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Silicon Valley – America’s High Tech Centre
Silicon Valley is located in the southern part of the San Francisco Bay area. It originally got its name from the large number of companies that produced silicon chips. Today it is a general name for the high-tech industry of Northern California.
The beginning of Silicon Valley goes back to the early 20th century when the United States military and other companies started experimenting in the fields of radio, communications and electronics. The area also grew because Stanford and other universities and colleges produced a number of students who were interested in technology.
One of the first companies that started in Silicon Valley was Hewlett Packard. It was founded by two graduates of Stanford University in 1939. Today HP is the world’s largest technology company and operates in almost all countries in the world. After World War II an industrial park was built around Stanford University. Companies rented offices from the university and employed students as engineers and scientists.
In the 1950s the silicon transistor was developed and many companies started moving into the region. In the 1970s Silicon Valley became a well-known term in the United States because of the computer and software firms that were founded in the area. About a hundred new companies were established every year. Such growth was possible because people could found a company, get money and rent office space in only a few weeks. Among the well-known companies in the region are search engines Google and Yahoo!, chip producer Intel, computer and software manufacturers Apple and Adobe.
By 1992 Silicon Valley accounted for over 250,000 jobs and over 40% of California’s exports. Companies began calling in specialists from China and India because more and more high-tech scientists and engineers were needed.
When the Internet boom began in the 1990s a number of new so-called dot.com enterprises sprang up, including the online auction house eBay and others. When the boom collapsed at the beginning of the new millennium, thousands of high tech workers lost their jobs and couldn’t afford the high housing prices that the area produced. But even after the global financial crisis of 2008 Silicon Valley remains one of the top research and high-tech center in the world.
<http://www.english-online.at/technology/silicon-valley/silicon-valley-americas-high-tech-center.html>
“Os juros e todas novas regras se aplicam somente aos contratos novos. Você não pode mudar um contrato por vontade unilateral. O governo firmou um contrato com milhões de estudantes com determinadas regras e essas regras serão mantidas e respeitadas”.
Disponível em: http://g1.globo.com/
Esta fala do Ministro da Educação brasileiro comenta um programa de incentivo educacional que o Governo Federal mantém e que gerou muitas discussões no primeiro semestre de 2015 A qual programa o trecho se refere?
“No mesmo dia em que o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, apelou para a população votar “não” no referendo marcado para o próximo domingo, uma pesquisa divulgada pelo instituto GPO, que ouviu mil pessoas em toda a Grécia, afirmou que o “sim” aparece na frente, com 47,1% dos entrevistados”.
Disponível em:Disponível em: <http://economia.estadao.com.br/noticias/geral, nova-pesquisa-mostrasim-a-frente-na-grecia,1717735>Acesso em 03 jul. 2015.
O trecho da notícia acima comenta a atual crise financeira grega. O primeiro-ministro do país convocou um plebiscito para consultar a população sobre:
Numa entrevista exclusiva ao Jornal Nacional, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que controlar a inflação e pôr as contas públicas em ordem são as grandes preocupações do governo.
Disponível em:<http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/06/controle-da-inflacao-e-contas-em-ordem-sao-prioridade-afirma-levy.html> Acesso em: 19/06/15
Na linha do exposto acima, segundo o ministro da Fazenda, deve-se partir do princípio de que nesse momento “o Brasil só gasta o que arrecada”. De acordo com Levy, tal princípio não só se estabelece como é favorecido a partir da lei de:
Maiores bacias hidrográficas do mundo estão secando
Pesquisas da NASA indicam escassez de água em alguns pontos do planeta. O motivo: consumo humano desenfreado
17/06/2015 - 17H06/ ATUALIZADO 17H0606 / POR FERNANDO BUMBEERS
De acordo com dois novos estudos conduzidos pela Universidade da Califórnia (UCI), usando dados da NASA, cerca de 33% das maiores bacias hidrográficas da Terra estão ficando secas através do consumo humano. Para completar, ainda temos poucos dados precisos sobre a quantidade de água presente nessas bacias - ou seja, não sabemos quanta água nos resta. Isto significa que a população está consumindo água subterrânea muito rápido, sem saber ao certo quanto ainda podemos consumir. "As medições físicas e químicas disponíveis são insuficientes", diz o professor da UCI e líder da pesquisa Jay Famiglietti. "Dada a rapidez com que estamos consumindo as reservas de água subterrânea do mundo, precisamos de um esforço global coordenado para determinar quanto ainda podemos usar."
Os estudos foram realizados através dos satélites GRACE, da NASA. O GRACE mede ondulações e relevos na superfície da Terra afetados pela massa de água. No primeiro artigo, os pesquisadores descobriram que 13 dos 37 maiores aquíferos do planeta foram se esgotando enquanto recebiam pouca ou nenhuma recarga: oito foram classificados como “em perigo”, com quase nenhuma reposição natural para compensar o uso. Os outros cinco foram considerados em estado de atenção - esses aquíferos estão se esgotando, mas ainda têm algum tipo de recarga natural.
A equipe de investigação constatou que o Sistema Aquífero árabe, uma fonte de água importante para mais de 60 milhões de pessoas, é o que mais corre perigo. O aquífero da bacia Indus, da Índia e Paquistão, é o segundo da lista e a Bacia do Murzuk-Djado, no norte da África, fecha o pódio.
Das três bacias que abastecem o Brasil, apenas uma, a Bacia Guarani, está em um estado “preocupante”. As outras duas - Bacia do Maranhão e Bacia Amazônica - estão em bom estado.
"Nós realmente não sabemos quanto é armazenado em cada um destes aquíferos. Estimamos que o armazenamento restante pode variar de décadas a milênios", disse a coautora do estudo Alexandra Richey. "Em uma sociedade com escassez de água, não podemos mais tolerar este nível de incerteza, especialmente sabendo que as águas subterrâneas estão desaparecendo tão rapidamente."
Adaptado de:<http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/06/maiores-bacias-hidrograficas-do-mundo-estao-secando.html>
Maiores bacias hidrográficas do mundo estão secando
Pesquisas da NASA indicam escassez de água em alguns pontos do planeta. O motivo: consumo humano desenfreado
17/06/2015 - 17H06/ ATUALIZADO 17H0606 / POR FERNANDO BUMBEERS
De acordo com dois novos estudos conduzidos pela Universidade da Califórnia (UCI), usando dados da NASA, cerca de 33% das maiores bacias hidrográficas da Terra estão ficando secas através do consumo humano. Para completar, ainda temos poucos dados precisos sobre a quantidade de água presente nessas bacias - ou seja, não sabemos quanta água nos resta. Isto significa que a população está consumindo água subterrânea muito rápido, sem saber ao certo quanto ainda podemos consumir. "As medições físicas e químicas disponíveis são insuficientes", diz o professor da UCI e líder da pesquisa Jay Famiglietti. "Dada a rapidez com que estamos consumindo as reservas de água subterrânea do mundo, precisamos de um esforço global coordenado para determinar quanto ainda podemos usar."
Os estudos foram realizados através dos satélites GRACE, da NASA. O GRACE mede ondulações e relevos na superfície da Terra afetados pela massa de água. No primeiro artigo, os pesquisadores descobriram que 13 dos 37 maiores aquíferos do planeta foram se esgotando enquanto recebiam pouca ou nenhuma recarga: oito foram classificados como “em perigo”, com quase nenhuma reposição natural para compensar o uso. Os outros cinco foram considerados em estado de atenção - esses aquíferos estão se esgotando, mas ainda têm algum tipo de recarga natural.
A equipe de investigação constatou que o Sistema Aquífero árabe, uma fonte de água importante para mais de 60 milhões de pessoas, é o que mais corre perigo. O aquífero da bacia Indus, da Índia e Paquistão, é o segundo da lista e a Bacia do Murzuk-Djado, no norte da África, fecha o pódio.
Das três bacias que abastecem o Brasil, apenas uma, a Bacia Guarani, está em um estado “preocupante”. As outras duas - Bacia do Maranhão e Bacia Amazônica - estão em bom estado.
"Nós realmente não sabemos quanto é armazenado em cada um destes aquíferos. Estimamos que o armazenamento restante pode variar de décadas a milênios", disse a coautora do estudo Alexandra Richey. "Em uma sociedade com escassez de água, não podemos mais tolerar este nível de incerteza, especialmente sabendo que as águas subterrâneas estão desaparecendo tão rapidamente."
Adaptado de:<http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/06/maiores-bacias-hidrograficas-do-mundo-estao-secando.html>
Maiores bacias hidrográficas do mundo estão secando
Pesquisas da NASA indicam escassez de água em alguns pontos do planeta. O motivo: consumo humano desenfreado
17/06/2015 - 17H06/ ATUALIZADO 17H0606 / POR FERNANDO BUMBEERS
De acordo com dois novos estudos conduzidos pela Universidade da Califórnia (UCI), usando dados da NASA, cerca de 33% das maiores bacias hidrográficas da Terra estão ficando secas através do consumo humano. Para completar, ainda temos poucos dados precisos sobre a quantidade de água presente nessas bacias - ou seja, não sabemos quanta água nos resta. Isto significa que a população está consumindo água subterrânea muito rápido, sem saber ao certo quanto ainda podemos consumir. "As medições físicas e químicas disponíveis são insuficientes", diz o professor da UCI e líder da pesquisa Jay Famiglietti. "Dada a rapidez com que estamos consumindo as reservas de água subterrânea do mundo, precisamos de um esforço global coordenado para determinar quanto ainda podemos usar."
Os estudos foram realizados através dos satélites GRACE, da NASA. O GRACE mede ondulações e relevos na superfície da Terra afetados pela massa de água. No primeiro artigo, os pesquisadores descobriram que 13 dos 37 maiores aquíferos do planeta foram se esgotando enquanto recebiam pouca ou nenhuma recarga: oito foram classificados como “em perigo”, com quase nenhuma reposição natural para compensar o uso. Os outros cinco foram considerados em estado de atenção - esses aquíferos estão se esgotando, mas ainda têm algum tipo de recarga natural.
A equipe de investigação constatou que o Sistema Aquífero árabe, uma fonte de água importante para mais de 60 milhões de pessoas, é o que mais corre perigo. O aquífero da bacia Indus, da Índia e Paquistão, é o segundo da lista e a Bacia do Murzuk-Djado, no norte da África, fecha o pódio.
Das três bacias que abastecem o Brasil, apenas uma, a Bacia Guarani, está em um estado “preocupante”. As outras duas - Bacia do Maranhão e Bacia Amazônica - estão em bom estado.
"Nós realmente não sabemos quanto é armazenado em cada um destes aquíferos. Estimamos que o armazenamento restante pode variar de décadas a milênios", disse a coautora do estudo Alexandra Richey. "Em uma sociedade com escassez de água, não podemos mais tolerar este nível de incerteza, especialmente sabendo que as águas subterrâneas estão desaparecendo tão rapidamente."
Adaptado de:<http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/06/maiores-bacias-hidrograficas-do-mundo-estao-secando.html>
Pode-se depreender do texto que:
I Conforme novos estudos conduzidos pela Universidade da Califórnia, aproximadamente 1/3 das maiores bacias hidrográficas da Terra secaram por causa do consumo humano.
II Tais estudos, com a ajuda de dados da NASA, conseguiram determinar que da água presente nessas bacias, resta-nos apenas 33%, isto é, estão quase secas.
III É necessário um esforço global coordenado para saber quanto das reservas de água subterrânea do planeta ainda podemos usar, pois o consumo de tais reservas não vem acontecendo paulatinamente.
Está CORRETO o exposto em:
Se o número 18 [...] evoca a ideia de maioridade, esta representa algo para além de seu aspecto jurídico: representa a ideia de emancipação das autoridades tradicionais ou das determinações externas e coletivas pelo indivíduo, que assim afirma sua autonomia, o Sapere aude! (Ouse conhecer!) pronunciado por Kant em O que é o Iluminismo?
Quando se trata de literatura num país que sempre teve de se haver com sua minoridade (dependência econômica, condição periférica, identidade instável), essa emancipação muitas vezes representou a criação de um discurso empenhado na construção de uma identidade nacional. Ou seja, uma emancipação mais coletiva do que individual – o que não deixa de ser incongruente, senão contraditório, com as noções de autonomia e autodeterminação.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2015/06/literatura-em-busca-da-emancipacao/>
Se o número 18 [...] evoca a ideia de maioridade, esta representa algo para além de seu aspecto jurídico: representa a ideia de emancipação das autoridades tradicionais ou das determinações externas e coletivas pelo indivíduo, que assim afirma sua autonomia, o Sapere aude! (Ouse conhecer!) pronunciado por Kant em O que é o Iluminismo?
Quando se trata de literatura num país que sempre teve de se haver com sua minoridade (dependência econômica, condição periférica, identidade instável), essa emancipação muitas vezes representou a criação de um discurso empenhado na construção de uma identidade nacional. Ou seja, uma emancipação mais coletiva do que individual – o que não deixa de ser incongruente, senão contraditório, com as noções de autonomia e autodeterminação.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2015/06/literatura-em-busca-da-emancipacao/>
Se o número 18 [...] evoca a ideia de maioridade, esta representa algo (...)
No trecho acima, o autor utiliza um pronome demonstrativo para fazer referência ao sujeito de quem o texto fala no parágrafo. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, tanto o pronome quanto o sujeito o qual ele retoma no texto:
Se o número 18 [...] evoca a ideia de maioridade, esta representa algo para além de seu aspecto jurídico: representa a ideia de emancipação das autoridades tradicionais ou das determinações externas e coletivas pelo indivíduo, que assim afirma sua autonomia, o Sapere aude! (Ouse conhecer!) pronunciado por Kant em O que é o Iluminismo?
Quando se trata de literatura num país que sempre teve de se haver com sua minoridade (dependência econômica, condição periférica, identidade instável), essa emancipação muitas vezes representou a criação de um discurso empenhado na construção de uma identidade nacional. Ou seja, uma emancipação mais coletiva do que individual – o que não deixa de ser incongruente, senão contraditório, com as noções de autonomia e autodeterminação.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2015/06/literatura-em-busca-da-emancipacao/>
Apesar de tantas opções de canais, muita gente tem a sensação de que há pouca coisa interessante para assistir na TV. Se você se sente assim também, anime-se. Com o início da transmissão digital no Brasil, as mudanças serão tão grandes que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho. Aliás, ela não será mais quadrada. “A grande diferença de imagem em alta definição será o de menos”, disse Nicholas Negroponte, diretor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. “A deficiência da TV atual é a programação. O sistema digital trará uma mudança de conteúdo completa”, afirma. Para o especialista em tecnologia, a interatividade será a principal vantagem da TV digital. “Isso significa que expressões como horário nobre perderão o sentido. Cada espectador fará sua própria programação”, diz Negroponte. Ou seja, se você chegar em casa depois do jornal das 8 horas, vai poder assisti-lo à meia-noite. Vai escolher se quer mais esporte e menos política no noticiário ou vice-versa. E, se quiser assistir a um conserto, poderá optar por uma visão da primeira fila, na plateia, da frisa lateral ou do fundo das galerias. Tudo isso poderá ser operado por comandos de voz. Vai ser uma mudança e tanto. “As emissoras vão ter de reaprender a fazer televisão”, disse o engenheiro eletrônico Eduardo Bicudo, professor da Universidade Mackenzie, responsável pelos estudos que vão definir qual dos três sistemas em operação no mundo será adotado no Brasil – o japonês, o europeu ou o americano. Para ele, porém, a mudança vale a pena: “Comparada com o potencial da digital, a TV atual é um lixo”.
“Com o início da transmissão digital no Brasil, as mudanças serão tão grandes que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho”. (segundo parágrafo)
O elemento central desse período é o trecho sublinhado, que se refere à dimensão das mudanças na TV. Esse elemento está colocado estrategicamente no meio da frase, pois se relaciona sintática e semanticamente com os outros dois segmentos: o que está à sua esquerda (“com o início da transmissão digital no Brasil”) combina ___________ e ___________; o que está à sua direita (“que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho”) denota ______________. Completam as três lacunas, respectivamente,
Apesar de tantas opções de canais, muita gente tem a sensação de que há pouca coisa interessante para assistir na TV. Se você se sente assim também, anime-se. Com o início da transmissão digital no Brasil, as mudanças serão tão grandes que a caixa quadrada parecerá um novo aparelho. Aliás, ela não será mais quadrada. “A grande diferença de imagem em alta definição será o de menos”, disse Nicholas Negroponte, diretor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. “A deficiência da TV atual é a programação. O sistema digital trará uma mudança de conteúdo completa”, afirma. Para o especialista em tecnologia, a interatividade será a principal vantagem da TV digital. “Isso significa que expressões como horário nobre perderão o sentido. Cada espectador fará sua própria programação”, diz Negroponte. Ou seja, se você chegar em casa depois do jornal das 8 horas, vai poder assisti-lo à meia-noite. Vai escolher se quer mais esporte e menos política no noticiário ou vice-versa. E, se quiser assistir a um conserto, poderá optar por uma visão da primeira fila, na plateia, da frisa lateral ou do fundo das galerias. Tudo isso poderá ser operado por comandos de voz. Vai ser uma mudança e tanto. “As emissoras vão ter de reaprender a fazer televisão”, disse o engenheiro eletrônico Eduardo Bicudo, professor da Universidade Mackenzie, responsável pelos estudos que vão definir qual dos três sistemas em operação no mundo será adotado no Brasil – o japonês, o europeu ou o americano. Para ele, porém, a mudança vale a pena: “Comparada com o potencial da digital, a TV atual é um lixo”.
O texto diz, na linha 1, que “muita gente tem a sensação (...)”. Essa expressão, no contexto em que está empregada, tem a finalidade de dar à afirmação um tom
Período I:
O projeto está parado há dois anos no Congresso e tem como um dos principais pontos de impasse o artigo que trata da neutralidade de rede.
Veja, agora, a mudança de tempo verbal:
Período II:
O projeto estava parado havia dois anos no Congresso e tinha como um dos principais pontos de impasse o artigo que tratava da neutralidade de rede.
Sobre as duas maneiras de organizar o período, registradas acima, analise as afirmações.
I. No período I, a forma verbal “ha” deveria aparecer no plural.
II. No período II, a forma verbal “havia" deveria aparecer no plural.
III. Em ambos os períodos, houve desrespeito às normas de concordância verbal em mais de uma passagem.
Está correto o que se afirma em:
- criar e configurar sites, aplicativos, pools de aplicativos e diretórios virtuais.
- iniciar e parar sites.
- iniciar, parar e reciclar pools de aplicativos.
- exibir informações sobre processos de trabalho e solicitações em execução no servidor Web.
A ferramenta descrita é:
As lacunas I, II, III e IV são preenchidas, correta e respectivamente, com:
As lacunas I, II, III e IV são preenchidas, correta e respectivamente, com: