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Q3579623 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise a situação-problema e responda à questão.
Cícero tem 39 anos, trabalha na lavoura e vem sentindo dores de cabeça e náuseas. Certo dia, ao chegar em casa, encontrou Ana, sua Agente Comunitária de Saúde, e a Enfermeira Dora, que foram fazer uma visita domiciliar de puerpério à sua esposa. Cícero entrou em casa com seu material de trabalho, e estava com uma embalagem na mão. Ao cumprimentar Ana e Dora, a ACS percebeu que na embalagem continha um produto químico, um agrotóxico, pois ele trabalhava como agricultor. Cícero relatou sobre suas dores de cabeça e náuseas.
Analise as orientações que devem ser dadas a Cícero, na perspectiva da saúde do trabalhador.
I- Não levar o material de trabalho para o interior da casa, pois poderia haver auto contaminação, bem como contaminação dos familiares.
II- É recomendável a utilização de equipamentos de proteção individual, dentre outras precauções, durante o cultivo de sua lavoura.
III- Não há necessidade de agendar consulta médica, pois a dor de cabeça é um sintoma leve.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3579622 Saúde Pública
Em uma visita domiciliar, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) encontrou uma senhora de 40 anos, que lhe informou que estava há cinco dias com os seguintes sintomas: febre alta: 39°C a 40°C, dor de cabeça, no fundo dos olhos e nas juntas, fraqueza, náuseas, vômitos e manchas vermelhas na pele. O ACS informa que ela deve procurar consulta na unidade de saúde, pois os sintomas apresentados podem ser característicos de que doença?
Alternativas
Q3579621 Saúde Pública
A vacinação é reconhecida como uma das estratégias mais eficazes na proteção da população em geral contra doenças infecciosas. Além de proteger a pessoa vacinada, a imunização ajuda a controlar a disseminação de doenças, resguardando aqueles que não podem ser vacinados por razões médicas. Para qual das doenças abaixo não existe vacina específica?
Alternativas
Q3579560 Noções de Informática
Sobre as ferramentas de edição de textos, planilhas e apresentações nos ambientes Microsoft Office e Google Drive, analise as seguintes afirmações.
I- O Microsoft Word permite a edição colaborativa em tempo real apenas em documentos salvos localmente no computador.
II- O Google Sheets suporta fórmulas avançadas e funções, mas não permite a importação de arquivos no formato Excel (.xlsx).
III- No Microsoft PowerPoint é possível criar apresentações com animações personalizadas e exportá-las como vídeos.
IV- O Google Slides oferece suporte a temas e layouts pré-definidos e inserção de vídeos hospedados no YouTube.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3579559 Sistemas Operacionais
Sobre o Linux e os sistemas operacionais livres, analise as seguintes afirmações.
I- O Linux é um sistema operacional de código aberto cujo kernel é licenciado sob a GNU General Public License (GPL).
II- Sistemas livres permitem modificação e redistribuição de código, mas não garantem suporte comercial ou comunitário.
III- Distribuições Linux, como Debian e Ubuntu, são exemplos de sistemas operacionais livres que podem incluir software proprietário.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3579558 Noções de Informática
No contexto do armazenamento em nuvem, a escalabilidade é uma característica que:
Alternativas
Q3579556 Segurança da Informação
Em segurança da informação, o que diferencia um worm de um vírus tradicional? 
Alternativas
Q3579555 Noções de Informática
Qual recurso do Google Drive permite que múltiplos usuários editem um documento simultaneamente?
Alternativas
Q3579554 Redes de Computadores
Topologia é a forma como os dispositivos estão conectados em uma rede de computadores. Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE o funcionamento de uma topologia do tipo estrela.
Alternativas
Q3579552 Redes de Computadores
Em um ambiente de rede, qual é a principal função do protocolo TCP/IP?
Alternativas
Q3579551 Noções de Informática
Qual a principal vantagem de fazer backups incrementais?
Alternativas
Q3579550 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


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Fonte: OLIVEIRA, Louise. Variação linguística: o que é e exemplos. Norma Culta, s.d. Disponível em: https://www.normaculta.com.br/variacoes-linguisticas/. Acesso em: 2 abr. 2025.

Do ponto de vista sintático, de aipim, de mandioca e de macaxeira são exemplos de:
Alternativas
Q3579546 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


Celular na escola: faz sentido proibir?


Por Maria Clara Rossini

Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00 


É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.


Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.


Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.


O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.


A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.


A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.


Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].

Acerca do funcionamento linguístico do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3579545 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


Celular na escola: faz sentido proibir?


Por Maria Clara Rossini

Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00 


É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.


Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.


Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.


O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.


A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.


A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.


Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].

Sobre o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3579544 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


Celular na escola: faz sentido proibir?


Por Maria Clara Rossini

Atualizado em 23 fev. 2025, 14h22 - Publicado em 21 fev. 2025, 10h00 


É consenso que a pandemia contribuiu para a consolidação dos smartphones nas escolas. Embora os celulares sejam oficialmente proibidos em muitas delas, isso raramente ocorre na prática. A lei número 15.100, sancionada no início deste ano, é uma tentativa de voltar à época em que a regra era cumprida com mais afinco: ela restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis durante as aulas e o recreio. Eles só são autorizados para fins pedagógicos, de acessibilidade ou saúde.


Não precisa ser nenhum Piaget para concluir que os celulares podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças e adolescentes. Mas não é só isso: educadores e neurocientistas estão preocupados com o desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da geração que cresceu com os smartphones. “Essas habilidades cognitivas amadurecem em torno dos 24 e 25 anos”, diz Sabine Pompeia, Professora na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “O jovem é muito mais propenso a ficar dependente desse tipo de situação e não conseguir se desvencilhar do que um adulto”.


Os aplicativos e redes sociais foram de fato construídos com a ciência dos caça-níqueis em mente. Documentos vazados em 2021 mostram que o Facebook tinha consciência do caráter viciante da rede e utilizou essas técnicas para engajar os usuários. Fica difícil desenvolver o autocontrole, porém, quando a “substância” em questão apita no bolso, gerando pequenas descargas de dopamina ao longo do dia.


O quanto exatamente o uso de smartphones está prejudicando essas habilidades básicas? É difícil responder. Para bater o martelo, seria necessário acompanhar o desenvolvimento de várias crianças distribuídas aleatoriamente em dois grupos: com ou sem acesso a smartphones. Esse seria um experimento científico padrão-ouro. Mas é virtualmente impossível realizar um experimento nesses moldes.


A solução então seria proibir o uso de smartphones por crianças e adolescentes? Qualquer pai sabe que essa tarefa beira o impossível. “Uma das coisas mais difíceis de aprender é a socialização, entender os limites das pessoas e como lidar com o outro”, diz Pompeia. “Essa geração tem que aprender a socializar em dois ambientes diferentes, porque as regras sociais em pessoa são diferentes das regras sociais nas redes”.


A escola, naturalmente, não é o espaço ideal para o celular. A lei que passa a valer em 2025 pode ser o caminho de uma mudança coletiva, mas a implementação e a fiscalização da regra devem variar de acordo com o colégio. O impacto que isso terá no aprendizado, no desenvolvimento e na socialização são cenas dos próximos capítulos.


Fonte: ROSSINI, Maria Clara. Celular na escola: faz sentido proibir? Revista Superinteressante [on-line], 23 fev. 2025. Acesso em 1 abr. 2025. [Adaptado].

Acerca do texto, analise as afirmativas que seguem.
I- A Lei nº 15.100/25 proíbe o uso de smartphones inclusive para fins pedagógicos.
II- As habilidades cognitivas e a saúde mental de crianças e jovens são motivo de preocupação devido ao uso excessivo dos smartphones.
III- Redes sociais como o Facebook estão cientes do caráter viciante que elas têm com relação aos usuários mais jovens.
IV- Mais sensato que proibir o uso de smartphones seria que os jovens aprendessem a ser funcionais tanto no mundo virtual quanto no mundo real.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3579539 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


3 notícias sobre: dengue


Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas


Por Bruno Garattoni

31 mar. 2025, 12h00


Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença


A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.


Novo medicamento inibe a transmissão do vírus


Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.


Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina


No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].

Leia o terceiro parágrafo do texto e analise as afirmativas que seguem.


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I- Aoração (1) esclarece o sentido do termo Avacina Butantan-DV e se classifica como oração subordinada adjetiva explicativa.


II- A oração (2) atua como objeto direto da oração principal (O Butantan prevê) e se classifica como uma oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo.


III- A oração (3) apresenta a mesma natureza sintática com relação à oração coordenada assindética (Ela funciona contra todos os subtipos do vírus) e se classifica como uma oração coordenada sindética aditiva.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3579538 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


3 notícias sobre: dengue


Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas


Por Bruno Garattoni

31 mar. 2025, 12h00


Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença


A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.


Novo medicamento inibe a transmissão do vírus


Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.


Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina


No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].

No período composto “Ela trouxe uma 'surpresa' esse ano. Mas a ciência também tem novas armas”, há duas orações de mesma natureza sintática. Logo, sobre a oração em destaque, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3579537 Português

Utilize o Texto para responder à questão.


3 notícias sobre: dengue


Ela trouxe uma “surpresa” esse ano. Mas a ciência também tem novas armas


Por Bruno Garattoni

31 mar. 2025, 12h00


Subtipo 3 aumenta o risco de surto da doença


A dengue é causada por um vírus, o DENV, que tem 4 subtipos. Este ano, o terceiro deles, DENV-3, foi detectado no Brasil (onde não era visto desde 2007), na Colômbia e na Argentina. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina – pois, como o DENV-3 é relativamente raro, a maioria da população não tem qualquer imunidade a ele.


Novo medicamento inibe a transmissão do vírus


Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma (subsidiária da Johnson & Johnson), inibe a replicação do vírus da dengue em ratos. Além disso, se os animais forem picados pelo Aedes aegipti, a droga é transferida para o corpo do mosquito, onde dificulta a replicação – e, portanto, a transmissão – do vírus.


Butantan prepara 100 milhões de doses da vacina


No Brasil, a vacina Butantan-DV, que oferece proteção contra a dengue, já passou pelas análises de segurança e eficácia da Anvisa, e deve ser aprovada este ano. O Butantan prevê produzir 100 milhões de doses da vacina nos próximos três anos. Ela funciona contra todos os subtipos do vírus e requer apenas uma dose. As vacinas atuais exigem duas (no caso da Qdenga) ou três doses (Dengvaxia). Fonte: GARATTONI, Bruno. 3 notícias sobre: dengue. Revista Superinteressante [on-line], 3 mar. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticiassobre-dengue/. Acesso em: 1 abr. 2025. [Adaptado].

Com relação aos processos de coesão do texto, analise as afirmativas a seguir.
I- Na oração “Ela trouxe uma 'surpresa' esse ano”, o pronome pessoal Ela retoma anaforicamente o referente dengue.
II- No período “Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma [...], inibe a replicação do vírus da dengue em ratos”, o pronome relativo em destaque tem como referente um remédio.
III- No período “Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, isso pode aumentar o número de casos de dengue na América Latina”, a ausência de referenciação acarreta um problema de coesão.
IV- No período “Um estudo publicado por cientistas da Bélgica e dos EUA apontou que o JNJ-A07, um remédio que está sendo desenvolvido pela Janssen Pharma [...]”, o referente do pronome relativo que é Um estudo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
701: A
702: B
703: C
704: C
705: E
706: D
707: A
708: D
709: C
710: B
711: B
712: A
713: E
714: D
715: C
716: E
717: D
718: E
719: A
720: A