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I. Uma anamnese completa pode ser útil na identificação de fatores predisponentes para o desenvolvimento de sepse: terapias imunossupressoras, doenças imunomediadas e/ou quimioterapia.
II. Os sinais e sintomas de sepse são patognomônicos e servem como base para o diagnóstico.
III. No tratamento da sepse, a fluidoterapia pode ser iniciada com bolus de solução cristaloide de 20 ml/kg durante 5-10 min (20) ou 70-90 ml/kg/h.
IV. O uso de glicocorticoides é controverso, mas observa-se que a pressão arterial e a resistência vascular sistêmica aumentam nos animais tratados com corticoide, podendo ser benéfico nos casos de hipotensão.
V. Nos casos de choque séptico, a hiperperfusão também provoca um aumento no fornecimento de oxigênio para os tecidos, diminuindo, assim, a produção de ATP e outras funções relacionadas com células.
( ) A castração precoce (6-16 semanas) causa bons resultados se precauções forem tomadas para prevenir hipoglicemia, hipotermia e hemorragias.
( ) Antes da castração eletiva, a alimentação deve ser removida de adultos durante 12 a 18 horas, e de pacientes pediátricos, durante 4 a 6 horas.
( ) Incisões mais caudais tornam a exteriorização dos ovários felinos mais difícil.
( ) Em cães, a incisão na linha alba deve ser feita caudal à cicatriz umbilical no terço cranial do abdome caudal.
( ) Além da prevenção de ninhadas indesejadas, outras razões para a castração incluem prevenção de tumores mamários ou anomalias congênitas; prevenção e tratamento de piometra, metrite, neoplasia.
I. Cães urbanos, machos, de menos de 1 ano de vida foram considerados os mais propensos a adquirirem a infecção por leptospiras.
II. As leptospiras penetram no hospedeiro suscetível através das membranas mucosas nasais, orais ou conjuntivais intactas ou da pele lesada, arranhada ou após contato prolongado com água.
III. Os cães agudamente infectados podem ser assintomáticos, caracterizando o estado de portador são.
IV. Há discreta leucopenia na fase inicial de leptospiremia, após a qual se segue leucocitose por neutrofilia, ainda na fase aguda da doença.
V. A técnica padrão recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a confirmação do diagnóstico clínico de leptospirose é o ELISA.