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Q1025863 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora.


O trecho acima encontra-se corretamente reescrito, com nível de linguagem formal e com impessoalidade, em:

Alternativas
Q1025862 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

...o ator não se torna um ser diferente? - Nós somos estranhos.


Mantendo-se a correção e, em linhas gerais, o sentido, as frases acima encontram-se transpostas para o discurso indireto em:

Alternativas
Q1025861 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

De acordo com o texto,
Alternativas
Q1023738 Eletricidade
São três tipos de motor CC:
Alternativas
Q1023737 Eletricidade
Um transformador trifásico com os enrolamentos primário e secundário ligados na configuração Y−Y está operando como elevador de tensão, sendo a tensão de linha no primário igual a 380 V. Mesmo desconhecendo as demais especificações do transformador, as tensões indicadas são coerentes com a sua configuração em
Alternativas
Q1023736 Eletricidade

Com as pinças de um alicate amperímetro é possível medir a:


I. corrente contínua.

II. corrente alternada.

III. continuidade do circuito.


Está correto o que consta em

Alternativas
Q1023735 Eletricidade

No que se refere à medição de potência em circuitos trifásicos, considere:


I. O método dos 2 wattímetros é aplicável a circuitos trifásicos de 3 fios e equilibrado.

II. O método dos 2 wattímetros é aplicável a circuitos trifásicos de 3 fios e desiquilibrado.

III. A utilização de um único wattímetro é aplicável para circuitos trifásicos de 4 fios e equilibrado.


Está correto o que consta em

Alternativas
Q1023733 Eletricidade

Sobre as características de um sistema trifásico com 4 fios equilibrado, considere:


I. As tensões de fase tem amplitudes idênticas.

II. A soma das tensões das fases é nula em qualquer instante.

III. A corrente em regime permanente que circula para a terra através do neutro é sempre zero.

IV. A corrente de fase é igual à corrente de linha em uma ligação triângulo.


Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Q1023732 Eletricidade

Sobre fator de potência, considere:


I. É um número adimensional com valor de 0 a 1.

II. É uma relação entre potência ativa e potência aparente.

III. Indica a porcentagem da potência total fornecida que é efetivamente utilizada.

IV. Quanto mais próximo de zero for seu valor menor é o fluxo de energia reativa, ou seja menor é a energia armazenada devolvida à fonte.


Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Q1023729 Eletricidade
Em um condutor elétrico, as proporcionalidades entre a resistência e o comprimento de um condutor, a resistência e a área da sua secção transversal e a resistência e condutividade do material são, correta e respectivamente,
Alternativas
Q1023728 Eletricidade
Sabendo-se que por um indutor de 20μH tem-se uma corrente i = 5.cos(2.106.t + 45º) A, a sua reatância vale, em ohms,
Alternativas
Q1023727 Eletricidade
Dois resistores R1 e R2 estão ligados em paralelo e submetidos a uma fonte de tensão. Sabendo-se que a relação entre os valores de resistência é R1= 2.R2, a relação entre as tensões (V1 e V2) e as correntes (I1 e I2) nesses resistores valem
Alternativas
Q1023726 Eletricidade

Um trabalhador contratado para trabalhar em instalações elétricas e serviços gerais que envolvem eletricidade, por ocasião da sua admissão, recebeu treinamento específico sobre os riscos decorrentes do emprego da energia elétrica e as principais medidas de prevenção de acidentes em instalações elétricas, de acordo com o estabelecido na NR 10. Passados seis meses, esse trabalhador pediu demissão e foi trabalhar em outra empresa na mesma função.


Na situação exposta,

Alternativas
Q1023725 Eletricidade

Por ocasião de um passeio à uma indústria de automóveis, entre outros temas, os estudantes foram orientados a observar a questão da segurança do trabalhador. No relatório de um dos alunos constavam diversos equipamentos de proteção coletiva, conforme abaixo.


I. Placas sinalizadoras.

II. Extintor de incêndio.

III. Sensores de máquinas.

IV. Multímetro CAT IV.

V. Purificador de água.


Atende plenamente a definição de Equipamento de Proteção Coletiva o que consta APENAS em

Alternativas
Q1023724 Eletricidade

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) de uma pequena empresa colocou em pauta o item sobre Equipamento de Proteção Individual (EPI). Após discussão, foi elaborada uma lista de equipamentos necessários para se ter como reserva, seja para casos de novas contratações ou mesmo para substituição de equipamentos danificados. Entre outros equipamentos da lista elaborada, constavam também os equipamentos abaixo.


I.    Capacete de segurança.

II.   Camisa ou camiseta.

III.  Calçado aberto ou fechado.

IV.  Luvas de raspa.

V.  Alicate com cabo isolado.


São Equipamentos de Proteção Individual o que consta em 

Alternativas
Q1023723 Eletricidade
Supondo um regulador de tensão operando com tensão de entrada 15 V, tensão de saída 9 V e corrente de operação 200 mA, a potência dissipada, em watts, é igual a
Alternativas
Q1023722 Eletricidade

Os reguladores de tensão na forma de circuitos integrados de três terminais, são quase que obrigatórios em projetos de fontes de alimentação para circuitos de pequena e média potência. No entanto, algumas regras devem ser observadas para usá-los:


I. quando o capacitor de saída for de alto valor, é recomendado instalar um diodo entre a entrada e a saída, com o catodo voltado para a entrada, para proteger o regulador de eventuais curto circuitos na entrada.

II. é necessário usar dissipador de calor nos reguladores de tensão quando a saída do regulador for superior de 12 V.

III. a diferença máxima entre a tensão de entrada e a tensão de saída não pode ser superior a 8 V.

IV. quando o regulador de tensão estiver posicionado longe do filtro de alimentação, na sua entrada, é recomendado a colocação de um capacitor para supressão de ruídos.


Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Q1023720 Eletricidade
Quando o sinal de saída de um sensor não é suficientemente forte para ser utilizado em seu propósito, como acionar um relé, por exemplo, a solução é utilizar um sistema auxiliar para reforçar o sinal. Esta ação pode ser efetuada por meio de um transistor bipolar corretamente polarizado como chave. Nesse sistema, durante a operação, quando a tensão VCE do transistor se encontra próximo de zero, o transistor está operando na região
Alternativas
Q1023716 Eletricidade
Em um quadro de distribuição de energia de um imóvel, no seu dimensionamento foi previsto espaço para novas demandas, de acordo com a norma vigente. Esta previsão de reserva obedeceu ao critério estabelecido, que determina que em quadros
Alternativas
Q1023715 Eletricidade
Condutores elétricos encaminhados em eletrodutos são conectados aos painéis de comando e para que não sofram danos físicos nos pontos de entrada e saída, precisam ter proteção adicional, utilizando-se
Alternativas
Respostas
4361: C
4362: A
4363: E
4364: C
4365: A
4366: C
4367: E
4368: B
4369: A
4370: A
4371: C
4372: E
4373: D
4374: B
4375: E
4376: C
4377: A
4378: D
4379: E
4380: C