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Q2943666 Português
Solução sustentável




Revista Superinteressante, jan. 2006.

Para o emprego de vapor na produção de petróleo, é necessário que a água utilizada seja:

Alternativas
Q2943664 Português
Solução sustentável




Revista Superinteressante, jan. 2006.

A utilização da palavra própria na expressão "...própria produção..." (l. 9) ocorre em virtude de:

Alternativas
Q2942650 Português
Solução sustentável




Revista Superinteressante, jan. 2006.

A respeito da "água produzida" (l. 4), é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2933440 Noções de Informática
not valid statement found
No Microsoft Word 2000 (considerando instalação padrão em português), através de opções encontradas no menu Exibir, é possível alternar entre diferentes modos de exibição do documento ativo. Qual é o modo de exibição que está selecionado na figura acima?
Alternativas
Q2933439 Noções de Informática
not valid statement found
Qual é a barra de ferramentas do Microsoft Word 2000 (considerando instalação padrão em português) que está sendo exibida?
Alternativas
Q2933438 Noções de Informática

Considere alguns símbolos e descrições, apresentados abaixo, das operações de redirecionamento de entrada e saída que podem ser utilizados em comandos no prompt de comandos do Microsoft Windows 2000 (considerando instalação padrão em português).


Símbolo                                                                               

I ->   

II - >>


Descrição

(P) Adiciona a saída a um arquivo que já existe, em vez de sobrescrevê-lo.

(Q) Usa a entrada a partir de uma origem que não é o teclado, como, por exemplo, um arquivo.

(R) Envia a saída do comando para outro lugar, como um arquivo, em vez de enviar para a tela.

Alternativas
Q2925950 Direito Administrativo

Sócrates, auxiliar judiciário sujeito ao regime estatutário, tem como dever, entre outros, no exercício de suas funções,

Alternativas
Q2925949 Direito Administrativo

A exoneração de cargo efetivo dar-se-á de ofício, dentre outras hipóteses,

Alternativas
Q2925944 Direito Administrativo

Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência que são portadoras; para tais pessoas serão reservadas

Alternativas
Q2925940 Direito Administrativo

O vencimento deve ser conceituado como a

Alternativas
Q2925937 Direito Administrativo

A vacância, situação do cargo público sem titular, decorre, dentre outras hipóteses, da

Alternativas
Q2925933 Direito Administrativo

O cargo público

Alternativas
Q2925928 Português

A sentença seguinte é seguida de um número entre parênteses, que corresponde ao número de letras de uma palavra que se aplica à definição dada.

Cidade que abriga a sede do governo de um Estado. (7)

A alternativa onde se encontra a letra inicial de tal palavra é

Alternativas
Q2925912 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. (2° parágrafo)

 A frase que conserva o mesmo sentido original, com outras palavras, é:

Alternativas
Q2925911 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

As palavras que recebem acento gráfico pela mesma razão gramatical estão transcritas em:

Alternativas
Q2925910 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Os verbos que se encontram nos mesmos tempo e modo estão transcritos em:

Alternativas
Q2925909 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

A substituição de segmentos do texto, grifados abaixo, pelos pronomes correspondentes, está feita de modo INCORRETO em:

Alternativas
Q2925908 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas. (final do 1°parágrafo)

A mesma idéia contida na afirmativa acima repete-se na frase:

Alternativas
Q2925907 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

O texto deixa claro que

Alternativas
Q2925906 Português
A necessidade de medir e pesar começou junto com a civilização. As primeiras unidades usavam como base nosso próprio corpo: media-se em polegadas, pés, côvados (a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio) ou braças (a distância de um punho ao outro, com os dois braços estendidos horizontalmente). A capacidade dos recipientes era definida pelo número de sementes que eles pudessem conter. Mas como o tamanho dos homens e dos grãos de trigo é variável, logo se percebeu que seria indispensável estabelecer uma referência fixa para os pesos e medidas.
Isso aconteceu na França, em 1790, no turbulento rastro da revolução iniciada um ano antes. Com a intenção de modernizar o país, as autoridades encarregaram a Academia de Ciências de criar um sistema que se baseasse em um padrão fixo e invariável. Três anos depois, a comissão apresentou o Sistema Métrico Decimal, um esquema tão simples e científico que foi adotado pela maioria dos países. Apesar de ter sido substituído pelo atual Sistema Internacional de Medidas, mais preciso e sofisticado, ainda usamos muitos nomes que a Academia de Ciências inventou. (Adaptado de Cláudio Moreno. Mundo estranho, novembro 2003, p.22)

A palavra milhar correspondia à distância de mil passadas que ...... ser ...... por um soldado romano e, ainda hoje, ...... medidas variadas.

As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas por

Alternativas
Respostas
13641: A
13642: C
13643: B
13644: B
13645: A
13646: E
13647: B
13648: A
13649: A
13650: E
13651: B
13652: D
13653: B
13654: D
13655: C
13656: E
13657: B
13658: A
13659: C
13660: B