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Q4007098 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Leia o trecho a seguir, extraído do segundo parágrafo do texto de João Branco.
“As relações familiares da série ‘This is us’, as tramas da novela ‘Avenida Brasil’ ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho ‘Masha e o Urso’ são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós.”
A expressão em destaque nesse fragmento sugere, no contexto em que ela foi empregada, que
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Q4007097 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
Durante a leitura, é possível de se perceber que a menção ao personagem Homem-Aranha serve para
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Q4007096 Português
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho


A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.

        Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
        Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
       É nesse contexto que os filmes recentes do HomemAranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
      Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em  que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
      Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um superherói.
      Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
     Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.

BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho? Forbes Brasil.
É um assunto aprofundado nesse texto
Alternativas
Q4006482 Eletricidade
A tensão elétrica das redes de baixa tensão pode variar entre: 
Alternativas
Q4006480 Ética na Administração Pública
O Estado deve assegurar que interesses públicos se sobreponham aos privados, garantindo o bem-estar coletivo. A ética profissional no serviço público expressa valores que não devem ser negociados. Sobre a temática é correto afirmar: 
Alternativas
Q4006479 Ética na Administração Pública
O Código de Ética direcionado para servidores públicos deve estabelecer padrões gerais de conduta mas atentar para questões importantes em sua formulação. Sobre o Código e sua importância no contexto da administração pública, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q4006478 Filosofia
No que se refere às noções sobre ética e moral verifique as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I. Ética e moral são termos considerados sinônimos pelos estudiosos do campo da filosofia.
II. A ética interage com outras ciências que estudam a conduta dos homens na sociedade e que contribuem para a compreensão da moral que orienta o comportamento humano.
III. A moral é estável, constante e não muda com o tempo.
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4006475 Atualidades
Em nossa sociedade há preconceitos explícitos que desqualificam a pessoa por diversos motivos: orientação sexual, religião, cor de pele... Um deles, explícito em história recente do nosso país, é a xenofobia. Com relação à temática, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4006470 Português
Das frases abaixo, assinale aquela que apresenta um artigo indefinido. 
Alternativas
Q4006468 Português
Para responder à questão, analise o texto apresentado abaixo.

Conceição Evaristo é um dos nomes que tem se destacado na literatura contemporânea brasileira. A autora nasceu na periferia de Belo Horizonte, negra e de origem pobre, mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de trabalho. No Rio de Janeiro, formou-se em Letras, e alguns anos mais tarde, fez Mestrado e Doutorado na área de Literatura. Apresenta-se como uma escritora versátil que transita entre o universo da poesia e da prosa. Apesar de escrever desde a juventude, Evaristo só começou a publicar aos 44 anos, em 1990, numa série de antologias de Cadernos Negros da editora Quilombhoje.

Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/11/18/4- livros-que-mudaram-a-vida-de-conceicao-evaristo/  
Quantos dos seguintes itens são classificados como substantivos próprios?
I. Conceição Evaristo.
II. Belo Horizonte.
III. Rio de Janeiro.
IV. Cadernos Negros.  
Alternativas
Q4006467 Português
Para responder à questão, analise o texto apresentado abaixo.

Conceição Evaristo é um dos nomes que tem se destacado na literatura contemporânea brasileira. A autora nasceu na periferia de Belo Horizonte, negra e de origem pobre, mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de trabalho. No Rio de Janeiro, formou-se em Letras, e alguns anos mais tarde, fez Mestrado e Doutorado na área de Literatura. Apresenta-se como uma escritora versátil que transita entre o universo da poesia e da prosa. Apesar de escrever desde a juventude, Evaristo só começou a publicar aos 44 anos, em 1990, numa série de antologias de Cadernos Negros da editora Quilombhoje.

Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/11/18/4- livros-que-mudaram-a-vida-de-conceicao-evaristo/  
Pode-se afirmar que o sujeito do verbo nasceu, destacado no texto, é classificado como:  
Alternativas
Q4006466 Português
Para responder à questão, analise o texto apresentado abaixo.

Conceição Evaristo é um dos nomes que tem se destacado na literatura contemporânea brasileira. A autora nasceu na periferia de Belo Horizonte, negra e de origem pobre, mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de trabalho. No Rio de Janeiro, formou-se em Letras, e alguns anos mais tarde, fez Mestrado e Doutorado na área de Literatura. Apresenta-se como uma escritora versátil que transita entre o universo da poesia e da prosa. Apesar de escrever desde a juventude, Evaristo só começou a publicar aos 44 anos, em 1990, numa série de antologias de Cadernos Negros da editora Quilombhoje.

Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/11/18/4- livros-que-mudaram-a-vida-de-conceicao-evaristo/  
Considerando as características da escrita, pode-se afirmar que o texto é uma espécie de: 
Alternativas
Q4006465 Português
Para responder à questão, analise o texto apresentado abaixo.

Conceição Evaristo é um dos nomes que tem se destacado na literatura contemporânea brasileira. A autora nasceu na periferia de Belo Horizonte, negra e de origem pobre, mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de trabalho. No Rio de Janeiro, formou-se em Letras, e alguns anos mais tarde, fez Mestrado e Doutorado na área de Literatura. Apresenta-se como uma escritora versátil que transita entre o universo da poesia e da prosa. Apesar de escrever desde a juventude, Evaristo só começou a publicar aos 44 anos, em 1990, numa série de antologias de Cadernos Negros da editora Quilombhoje.

Adaptado de: https://notaterapia.com.br/2022/11/18/4- livros-que-mudaram-a-vida-de-conceicao-evaristo/  
Com base no texto, acerca das informações apresentadas sobre a autora Conceição Evaristo, leia as assertivas abaixo.
I. A autora nasceu no Rio de Janeiro e, posteriormente, mudou-se para Belo Horizonte.
II. A autora formou-se em Letras e fez Mestrado e Doutorado na área de Literatura.
III. A autora começou a escrever apenas aos 44 anos de idade.
Pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3267722 Eletricidade
Existe uma variedade de cabos utilizados na entrada de rede de internet. Um cabo cujo sinal não sofre interferência magnética denomina-se
Alternativas
Q3267719 Eletricidade
O limite de potência e tensão a ser atendida pela Concessionária COSERN em ligação monofásica é de 
Alternativas
Q3267718 Eletricidade
Um aterramento elétrico instalado corretamente, de acordo com a NBR 5410, é composto por um cabo de proteção PE 
Alternativas
Q3267716 Eletricidade
Motores monofásicos de pequenas potências, com bom torque de partida e bom rendimento, possuem, normalmente, 
Alternativas
Q3267715 Eletricidade
Há uma variação de lâmpadas empregadas na iluminação em geral. As lâmpadas que não precisam de reator para o seu funcionamento são denominadas de
Alternativas
Q3267713 Eletricidade
Numa instalação elétrica residencial, a NBR 5410 estabelece as seções mínimas dos condutores em mm2, essa seção depende do que se vai colocar na instalação: iluminação, tomada de uso geral (TUG) ou tomada de uso específico (TUE).
Respeitando essa norma, a seção transversal mínima de um condutor de cobre e a corrente máxima admitida para circuitos de tomadas de uso geral (TUG) são, respectivamente, 
Alternativas
Q3267712 Eletricidade
Os circuitos elétricos podem ser em série, em paralelo ou misto. Em uma residência, o circuito de tomadas é um circuito no qual dois dos terminais das tomadas são ligadas em paralelo, e um terceiro ponto ligado no aterramento. Sendo assim, é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
3541: B
3542: D
3543: A
3544: A
3545: A
3546: A
3547: D
3548: D
3549: C
3550: B
3551: C
3552: B
3553: C
3554: D
3555: C
3556: A
3557: C
3558: A
3559: B
3560: A