Questões de Concurso Comentadas para engenheiro agrônomo

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Q3694022 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A fertilidade do solo é um fator limitante crucial para a produtividade agrícola, pois afeta a capacidade de crescimento e desenvolvimento das plantas (Brady & Weil, 2017). Em regiões tropicais, o manejo adequado da matéria orgânica é fundamental para a construção da fertilidade do solo.

Fonte: Brady, N. C.; Weil, R. R. Elementos da natureza e propriedades dos solos. São Paulo: Bookman Editora LTDA, 2013.

Nesse contexto, marque a alternativa CORRETA no que se refere a como a matéria orgânica contribui para o aumento da fertilidade de solos dessa região.
Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3687704 Direito Ambiental
As atividades econômicas usualmente produzem efeitos indiretos (externalidades negativas) que provocam perdas de bem-estar para os indivíduos afetados. Uma das formas de corrigir esses efeitos adversos é a utilização de instrumentos econômicos, cuja função principal é internalizar custos externos nas estruturas de produção e consumo da economia. Um dos instrumentos econômicos de regulação ambiental utilizados no Brasil é a compensação ambiental, que busca contrabalancear possíveis impactos ocorridos ou previstos.

Assinale que a alternativa que aponta corretamente o princípio que fundamenta a cobrança da compensação ambiental. 
Alternativas
Q3687702 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A conservação do solo é essencial para garantir a sustentabilidade da produção agrícola, a manutenção da fertilidade natural e a preservação dos recursos ambientais. Um solo bem conservado contribui para o equilíbrio dos ecossistemas, evita processos erosivos, favorece o armazenamento de água e nutrientes, além de reduzir os impactos ambientais negativos, como o assoreamento de rios e a degradação da vegetação nativa. Acerca da conservação da qualidade do solo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3687701 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O emprego de técnicas de combate direto às pragas e doenças torna-se necessário quando as medidas preventivas não se mostram suficientemente eficazes. Entre as principais estratégias de controle integrado, estão métodos mecânicos, físicos, químicos e biológicos. A escolha do método mais adequado deve levar em conta fatores como o tipo de cultura, a praga envolvida, o grau de infestação, bem como os riscos ambientais e à saúde humana.
Sobre esse tema, relacione as técnicas de combate e controle de pragas e doenças com seus respectivos tipos e assinale a alternativa com a sequência correta.

COLUNA I

(1) Mecânico
(2) Físico
(3) Químico
(4) Biológico

COLUNA II

( ) Aplicação de agrotóxicos seletivos.
( ) Uso controlado do fogo para eliminar focos de pragas e doenças.
( ) Instalação de armadilhas para captura de insetos.
( ) Liberação de inimigos naturais, como predadores ou parasitas específicos.
Alternativas
Q3687700 Engenharia Agronômica (Agronomia)
No Império Romano, já se observava a alternância de cultivos como cereais, leguminosas e culturas forrageiras. Essa prática foi incentivada por Carlos Magno durante o período do Império Carolíngio (séculos VIII e IX). Ele promoveu a adoção do sistema de rotação trienal, dividindo as terras em três partes: uma para culturas de inverno, outra para culturas de verão e a terceira em pousio (descanso).

A prática da rotação de culturas não é uma simples troca de culturas, mas um planejamento cuidadoso das sequências de plantio. Sobre a rotação de culturas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3687699 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) é uma ferramenta essencial para a Engenharia Agronômica, pois permite identificar, prever e mitigar os efeitos ambientais decorrentes de projetos agropecuários e agroindustriais. Dada a intensa interação entre atividades agrícolas e os recursos naturais, como solo, água e biodiversidade, a AIA fornece subsídios técnicos e legais para garantir que os empreendimentos sejam planejados de forma sustentável, minimizando impactos negativos como erosão do solo, contaminação de corpos hídricos por agrotóxicos, desmatamento e perda da biodiversidade. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3687698 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A compreensão das dinâmicas ecológicas naturais é essencial para o manejo sustentável dos agroecossistemas, permitindo práticas que favoreçam a biodiversidade, a resiliência e a conservação dos recursos naturais. Assim, o equilíbrio entre a produtividade agrícola e a integridade ecológica depende da integração de princípios ecológicos ao planejamento e à condução das atividades agropecuárias. Acerca da relação entre agroecossistemas e ecossistemas naturais, analise as afirmativas a seguir.

I. Os agroecossistemas são caracterizados por cadeias tróficas simplificadas e frequentemente interrompidas pela ação antrópica, enquanto os ecossistemas naturais mantêm redes tróficas complexas, interligadas e autorreguláveis.
II. Quanto à produtividade líquida, os ecossistemas naturais apresentam maior produtividade líquida direcionada à produção de biomassa economicamente útil ao ser humano, ao passo que os agroecossistemas possuem produtividade distribuída entre múltiplas espécies, sem finalidade produtiva imediata.
III. Os agroecossistemas revelam baixa capacidade de autorregulação e recuperação frente a perturbações, sendo altamente vulneráveis a pragas, doenças e estresses ambientais; em contraste, os ecossistemas naturais são dotados de mecanismos de resiliência que lhes permitem manter o equilíbrio dinâmico frente a tais eventos.
IV. No aspecto da dependência de controle humano, os agroecossistemas demandam intervenções constantes, como irrigação, adubação, controle de pragas e manejo do solo, enquanto os ecossistemas naturais funcionam com autonomia ecológica, sem necessidade de manejo humano direto.
V. Os agroecossistemas apresentam maior diversidade genética e de espécies em comparação aos ecossistemas naturais, pois são manejados para preservar ao máximo a variabilidade biológica.

Assinale a alternativa que aponta as corretas:
Alternativas
Q3687697 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A história da Extensão Rural no Brasil começou a ser construída no início do século XX, sendo marcada pela criação da Associação de Crédito e Assistência Rural (ACAR) no estado de Minas Gerais. Em seguida, a década de 70 é marcada pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMBRATER) e das Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) em alguns Estados. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER.
Alternativas
Q3687696 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS), publicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, define solo como “uma coleção de corpos naturais, constituídos estes de partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicas, formadas por materiais minerais e orgânicos que ocupam a maior parte do manto superficial das extensões continentais do nosso planeta, que contêm matéria viva e podem ser vegetados na natureza onde ocorrem e, eventualmente, ter sido modificados por interferências antrópicas”. Acerca dos tipos de solo presentes no território brasileiro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3687695 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A consideração da precipitação é fundamental no planejamento de irrigação, pois influencia diretamente a determinação da necessidade real de aplicação de água suplementar às culturas. Ao se avaliar a parcela da chuva que é realmente aproveitada pelas plantas, é possível evitar irrigações desnecessárias, promovendo o uso racional da água e reduzindo custos operacionais. Essa parcela aproveitada pelas plantas é chamada de Precipitação Efetiva (Pe), e seu cálculo deve levar em consideração:
Alternativas
Q3687692 Direito Ambiental
A Lei Federal nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), estabelece que, em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos deve ser: 
Alternativas
Q3687690 Direito Ambiental
A Política Nacional de Meio Ambiente (Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981) tem como objetivo “a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana”. Considerando os conceitos abordados pela Lei nº 6.938/1981, relacione os termos abaixo com suas respectivas definições e assinale a alternativa com a sequência correta.

COLUNA I

(1)Meio ambiente
(2)Degradação da qualidade ambiental
(3)Poluição
(4)Recursos ambientais

COLUNA II

( ) Alteração adversa das características do meio ambiente.
( ) A atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora.
( ) O conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.
( ) A degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população; criem condições adversas às atividades sociais e econômicas; afetem desfavoravelmente a biota; afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente; lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.
Alternativas
Q3687689 Direito Ambiental
Acerca do tema licenciamento ambiental e fiscalização de empreendimentos agropecuários, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3687688 Direito Ambiental
A respeito da Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012, também conhecida como “Código Florestal”, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. As áreas com altitude superior a 600 (seiscentos) metros, qualquer que seja a vegetação, são consideradas Áreas de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas.
II. É vedado o acesso de pessoas e animais às Áreas de Preservação Permanente em qualquer hipótese.
III. A inscrição no CAR é obrigatória e por prazo indeterminado para todas as propriedades e posses rurais.
IV. O pousio é a prática de interrupção temporária de atividades ou usos agrícolas, pecuários ou silviculturais, por no máximo 3 (três) anos, para possibilitar a recuperação da capacidade de uso ou da estrutura física do solo.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3687687 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Varginha, instituído na Lei Municipal nº 2.673/1995, dispõe que “o provimento dos cargos públicos far-se-á mediante ato do Poder Executivo, do dirigente superior da autarquia ou da Fundação Pública”. Sobre as formas de provimento nos cargos públicos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3687686 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O cultivo de laranjas é uma prática agrícola que requer atenção especial ao espaçamento entre as plantas. Um espaçamento adequado é crucial para garantir o desenvolvimento saudável das árvores, otimizar a captação de luz solar e facilitar as operações de manejo, como a irrigação e a colheita.

Assinale a alternativa que indica o espaçamento recomendado para o plantio comercial de laranjas no campo: 
Alternativas
Respostas
541: E
542: D
543: E
544: E
545: B
546: B
547: A
548: D
549: C
550: E
551: C
552: E
553: B
554: A
555: E
556: B
557: C
558: E
559: A
560: C