal que, introduzindo no organismo dos homens ou de animais domésticos, em condições naturais, é capaz de causar danos que se refletem na saúde e vitalidade desses seres. Elas ocasionam um desequilíbrio que se traduz no paciente como sintomas de intoxicação, a intoxicação depende da quantidade de substância tóxica absorvida, da natureza dessa substância e da via de introdução (Instituto biológico/SP).
De acordo com o tempo de exposição do princípio tóxico, a intoxicação pode ser manifestada e podemos dizer, que pode ocorrer: 
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Q2128491 Veterinária
A cisticercose bovina sempre foi destaque mundial, tanto no contexto socioeconômico como no de saúde pública, por ser uma zoonose parasitária responsável por grandes prejuízos, e no Brasil, é a zoonose de maior ocorrência, assumindo características enzoóticas. As formas larvárias das tênias, alojadas nos tecidos dos hospedeiros intermediários, os cisticercos, são pequenas vesículas transparentes ou semi-transparentes que, quando viáveis, permitem visualizar um único escólice invaginado e móvel. Em sua etiologia, a cisticercose bovina, corresponde no estádio adulto, ao cestódio da Taenia saginata e a forma larvar Cysticercus bovis, que tem com hospedeiro intermediário os bovinos e, definitivo, o homem. Em termos econômicos, não é uma doença de importância em nível de criação, pois os animais apresentam infecções moderadas, com ausência de sintomatologia. Os prejuízos ocorrem na fase final da exploração de corte, após o abate, representado, principalmente, pela condenação de carcaças com cisticercos, determinada pela fiscalização veterinária (Tiveron, 2013).
Na inspeção de carnes, através do exame pós-morte para o diagnóstico da cisticercose bovina, é importante para o veterinário-inspetor: 
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Q2128489 Veterinária
O Dictyocaulus viviparus é um nematóide que acomete bovinos, bubalinos e cervídeos. Sua patogenia pode ser dividida em quatro fases, a melhor definição para a fase patente e o período que ela ocorre é: 
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Q2128488 Veterinária
Os matadouros-frigoríficos brasileiros, notadamente os de bovinos, têm, nestes últimos anos, experimentado sensível progresso técnico, no que respeita a instalações, equipamento e métodos operacionais. Assim, existem requisitos exigidos ou recomendados pelo Serviço de Inspeção Federal no tocante às instalações e ao equipamento direta ou indiretamente relacionados com a inspeção "ante-mortem" e "postmortem" e com a higiene e a racionalização das operações do abate de bovinos. Torna-se necessário esclarecer, antes de tudo, que nestas Instruções são definidas por INSTALAÇÕES o que diz respeito ao setor de construção civil da sala de matança, dos currais e seus anexos. Os currais devem estar localizados de maneira que os ventos predominantes não levem em direção ao estabelecimento poeiras ou emanações; devem, ainda, ewtar afastados não menos de 80 m (oitenta metros) das dependências onde se elaboram produtos comestíveis e isolados dos varais de charque por edificações (Art. 34-7 do RIISPOA). Classificam-se em: Currais de Chegada e Seleção, Curral de Observação, Currais de Matança. Podemos definir currais de chegada e seleção e sua estrutura física como:
Alternativas
Q2128487 Veterinária
A tuberculose bovina, é uma doença infecto contagiosa, crônica, causada por infecção de diferentes espécies de bactérias ácido- álcool resistentes, do gênero Mycobacterium, afectando diversas espécies animais domésticas e silváticas. Nos bovinos caracteriza-se pela:
Alternativas
Respostas
10761: A
10762: D
10763: C
10764: A
10765: B
10766: A
10767: D
10768: A
10769: C
10770: B
10771: C
10772: B
10773: A
10774: C
10775: A
10776: B
10777: A
10778: D
10779: A
10780: A