Questões de Concurso Comentadas para engenheiro agrônomo

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Q2513246 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    O período da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985) foi um dos períodos mais deletérios da história do país, tanto por ter desmanchado a dinâmica do período democrático anterior, quanto pelos severos déficits que legou à questão dos direitos humanos. Além das questões dos crimes de lesa-humanidade, gerou severas sequelas para inúmeras searas da nossa sociedade, por exemplo, a cultura e a educação. Nas imbricações entre cultura, educação e direitos humanos, torna-se de fundamental importância o estudo acerca da Guerrilha do Araguaia (1972-1975), evento político capitaneado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que ousou lutar contra o fascismo ditatorial do período.

    [...] 

    A Guerrilha do Araguaia ocorreu entre os anos de 1972 e 1975, entre o sudeste do Pará e o norte do atual Estado do Tocantins, outrora Goiás, na denominada abrangência geográfica do Bico do Papagaio. O território fora escolhido para ser a centelha revolucionária capitaneada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a fim de colocar em xeque a ditadura vigente. A organização comunista possuía como ideário revolucionário as diretrizes chinesas emanadas por Mao Tse Tung, muito em voga nos anos 60 e denominado de maoísmo (AARÃO REIS FILHO, 1991). Em seu cerne, essa linha política preconizava as revoluções marxista-leninista de libertação nacional, do campo para cidade, melhor dito, o modelo chinês vislumbrava que a revolução seria camponesa e que cercariam as cidades com vista a derrubar a ditadura.

    Para tal empreitada, a direção comunista começou a encaminhar, após um primeiro treinamento na China e com muito cuidado, os seus militantes ao almejado enclave guerrilheiro. Chegaram à região no final dos anos 60, sendo ampliado o seu contingente após o Ato Institucional nº 5 (AI-5) de 1968. Com o acirramento do período ditatorial após o AI-5, instalouse no país um período extremamente repressivo, com prisões indevidas, mortes e aniquilamento dos oponentes da ditadura, logo, sobrando poucas brechas legais para o desenvolvimento de uma política legal. Assim, com o objetivo de salvaguardar a vida dos seus militantes, bem como dar o tônus à empreitada guerrilheira, o PCdoB começou a deslocar um maior quantitativo de militantes para o espaço do Bico do Papagaio a partir dos anos 70.

    Mesmo com todo o trabalho realizado, reiteramos, a repressão pegou de surpresa o nascedouro da guerrilha, antes dela conseguir fazer as articulações políticas com a população local de modo a construir uma base estratégica de sustentação. A região fora descoberta em 1972 e ficou deflagrada como uma zona de guerra, melhor dito, com aspecto de campo de concentração no arco espacial da guerrilha: ninguém poderia entrar e tampouco sair. Os primeiros a ser dizimados foram os guerrilheiros; após o massacre, a perseguição se estendeu à população campesina, com o intuito de que cessasse o apoio local aos comunistas: sem sucesso, haja vista que para os moradores locais os paulistas, como eram chamados os guerrilheiros, seriam tudo gente boa, estudada e prestadora de ajuda para o povo da região. Ou seja, a despeito de toda a campanha desferida pela corporação militar, chamando os comunistas de assassinos e bandidos, visando o divórcio entre a região e a Guerrilha, os paulistas mantinham o elo com a população local (...).

    O saldo da ação militar contra os comunistas e a população campesina foi extremamente cruel, contando com dezenas de desaparecidos políticos entre os guerrilheiros: o alto escalão da ditadura desferiu a sentença de morte e a ocultação de cadáver aos seus oponentes da Guerrilha do Araguaia (GASPARI, 2002). De igual modo, sentenciou uma violência extremada para os camponeses: 1) destacamos que houve tortura e prisão à população local do Bico do Papagaio e seu entorno, assim como 2) muitos trabalhadores da roça perderam as suas terras sob a justificativa que ajudaram a guerrilha. Portanto, legou à região uma chacina, amplificando o terror pelo medo e pela impunidade, ainda, somava-se com a constante violência impetrada pelos jagunços que continuaram trabalhando a serviço das forças armadas (CAMPOS FILHO, 2014; REINA, 2019).

(FIGUEIREDO, César Alessandro Sagrillo. A Guerrilha do Araguaia após o conflito: relatos, testemunhos e memória In Escritas e escritos (im)pertinentes na Amazônia: estudos de literatura, resistência, testemunho e ensino. Abilio Pachêco de Souza, César Alessandro Sagrillo Figueiredo e Helena Bonito Couto Pereira. Rio Branco: Nepan Editora, 2024, p. 49; 50-52)

Observe os usos da crase com trechos do texto:
I. “Chegaram à região no final dos anos 60”; II. “como dar o tônus à empreitada guerrilheira”; III. “tortura e prisão à população”.
Marque a justificativa correta.
Alternativas
Q2513245 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    O período da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985) foi um dos períodos mais deletérios da história do país, tanto por ter desmanchado a dinâmica do período democrático anterior, quanto pelos severos déficits que legou à questão dos direitos humanos. Além das questões dos crimes de lesa-humanidade, gerou severas sequelas para inúmeras searas da nossa sociedade, por exemplo, a cultura e a educação. Nas imbricações entre cultura, educação e direitos humanos, torna-se de fundamental importância o estudo acerca da Guerrilha do Araguaia (1972-1975), evento político capitaneado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que ousou lutar contra o fascismo ditatorial do período.

    [...] 

    A Guerrilha do Araguaia ocorreu entre os anos de 1972 e 1975, entre o sudeste do Pará e o norte do atual Estado do Tocantins, outrora Goiás, na denominada abrangência geográfica do Bico do Papagaio. O território fora escolhido para ser a centelha revolucionária capitaneada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a fim de colocar em xeque a ditadura vigente. A organização comunista possuía como ideário revolucionário as diretrizes chinesas emanadas por Mao Tse Tung, muito em voga nos anos 60 e denominado de maoísmo (AARÃO REIS FILHO, 1991). Em seu cerne, essa linha política preconizava as revoluções marxista-leninista de libertação nacional, do campo para cidade, melhor dito, o modelo chinês vislumbrava que a revolução seria camponesa e que cercariam as cidades com vista a derrubar a ditadura.

    Para tal empreitada, a direção comunista começou a encaminhar, após um primeiro treinamento na China e com muito cuidado, os seus militantes ao almejado enclave guerrilheiro. Chegaram à região no final dos anos 60, sendo ampliado o seu contingente após o Ato Institucional nº 5 (AI-5) de 1968. Com o acirramento do período ditatorial após o AI-5, instalouse no país um período extremamente repressivo, com prisões indevidas, mortes e aniquilamento dos oponentes da ditadura, logo, sobrando poucas brechas legais para o desenvolvimento de uma política legal. Assim, com o objetivo de salvaguardar a vida dos seus militantes, bem como dar o tônus à empreitada guerrilheira, o PCdoB começou a deslocar um maior quantitativo de militantes para o espaço do Bico do Papagaio a partir dos anos 70.

    Mesmo com todo o trabalho realizado, reiteramos, a repressão pegou de surpresa o nascedouro da guerrilha, antes dela conseguir fazer as articulações políticas com a população local de modo a construir uma base estratégica de sustentação. A região fora descoberta em 1972 e ficou deflagrada como uma zona de guerra, melhor dito, com aspecto de campo de concentração no arco espacial da guerrilha: ninguém poderia entrar e tampouco sair. Os primeiros a ser dizimados foram os guerrilheiros; após o massacre, a perseguição se estendeu à população campesina, com o intuito de que cessasse o apoio local aos comunistas: sem sucesso, haja vista que para os moradores locais os paulistas, como eram chamados os guerrilheiros, seriam tudo gente boa, estudada e prestadora de ajuda para o povo da região. Ou seja, a despeito de toda a campanha desferida pela corporação militar, chamando os comunistas de assassinos e bandidos, visando o divórcio entre a região e a Guerrilha, os paulistas mantinham o elo com a população local (...).

    O saldo da ação militar contra os comunistas e a população campesina foi extremamente cruel, contando com dezenas de desaparecidos políticos entre os guerrilheiros: o alto escalão da ditadura desferiu a sentença de morte e a ocultação de cadáver aos seus oponentes da Guerrilha do Araguaia (GASPARI, 2002). De igual modo, sentenciou uma violência extremada para os camponeses: 1) destacamos que houve tortura e prisão à população local do Bico do Papagaio e seu entorno, assim como 2) muitos trabalhadores da roça perderam as suas terras sob a justificativa que ajudaram a guerrilha. Portanto, legou à região uma chacina, amplificando o terror pelo medo e pela impunidade, ainda, somava-se com a constante violência impetrada pelos jagunços que continuaram trabalhando a serviço das forças armadas (CAMPOS FILHO, 2014; REINA, 2019).

(FIGUEIREDO, César Alessandro Sagrillo. A Guerrilha do Araguaia após o conflito: relatos, testemunhos e memória In Escritas e escritos (im)pertinentes na Amazônia: estudos de literatura, resistência, testemunho e ensino. Abilio Pachêco de Souza, César Alessandro Sagrillo Figueiredo e Helena Bonito Couto Pereira. Rio Branco: Nepan Editora, 2024, p. 49; 50-52)

De acordo com o fragmento textual apresentado: “O território fora escolhido para ser a centelha revolucionária capitaneada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB)”, qual seria o termo que designa a equivalência semântica da palavra destacada?
Alternativas
Q2508728 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Considerando o disposto na Lei nº 14.515/2022, que dispõe sobre os programas de autocontrole dos agentes privados regulados pela defesa agropecuária e sobre a organização e os procedimentos aplicados pela defesa agropecuária aos agentes das cadeias produtivas do setor agropecuário, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2508727 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Considerando o disposto na Lei nº 9.972/2000, que institui a classificação de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2508726 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O uso de sanitizantes na elaboração de produtos minimamente processados é fundamental no controle da contaminação e colabora para garantir a segurança e a qualidade final dos alimentos. Com a sua implementação, é possível minimizar, reduzir ou eliminar riscos microbiológicos, podendo-se lançar mão de métodos químicos, físicos ou combinados.

Não é um sanitizante químico:
Alternativas
Q2508725 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Polímeros naturais como os polissacarídeos e as proteínas têm sido as matérias-primas mais comumente empregadas na elaboração de formulações filmogênicas apropriadas à formação de coberturas comestíveis sobre frutas, seja com o objetivo de reduzir a respiração ou formar uma barreira antimicrobiana.

São materiais usualmente empregados como coberturas comestíveis na preservação de frutas, exceto:
Alternativas
Q2508724 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Com relação aos procedimentos e práticas da fisiologia de pós-colheita, capazes de reduzir as perdas e contribuir com a disponibilização de frutas e hortaliças de melhor qualidade e alto valor agregado, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.


(   ) O amadurecimento mais lento e a maior conservação pós-colheita de frutos de tomate podem ser obtidos com a aplicação de selantes comestíveis, como a gordura de coco, na inserção do pedúnculo do fruto.

(   ) A firmeza ou pressão de turgescência das frutas e hortaliças volumosas como tomate, manga, goiaba, melão, batata e cenoura, é uma característica essencial nas decisões de compra em pontos de venda no varejo. Esse aprimoramento de mercado tem sido possível graças à disponibilidade de instrumentos práticos e facilmente compreensíveis para os consumidores nos pontos de venda de frutas e hortaliças.

(   ) A limpeza ou lavação de uma hortaliça por imersão em água costuma ser uma prática preliminar à comercialização, enquanto a imersão em solução aquosa com vinagre ou hipoclorito de sódio é comum em ambiente doméstico. Tal prática de higienização doméstica, além de melhorar a aparência visual do produto, retira as partículas de solo ou de outras impurezas da superfície da hortaliça.


Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2508250 Matemática
O treinador de um time de basquete fará uma substituição na equipe, de modo que aumentará a média de altura do time em quadra. Um dos jogadores que estão em quadra dará lugar a um dos jogadores que estão no banco de reservas (qualquer jogador do banco é elegível para substituir qualquer jogador em quadra).
As tabelas a seguir mostram as alturas dos jogadores nesse momento:



Imagem associada para resolução da questão



Quantas são as possíveis substituições que cumprem o objetivo de aumentar a média de altura do time em quadra?
Alternativas
Q2508247 Direito Administrativo
No que diz respeito à alienação de bens da Administração Pública, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2508246 Direito Administrativo
São normas previstas na Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, conhecida como Lei de Licitações e Contratos Administrativos, a serem observadas no processo licitatório, exceto:
Alternativas
Q2508245 Direito Administrativo
As normas previstas na Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, conhecida como Lei de Licitações e Contratos Administrativos, não se aplicam em:
Alternativas
Q2508244 Direito Administrativo
No que diz respeito aos estatutos do consórcio público e às normas previstas no Decreto nº 6.017, de 17 de janeiro de 2007, que regulamenta a Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2508243 Direito Administrativo
Segundo as regras previstas na Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos e dá outras providências, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2508242 Direito Administrativo
Considerando as normas gerais de contratação de consórcios públicos, previstas na Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.


(   ) O consórcio público poderá firmar convênios, contratos, acordos de qualquer natureza, receber auxílios, contribuições e subvenções sociais ou econômicas de outras entidades e órgãos do governo.
(   ) Os consórcios públicos poderão emitir documentos de cobrança e exercer atividades de arrecadação de tarifas e outros preços públicos pela prestação de serviços ou pelo uso ou outorga de uso de bens públicos por eles administrados.
(   ) O consórcio público será constituído por contrato cuja celebração independe de prévia subscrição de protocolo de intenções.
(   ) Os entes da federação consorciados, ou os com eles conveniados, poderão ceder-lhe servidores, na forma e condições da legislação de cada um.


Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2508241 Direito Administrativo
Leia o texto a seguir.

“Consagra-se nisto o dever administrativo de manter plena transparência em seus comportamentos. Não pode haver em um Estado Democrático de Direito, no qual o poder reside no povo (artigo 1º, parágrafo único, da Constituição), ocultamento aos administrados dos assuntos que a todos interessam, e muito menos em relação aos sujeitos individualmente afetados por alguma medida.”

MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 31. ed. São Paulo: Malheiros, 2015, p. 117.


O princípio da Administração Pública a que se refere o texto apresentado é o princípio da
Alternativas
Q2508240 Português
Leia os versos de um poema de Vinicius de Moraes.

Sete em cores, de repente O arco-íris se desata Na água límpida e contente Do ribeirinho da mata. O sol, ao véu transparente Da chuva de ouro e de prata Resplandece resplendente No céu, no chão, na cascata.

MORAES, Vinicius de. A Arca de Noé. Disponível em: https:// www.viniciusdemoraes.com.br/en/poesia/poesias-avulsas/arca-denoe. Acesso em: 15 fev. 2024. [Fragmento]


Entre as figuras de linguagem usadas no poema, observa-se a
Alternativas
Q2508236 Português
Além do espelho: os transtornos alimentares



Provavelmente você já ouviu a frase “você é o que você come”. Para o antropólogo alemão Ludwig Feuerbach, criador da frase, a alimentação vai muito além da ingestão de nutrientes; é a identidade e representação de pessoas. Mas como a relação com a comida afeta a mente? Um estudo feito por uma universidade na Espanha revelou que um em cada cinco crianças e adolescentes sofrem de distúrbios alimentares, um problema que vem se tornando cada dia mais comum.


Seja a falta de vontade de comer ou a compulsão alimentar, esses distúrbios são mais do que problemas físicos; constituem uma relação intrínseca com o mundo emocional dos indivíduos. Nos dias atuais, a sociedade impõe uma pressão crescente sobre os padrões de beleza e a aceitação social, contribuindo para o surgimento e agravamento destes transtornos.


A negação da alimentação pode ser uma manifestação da busca desenfreada pela perfeição, em uma sociedade que associa magreza extrema a beleza e sucesso. Por outro lado, a compulsão pode servir como um mecanismo de enfrentamento para lidar com emoções complexas [...].


O apoio social é fundamental no processo de enfrentamento desses transtornos. Mostrar preocupação genuína e oferecer suporte emocional são atitudes para auxiliar essas pessoas. A ajuda profissional é outra peça-chave na busca do tratamento, por oferecer uma orientação especializada para abordar tanto os aspectos emocionais quanto os físicos. Ao incentivar a empatia e o entendimento da diversidade de corpos e experiências, podemos contribuir para um cenário em que a saúde mental é valorizada, e a busca por ajuda é encorajada sem estigma.



NAVALON, Cristina. Além do espelho: os transtornos
alimentares. Hoje em Dia. Disponível em: https://www.hojeemdia.
com.br/opiniao/opiniao/alem-do-espelho-os-transtornosalimentares-1.999265. Acesso em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“Para o antropólogo alemão Ludwig Feuerbach, criador da frase, a alimentação vai muito além da ingestão de nutrientes; é a identidade e representação de pessoas.”

Sobre a pontuação nesse trecho, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2508235 Português
Além do espelho: os transtornos alimentares



Provavelmente você já ouviu a frase “você é o que você come”. Para o antropólogo alemão Ludwig Feuerbach, criador da frase, a alimentação vai muito além da ingestão de nutrientes; é a identidade e representação de pessoas. Mas como a relação com a comida afeta a mente? Um estudo feito por uma universidade na Espanha revelou que um em cada cinco crianças e adolescentes sofrem de distúrbios alimentares, um problema que vem se tornando cada dia mais comum.


Seja a falta de vontade de comer ou a compulsão alimentar, esses distúrbios são mais do que problemas físicos; constituem uma relação intrínseca com o mundo emocional dos indivíduos. Nos dias atuais, a sociedade impõe uma pressão crescente sobre os padrões de beleza e a aceitação social, contribuindo para o surgimento e agravamento destes transtornos.


A negação da alimentação pode ser uma manifestação da busca desenfreada pela perfeição, em uma sociedade que associa magreza extrema a beleza e sucesso. Por outro lado, a compulsão pode servir como um mecanismo de enfrentamento para lidar com emoções complexas [...].


O apoio social é fundamental no processo de enfrentamento desses transtornos. Mostrar preocupação genuína e oferecer suporte emocional são atitudes para auxiliar essas pessoas. A ajuda profissional é outra peça-chave na busca do tratamento, por oferecer uma orientação especializada para abordar tanto os aspectos emocionais quanto os físicos. Ao incentivar a empatia e o entendimento da diversidade de corpos e experiências, podemos contribuir para um cenário em que a saúde mental é valorizada, e a busca por ajuda é encorajada sem estigma.



NAVALON, Cristina. Além do espelho: os transtornos
alimentares. Hoje em Dia. Disponível em: https://www.hojeemdia.
com.br/opiniao/opiniao/alem-do-espelho-os-transtornosalimentares-1.999265. Acesso em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“[....] esses distúrbios são mais do que problemas físicos; constituem uma relação intrínseca com o mundo emocional dos indivíduos.”

O trecho poderia ser reescrito, sem perda do seu sentido original, como:
Alternativas
Q2508234 Português
Além do espelho: os transtornos alimentares



Provavelmente você já ouviu a frase “você é o que você come”. Para o antropólogo alemão Ludwig Feuerbach, criador da frase, a alimentação vai muito além da ingestão de nutrientes; é a identidade e representação de pessoas. Mas como a relação com a comida afeta a mente? Um estudo feito por uma universidade na Espanha revelou que um em cada cinco crianças e adolescentes sofrem de distúrbios alimentares, um problema que vem se tornando cada dia mais comum.


Seja a falta de vontade de comer ou a compulsão alimentar, esses distúrbios são mais do que problemas físicos; constituem uma relação intrínseca com o mundo emocional dos indivíduos. Nos dias atuais, a sociedade impõe uma pressão crescente sobre os padrões de beleza e a aceitação social, contribuindo para o surgimento e agravamento destes transtornos.


A negação da alimentação pode ser uma manifestação da busca desenfreada pela perfeição, em uma sociedade que associa magreza extrema a beleza e sucesso. Por outro lado, a compulsão pode servir como um mecanismo de enfrentamento para lidar com emoções complexas [...].


O apoio social é fundamental no processo de enfrentamento desses transtornos. Mostrar preocupação genuína e oferecer suporte emocional são atitudes para auxiliar essas pessoas. A ajuda profissional é outra peça-chave na busca do tratamento, por oferecer uma orientação especializada para abordar tanto os aspectos emocionais quanto os físicos. Ao incentivar a empatia e o entendimento da diversidade de corpos e experiências, podemos contribuir para um cenário em que a saúde mental é valorizada, e a busca por ajuda é encorajada sem estigma.



NAVALON, Cristina. Além do espelho: os transtornos
alimentares. Hoje em Dia. Disponível em: https://www.hojeemdia.
com.br/opiniao/opiniao/alem-do-espelho-os-transtornosalimentares-1.999265. Acesso em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Um dos elementos responsáveis pela argumentatividade no texto é
Alternativas
Q2508233 Português
Além do espelho: os transtornos alimentares



Provavelmente você já ouviu a frase “você é o que você come”. Para o antropólogo alemão Ludwig Feuerbach, criador da frase, a alimentação vai muito além da ingestão de nutrientes; é a identidade e representação de pessoas. Mas como a relação com a comida afeta a mente? Um estudo feito por uma universidade na Espanha revelou que um em cada cinco crianças e adolescentes sofrem de distúrbios alimentares, um problema que vem se tornando cada dia mais comum.


Seja a falta de vontade de comer ou a compulsão alimentar, esses distúrbios são mais do que problemas físicos; constituem uma relação intrínseca com o mundo emocional dos indivíduos. Nos dias atuais, a sociedade impõe uma pressão crescente sobre os padrões de beleza e a aceitação social, contribuindo para o surgimento e agravamento destes transtornos.


A negação da alimentação pode ser uma manifestação da busca desenfreada pela perfeição, em uma sociedade que associa magreza extrema a beleza e sucesso. Por outro lado, a compulsão pode servir como um mecanismo de enfrentamento para lidar com emoções complexas [...].


O apoio social é fundamental no processo de enfrentamento desses transtornos. Mostrar preocupação genuína e oferecer suporte emocional são atitudes para auxiliar essas pessoas. A ajuda profissional é outra peça-chave na busca do tratamento, por oferecer uma orientação especializada para abordar tanto os aspectos emocionais quanto os físicos. Ao incentivar a empatia e o entendimento da diversidade de corpos e experiências, podemos contribuir para um cenário em que a saúde mental é valorizada, e a busca por ajuda é encorajada sem estigma.



NAVALON, Cristina. Além do espelho: os transtornos
alimentares. Hoje em Dia. Disponível em: https://www.hojeemdia.
com.br/opiniao/opiniao/alem-do-espelho-os-transtornosalimentares-1.999265. Acesso em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a segui

“Seja a falta de vontade de comer ou a compulsão alimentar, esses distúrbios são mais do que problemas físicos; constituem uma relação intrínseca com o mundo emocional dos indivíduos.”

Assinale a alternativa em que as alterações realizadas mantenham o sentido original do trecho e estejam de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Respostas
2941: A
2942: C
2943: B
2944: D
2945: A
2946: B
2947: C
2948: B
2949: B
2950: C
2951: D
2952: A
2953: C
2954: B
2955: B
2956: D
2957: A
2958: B
2959: D
2960: B