Questões de Concurso
Comentadas para técnico de administração e controle júnior
Foram encontradas 610 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
( ) Links são ligações que nos levam da página que estamos até a outras informações ou a outros recursos.
( ) No endereço eletrônico www.saocarlos.ind.br, a parte .ind do endereço indica que a organização detentora do site é do tipo industrial.
( ) A Internet 3G é uma tecnologia que permite uma pessoa acessar a internet apenas através da conexão de rede de telefonia fixa de usuário.
( ) Para que se possa explorar e principalmente visualizar as informações disponíveis na WEB, não é necessário a utilização do programa browser.
Um ____________________ é um ___________________ que habilita seus ________________ a interagirem com documentos _______________ hospedados em um servidor ___________.
Assinale a alternativa correta:
O que caracteriza a ________________ é o uso das tecnologias da _____________________ no ambiente __________________ da empresa. Em vez de circular ____________________ pelo mundo, como na _____________________.
Assinale a alternativa correta:
( ) O recrutamento pode ser do tipo Interno, Externo ou Misto.
( ) Motivação da equipe é vantagem do recrutamento externo.
( ) O recrutamento externo é mais demorado e menos econômico.
( ) O recrutamento interno não oxigena a empresa, não trazendo novas ideias.
Assinale a alternativa correta:
1- Transporte marítimo.
2- Transporte rodoviário.
3- Transporte ferroviário.
4- Transporte aéreo.
( ) Possui grande flexibilidade operacional, permitindo acesso a pontos isolados. Apresenta grande competitividade para o transporte de cargas dispersas, isto é, não concentradas na origem ou no destino e o de curtas distâncias, onde seu maior custo operacional é compensado pela eliminação de transbordos.
( ) Possui um custo de implantação elevado, não apenas pela exigência de leitos mais elaborados, como também pela aquisição simultânea do material rodante.
( ) É o modal mais utilizado no comércio internacional.
( ) É o transporte adequado para mercadorias de alto valor agregado, pequenos volumes ou com urgência de entrega.
A sequência correta é:
I. O armazenamento centralizado facilita o planejamento da produção, o inventário e o controle.
II. O armazenamento descentralizado caracteriza-se pela estocagem em um único local.
III. Definição de uma política de preservação, com embalagens convenientes aos materiais, é um cuidado essencial para o armazenamento.
IV. O armazenamento por frequência implica em armazenar tão próximo quanto possível da saída, os materiais que tenham maior frequência de movimentos.
V. O ambiente climatizado é destinado a produtos inflamáveis, por obedecerem rígidas normas de segurança.
Assinale a alternativa correta:
( ) O Vale Transporte tem natureza salarial incorporando-se a remuneração para quaisquer efeitos.
( ) O Vale Transporte constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.
( ) O Vale Transporte se configura como rendimento tributável do trabalhador.
( ) O empregador participará dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente à parcela que exceder a 6% (seis por cento) de seu salário básico.
A sequência correta é:
I. O ato heróico não foi reconhecido pela assembleia.
II. Os anéis e joias diminuíam a feiura de suas mãos e corpo.
III. Os corticoides usados pela paciente não vem trazendo os efeitos esperados.
IV. O pôr do sol parecia um fogaréu naquele céu de dezembro.
Por: Chico Viana. Disponível em: http://hom.gerenciadordeconteudo.com.br/produtos/ESLP/textos/blog-ponta/a-precisao-dos- cliches-301498-1.asp Acesso em 17 de dezembro de 2013
Os manuais de redação dizem que escrever bem é evitar lugares comuns. Nada compromete mais o estilo do que o uso de expressões batidas, do feijão com arroz linguístico, que nada acrescenta à expressão. Mas não é fácil fugir ao clichê (acabei de usar um no período anterior: "feijão com arroz").
Por que é tão difícil escapar dessas fórmulas? Em parte, porque a língua tem um estoque limitado de imagens; não se pode a todo momento criar uma metáfora e, menos ainda, fazê-la atraente ao leitor. O público às vezes leva tempo para se afeiçoar tanto à semântica quanto à sonoridade de uma imagem nova.
Nelson Rodrigues dizia que seu maior achado era a repetição. Fiel a isso, recheava seus textos com expressões que os leitores já sabiam de cor. Tanto nas crônicas quanto nos romances, deparamo-nos a todo momento com referências à "ricaça das narinas de cadáver", ao Narciso às avessas, que cospe na própria imagem", ao sol de rachar catedrais". São imagens criadas pelo próprio Nelson, é certo, mas que perderam a novidade de tanto ser repetidas.
Nem por isto a sua prosa é menos sedutora. Pelo contrário, lemos o autor de "Vestido de noiva" com um prazer oposto ao que nos propicia, por exemplo, um Guimarães Rosa. Lemos para nos deparar com o mesmo, o conhecido, o quase-igual. Para gozar daquele "prazer de reencontro", de que nos fala Freud.
Uma boa explicação para o sucesso dos clichês encontro na página 199 de "O caçador de pipas", de Khaled Hosseini. Vale a pena transcrever a passagem:
"Um professor de redação que tive na San Jose State sempre dizia, referindo-se aos clichês: 'Tratem de evitá-lo como se evita uma praga.' E ria da própria piada. A turma toda ria junto com ele, mas sempre achei que aquilo era uma tremenda injustiça. Porque, muitas vezes, eles são de uma precisão impressionante. O problema é que a adequação das expressões-clichês é ofuscada pela natureza da expressão enquanto clichê."
Não deixa de ser irônico: ao orientar os alunos a rejeitar os clichês, o professor não escapa de produzir um deles ("como se evita uma praga"). Isso mostra que o clichê parece mesmo inevitável; funciona porque é preciso, exato. A precisão faz com que muitas vezes o escolhamos a despeito da sua natureza de lugar-comum. Servimo-nos dele não por preguiça mental, ou carência vocabular, mas por em dado momento não nos ocorrer nada mais expressivo.
Chico Viana é professor de português e redação.
www.chicoviana.com
O emprego do hífen nestas construções está justificado corretamente em qual das alternativas a seguir?
Por: Chico Viana. Disponível em: http://hom.gerenciadordeconteudo.com.br/produtos/ESLP/textos/blog-ponta/a-precisao-dos- cliches-301498-1.asp Acesso em 17 de dezembro de 2013
Os manuais de redação dizem que escrever bem é evitar lugares comuns. Nada compromete mais o estilo do que o uso de expressões batidas, do feijão com arroz linguístico, que nada acrescenta à expressão. Mas não é fácil fugir ao clichê (acabei de usar um no período anterior: "feijão com arroz").
Por que é tão difícil escapar dessas fórmulas? Em parte, porque a língua tem um estoque limitado de imagens; não se pode a todo momento criar uma metáfora e, menos ainda, fazê-la atraente ao leitor. O público às vezes leva tempo para se afeiçoar tanto à semântica quanto à sonoridade de uma imagem nova.
Nelson Rodrigues dizia que seu maior achado era a repetição. Fiel a isso, recheava seus textos com expressões que os leitores já sabiam de cor. Tanto nas crônicas quanto nos romances, deparamo-nos a todo momento com referências à "ricaça das narinas de cadáver", ao Narciso às avessas, que cospe na própria imagem", ao sol de rachar catedrais". São imagens criadas pelo próprio Nelson, é certo, mas que perderam a novidade de tanto ser repetidas.
Nem por isto a sua prosa é menos sedutora. Pelo contrário, lemos o autor de "Vestido de noiva" com um prazer oposto ao que nos propicia, por exemplo, um Guimarães Rosa. Lemos para nos deparar com o mesmo, o conhecido, o quase-igual. Para gozar daquele "prazer de reencontro", de que nos fala Freud.
Uma boa explicação para o sucesso dos clichês encontro na página 199 de "O caçador de pipas", de Khaled Hosseini. Vale a pena transcrever a passagem:
"Um professor de redação que tive na San Jose State sempre dizia, referindo-se aos clichês: 'Tratem de evitá-lo como se evita uma praga.' E ria da própria piada. A turma toda ria junto com ele, mas sempre achei que aquilo era uma tremenda injustiça. Porque, muitas vezes, eles são de uma precisão impressionante. O problema é que a adequação das expressões-clichês é ofuscada pela natureza da expressão enquanto clichê."
Não deixa de ser irônico: ao orientar os alunos a rejeitar os clichês, o professor não escapa de produzir um deles ("como se evita uma praga"). Isso mostra que o clichê parece mesmo inevitável; funciona porque é preciso, exato. A precisão faz com que muitas vezes o escolhamos a despeito da sua natureza de lugar-comum. Servimo-nos dele não por preguiça mental, ou carência vocabular, mas por em dado momento não nos ocorrer nada mais expressivo.
Chico Viana é professor de português e redação.
www.chicoviana.com