Questões de Concurso Comentadas para condutor socorrista - médio

Foram encontradas 190 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2644255 Português

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.


Texto 4:


Fiquei afásica


O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.


Lou-Ann Kleppa


Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Do ponto de vista sintático-semântico, o Texto 4 funciona em um contínuo formado por diversos complexos oracionais. No que diz respeito a esses complexos, analise:


“A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular.”.


Assinale a alternativa com a CLASSIFICAÇÃO CORRETA para a oração destacada:

Alternativas
Q2644254 Português

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.


Texto 4:


Fiquei afásica


O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.


Lou-Ann Kleppa


Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Avalie as proposições que apresentam uma análise sintática, semântica e pragmática de: “Ali no grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral.”.


I. A estrutura linguística exposta é uma frase declarativa, usada em função de um ato comunicativo.

II. O período simples contém duas frases declarativas.

III. O período é composto por duas orações coordenadas assindéticas.

IV. O período apresenta oração subordinada objetiva indireta.


Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2644253 Português

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.


Texto 4:


Fiquei afásica


O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.


Lou-Ann Kleppa


Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Ao saber que, conforme o regime dos verbos ou dos nomes, os termos regentes e os regidos estabelecem entre si relações de dependência, relacione, no seguinte quadro, a correspondência entre os termos em destaque e a descrição da regência empregada.


( ) “dizer qualquer palavra”

1. Regência de um constituinte locativo abstrato, encabeçado pela preposição em.

( ) “arrastava na caminhada”

2. Regência de um objeto direto.

( ) “se adaptar a uma limitação”

3. Regência nominal.

( ) “aceito na sociedade”

4. Regência de um objeto indireto.



Marque a alternativa com a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2644252 Português

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.


Texto 4:


Fiquei afásica


O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.


Lou-Ann Kleppa


Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Ao saber que neologismos são palavras formadas, sobremodo, a partir das necessidades culturais, analise a formação das palavras no poema exposto no Texto 4. Assinale a alternativa com a análise CORRETA.

Alternativas
Q2644251 Português

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.


Texto 4:


Fiquei afásica


O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.


Lou-Ann Kleppa


Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Dado que o Texto 4 é um artigo de divulgação científica, é a CORRETO firmar que:

Alternativas
Q2644250 Português

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.


Texto 4:


Fiquei afásica


O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.


Lou-Ann Kleppa


Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

A partir da significação linguística do título “Fiquei afásica”, assinale a alternativa com a análise INCORRETA:

Alternativas
Q2644249 Português

Responda às questões 8 e 9, a partir do texto que se apresenta na sequência:


Texto 3:


Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson

O projeto foi desenvolvido pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e impede que o alimento caia durante o tremor nas mãos dos pacientes.


23 de janeiro de 2023


“Mesmo com os tremores, 2 o alimento se mantém no talher”


Davi Mogrovejo, aluno do curso de engenharia elétrica do Centro Universitário de Brasília (CEUB), desenvolveu um talher eletrônico com o objetivo de ajudar pessoas com Mal de Parkinson. O equipamento impede que o alimento caia em função dos tremores nas mãos dos pacientes.

Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. Foram utilizados sensores e o equipamento foi testado em vários pacientes. Muito além da tecnologia, em si, o objetivo é que o aparelho seja acessível. Atualmente, no mercado, aparelhos com o mesmo objetivo são vendidos por cerca de R$ 3 mil. Existem várias outras pesquisas e protótipos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas diagnosticadas com a doença.


Leia mais em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/01/estudantes-criam-talher-para-pacientes-com-mal-de-parkinson/

Coma análise de “Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. ”, assinale a opção CORRETA para “mesmo."

Alternativas
Q2644248 Português

Responda às questões 8 e 9, a partir do texto que se apresenta na sequência:


Texto 3:


Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson

O projeto foi desenvolvido pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e impede que o alimento caia durante o tremor nas mãos dos pacientes.


23 de janeiro de 2023


“Mesmo com os tremores, 2 o alimento se mantém no talher”


Davi Mogrovejo, aluno do curso de engenharia elétrica do Centro Universitário de Brasília (CEUB), desenvolveu um talher eletrônico com o objetivo de ajudar pessoas com Mal de Parkinson. O equipamento impede que o alimento caia em função dos tremores nas mãos dos pacientes.

Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. Foram utilizados sensores e o equipamento foi testado em vários pacientes. Muito além da tecnologia, em si, o objetivo é que o aparelho seja acessível. Atualmente, no mercado, aparelhos com o mesmo objetivo são vendidos por cerca de R$ 3 mil. Existem várias outras pesquisas e protótipos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas diagnosticadas com a doença.


Leia mais em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/01/estudantes-criam-talher-para-pacientes-com-mal-de-parkinson/

Acerca das características (dos fatores) de textualidade na matéria “Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson”, assinale a alternativa ERRADA.

Alternativas
Q2644243 Português

Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.


Texto 1:


O que é ser inteligente?


Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.

Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.

Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...

Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?

Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.


Ricardo Piccinato, editor

Ao saber do papel da pontuação para o funcionamento da sintaxe, do sentido e do encadeamento linguístico-discursivo de um texto, analise o emprego das vírgulas em:


“Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridofitas. ”


Considerando a ordem de emprego de cada vírgula, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2644242 Português

Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.


Texto 1:


O que é ser inteligente?


Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.

Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.

Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...

Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?

Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.


Ricardo Piccinato, editor

Um escritor utiliza um referente no texto como uma maneira de dizer ao leitor: do que se trata e do que é preciso guardar na memória. Com os referentes, escritores assentam uma espécie de acordo sobre o qual estabelece a construção de sentido textual. Com esse entendimento, assinale a CORRETA relação de sentido para o referente ser inteligente, conforme Ricardo Piccinato.

Alternativas
Q2644241 Português

Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.


Texto 1:


O que é ser inteligente?


Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.

Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.

Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...

Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?

Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.


Ricardo Piccinato, editor

Acerca do conteúdo do Texto 1, analise as proposições abaixo relacionadas:


I. O título O que é ser inteligente? introduz uma relação de progressão textual dialógica no editorial exposto.

II. O título O que é ser inteligente? evidencia um diálogo com o leitor do editorial.

III. O primeiro parágrafo do Texto 1 expõe uma pesquisa científica que responde à pergunta feita no título.

IV. Os questionamentos: O que é ser inteligente?, Você não sabe o que é uma pteridófita?, Quem é mais inteligente: homem ou mulher? e Existem pessoas mais inteligentes do que outras?, correspondem a intertextualidades da pesquisa científica sobre as pteridófitas, apresentada no editorial.

V. O Texto 1 apresenta diversas estratégias de argumentação, a exemplo da intertextualidade com uma frase atribuída a Sócrates.


Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2273632 Legislação de Trânsito
Sobre a sinalização de trânsito, à luz do Código de Trânsito Brasileiro, analisar os itens abaixo:

I. Nas vias públicas e nos imóveis é proibido colocar luzes, publicidade, inscrições, vegetação e mobiliário que possam gerar confusão, interferir na visibilidade da sinalização e comprometer a segurança do trânsito.
II. É proibido afixar sobre a sinalização de trânsito e respectivos suportes, ou junto a ambos, qualquer tipo de publicidade, inscrições, legendas e símbolos que não se relacionem com a mensagem da sinalização.
III. A afixação de publicidade ou de quaisquer legendas ou símbolos ao longo das vias condiciona-se à prévia aprovação do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2273631 Noções de Primeiros Socorros
Quando há um acidente, ignorar os primeiros socorros é crime; entretanto, algo que pode ser perigoso para a vítima é o condutor realizar algum movimento desnecessário. Desse modo, após o acidente, alguns procedimentos devem ser realizados. Com base nisso, analisar os itens abaixo:

I. Dar informações erradas à regulação médica.
II. Aplicar torniquetes para estancar hemorragias sem conhecimentos técnicos.
III. Retirar capacetes de motociclistas.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2273630 Legislação de Trânsito
A sinalização horizontal é um subsistema da sinalização viária composto de marcas, símbolos e legendas, apostos sobre o pavimento da pista de rolamento. De acordo com as noções de engenharia de tráfego e sinalização de trânsito, é CORRETO afirmar que, no padrão de cores da sinalização horizontal:
Alternativas
Q2273629 Noções de Primeiros Socorros
Os primeiros socorros em acidentes de trânsito envolvem todas as ajudas prestadas às pessoas acidentadas até que a ajuda profissional chegue ao local. Um dos principais riscos presentes nos primeiros socorros em rodovias é a ocorrência de novas colisões. Sobre a adequada sinalização dos acidentes de trânsito e os cuidados importantes a serem adotados, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2273628 Legislação de Trânsito
Considerando-se as principais causas de acidente de trânsito, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Imperícia. (2) Imprudência. (3) Negligência.

( ) O motorista ignora uma condição insegura, como chuva intensa, veículo defeituoso, pneus em mau estado de conservação e outros.
( ) Ação perigosa do motorista, está diretamente ligada a ato inseguro.
( ) Falta de habilidade. O acidente acontece em razão do motorista não ter domínio sobre o veículo que dirige.
Alternativas
Q2273627 Legislação de Trânsito
De acordo com a Lei nº 9.503/1997 – CTB, as ambulâncias, além de prioridade no trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, quando em serviço de urgência, observadas as seguintes disposições:

I. Os pedestres, ao ouvirem o alarme sonoro ou avistarem a luz intermitente, deverão aguardar no passeio e somente atravessar a via quando o veículo já tiver passado pelo local.
II. A prioridade de passagem na via e no cruzamento deverá se dar com velocidade aumentada, tendo em vista a urgência da situação, e os cuidados de segurança poderão ser reduzidos, conforme as normas estabelecidas nesse Código.
III. Quando os dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação intermitente estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e parando, se necessário.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2273626 Legislação de Trânsito
Todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que:

I. O condutor que vem no sentido contrário percebeu seu movimento e lhe cederá espaço na faixa oposta.
II. Quem o precede na mesma faixa de trânsito não haja indicado o propósito de ultrapassar um terceiro.
III. Nenhum condutor que venha atrás haja começado uma manobra para ultrapassá-lo.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2273625 Legislação de Trânsito
Considerando-se as normas gerais de circulação e conduta, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(  ) A circulação far-se-á pelo lado direito da via, sem exceções.
(  ) Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido, são as da direita destinadas ao deslocamento dos veículos mais rápidos.
(  ) Os veículos precedidos de batedores terão prioridade de passagem, respeitadas as demais normas de circulação.
Alternativas
Q2273624 Legislação de Trânsito
Em geral, os condutores identificam a velocidade máxima de uma via pelas placas de sinalização regulamentadora. Porém, em conformidade com a Lei nº 9.503/1997 — CTB, nas vias urbanas de trânsito rápido, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:
Alternativas
Respostas
141: A
142: E
143: E
144: D
145: C
146: E
147: C
148: A
149: A
150: C
151: D
152: E
153: D
154: A
155: A
156: B
157: D
158: D
159: B
160: C