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Q3421774 Português
Analise as sentenças a seguir quanto aos elementos em destaque:

I. Candidatei-me ao conselho da universidade, já que ninguém se dispôs.
II. Continuaremos batalhando em prol dos trabalhadores, não obstante as críticas e as sabotagens.
III. O acampamento foi cancelado, porquanto os escoteiros se perderam na mata.
IV. O evento será ao ar livre, contanto que não chova.

A alternativa que apresenta elementos de sentidos e funções correspondentes, que substituem, correta e respectivamente, as expressões em destaque nas sentenças dadas é (em caso de encontro entre preposição e artigo ao substituir, considere que ocorre contração):
Alternativas
Q3421773 Português
Assinale a alternativa que apresenta um termo sinônimo da palavra em destaque na seguinte oração: “A consciência política resulta na exprobração àqueles que se apoiam em falsas promessas.”
Alternativas
Q3421772 Português
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo



Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.


Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.


Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.


Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”


Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério  esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.


“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander.


Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.



Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/com portamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>

A expressão “não apenas … mas também”, que ocorre em “As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais (...)”, é empregada como um recurso de coesão sequencial, que imprime ao contexto em que ocorre o sentido de: 

Alternativas
Q3421770 Português
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo



Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.


Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.


Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.


Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”


Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério  esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.


“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander.


Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.



Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/com portamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>

Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.

A locução em destaque no excerto apresentado é típica das orações subordinadas adverbiais que exprimem, em relação à oração principal à qual se relacionam, um valor:
Alternativas
Q3421769 Português
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo



Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.


Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.


Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.


Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”


Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério  esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.


“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander.


Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.



Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/com portamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>

Considere as afirmativas a seguir:

I. A conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito explica por que os falantes nativos de árabe são capazes de fazer conexões entre ideias mais rápido que os falantes nativos de alemão.
II. Tanto o árabe quanto o alemão apresentam complexidades próprias, que podem influenciar na conectividade cerebral de seus falantes nativos.
III. As particularidades de uma língua materna podem afetar as regiões cerebrais associadas à linguagem.
IV. A anatomia cerebral facilita conexões mais próximas no cérebro, que favorecem o aprendizado de alemão frente ao de árabe.

O texto permite concluir apenas as afirmativas em:
Alternativas
Q3421768 Português
Língua nativa influencia na conectividade do cérebro, conclui estudo



Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica NeuroImage.


Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e de árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.


Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe de pesquisa de Alfred Anwander e Angela Friederici no Instituto Max Planck, comparou varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e 34 anos. As imagens de alta resolução não apenas mostram a anatomia do cérebro, mas também permitem derivar a conectividade entre as áreas cerebrais, usando uma técnica chamada imagem ponderada por difusão.


Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. “Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”


Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério  esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.


“A conectividade cerebral é modulada pela aprendizagem e pelo ambiente durante a infância, o que influencia o processamento e o raciocínio cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo fornece novas informações sobre como o cérebro se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o conectoma estrutural da linguagem é moldado pela língua materna”, resume Anwander.


Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.



Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/com portamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>

A partir do que é exposto no texto, conclui-se que a língua materna:
Alternativas
Q3354746 Medicina
O técnico de imobilização ortopédica deve estar familiarizado com as terminologias específicas da área para comunicar-se efetivamente com a equipe médica. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente o termo "luxação." 
Alternativas
Q3354745 Medicina
O armazenamento correto do gesso sintético é crucial para garantir sua eficácia na aplicação. O técnico de imobilização ortopédica deve conhecer os procedimentos adequados para armazenar o gesso sintético. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente a prática de armazenamento do gesso sintético.
Alternativas
Q3354744 Medicina
Um paciente foi submetido à aplicação de gesso para imobilização de uma fratura de rádio distal. Após alguns dias, ele retorna à clínica queixando-se de dor intensa, inchaço e formigamento nos dedos. O técnico de imobilização ortopédica deve estar atento às complicações que podem surgir com a imobilização. Indique qual das opções a seguir representa corretamente uma complicação potencial do uso de gesso. 
Alternativas
Q3354743 Medicina
Um paciente com lombalgia crônica será submetido à tração cutânea intermitente como parte do tratamento fisioterapêutico. É um cuidado importante durante a aplicação da tração cutânea: 
Alternativas
Q3354742 Medicina
Um paciente com hérnia de disco cervical necessita de tração esquelética para alívio da dor e descompressão das raízes nervosas. Ao preparar o paciente para o procedimento, o técnico de imobilização ortopédica deve: 
Alternativas
Q3354741 Medicina
Um paciente apresenta uma fratura confirmada por radiografia após um acidente de trânsito. O técnico de imobilização ortopédica deve ser capaz de identificar corretamente o tipo de fratura para proporcionar o tratamento adequado. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente um tipo de fratura. 
Alternativas
Q3354740 Medicina
Um paciente idoso foi admitido na emergência após uma queda, apresentando dor intensa no quadril e incapacidade de deambular. A avaliação clínica e os exames de imagem confirmaram um trauma de quadril. O técnico de imobilização ortopédica deve estar ciente da fisiopatologia desse tipo de lesão para proporcionar o cuidado adequado. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente a fisiopatologia do trauma de quadril. 
Alternativas
Q3354739 Medicina
NÃO faz parte do grupo muscular do quadríceps: 
Alternativas
Q3354738 Medicina
Ao avaliar um paciente com suspeita de fratura na região do ombro, médico identifica uma deformidade óssea na região posterior da escápula. Indique qual acidente ósseo da escápula é mais provável de estar envolvido nessa fratura:
Alternativas
Q3354737 Medicina
Um paciente submetido à amputação de mão foi indicado para o uso de uma prótese de mão e dedos. O técnico de imobilização ortopédica deve garantir que a prótese seja bem ajustada para proporcionar funcionalidade e conforto. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação da prótese de mão e dedos. 
Alternativas
Q3354736 Medicina
Um paciente com entorse grave de tornozelo foi indicado para o uso de uma órtese de tornozelo e pé. O técnico de imobilização ortopédica deve seguir técnicas corretas para garantir a estabilidade e a recuperação adequada da articulação. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação da órtese de tornozelo e pé. 
Alternativas
Q3354735 Medicina
Um paciente com lesão ligamentar no joelho necessita de um aparelho gessado com talonete para auxiliar na deambulação. Durante a aplicação do aparelho, o técnico de imobilização ortopédica deve garantir que:
Alternativas
Q3354734 Medicina
Um paciente com diagnóstico de pé equino necessita de um aparelho gessado para correção da deformidade. Ao preparar os materiais para a confecção do aparelho, o técnico de imobilização ortopédica deve ter em mãos: 
Alternativas
Q3354733 Medicina
Um paciente com fratura de clavícula foi indicado para tratamento com aparelho gessado de braço em Velpeau. O técnico de imobilização ortopédica deve seguir protocolos específicos para garantir a imobilização adequada e o conforto do paciente. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação do aparelho gessado de braço em Velpeau.
Alternativas
Respostas
21: C
22: D
23: A
24: D
25: B
26: B
27: D
28: C
29: E
30: D
31: C
32: C
33: B
34: E
35: C
36: B
37: C
38: E
39: A
40: A