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Q2639414 Português

Reciclagem no Brasil: articulação entre poder público, associações de catadores e iniciativa privada

Em meio ao crescente debate sobre a correta destinação dos resíduos sólidos produzidos no mundo, o Brasil apresenta números irrisórios quando o assunto é reciclagem. Segundo dados divulgados em 2022 pela Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), no país, apenas 4% dos quase 28 milhões de toneladas de resíduos recicláveis produzidos anualmente são enviados para esse processo. Índice quatro vezes menor que o de países com perfil socioeconômico similar, como Chile, Argentina e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.

Além do enorme impacto ambiental, as estimativas mostram que o Brasil perde pelo menos R$ 14 bilhões todos os anos em resíduos recicláveis não processados. Para se ter uma ideia da relevância econômica da atividade, cerca de 800 mil pessoas vivem da reciclagem no território brasileiro, de acordo com o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

O baixo índice dessa prática no Brasil pode ser explicado por diferentes fatores, como a falta de conscientização da própria população, que descarta inadequadamente o lixo, e a escassez de políticas públicas e iniciativas privadas voltadas para tratamento correto dos resíduos sólidos. Sem ações e recursos para a estruturação do setor, a cultura de reciclagem não avança.

Outro entrave é a queda da demanda por material nacional, registrada a partir do segundo semestre de 2022. Importar matéria prima está mais barato que comprar dentro do país, o que resulta em baixa procura. Com isso, os galpões estão abarrotados - com material que não consegue ser vendido - ou vazios - porque muitas vezes não compensa fazer a coleta. Os impactos são sentidos tanto no meio ambiente como no nível de renda dos trabalhadores.

Nesse cenário, a articulação entre o poder público, as associações de catadores e a iniciativa privada se torna ainda mais relevante. Nas cidades onde há investimento na implantação e no fortalecimento da coleta seletiva, o índice de adesão dos moradores é significativo, assim como a potencialização da atividade.

Exemplo disso são os municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Itabirito, em Minas Gerais. Nesses territórios, cinco associações de catadores de materiais recicláveis recebem apoio do projeto Reciclo Agora, desenvolvido pela Vale em parceria com a RC8 Treinamentos, com o objetivo de ampliar a capacidade produtiva e de gestão dessas associações e contribuir para a geração de trabalho e renda e a destinação sustentável de resíduos.

Desde o ano passado, os membros das associações recebem capacitações em diferentes áreas, apoio para formalização dos espaços e recursos financeiros para a estruturação da atividade. Os resultados são bastante relevantes. Em Barão de Cocais, o aumento do volume de material processado pela associação local foi de mais de 150% em um ano. Antônio Pereira, distrito de Ouro Preto, ganhou sua primeira associação de catadores, que já conta com galpão equipado e caminhão cedido pela prefeitura. A população já está sendo mobilizada e, partir deste mês, contará com coleta seletiva porta a porta.

Iniciativas como essa ainda são pontuais, mas mostram o potencial da reciclagem como aliado para um futuro mais sustentável e como importante gerador de renda. Com investimentos adequados e políticas públicas inteligentes, o Brasil pode mudar a realidade de milhares de catadores e alavancar sua relevância no panorama mundial. Verônica Souza - Catadora, assistente social, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e consultora da RC8 Treinamentos.

(https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/reciclagem-no-brasilarticulac-o-entre-poder-publico- associac-es-de-catadores-e-iniciativaprivada-1.962030)

Indique o enunciado cuja construção semântica é estabelecida por meio de causa e efeito:

Alternativas
Q2639410 Português

Reciclagem no Brasil: articulação entre poder público, associações de catadores e iniciativa privada

Em meio ao crescente debate sobre a correta destinação dos resíduos sólidos produzidos no mundo, o Brasil apresenta números irrisórios quando o assunto é reciclagem. Segundo dados divulgados em 2022 pela Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), no país, apenas 4% dos quase 28 milhões de toneladas de resíduos recicláveis produzidos anualmente são enviados para esse processo. Índice quatro vezes menor que o de países com perfil socioeconômico similar, como Chile, Argentina e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.

Além do enorme impacto ambiental, as estimativas mostram que o Brasil perde pelo menos R$ 14 bilhões todos os anos em resíduos recicláveis não processados. Para se ter uma ideia da relevância econômica da atividade, cerca de 800 mil pessoas vivem da reciclagem no território brasileiro, de acordo com o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

O baixo índice dessa prática no Brasil pode ser explicado por diferentes fatores, como a falta de conscientização da própria população, que descarta inadequadamente o lixo, e a escassez de políticas públicas e iniciativas privadas voltadas para tratamento correto dos resíduos sólidos. Sem ações e recursos para a estruturação do setor, a cultura de reciclagem não avança.

Outro entrave é a queda da demanda por material nacional, registrada a partir do segundo semestre de 2022. Importar matéria prima está mais barato que comprar dentro do país, o que resulta em baixa procura. Com isso, os galpões estão abarrotados - com material que não consegue ser vendido - ou vazios - porque muitas vezes não compensa fazer a coleta. Os impactos são sentidos tanto no meio ambiente como no nível de renda dos trabalhadores.

Nesse cenário, a articulação entre o poder público, as associações de catadores e a iniciativa privada se torna ainda mais relevante. Nas cidades onde há investimento na implantação e no fortalecimento da coleta seletiva, o índice de adesão dos moradores é significativo, assim como a potencialização da atividade.

Exemplo disso são os municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Itabirito, em Minas Gerais. Nesses territórios, cinco associações de catadores de materiais recicláveis recebem apoio do projeto Reciclo Agora, desenvolvido pela Vale em parceria com a RC8 Treinamentos, com o objetivo de ampliar a capacidade produtiva e de gestão dessas associações e contribuir para a geração de trabalho e renda e a destinação sustentável de resíduos.

Desde o ano passado, os membros das associações recebem capacitações em diferentes áreas, apoio para formalização dos espaços e recursos financeiros para a estruturação da atividade. Os resultados são bastante relevantes. Em Barão de Cocais, o aumento do volume de material processado pela associação local foi de mais de 150% em um ano. Antônio Pereira, distrito de Ouro Preto, ganhou sua primeira associação de catadores, que já conta com galpão equipado e caminhão cedido pela prefeitura. A população já está sendo mobilizada e, partir deste mês, contará com coleta seletiva porta a porta.

Iniciativas como essa ainda são pontuais, mas mostram o potencial da reciclagem como aliado para um futuro mais sustentável e como importante gerador de renda. Com investimentos adequados e políticas públicas inteligentes, o Brasil pode mudar a realidade de milhares de catadores e alavancar sua relevância no panorama mundial. Verônica Souza - Catadora, assistente social, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e consultora da RC8 Treinamentos.

(https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/reciclagem-no-brasilarticulac-o-entre-poder-publico- associac-es-de-catadores-e-iniciativaprivada-1.962030)

No enunciado “Além do enorme impacto ambiental, as estimativas mostram que o Brasil perde pelo menos R$ 14 bilhões todos os anos em resíduos recicláveis não processados.”, há um período formado por:

Alternativas
Q2639408 Português

Reciclagem no Brasil: articulação entre poder público, associações de catadores e iniciativa privada

Em meio ao crescente debate sobre a correta destinação dos resíduos sólidos produzidos no mundo, o Brasil apresenta números irrisórios quando o assunto é reciclagem. Segundo dados divulgados em 2022 pela Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), no país, apenas 4% dos quase 28 milhões de toneladas de resíduos recicláveis produzidos anualmente são enviados para esse processo. Índice quatro vezes menor que o de países com perfil socioeconômico similar, como Chile, Argentina e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.

Além do enorme impacto ambiental, as estimativas mostram que o Brasil perde pelo menos R$ 14 bilhões todos os anos em resíduos recicláveis não processados. Para se ter uma ideia da relevância econômica da atividade, cerca de 800 mil pessoas vivem da reciclagem no território brasileiro, de acordo com o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

O baixo índice dessa prática no Brasil pode ser explicado por diferentes fatores, como a falta de conscientização da própria população, que descarta inadequadamente o lixo, e a escassez de políticas públicas e iniciativas privadas voltadas para tratamento correto dos resíduos sólidos. Sem ações e recursos para a estruturação do setor, a cultura de reciclagem não avança.

Outro entrave é a queda da demanda por material nacional, registrada a partir do segundo semestre de 2022. Importar matéria prima está mais barato que comprar dentro do país, o que resulta em baixa procura. Com isso, os galpões estão abarrotados - com material que não consegue ser vendido - ou vazios - porque muitas vezes não compensa fazer a coleta. Os impactos são sentidos tanto no meio ambiente como no nível de renda dos trabalhadores.

Nesse cenário, a articulação entre o poder público, as associações de catadores e a iniciativa privada se torna ainda mais relevante. Nas cidades onde há investimento na implantação e no fortalecimento da coleta seletiva, o índice de adesão dos moradores é significativo, assim como a potencialização da atividade.

Exemplo disso são os municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Itabirito, em Minas Gerais. Nesses territórios, cinco associações de catadores de materiais recicláveis recebem apoio do projeto Reciclo Agora, desenvolvido pela Vale em parceria com a RC8 Treinamentos, com o objetivo de ampliar a capacidade produtiva e de gestão dessas associações e contribuir para a geração de trabalho e renda e a destinação sustentável de resíduos.

Desde o ano passado, os membros das associações recebem capacitações em diferentes áreas, apoio para formalização dos espaços e recursos financeiros para a estruturação da atividade. Os resultados são bastante relevantes. Em Barão de Cocais, o aumento do volume de material processado pela associação local foi de mais de 150% em um ano. Antônio Pereira, distrito de Ouro Preto, ganhou sua primeira associação de catadores, que já conta com galpão equipado e caminhão cedido pela prefeitura. A população já está sendo mobilizada e, partir deste mês, contará com coleta seletiva porta a porta.

Iniciativas como essa ainda são pontuais, mas mostram o potencial da reciclagem como aliado para um futuro mais sustentável e como importante gerador de renda. Com investimentos adequados e políticas públicas inteligentes, o Brasil pode mudar a realidade de milhares de catadores e alavancar sua relevância no panorama mundial. Verônica Souza - Catadora, assistente social, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e consultora da RC8 Treinamentos.

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No trecho “Com investimentos adequados e políticas públicas inteligentes, o Brasil pode mudar a realidade...”, o emprego da vírgula se justifica por:

Alternativas
Q2639405 Português

Reciclagem no Brasil: articulação entre poder público, associações de catadores e iniciativa privada

Em meio ao crescente debate sobre a correta destinação dos resíduos sólidos produzidos no mundo, o Brasil apresenta números irrisórios quando o assunto é reciclagem. Segundo dados divulgados em 2022 pela Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), no país, apenas 4% dos quase 28 milhões de toneladas de resíduos recicláveis produzidos anualmente são enviados para esse processo. Índice quatro vezes menor que o de países com perfil socioeconômico similar, como Chile, Argentina e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.

Além do enorme impacto ambiental, as estimativas mostram que o Brasil perde pelo menos R$ 14 bilhões todos os anos em resíduos recicláveis não processados. Para se ter uma ideia da relevância econômica da atividade, cerca de 800 mil pessoas vivem da reciclagem no território brasileiro, de acordo com o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

O baixo índice dessa prática no Brasil pode ser explicado por diferentes fatores, como a falta de conscientização da própria população, que descarta inadequadamente o lixo, e a escassez de políticas públicas e iniciativas privadas voltadas para tratamento correto dos resíduos sólidos. Sem ações e recursos para a estruturação do setor, a cultura de reciclagem não avança.

Outro entrave é a queda da demanda por material nacional, registrada a partir do segundo semestre de 2022. Importar matéria prima está mais barato que comprar dentro do país, o que resulta em baixa procura. Com isso, os galpões estão abarrotados - com material que não consegue ser vendido - ou vazios - porque muitas vezes não compensa fazer a coleta. Os impactos são sentidos tanto no meio ambiente como no nível de renda dos trabalhadores.

Nesse cenário, a articulação entre o poder público, as associações de catadores e a iniciativa privada se torna ainda mais relevante. Nas cidades onde há investimento na implantação e no fortalecimento da coleta seletiva, o índice de adesão dos moradores é significativo, assim como a potencialização da atividade.

Exemplo disso são os municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Itabirito, em Minas Gerais. Nesses territórios, cinco associações de catadores de materiais recicláveis recebem apoio do projeto Reciclo Agora, desenvolvido pela Vale em parceria com a RC8 Treinamentos, com o objetivo de ampliar a capacidade produtiva e de gestão dessas associações e contribuir para a geração de trabalho e renda e a destinação sustentável de resíduos.

Desde o ano passado, os membros das associações recebem capacitações em diferentes áreas, apoio para formalização dos espaços e recursos financeiros para a estruturação da atividade. Os resultados são bastante relevantes. Em Barão de Cocais, o aumento do volume de material processado pela associação local foi de mais de 150% em um ano. Antônio Pereira, distrito de Ouro Preto, ganhou sua primeira associação de catadores, que já conta com galpão equipado e caminhão cedido pela prefeitura. A população já está sendo mobilizada e, partir deste mês, contará com coleta seletiva porta a porta.

Iniciativas como essa ainda são pontuais, mas mostram o potencial da reciclagem como aliado para um futuro mais sustentável e como importante gerador de renda. Com investimentos adequados e políticas públicas inteligentes, o Brasil pode mudar a realidade de milhares de catadores e alavancar sua relevância no panorama mundial. Verônica Souza - Catadora, assistente social, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e consultora da RC8 Treinamentos.

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O texto em análise é considerado de cunho argumentativo, sendo estruturado no gênero:

Alternativas
Q2639402 Português

Reciclagem no Brasil: articulação entre poder público, associações de catadores e iniciativa privada

Em meio ao crescente debate sobre a correta destinação dos resíduos sólidos produzidos no mundo, o Brasil apresenta números irrisórios quando o assunto é reciclagem. Segundo dados divulgados em 2022 pela Associação de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), no país, apenas 4% dos quase 28 milhões de toneladas de resíduos recicláveis produzidos anualmente são enviados para esse processo. Índice quatro vezes menor que o de países com perfil socioeconômico similar, como Chile, Argentina e Turquia, que apresentam média de 16% de reciclagem.

Além do enorme impacto ambiental, as estimativas mostram que o Brasil perde pelo menos R$ 14 bilhões todos os anos em resíduos recicláveis não processados. Para se ter uma ideia da relevância econômica da atividade, cerca de 800 mil pessoas vivem da reciclagem no território brasileiro, de acordo com o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

O baixo índice dessa prática no Brasil pode ser explicado por diferentes fatores, como a falta de conscientização da própria população, que descarta inadequadamente o lixo, e a escassez de políticas públicas e iniciativas privadas voltadas para tratamento correto dos resíduos sólidos. Sem ações e recursos para a estruturação do setor, a cultura de reciclagem não avança.

Outro entrave é a queda da demanda por material nacional, registrada a partir do segundo semestre de 2022. Importar matéria prima está mais barato que comprar dentro do país, o que resulta em baixa procura. Com isso, os galpões estão abarrotados - com material que não consegue ser vendido - ou vazios - porque muitas vezes não compensa fazer a coleta. Os impactos são sentidos tanto no meio ambiente como no nível de renda dos trabalhadores.

Nesse cenário, a articulação entre o poder público, as associações de catadores e a iniciativa privada se torna ainda mais relevante. Nas cidades onde há investimento na implantação e no fortalecimento da coleta seletiva, o índice de adesão dos moradores é significativo, assim como a potencialização da atividade.

Exemplo disso são os municípios de Ouro Preto, Barão de Cocais e Itabirito, em Minas Gerais. Nesses territórios, cinco associações de catadores de materiais recicláveis recebem apoio do projeto Reciclo Agora, desenvolvido pela Vale em parceria com a RC8 Treinamentos, com o objetivo de ampliar a capacidade produtiva e de gestão dessas associações e contribuir para a geração de trabalho e renda e a destinação sustentável de resíduos.

Desde o ano passado, os membros das associações recebem capacitações em diferentes áreas, apoio para formalização dos espaços e recursos financeiros para a estruturação da atividade. Os resultados são bastante relevantes. Em Barão de Cocais, o aumento do volume de material processado pela associação local foi de mais de 150% em um ano. Antônio Pereira, distrito de Ouro Preto, ganhou sua primeira associação de catadores, que já conta com galpão equipado e caminhão cedido pela prefeitura. A população já está sendo mobilizada e, partir deste mês, contará com coleta seletiva porta a porta.

Iniciativas como essa ainda são pontuais, mas mostram o potencial da reciclagem como aliado para um futuro mais sustentável e como importante gerador de renda. Com investimentos adequados e políticas públicas inteligentes, o Brasil pode mudar a realidade de milhares de catadores e alavancar sua relevância no panorama mundial. Verônica Souza - Catadora, assistente social, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e consultora da RC8 Treinamentos.

(https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/reciclagem-no-brasilarticulac-o-entre-poder-publico- associac-es-de-catadores-e-iniciativaprivada-1.962030)

A autora defende a ideia de que:

Alternativas
Q2544518 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. Todo Agente Comunitário de Saúde pode aferir a temperatura axilar, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, com o devido encaminhamento do paciente, quando necessário, para a unidade de saúde de referência. II. Todo Agente Comunitário de Saúde deve prover orientação e o apoio, em domicílio, para a correta administração de medicação de paciente em situação de vulnerabilidade. III. Todo Agente Comunitário de Saúde realizará visitas domiciliares regulares e periódicas para acolhimento e acompanhamento da gestante, no pré-natal, no parto e no puerpério.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544517 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. É função do Agente comunitário de saúde acompanhar, por meio de visita domiciliar, todas as famílias e indivíduos sob sua responsabilidade. II. É função do Agente comunitário de saúde desenvolver atividades de promoção da saúde, de prevenção das doenças e agravos e de vigilância à saúde, por meio de ações educativas nos domicílios e na comunidade. III. Não é função do Agente comunitário de saúde acompanhar programas de transferência de renda e enfrentamento de vulnerabilidades implantado pelo governo federal, estadual e municipal.
Marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q2544516 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. O Sistema Único de Saúde atua na formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde. II. A assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde. III. O Sistema Único de Saúde participa na normatização, fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas.
Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2544515 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde é um dos objetivos do Sistema Único de Saúde. II. A vigilância sanitária, e a formulação e execução da política de ações de saneamento básico não compreendem a atuação do Sistema Único de Saúde. III. A fiscalização do transporte de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos compreende a atuação do Sistema Único de Saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544514 Ética na Administração Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. É vedado ao servidor prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam. II. É vedado ao servidor pleitear qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio ou vantagem de qualquer espécie, para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão. III. É vedado ao servidor apresentar-se embriagado no serviço ou fora dele habitualmente, além de alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544513 Ética na Administração Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele. II. O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta, assim, terá que decidir somente entre o legal e o ilegal. III. A publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão um comprometimento ético, exceto unicamente em questões de segurança nacional, investigações, interesse do Estado ou administração pública.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544512 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. O número de agentes comunitários de saúde (ACS) deve ser suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família. II. Equipes de Saúde da Família Ribeirinhas desempenham a maior parte de suas funções em Unidades Básicas de Saúde construídas ou localizadas nas comunidades pertencentes a regiões à beira de rios e lagos, cujo acesso se dá por meio rodoviário. III. As equipes de saúde de famílias ribeirinhas atendem as especificidades locais de municípios pertencentes exclusivamente à Amazônia Legal, dada a condição geográfica de acesso desse estado.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544511 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. A Estratégia Saúde da Família visa à reorganização da atenção especializada no País, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde, funcionando como estratégia de expansão, qualificação e consolidação da atenção à saúde. II. A estratégia de saúde da família contempla a formação de equipes com, no mínimo, médico generalista, enfermeiro generalista, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. III. Cada equipe de Saúde da Família deve ser responsável por, no máximo, 4.000 pessoas, sendo a média recomendada de 3.000 pessoas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544510 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. O fevereiro branco se configura como uma ação de educação em saúde, em nível federal, envolvendo as equipes de atenção primária, cujo foco é a conscientização acerca da saúde mental. II. A campanha julho amarelo se trata de uma campanha de educação em saúde, como foco na compreensão da população acerca das hepatites do tipo A, B, C, D e E. III. O dezembro verde se trata de uma campanha de educação em saúde voltada à prevenção e detecção precoce do câncer de pele.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544509 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. A educação em saúde é um instrumento importante, constante na política de atenção básica, para melhora dos conhecimentos e práticas relacionadas à saúde dos indivíduos. II. O outubro rosa é uma campanha estritamente municipal, de educação em saúde, para conscientização da população acerca do câncer de mama, com articulação entre os órgãos de gestão da saúde e educação. III. O fevereiro roxo se trata de uma atividade de educação em saúde, cuja campanha de conscientização acerca do Lúpus, Fibromialgia e Mal de Alzheimer.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544508 Enfermagem
Analise as afirmações a seguir:
I. Nos casos de doença incurável e terminal, a equipe de saúde deve oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis, sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas II. É vedada à equipe de saúde abandonar pacientes sobre seu cuidado, salvo por motivo justo, comunicado ao paciente e sua família. III. A equipe de saúde não pode deixar de usar todos os meios disponíveis de promoção de saúde e de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544507 Enfermagem
Analise as afirmações a seguir:
I. Todo paciente, em qualquer hipótese, possui direito de sigilo do seu tratamento e diagnósticos. II. Toda pessoa idosa, com mais de 60 anos, internada ou em observação, deve, impreterivelmente, estar acompanhada por um responsável. III. Em casos específicos, a pedido do paciente, é possível auxiliar a abreviação de sua vida.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544506 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. Lisossomos são organelas que têm uma membrana externa e uma membrana interna, cuja função é promover a respiração celular. II. Mitocôndrias tem a missão de sintetizar proteínas, se utilizando do processo de união entre aminoácidos III. O Complexo de Golgi é composto por um conjunto de cavidades delimitadas por membranas lipoproteicas, cuja principal função é a secreção celular.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544505 Biomedicina - Análises Clínicas
Analise as afirmações a seguir:
I. A citologia, ou biologia celular, é um braço da Biologia que estuda as células, dos tipos procarióticas e eucarióticas, com suas respectivas estruturas e funções. II. As células são divididas basicamente em membrana, citoplasma e núcleo, e, seu estudo contribui com melhor compreensão acerca dos organismos vivos e mortos. III. A membrana plasmática é a parte mais exteriorizada da célula, sendo responsável por criar uma espécie de proteção para a célula.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544504 Saúde Pública
Analise as afirmações a seguir:
I. As equipes de atenção primária deverão ser compostas minimamente por médicos preferencialmente especialistas em medicina de família e comunidade e enfermeiros preferencialmente especialistas em saúde da família. II. No âmbito das definições da política pública de gestão municipal da saúde, é possível substituir as Equipes de Saúde da Família por Equipes de Atenção Primária, sem perda de recursos federais, pois estas são mais completas que aquelas. III. A atenção especializada é dividida em dois grupos (secundária e terciária), que são, respectivamente, média e alta complexidade, contemplando atendimento ambulatorial e hospitalar.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
1941: B
1942: A
1943: E
1944: C
1945: B
1946: C
1947: D
1948: A
1949: D
1950: A
1951: D
1952: C
1953: D
1954: C
1955: D
1956: A
1957: B
1958: C
1959: A
1960: D