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Q3400854 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase é facultativo.
Alternativas
Q3400813 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
Alternativas
Q3400812 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um adjetivo desempenhando a função de advérbio.
Alternativas
Q3400811 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um substantivo dotado de um significado coletivo.
Alternativas
Q3400810 Português
Analise as sentenças a seguir quanto às formas verbais empregadas. Assinale a alternativa em que ocorre um verbo em forma nominal.
Alternativas
Q3400809 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
As palavras “encaracolando” e “desencaracolando” são ambas formadas pelo(s) processo(s) de formação: 
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Q3400808 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”.” As palavras “dali” e “”, que ocorrem no excerto dado, funcionam como elementos: 
Alternativas
Q3400807 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho (...)”. A palavra que melhor substituí “tosco”, no contexto indicado, é:
Alternativas
Q3400806 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “(...) como fazia todos os domingos (...)”, o sentido do verbo “fazer”, conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, indica uma ação:
Alternativas
Q3400805 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O julgamento do sacristão em relação ao velho indica que ele:
Alternativas
Q3400804 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O final da narrativa permite concluir que o personagem do velho era:
Alternativas
Q3387664 Noções de Informática

Qual opção comum para economizar tinta, ou toner, ao imprimir documentos?  

Alternativas
Q3387663 Noções de Informática

Qual das seguintes afirmações sobre URL está correta?  

Alternativas
Q3387662 Noções de Informática

Qual é a finalidade do “cc” em um E-mail?  

Alternativas
Q3387661 Noções de Informática

Qual Software do pacote Microsoft office é utilizado para criação e edição de textos?  

Alternativas
Q3387660 Noções de Informática

No Microsoft Excel o que faz o comando =SOMA(A1+A2+A3)?  

Alternativas
Q3387659 Redação Oficial

O uso do pronome de tratamento serve para situações que é exigido formalidade no tratamento, como ao se referir a autoridades ou pessoas que ocupam cargos de prestígio. Ao usar o pronome de tratamento: Vossa Excelência reporta-se ao, exceto:

Alternativas
Q3387658 Português

De acordo com a regra de acentuação gráfica, assinale a alternativa que apresenta uma palavra acentuada incorretamente.

Alternativas
Q3387657 Português

De acordo com a regra de pontuação quanto ao uso do ponto de exclamação, assinale a alternativa na qual há uso indevido da regra.

Alternativas
Q3387656 Português

Faraco, Moura e Maruxo (2012) afirmam que a regência é a relação de dependência que se estabelece entre dois termos. Quando o termo regente é um verbo, a relação que se estabelece entre ele e o seu complemento chama-se regência verbal. Assinale a alternativa que exemplifica o uso adequado da regência verbal.

Alternativas
Respostas
661: B
662: C
663: C
664: D
665: A
666: A
667: E
668: D
669: C
670: B
671: C
672: A
673: C
674: B
675: C
676: B
677: D
678: B
679: C
680: A