Questões de Concurso Comentadas para técnico de manutenção júnior - elétrica

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Q276435 Português
No trecho do Texto II “Tanto que, hoje, fórmulas manipuladas de comésticos, criadas a partir desse conceito, começam a crescer e aparecer, já sendo receitadas por especialistas em consultórios dermatológicos" (L.16-19), a palavra que substitui a destacada, sem prejuízo de sentido, é
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Q276433 Português
A oração em destaque apresenta, no subtítulo do Texto II, uma importante função.

“Laboratórios reproduzem substância natural que renova células."
A oração tem a função de
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Q276432 Português
O a(s) em destaque deverá ser grafado, de acordo com a norma-padrão, com o acento grave indicativo de crase na seguinte frase:
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Q276430 Português
                                             A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
É possível resumir o sentido global do Texto I com a seguinte frase: O homem seria outro se dissesse a todos o que ouviu.
De acordo com a norma-padrão, se a 1 a forma verbal destacada na frase fosse será, a 2a deveria ser
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Q276429 Português
                                             A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
Considere o sentido da palavra em destaque no trecho abaixo, retirada do Texto I.

“Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos". (L.3-6).

A palavra destacada apresenta sentido
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Q276428 Português
                                             A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
No Texto I, o trecho abaixo descreve um aspecto da rotina do protagonista do texto.
“Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz." (L.1-3). A partir da leitura do trecho anterior, depreende-se que o protagonista do texto
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Q263052 Eletricidade
Foi requisitado a um técnico que buscasse em sua caixa de ferramentas aquela que pudesse exercer a mesma função de um limatão redondo. Ao abrir sua caixa de ferramentas, o técnico dispunha das seguintes ferramentas: canivete, escareador, nível, serra manual e soprador térmico.
Qual é a ferramenta que deve ser escolhida pelo técnico para que ele possa atender corretamente à requisição?

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Q263051 Eletricidade
A manutenção de equipamentos pode proporcionar o aumento da vida útil desses equipamentos e reduzir o custo dos processos envolvidos.
Dentre os tipos classificados de manutenção, aquele que estabelece o momento de intervenção para manutenção no equipamento a partir do acompanhamento, análise e diagnóstico do monitoramento/medição do desempenho do equipamento (medição de parâmetros) é a manutenção

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Q263050 Eletricidade
Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas são compostos, basicamente, por captores (para-raios), condutores de descida e sistemas de aterramento.
São tipos de captores:

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Q263049 Eletricidade
De acordo com o Sistema Internacional de Unidades, qual é a unidade utilizada para medir o fluxo elétrico?

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Q263046 Eletricidade
Em uma instalação elétrica, há três circuitos trifásicos a quatro fios. Sabe-se que os circuitos são equilibrados, que não há presença de terceiro harmônico e que o condutor neutro é protegido contra sobrecorrente. As bitolas dos condutores de fase de cada circuito são, respectivamente, 25 mm2 , 35 mm2 e 70 mm2 .
De acordo com essas informações e considerando-se a norma ABNT NBR 5410:2004, os valores, em mm2 , das bitolas dos condutores neutros desses circuitos, respectivamente, são:

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Q263044 Eletricidade
O neutro do transformador que alimenta uma instalação elétrica é solidamente aterrado. As massas dessa instalação são ligadas a eletrodos de aterramento distintos ao do eletrodo de aterramento do transformador.
O esquema de aterramento dessa instalação é

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Q263043 Eletricidade
A classe de exatidão de um voltímetro é 1,5%, e o fundo de escala é de 300 V. Em uma medição, a tensão medida é de 100 V.
O valor, em volts, do erro máximo que a medida feita pode apresentar é

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Q263042 Eletricidade
Para se determinarem as características e os parâmetros elétricos de transformadores são realizados alguns ensaios e testes elétricos. Isso é possível através da utilização de instrumentos de medição. Dentre os possíveis instrumentos utilizados em testes elétricos em transformadores monofásicos, um deles é o TTR.
Esse instrumento é utilizado para medir a

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Q263041 Eletricidade
A resistência de um resistor é exatamente 50 kΩ. Para fazer a conferência desse valor, foram utilizados um voltímetro (V) em paralelo com o resistor e um amperímetro (A) ideal em série com esse arranjo. A partir das leituras do voltímetro e do amperímetro é definida a resistência medida pela relação V/A.
Sabendo-se que a resistência interna do voltímetro é de 200 kΩ, qual é o erro relativo percentual entre a resistência medida e o valor real desse resistor?

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Q263036 Eletricidade
No fornecimento de energia elétrica em média tensão pelas redes aéreas de distribuição, qual a principal função da mufla?

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Q263035 Eletricidade
A NBR 14039 estabelece as normas das instalações elétricas de média tensão. Considere que uma instalação elétrica de média tensão possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a eletrodos de aterramento eletricamente distintos do eletrodo de aterramento da subestação. Considere ainda que o condutor neutro e o condutor de proteção das massas da subestação são ligados a um único eletrodo de aterramento.
Dentre os possíveis esquemas de aterramento previstos nessa norma, qual é o esquema de aterramento utilizado na instalação elétrica descrita?

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Q263033 Eletricidade
Um eletricista trabalha em linha viva, sendo a tensão de contato igual a 3,0kV.
Para essa tensão, a luva de borracha utilizada pelo eletricista deve ter uma classe de isolamento de, no mínimo,

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Q263029 Eletricidade
Um motor de indução é acionado por um inversor de frequência. O eixo do motor é acoplado a uma carga cujo torque é constante para qualquer velocidade de operação do motor. Em uma determinada velocidade de operação, o valor rms e a frequência da tensão de fase aplicada ao motor são 120 V e 40 Hz, respectivamente.
Sabendo-se que, para elevar a velocidade de operação, a frequência da tensão passou para 52 Hz, então, para manter o torque aplicado à carga, o valor, em volts, da tensão gerada pelo inversor é

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Q263028 Eletricidade
A impedância por fase de um motor de indução, em determinado ponto de operação, é 3+j4 Ω.
O valor do fator de potência médio do motor, para esse ponto de operação, é

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Respostas
241: A
242: E
243: B
244: D
245: B
246: C
247: A
248: C
249: A
250: E
251: D
252: A
253: D
254: D
255: D
256: E
257: E
258: C
259: D
260: B